Eliana Alvarenga

E agora, qual é o hexa? 

A onda apaixonante do esporte, particularmente do futebol, permite metáforas interessantes para inspirar o país a trilhar novo caminho e a alcançar o almejado patamar de nação campeã. A luta pelo título mundial ocorreu em campo e os resultados obtidos pouco mudaram o cotidiano abastado de uma minoria, que inclui os atletas. Mas a frustração da derrota mexe com os brios e as emoções de uma avalanche de cidadãos. É preciso assimilar a perda na competição esportiva e valorizar mais o que realmente impacta a vida de muitos. Obviamente, há lugar para a paixão esportiva sempre. Mas o sentimento que o futebol desperta não deve ocupar o lugar de todas as razões e emoções que são necessárias para promover transformações profundas na realidade. Perdido o título, fica a pergunta: e agora, qual o é o “hexa” a ser conquistado?

Parece que, nesta Copa do Mundo, a paixão esportiva foi vivida de modo mais saudável. Reflexo disso é que a derrota da seleção brasileira não gerou um clima de “fim de mundo”. E a esperança é que a perda dentro de campo seja oportunidade para o aprendizado de lições que, se bem assimiladas, podem levar a vitórias importantes, inclusive no âmbito esportivo. Ao observar o que não deu certo, é possível construir novos projetos, a serem regidos por pessoas comprometidas com o qualificado exercício da cidadania. E o primeiro passo é ter consciência da realidade.

Há sinais de que o povo começa a desenvolver essa consciência. Um dos exemplos: a forma reduzida com que as pessoas manifestaram seu entusiasmo com a Copa deste ano e a timidez da decoração nas ruas e praças. Afinal, diante das fragilidades do contexto social, não há espaço para euforia. A esperança é que cada vez mais pessoas cultivem uma certeza: o que mais conta agora é vencer os desafios e processos que estão corroendo a nação brasileira, e avançar em direções que permitam reconstruir o país. Isso significa superar os cenários vergonhosos das misérias, corrupção, agressão irracional do meio ambiente e tantos outros males que refletem certo descompromisso com o exercício da cidadania.

Ganhar a Copa do Mundo é um sonho, motivo de festa, mas esse objetivo está longe de ser o mais importante na vida de uma nação. Inclusive porque, equivocadamente, o futebol torna-se, gradativamente, apenas um negócio, fonte de lucro para pequenos grupos que acumulam muito dinheiro e privilégios. O esporte, ao invés disso, deveria ser promovido a partir de sua força educativa, capaz de reconfigurar o tecido cultural da sociedade, qualificando as pessoas para construírem um futuro melhor. Assim, em vez de almejar o “hexa” na Copa, o povo poderia eleger novas prioridades, a partir do respeito ao bem comum.

As prioridades que precisam ser assumidas são muitas, incontáveis, percebidas a partir das diversas carências do país. Para reconhecer o “hexa” a ser conquistado é preciso se questionar a respeito do Brasil que se quer construir. No centro da resposta, certamente, não estará a celebração de uma festa passageira. Em vez disso, as prioridades são a recomposição indispensável dos parâmetros éticos que devem nortear a conduta de cada pessoa, a promoção da solidariedade e da honestidade, forças capazes de impulsionar um recomeço para o Brasil.

Esse reinício é o verdadeiro caminho rumo às vitórias capazes de superar a violência, a exclusão social e a ganância sem limites que passa por cima de tudo, destruindo o planeta, a casa comum.  Cada brasileiro é convocado a sonhar com um país melhor e, a partir disso, agir. Afinal, muitas situações precisam ser reconfiguradas. É urgente, por exemplo, construir um novo modo de se fazer política, livre de interesses egoístas, e zelar para que as ações no poder judiciário sejam, de fato, orientadas pelos parâmetros da verdade e da justiça.

