Notícias

MENSAGEM DA 58ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL 58ª Assembleia Geral 12 a 16 de abril de 2021 Formato Virtual

MENSAGEM DA 58ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

Esperamos novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. (2Pd 3,13)

Movidos pela esperança que brota do Evangelho, nós, Bispos do Brasil, reunidos, de modo online, na 58ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de 12 a 16 de abril de 2021, neste grave momento, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro.

Expressamos a nossa oração e a nossa solidariedade aos enfermos, às famílias que perderam seus entes queridos e a todos os que mais sofrem as consequências da Covid-19. Na certeza da Ressurreição, trazemos em nossas preces, particularmente, os falecidos. Ao mesmo tempo, manifestamos a nossa profunda gratidão aos profissionais de saúde e a todas as pessoas que têm doado a sua vida em favor dos doentes, prestado serviços essenciais e contribuído para enfrentar a pandemia.

O Brasil experimenta o aprofundamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia, que nos desafia, expondo a desigualdade estrutural enraizada na sociedade brasileira. Embora todos sofram com a pandemia, suas consequências são mais devastadoras na vida dos pobres e fragilizados.

Essa realidade de sofrimento deve encontrar eco no coração dos discípulos de Cristo. Tudo o que promove ou ameaça a vida diz respeito à nossa missão de cristãos. Sempre que assumimos posicionamentos em questões sociais, econômicas e políticas, nós o fazemos por exigência do Evangelho. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada.

Louvamos o testemunho de nossas comunidades na incansável e anônima busca por amenizar as consequências da pandemia. Muitos irmãos e irmãs, bispos, padres, diáconos, religiosos, religiosas, cristãos leigos e leigas, movidos pelo autêntico espírito cristão, expõem suas vidas no socorro aos mais vulneráveis. Com o Papa Francisco, afirmamos que “são inseparáveis a oração a Deus e a solidariedade com os pobres e os enfermos”.

As iniciativas comunitárias de partilha e solidariedade devem ser sempre mais incentivadas. É Tempo de Cuidar! Somos pastores e nossa missão é cuidar. Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade. Por isso, nesse momento, precisamos continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais.

Reconhecemos agradecidos que nossas famílias têm sido espaço privilegiado da vivência da fé e da solidariedade. Elas têm encontrado nas iniciativas de nossas comunidades, através de subsídios e celebrações online, a possibilidade de vivenciarem intensamente a Igreja doméstica.

Unidos na oração e no cuidado pela vida, superaremos esse momento. Na sociedade civil, os três poderes da República têm, cada um na sua especificidade, a missão de conduzir o Brasil nos ditames da Constituição Federal, que preconiza a saúde como “direito de todos e dever do Estado”. Isso exige competência e lucidez. São inaceitáveis discursos e atitudes que negam a realidade da pandemia, desprezam as medidas sanitárias e ameaçam o Estado Democrático de Direito. É necessária atenção à ciência, incentivar o uso de máscara, o distanciamento social e garantir a vacinação para todos, o mais breve possível.

O auxílio emergencial, digno e pelo tempo que for necessário, é imprescindível para salvar vidas e dinamizar a economia, com especial atenção aos pobres e desempregados. É preciso assegurar maiores investimentos em saúde pública e a devida assistência aos enfermos, preservando e fortalecendo o Sistema Único de Saúde – SUS.

São inadmissíveis as tentativas sistemáticas de desmonte da estrutura de proteção social no país. Rejeitamos energicamente qualquer iniciativa que intente desobrigar os governantes da aplicação do mínimo constitucional do orçamento na saúde e na educação. A educação, fragilizada há anos pela ausência de um eficiente projeto educativo nacional, sofre ainda mais no contexto da pandemia, com sérias consequências para o futuro do país. Além de eficazes políticas públicas de Estado, é fundamental o engajamento no Pacto Educativo Global, proposto pelo Papa Francisco.