A lista de prioridades para que seja possível construir uma nação campeã é grande e demanda especial empenho de todos. Para efetivar o sonho de construir um país renovado, vale investir todas as emoções e razões, “correr” velozmente. Ao invés de se apegar às paixões passageiras, todos assumam a tarefa cidadã de responder ao seguinte questionamento: e agora, qual é o “hexa”?

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

Ecos da alegria – Por Dom Walmor Dom Walmor Oliveira de Azevedo

O coração humano foi feito para a alegria, que gera força, fecunda a criatividade e é fonte perene de humanização. Há, pois, uma permanente e legítima busca pela felicidade. Mas, no contexto atual, muitas pessoas, valendo-se da liberdade e da autonomia, tomam rumos que levam às satisfações efêmeras, distanciando-se da verdadeira alegria, que é permanente. Corre-se, assim, o risco de apegar-se ao que é efêmero, por falta de capacidade para discernir bem. Um drama existencial que conduz muitos a experimentarem sensações agradáveis, mas que são fugazes, alcançadas a partir de futilidades e da indiferença em relação às outras pessoas. Essa atitude egoísta configura um ciclo perverso, viciante, em que é alimentada a necessidade de experimentar, a qualquer preço, alegrias efêmeras para ocupar um vazio na interioridade, nunca plenamente preenchido.

Esse fenômeno existencial incide na vida de muitas pessoas, influenciando fortemente as dinâmicas sociais. Cria-se, assim, um campo fértil para manipulações, descompromisso com a solidariedade, disputa predatória, esquemas de corrupção. Na raiz desses problemas está a equivocada convicção de que o poder e as posses são garantias de felicidade duradoura. Uma crença muito comum, que mostra bem como a cultura de um povo é determinante para a sociedade tornar-se capaz, ou não, de conquistar a verdadeira alegria. Certamente é bem mais feliz um povo que consegue perceber a alegria como algo diferente de certas sensações – euforias e sentimentos passageiros, conquistados a partir de atitudes que muitas vezes desrespeitam os parâmetros da ética. Uma sociedade com essa capacidade de discernimento alcança equilíbrio em diferentes campos, a exemplo da política e da economia, pois as alegrias duradouras se propagam, geram ecos.

Já a satisfação efêmera não sacia o coração humano de sua sede de sentido.  Cada alegria passageira, quando se esvai, deixa uma lacuna interior que contribui para desajustar a vida humana, impactando negativamente os humores e as razões. Esse vazio existencial evidencia algo urgente: é preciso aprender a buscar a felicidade duradoura, dedicar-se a um processo de aprendizagem para conquistar, progressivamente, envergadura humana e espiritual. Assim será possível reconhecer, por exemplo, que a vitória em uma partida de futebol não é alegria duradoura, e a derrota também não é “o fim do mundo”, porque existem coisas mais determinantes e razões maiores que definem o futuro de uma pessoa ou do próprio povo.

A existência humana é uma construção. Tem seus altos e baixos, as sombras e as luzes, mas deve ser sempre uma busca pelo que confere sentido e sustenta a vida: as alegrias verdadeiras que geram ecos, desdobrando-se em diferentes tempos e lugares. Na procura pela autêntica felicidade, vale recordar uma lição de São Francisco de Assis.  Certo dia, em diálogo com Frei Leão, São Francisco explicou que a verdadeira alegria não reside em certos acontecimentos, aparentemente grandiosos, mas na qualidade de cultivar a paciência e de não se perturbar diante das adversidades da vida. A autêntica alegria, que produz ecos, desdobramentos, não nasce de estímulos meramente externos, da posse de certos bens. É fruto da interioridade, da capacidade de enxergar, com clareza, uma hierarquia de virtudes e ações.

Para se conquistar essa clarividência e experimentar a verdadeira felicidade, há uma fonte referencial que é imprescindível: o Evangelho de Jesus Cristo, que aponta caminhos e recomenda práticas capazes de fazer com que cada pessoa seja fonte de alegria duradoura. A Palavra de Deus tem força para corrigir os descompassos da sociedade contemporânea, em que muitos, alucinadamente, buscam alegrias efêmeras, exatamente por falta de envergadura interior. E um itinerário educativo que contribui para levar os ensinamentos do Evangelho à vida cotidiana está delineado na Exortação Apostólica Alegria do Evangelho, do Papa Francisco.