Preocupa-nos também o grave problema das múltiplas formas de violência disseminada na sociedade, favorecida pelo fácil acesso às armas. A desinformação e o discurso de ódio, principalmente nas redes sociais, geram uma agressividade sem limites. Constatamos, com pesar, o uso da religião como instrumento de disputa política, justificando a violência e gerando confusão entres os fiéis e na sociedade. Merece atenção constante o cuidado com a casa comum, submetida à lógica voraz da “exploração e degradação”.

É urgente compreender que um bioma preservado cumpre sua função produtiva de manutenção e geração da vida no planeta, respeitando-se o justo equilíbrio entre produção e preservação. A desertificação da terra nasce da desertificação do coração humano. Acreditamos que “a liberdade humana é capaz de limitar a técnica, orientá-la e colocá-la ao serviço de outro tipo de progresso, mais saudável, mais humano, mais social, mais integral”. É cada vez mais necessário superar a desigualdade social no país.

Para tanto, devemos promover a melhor política, que não se submete aos interesses econômicos, e seja pautada pela fraternidade e pela amizade social, que implica não só a aproximação entre grupos sociais distantes, mas também a busca de um renovado encontro com os setores mais pobres e vulneráveis. Fazemos um forte apelo à unidade da sociedade civil, Igrejas, entidades, movimentos sociais e todas as pessoas de boa vontade, em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil. Assumamos, com renovado compromisso, iniciativas concretas para a promoção da solidariedade e da partilha.

A travessia rumo a um novo tempo é desafiadora, contudo, temos a oportunidade privilegiada denreconstrução da sociedade brasileira sobre os alicerces da justiça e da paz, trilhando o caminho da fraternidade e do diálogo. Como nos animou o Papa Francisco: “o anúncio Pascal é um anúncio que renova a esperança nos nossos corações: não podemos dar-nos por vencidos!” Com a fé em Cristo Ressuscitado, fonte de nossa esperança, invocamos a benção de Deus sobre o povo brasileiro, pela intercessão de São José e de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

Brasília, 16 de abril de 2021.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo Arcebispo de Belo Horizonte – MG Presidente da CNBB
Dom Jaime Spengler, OFM Arcebispo de Porto Alegre – RS 1º Vice-Presidente

Dom Mário Antônio da Silva Bispo de Roraima – RR 2º Vice-Presidente
Dom Joel Portella Amado Bispo Auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro – RJ Secretário-Geral daCNBB.                 MENSAGEM AO POVO BRASILEIRO – 58 AGO

Mensagem de Dom Otacilio: 58ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil

Amado Povo de Deus de nossa Igreja da Diocese de Guanhães

“Novamente, Jesus disse: ‘A paz esteja convosco.
Como o Pai me enviou, também eu vos envio’” (Jo 20, 21)

Estou participando da 58ª Assembleia dos Bispos do Brasil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), de modo virtual, por causa da pandemia, do dia 12 à 16 de abril de 2021.

Contamos com as orações elevadas a Deus por todos nós pelo êxito desta, que está acontecendo num clima de muita comunhão, e abertura ao Espírito para que possamos conduzir a Igreja na sua ação evangelizadora, sobretudo nestes tempos tão difíceis para todos nós.

Exorto para que fiquem atentos às notícias que a CNBB tem compartilhado, pois muito nos fortalecerá em nossa missão evangelizadora.

Que a Paz do Cristo Ressuscitado nos anime para que sejamos, verdadeiramente, uma Igreja misericordiosa e missionária, como insiste o Papa Francisco.

+Dom Otacilio F. Lacerda

 

Até a próxima sexta-feira, 16, acontece a Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Neste ano, o evento acontece em modalidade on-line, devido às restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus. O tema central desta assembleia diz respeito ao Pilar da Palavra proposto pelas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023). Mesmo sem a possibilidade de votação de um documento, será debatido o tema “Casas da Palavra – Animação bíblica da vida e da pastoral nas comunidades eclesiais missionárias”. Trazemos a seguir alguns destaques da da 58ª Assembleia dos Bispos do Brasil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Missa de abertura
A Missa de abertura da 58ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (AG CNBB), na manhã desta segunda-feira, 12 de abril, foi presidida pelo bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joel Portella Amado, direto da Capela Nossa Senhora Aparecida na sede da entidade, em Brasília (DF).