Dentre as muitas indicações da Exortação Apostólica estão a busca pela superação de um modelo econômico que gera exclusão, o combate à idolatria do dinheiro – que nega a primazia do ser humano – e o reconhecimento de que o trabalho é fundamental para a realização da pessoa.  Particularmente, o Papa Francisco alerta que é preciso vencer a desigualdade social que alimenta a violência. Afinal, a miséria de muitos é sinal de que tantos outros procuram, de modo equivocado, a alegria, acumulando quase tudo para si, o que faz crescer uma grande massa de excluídos. Eis, pois, um desafio existencial a ser assumido por todos, com desdobramentos na vida social: à luz do Evangelho, reconhecer o primado da ética na busca pela verdadeira felicidade – a alegria duradoura, que gera ecos. 

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

NOTA DE AGRADECIMENTO DOS SEMINARISTAS DE GUANHÃES A DOM JEREMIAS

 

A ESPERANÇA NÃO DECEPCIONA (RM 5,5)

Tendo sabido da renúncia do nosso estimado Dom Jeremias, rendemos graças a Deus pelo trabalho que o mesmo realizara por nossa diocese nesses quase 6 anos, em especial a nós seminaristas que sempre bem-humorado e dedicado esteve ao nosso lado nos ajudando em nosso discernimento vocacional, demonstrando ser sempre um bom pai, pastor e amigo.

Graças sejam dadas a Deus por sua infinita misericórdia, que nos acalenta nos momentos difíceis, mas sobretudo por nos ter dado a oportunidade da convivência. FIAT VOLUNTAS TUA, assim seja a nossa vida, uma constante entrega a Deus, como nos ensinou Santa Tereza D´Ávila, só Deus basta.

O papa Bento XVI nos exorta para que estejamos sempre em amizade com Cristo, pois somente nesta amizade se abrem de par a par as portas da vida. Somente nesta amizade experimentamos o que é belo. Leve sempre em consideração que, Cristo não tira nada, ele dá tudo. Fraterno abraço destes seminaristas que rendem graças a Deus por sua presença em nossa vida, e o agradecemos pelo esforço, dedicação, e pelo apoio, para sermos quem somos hoje.

Sejas abençoado pela intercessão da Santíssima Virgem Maria, adiante, olhos fixos em Jesus.

Vinicius Lucas Pereira Brandão- 1° ano de teologia

Conselho Missionário de Seminaristas- COMISE.

NOTA DE AGRADECIMENTO DOS LEIGOS DA DIOCESE DE GUANHÃES A DOM JEREMIAS

            

Ao nosso querido e para sempre… Dom Jeremias

Em nota o senhor agradece a nós leigos pelos trabalhos pastorais e caminhada conjunta. Nós representantes das diversas pastorais e movimentos que devemos agradecer ao  senhor por nesses quase seis anos, nos pastorear com tanta paciência e carinho de pastor zeloso!

Com cuidado foi orientando-nos e corrigindo nossas falhas, ajudando-nos assim, a crescer em espiritualidade e fé.  O trabalho para expandir a devoção por Maria, através do movimento da Mãe Rainha, o apoio e a insistência para que a catequese fosse eficaz dizendo sempre que a catequese é o futuro da Igreja. O zelo pela adoração ao Santíssimo, não só com palavras, mas com atitudes. Às vezes nossos joelhos doíam e nos levantávamos e o senhor continuava firme fazendo sua oração com fervor, por todos nós. Era confortante e gratificante adorar nosso Deus junto do senhor  e observando seu cuidado pelo sagrado…

Sua atitude de renúncia mostra que não é apegado ao poder, a títulos, mas totalmente fiel, obediente à Igreja e entregue ao Pai, para que Ele faça em sua vida a vontade Dele.