Abertura da Presidência
O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, abriu oficialmente o encontro às 8h, no horário de Brasília. “Este caminho é de grande importância, é o ponto alto do coração do serviço eclesial prestado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Somos desafiados a abrir o coração e a vivenciarmos esse caminho sob as luzes de Cristo ressuscitado, guiados e movidos pela ação do seu Espírito Santo”, motivou dom Walmor.

Participação do Núncio Apostólico
O Núncio Apostólico no Brasil, dom Giambattista Diquattro, dirigiu-se, pela primeira vez, a todo o episcopado brasileiro. Dom Diquattro foi nomeado pelo Papa Francisco no dia 29 de agosto de 2020 e desembarcou no Brasil para iniciar sua missão no dia 7 de janeiro de 2021. Em sua mensagem, o representante da Santa Sé no Brasil saudou a presidência da instituição e todos os bispos, e expressou, inicialmente, a comunhão do Papa Francisco com os bispos e agradeceu pelo testemunho da Igreja no Brasil.

Análise de conjuntura social e eclesial
A análise apresentada priorizou três temas: pandemia, economia e política brasileira e foi conduzida pelo bispo de Carolina (MA), dom Francisco de Lima Soares, coordenador do grupo de Análise de Conjuntura da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dom Francisco frisou que trata-se de um texto oferecido aos bispos como uma leitura de especialistas das Pontifícias Universidades Católicas do Brasil organizados no grupo de análise da CNBB para subsidiar os pastores na leitura e compreensão da realidade brasileira. Outros pontos apresentados pela equipe podem ser conferidos.

Coletiva de imprensa sobre o tema central
O arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética, dom José Antônio Peruzzo, afirmou que o tema da Palavra sempre volta aos estudos da Igreja por que ele nunca se esgota. Dom Peruzzo contou durante a coletiva que, na manhã de hoje (12), foi apresentado ao episcopado brasileiro um texto-mártir que possivelmente será aprovado como um Estudo da CNBB. Com o título “E a Palavra habitou entre nós – Animação Bíblica da Pastoral a partir das comunidades eclesiais missionárias”, o texto poderá ser aprovado como um documento oficial na próxima Assembleia presencial. É estatutário que os documentos oficiais da Conferência sejam aprovados em Assembleias no formato presencial.

Para dom Armando Bucciol, bispo da diocese de Livramento de Nossa Senhora (BA), é preciso tornar a Palavra de Deus cada vez mais conhecida e amada. “Nosso desejo é poder nutrir sempre mais o povo com a Palavra de Deus”, afirmou dom Bucciol, durante a primeira coletiva de imprensa.

Mensagem ao Papa Francisco
Em todas as Assembleias Gerais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os bispos enviam uma mensagem ao Papa, como gesto de fidelidade e comunhão com o Sumo Pontífice. Neste ano, mesmo com o encontro sendo realizado na modalidade on-line, os bispos dedicaram um momento da manhã para aprovar um texto que foi, previamente, redigido por um grupo de bispos. A apresentação do texto foi realizada por dom Severino Clasen, arcebispo de Maringá (PR), que compõem essa equipe de redação.

Ano Família Amoris Laetitia
Dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, convidou todos os bispos a se unirem ao projeto de evangelização das famílias no ano Família Amoris Laetitia, anunciado pelo Papa Francisco no domingo da Sagrada Família, 27 de dezembro de 2020, e que será realizado de 19 de março de 2021 a 26 de junho de 2022. Confira mais detalhes sobre o convite de Dom Ricardo e o Ano Amoris Laetitia.

Às 7h ocorrerá uma missa diária que será transmitida, direto da capela Nossa Senhora Aparecida na sede da CNBB, pelos canais católicos de TV: Rede Vida – diário; TV Aparecida – diário; TV Pai Eterno – diário; TV Horizonte – diário; TV Imaculada (rádio e tv) – diário; TV Canção Nova – diário; TV Evangelizar – dias 12 e 16/04.