Por ocasião de sua posse o senhor disse que Guanhães era um presente de Deus  e nós lhe dizemos que o senhor foi um presente de Dele para nós dessa diocese.

Gostaríamos que o senhor soubesse que no começo estranhamos um pouco seu jeito, cultura diferente dos mineiros, porém aos poucos fomos conhecendo melhor  seu jeito e hoje podemos dizer que nossos corações estão partidos, por nos deixar órfãos novamente, entretanto, respeitamos sua decisão e afirmamos: conte sempre com nossas orações e nosso carinho, neste momento delicado pelo qual está passando. É preciso ser forte para tomar tão séria decisão e enfrentar questionamentos, atitudes desrespeitosas por parte de quem quer que seja.

Em sua nota destacamos ainda outro trecho de suas palavras: “ por vocês  elevo de joelhos ao Senhor , o meu louvor.” E parafraseando-o, diremos : _  Pelo senhor, elevamos de joelhos ao Pai, o nosso louvor.

Desculpe -nos por não sermos um rebanho audacioso e corajoso capaz de   ajudá-lo mais, como o senhor precisaria , por isso, através de nossas orações  invocamos do Pai misericordioso que tudo sabe e tudo pode , que o ajude com sua direita forte , que o abençoe e lhe conceda paz e tudo mais que  lhe for necessário .

 Obrigado por tudo e que a Mãe Rainha o proteja e o cubra com seu manto invocando de seu filho amado, que continue fazendo a vontade dele na vida do senhor como diz o seu brasão: “Fiat voluntas tua”.

                                                                                                    Sentiremos sua falta! Vá com Deus!

Reunião da Coordenação Diocesana de catequese

Reuniu-se no dia 30 de junho, na parte da manhã, no salão da catedral, em Guanhães, os membros da Equipe Diocesana (turma que já participou ou participa do IRPAC e do Curso dos novos coordenadores) e pe Osmar, padre assessor da catequese e Comissão Diocesana.

Iniciou-se com uma oração baseada no Ofício Divino das comunidades. Foi rezado o Salmo 33,  proclamado e refletido o texto bíblico:  1Pedro3,15-16, e encerrado o momento orante com uma acolhida.

Os assuntos tratados foram: Ministério da coordenação; O esquema organizacional da Coordenação Diocesana foi refeito; Equipe da Iniciação à Vida Cristã (apresentação dos nomes); importância dos meios de comunicação  da catequese: o blog e a página do Catecom para a formação e divulgação dos trabalhos , também o site do Catequese Hoje e Catequese do Brasil;  Notícias sobre o encontro no Regional Leste 2, orientação para os encontros com as famílias;  cronograma de atividades para o segundo semestre; a formação nas áreas no mês de agosto e sobre o Encontro Diocesano que acontecerá no dia 28 de julho.

O esquema organizacional da catequese Diocesana ficou assim definido:

Eliana Alvarenga

 

 

 

 Jovens com deficiência visual têm acesso a Bíblia em braille em Morro do Pilar

          Três Jovens com deficiência visual: Jéssica, Carla e Caio da comunidade  Nossa Senhora Aparecida – Paróquia de Morro do Pilar receberam no sábado, 23/06 por intermédio da catequista Maria do Socorro Damasceno, alguns volumes dos livros da Sagrada Escritura.

       Com  orientação de Eliana Alvarenga que atua na coordenação diocesana de catequese, a catequista Socorro, através da internet, fez o pedido das Bíblias em braille para os referidos jovens, à SBB- Sociedade Bíblica do Brasil. Um formulário foi preenchido  para que fosse  realizado o cadastramento dos três jovens, no dia 18 de dezembro de 2016 e só agora eles começaram a receber.

     Todo o conteúdo é distribuído de forma gratuita e é um processo lento, porém, vale a pena cadastrar os catequizandos, amigos e familiares portadores de deficiência visual, se for o desejo dos mesmos.

      A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), localizada em Barueri é a única entidade no país e uma das poucas do mundo que confeccionam a ‘Bíblia’ em braile. Exporta para Moçambique e Angola, e já fez versão em espanhol. Para gravar os caracteres em relevo, não é possível usar letras pequenas, papel fininho nem a frente e o verso das páginas. Resultado: a obra teve de ser dividida em 39 volumes, que, empilhados, alcançam 2 metros de altura.

     Jéssica, Carla e Caio estão felizes e alegres com essa nova experiência de poderem ler a Sagrada Escritura de forma prática e funcional a partir da versão em braille.

      Que Deus nos proteja, para que sejamos sempre portadores de esperança a todos aqueles que estão à margem da exclusão em nossa sociedade, comprometendo-nos com uma Igreja servidora, acolhedora e cheia de amor.

Weisller Jefferson dos Santos- Seminarista – Terceiro ano de Teologia na Diocese de Teófio Otoni

 

CIRCULAR N° 08/2.015 ASSUNTO: ORIENTAÇÕES PASTORAIS PARA A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA (R.C.C.) NA DIOCESE DE GUANHÃES

A Diocese de Guanhães acolhe a presença e a atuação da R.C.C., de acordo com as presentes Orientações e Normas Pastorais, inspiradas no Documento Nº 53 da C.N.B.B., para que continue colaborando na renovação cristã, tanto das pessoas como das comunidades, ajudando a Diocese a assumir a missão evangelizadora da Igreja, integrando-se nas suas estruturas, tanto em nível diocesano como paroquial e de comunidades locais.
Ao entregar à Diocese de Guanhães estas Orientações e Normas Pastorais, manifestamos a firme esperança de que sejam bem acolhidas, em vista da caminhada de unidade a que todos são convocados.
Que a Bem Aventurada Virgem, Esposa do Espírito Santo, filha amada do Pai, aponte-nos continuamente o caminho que devemos seguir a fim de que vivamos a comunhão e a unidade tão desejadas pelo seu Filho Jesus.

1. A COORDENAÇÃO DIOCESANA
– Será formada pelo Coordenador Diocesano (Lista tríplice apresentada ao Bispo pelos Coordenadores dos Grupos de Oração da R.C.C.), o Diretor Espiritual (indicado pelo Bispo Diocesano) e outros membros eleitos pela R.C.C. e posteriormente confirmada pelo Bispo Diocesano. (Doc. 53 CNBB n. 28)

2. ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO (Doc. 53 CNBB n. 27)
– Dinamizar e expandir os trabalhos da R.C.C. na Diocese.
– Coordenar as atividades da R.C.C. em nível Diocesano. (Doc. 53 CNBB n. 27)
– Representar a R.C.C. diocesana nas instâncias regionais, estaduais e nacionais. (Doc. 53 CNBB n. 26)
– Promover a comunhão dos Grupos com o Bispo Diocesano e o seu Conselho Diocesano de Pastoral. (Doc. 53 CNBB n.11 e 19)
– Zelar pelo cumprimento destas orientações.

3. ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR ESPIRITUAL
– Participar das reuniões diocesanas. (Doc. 53 CNBB n. 27)
– Buscar a unidade, promovendo o diálogo entre os grupos da R.C.C. e a Coordenação Diocesana de Pastoral. (Doc. 53 CNBB n. 19)
– Opinar, aprovar ou desaprovar, junto com o Bispo Diocesano, a indicação de pregadores e ministérios para os encontros diocesanos ou paroquiais. (Doc. 53 CNBB n. 31)
– Agendar eventos paroquiais em sintonia com o Pároco ou Administrador Paroquial. (Doc. 53 CNBB n. 23)
– Assessorar decisões do movimento.
– Buscar integração dos grupos dispersos.