Com informações da CNBB

Padre Salomão lança livro

Está disponível na Amazon o E-book (livro online) A Esperança Messiânica: Matriz judaica e perspectiva cristã do padre Salomão Rafael Gomes Neto. O projeto Gráfico-editorial é do professor Ms. José Aristides da Silva Gamito.

O autor apoiando-se textos da Sagrada Escritura e em comentários exegéticos e hermenêuticos de estudiosos judeus e cristãos – católicos e protestantes procura compreender e apresentar o Messias e o messianismo na óptica judaica e cristã. Na perspectiva judaica percebeu-se necessário apresentar o Messias em suas diversas facetas: no âmbito pessoal – davídico, sacerdotal, profeta-libertador; ou no âmbito impessoal: época, estado de espírito, Estado fortificado, templário, a shalom definitiva. Tornam-se visíveis aí mutações na concepção do messianismo de acordo com os espaços, tempo e sociedade, pois com imagens diferenciadas do Messias muda-se também a compreensão do messianismo. Toda essa gama multifacetada do Messias é obtida a partir de análise dos textos do Antigo Testamento. Na perspectiva cristã, a partir do Novo Testamento, sobretudo dos evangelhos, tudo quanto se falou do Messias e messianismo no judaísmo é aplicado à pessoa de Jesus de Nazaré. Toda a dinâmica do livro volta-se para esperança do Messias no judaísmo e no cristianismo.

Salomão Rafael Gomes Neto é presbítero da Diocese de Guanhães, natural da cidade de Paulistas e atualmente trabalha como administrador paroquial da paróquia de São João Evangelista em São João Evangelista.

Adquira seu exemplar acessando o link abaixo!

https://www.amazon.com.br/s?k=salomao+rafael+gomes+neto&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss

Prorrogado até dia 11 de abril a suspensão de missas presenciais na Diocese de Guanhães

O bispo de Guanhães, Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, informou nesta segunda (5) que mantém recomendação para que missas sejam virtuais, acompanhando a fase emergencial do Plano do Estado que prorrogou a onda roxa até 11 de abril em 13 das 14 macrorregiões de saúde. Somente a macrorregião do Triângulo do Norte poderá avançar para a onda vermelha, após 30 dias na onda roxa do Minas Consciente; isto por que a região, que foi a primeira a ser inserida na fase mais restritiva do plano, apresentou melhora em todos os indicadores relacionados à Covid-19.

A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (5/4):

Caríssimos Presbíteros, Bispo Emérito, Diácono, Agentes de Pastoral e amado Povo de Deus da Diocese de Guanhães.

“Aqueles, porém, que esperam no Senhor, renovam as suas forças, criam asas como águia, correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.” (Is 40,31)

Tendo ouvido o Conselho Presbiteral, e considerando a recente posição do Supremo Tribunal Federal (STF), assim como a atual situação de pandemia na maioria das cidades desta região, oriento para que a Diocese de Guanhães continue mantendo a restrição de celebrações, sendo apenas de forma virtual até o dia 11 de abril, inclusive.

A liberdade de culto é garantida por lei neste país, mas o cuidado com a vida deve estar sempre em primeiro lugar no amor a Deus sobre todas as coisas.

No entanto, ficaremos atentos para qualquer possível mudança no cenário, em contínuo processo de reflexão e posteriores orientações.

Contamos com a valiosa compreensão, paciência e colaboração de todos, e mais uma vez reafirmamos a importância de nossas famílias, como pequenas Igrejas Domésticas, com os votos de uma Santa e Feliz Páscoa.

No sábado (3), ministro Nunes Marques liberou celebrações religiosas presenciais coletivas. No entanto, conforme o cenário catastrófico, várias outras dioceses e arquidioceses no país seguem mantendo o plano de seu estado.