4. OS ENCONTROS DIOCESANOS
– Consideram-se encontros Diocesanos o “Rebanhão”, em Virginópolis, e os encontros Diocesanos de Formação agendados com a Diocese.
– O Rebanhão será custeado pelo próprio grupo e comunidade onde ocorre o evento, por uma contribuição da parte da Diocese e por eventuais contribuições das Paróquias participantes.
– A coordenação do Rebanhão deverá apresentar a prestação de contas à Diocese e às Paróquias no máximo 60 dias após o evento.
-A coordenação deverá confirmar os Encontros Diocesanos da R.C.C. com a Agenda Diocesana no máximo até novembro do ano anterior aos eventos.
– A programação dos encontros diocesanos, ministérios e pregadores deverão ter a participação e aprovação da Coordenação Diocesana bem como do Diretor Espiritual e da Coordenação Diocesana de Pastoral. (Doc. 53 CNBB n. 22, 27 e 31)
– Os encontros diocesanos de formação ou espiritualidade da R.C.C. serão custeados pelo próprio movimento.

5. OS ENCONTROS REGIONAIS OU NACIONAIS (Doc. 53 CNBB n. 21)
– A Coordenação deverá priorizar os encontros regionais ou nacionais onde deverá estar presente.
– As despesas nestes encontros correrão por conta do movimento.

6. CADASTRAMENTO DOS GRUPOS DE ORAÇÃO
– A Coordenação deverá manter atualizado um cadastro de todos os grupos em atividades dentro da Diocese de Guanhães e garantir sua ligação com estas orientações diocesanas.

7. ENCONTROS PAROQUIAIS OU DE COMUNIDADES (Doc. 53 CNBB n. 27 e 31)
– O agendamento e a programação dos encontros paroquiais ou de comunidades da R.C.C. devem ter a participação e a aprovação do Pároco ou Administrador Paroquial, que por sua vez, poderão delegar esta função à Coordenação Diocesana ou ao Diretor Espiritual.

8. EXPERIÊNCIAS ESPECIAIS
– Manifestações especiais comuns ao movimento, tais como, repouso no espírito e oração em línguas, só podem ser realizadas, com discernimento, nos grupos “exclusivos” e reduzidos de servos e lideranças, seja em nível paroquial ou diocesano, em ambientes “restritos”, seguindo a ordem recomendada pelo Apóstolo Paulo (1Cor.14, 6-28) para edificarem a Igreja (1Cor. 14,12), “senão estarão falando ao vento”(1Cor.14,9). As chamadas “Missa de Cura e Libertação” não serão permitidas na Diocese de Guanhães. (Doc. 53 CNBB n. 25 e 63)
9. DIMENSÃO SOCIAL DA FÉ NAS ATIVIDADES DA R.C.C. (Doc. 53 CNBB n. 12, 14, 49, 50,51)
– O apóstolo São Tiago ensina que “A fé sem obras é morta”. A R.C.C., como toda a igreja, deverá de alguma maneira viver a dimensão social da sua fé.
10. OUTROS CRITÉRIOS
– A grande meta de todo trabalho de coordenação deverá ser a busca de sintonia e comunhão dos grupos das comunidades e paróquias com as orientações diocesanas através da Coordenação Diocesana de Pastoral, dos Conselhos de Pastoral Paroquiais e com os Párocos ou Administradores Paroquiais. (Doc. 53 CNBB n. 22 e 31)
– Para evitar o escândalo dos “guetos” ou caminhada paralela, os grupos da R.C.C. devem buscar, além de suas atividades normais, um envolvimento pessoal ou em grupo nas pastorais e serviços das paróquias e comunidades. (Doc. 53 CNBB n. 22 e 24)
– Para evitar constrangimentos e vaidades, os grupos devem zelar pela sobriedade, evitando excessos e barulho. (Doc. 53 CNBB n. 25, 29)
– A Igreja Católica dispõe de um rico repertório de músicas e de cantos. Pede-se que somente este repertório seja usado nos encontros da R.C.C..
– Para não prejudicar uma reta leitura da Bíblia, é preciso atenção para não cair nos perigos do fundamentalismo e do intimismo. (Doc. 53 CNBB n. 35)
– Nas celebrações, observe-se a legislação litúrgica. Não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que estejam em desacordo com o que estabelece o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole da celebração. (Doc. 53 CNBB n. 40)
– Pede-se que as coordenações dos grupos da R.C.C. procurem mostrar a importância e centralidade da Eucaristia na vida da Igreja.
– Cuide-se para que não haja coincidência de reuniões de grupos ou outras iniciativas da R.C.C. com a celebração da Santa Missa ou outras celebrações da comunidade. (Doc. 53 CNBB n. 44)
A redação destas Normas e Orientações Pastorais foi estudada e aprovada pelo Clero Diocesano.
Dada e passada em nossa Cúria Diocesana no dia 30 de Outubro de 2.015.