Em Minas Gerais foi registrado mais de mil pessoas aguardando por um leito de UTI nesta segunda-feira (29). De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), às 6h, 1.011 pacientes estavam à espera de internação em terapia intensiva, sendo 820 com suspeita ou confirmação de Covid-19 e 191 com outras demandas.

Para leitos de enfermaria, a fila é ainda maior: 2.807 pessoas aguardam por uma vaga, das quais 1.264 precisam ser internadas em unidades específicas para tratamento da Covid-19. Outros 1.543 pacientes esperam por leitos gerais de enfermaria.

Ainda durante um encontro virtual, o Comitê Extraordinário Covid-19, – grupo do Estado que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado e que conta com integrantes da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, do Ministério Público, da Associação Mineira dos Municípios e da Defensoria, entre outros órgãos – optou por alterar a norma que restringe a circulação de pessoas das 20h às 5h e proíbe reuniões familiares durante a onda roxa do plano Minas Consciente, decretando o fim das duas medidas.

A suspensão atende a um acordo judicial feito pelo Governo de Minas na última segunda-feira (5/4), após o deputado estadual Bruno Engler questionar a constitucionalidade das medidas. Apesar do fim da proibição, o governador Romeu Zema reitera que o Estado desaconselha qualquer tipo de aglomeração ou trânsito desnecessário durante a pandemia. “Essas medidas não serão mais obrigatórias, mas é essencial que todos façam a sua parte para conseguirmos reduzir a propagação do vírus. Precisamos que a população mantenha todos os cuidados, use máscara e evite aglomerações para conseguirmos sair disso o mais rápido possível”, destacou.

O governador Romeu Zema (Novo) falou sobre a situação nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele disse que a Covid-19 “cresce mais do que a capacidade de abertura de leitos”.

informações de g1.globo.com e Agência Brasil

Construção da Casa Paroquial da Paróquia Nossa Senhora Aparecida- Pito/ Guanhães – MG está praticamente concluída

Em 06 de agosto de 2006, a Diocese de Guanhães, em uma grande festa instalou a Quase-paróquia de Nossa Senhora Aparecida, que recebeu como administrador paroquial Pe Eduardo Ribeiro , missionário redentorista C. S.s.R, da Província redentorista de São Paulo.

Em dezembro de 2012 – a “Quase-paróquia” Nossa Senhora Aparecida (Bairro Pito) foi elevada à dignidade de Paróquia, na época  Pe Derci da Silva era o administrador paroquial.

Após 15 anos da instalação da Quase-paróquia e 9 anos após à sua elevação a paróquia, a comunidade – feliz , orgulhosa e agradecida a Deus, primeiramente,   aos padres que por aqui passaram e a todas as pessoas parceiras e colaboradoras – recebe com muita alegria Pe Adão , agora como um morador da Comunidade.

Deus seja louvado! Temos casa Paroquial e um padre morando em nosso meio!

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida enfrenta muitas lutas e até conflitos, porém não se desestrutura, pois ela tem muitas alegrias pelas inúmeras bênçãos recebidas do Senhor Deus, que é bom e justo e faz morada em seu meio. De fato, inúmeros são os motivos para agradecermos e honrarmos o seu nome .
Com certeza, muito trabalho ainda virá pela frente, mas com a graça de Deus, e a proteção de Nossa Senhora da Conceição de Aparecida, os paroquianos continuarão firmes e perseverantes na fé. Amém!

Eliana Maria de Alvarenga Guimarães( Paroquiana)

Mais fotos na página da paróquia – @paroquiapito.

 

ABERTURA DO ANO FAMÍLIA AMORIS LAETITIA MARCA OS CINCO ANOS DA EXORTAÇÃO SOBRE A ALEGRIA DO AMOR

Com a abertura do Ano Família Amoris Laetitia, a Igreja celebra os cinco anos da exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia – sobre a alegria do amor na família. O documento do Papa Francisco é fruto de duas assembleias sinodais sobre a família, uma extraordinária, em 2014, e outra ordinária, em 2015.