Dom Jeremias Antonio de Jesus
Bispo Diocesano
“Fiat Voluntas Tua”

Prot. Nº 1.795
Livro 01

Jubileu da Pastoral da Juventude e da Pastoral Catequética em Conceição do Mato Dentro

Aconteceu no domingo, dia 17 de junho, em Conceição do Mato Dentro, programação do 231º Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, a romaria das Pastorais da Juventude e Catequética. Iniciou-se com a caminhada dos jovens e dos catequistas da Igreja do Rosário para o Santuário. A Celebração Eucarística foi presidida pelo Padre Salomão Rafael Gomes Neto, assessor diocesano da PJ, concelebrada por Padre Amarildo e animada por padre Dilton. Pe Salomão iniciou com as saudações às diversas expressões juvenis, ao Ministério jovem da RCC, à Juventude Missionária e Vicentina que lá se encontravam, à  PJ sua  grande paixão e à catequese ‘mãe’ de nossa igreja, ‘mãe’ dos cristãos.

Em sua homilia, Pe salomão destacou  que a liturgia do 11º domingo do Tempo Comum convida-nos a olhar para a vida, para o mundo,  com mais confiança e esperança. Deus é fiel a seu plano de salvação e continua hoje como sempre, a conduzir a história da vida humana para a meta da vida plena e felicidade sem fim.
Ancorados nesta certeza, temos de vencer o medo e o pessimismo que muitas vezes nos paralisam  e dar serena confiança. Esta é a nossa missão. Não estamos abandonados a nossa sorte. Deus não desistiu da humanidade
que Ele ama tanto e continua querendo salvar.
Há referência repetida muitas vezes na Bíblia, a tal lógica estranha de Deus que se serve do que é débil e frágil  para concretizar os seus projetos de salvação. Ele convida-nos a mudar os nossos critérios de avaliação e a nossa atitude face ao mundo e face aos que nos rodeiam. Também ensina-nos ainda que para sermos agentes de Deus
 não é preciso possuir as mais brilhantes qualidades, mas uma atitude de disponibilidade humilde que não se mede.
 O cristão deve estar consciente que o reino de Deus de que fala o evangelho de hoje, que só atingirá a sua maturação  quando todos os homens e mulheres estiverem assentados à mesa de Deus. E é por aí, que devemos entender. É esta a visão que deve encaminhar a nossa caminhada  da catequese e da juventude e enfim a nossa caminhada humana cristã.

Depois do almoço, aconteceu o louvor dos jovens.

Que mais catequistas e mais  jovens de outras paróquias possam participar em 2019, que acontecerá no dia 15 de junho no 232º   Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

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Materiais da Campanha Missionária 2018

É com grande alegria que apresentamos os materiais da Campanha Missionária de 2018!

Neste ano em que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) celebram 40 anos de missão, queremos lembrar a vida de tantos missionários que construíram essa história.

Com o tema “Enviados para testemunhar o Evangelho da paz”, o objetivo da campanha missionária é sensibilizar, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões, no penúltimo domingo de outubro (nos dias 20 e 21). Todos os materiais estão disponíveis em nosso no site. Acesse http://www.pom.org.br/campanha-missionaria-2018/ http:/

Pe Dilton

    Pe Dilton

 

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