Daqui até junho de 2022, quando será concluído o ano convocado pelo Papa, por ocasião do Encontro Mundial das Famílias, em Roma, a ideia é aprofundar o conteúdo do documento, como motivou o Papa: “Estas reflexões serão postas à disposição das comunidades eclesiais e das famílias, para as acompanhar no seu percurso”.

Em entrevista ao Portal Vida e Família, o secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, padre Alexandre Awi Mello, explicou a proposta deste ano especial:

A proposta do ano Família Amoris Laetitia marca os cinco anos do documento que é fruto de dois sínodos que trataram sobre a realidade e a beleza do amor na família, especialmente no mundo atual. A oportunidade que temos é justamente de redescobrir a beleza desse documento, tomar o documento novamente em mãos, lê-lo, descobrir como aplicá-lo da melhor maneira possível nas nossas famílias, nas nossas comunidades, nas nossas dioceses. Esse é o objetivo deste ano, que possamos realmente redescobrir, revalorizar, ler com mais atenção e tirar todas as consequências possíveis desse documento que é fruto de um longo trabalho, uma longa reflexão e, sobretudo, uma ação especial do Espírito Santo para que a família possa ser vista como Deus a vê no mundo de hoje.

Nesta sexta-feira, 19 de março, o prefeito do Dicastério, cardeal Kevin Farrel, disse que ano especial deve ser um tempo para que as famílias não se sintam sozinhas perante as dificuldades. Para ele, existe um convite “ao acompanhamento dos casais e das famílias em crise, ao apoio aos que ficaram sós, às famílias pobres, desagregadas”.

Também ao Portal Vida e Família, o bispo de Camaçari (BA) e ex-presidente da Comissão Vida e Família, dom João Carlos Petrini, que participou do Sìnodo em 2014 por escolha da 52ª Assembleia Geral da CNBB, explicou em artigo vários pontos relevantes da assembleia sinodal, bem como do documento publicado.

Dom Petrini recorda a mudança de atitude da Igreja que, de uma postura moralista, “que se limitava a recordar as normas que orientam o matrimônio cristão, os compromissos recíprocos dos cônjuges, os deveres e as obrigações com os filhos e com os idosos, com pouca sensibilidade para compreender as circunstâncias da cultura e da sociedade que dificultam a compreensão e até impedem a tranquila observância dessas normas”, começou um caminho “mais atento às pessoas, às suas exigências humanas mais profundas, apresentando a Misericórdia do Senhor como ponto para um novo começo, oferecendo novas motivações, razões adequadas para valorizar a família tocada pela graça do matrimônio”.

Dentro desse olhar positivo e realista, está inserida a Amoris Laetitia. Nela, continua dom Petrini, “o Papa Francisco percorre a Palavra de Deus e o Magistério da Igreja para falar da Presença de Cristo, da graça do sacramento do matrimônio, ajudando a resgatar as possibilidades de vencer desafios apostando na beleza da conjugalidade, da paternidade e da maternidade, da condição de filho e assim por diante (Cf. todo o capítulo 3: O olhar de Jesus: a vocação da família)”.

O bispo também pontua que algumas passagens da AL só podem ser compreendidas no horizonte da “Conversão Pastoral”, também presente no Documento de Aparecida (DA 365-370) e na Evangelii Gaudium: “é uma mudança de chave pastoral que nos conduz a uma atitude missionária, de procura ativa e não de espera, bem no estilo da ‘Igreja em saída’”.

Dom Petrini cita o Papa Francisco: “Espero que todas as comunidades se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão. Neste momento, não nos serve uma ‘simples administração’. Constituamo-nos em ‘estado permanente de missão’, em todas as regiões da terra. […] que coloque os agentes pastorais em atitude constante de ‘saída’” (EG 25, 27). E sublinha: “Em Amoris Laetitia, ele dá um passo a mais, pedindo que toda a pastoral da Igreja se coloque em atitude de serviço à família (AL, 200-201)”.

Essa atitude missionária também está somada à sensibilização. Para o casal brasileiro que participou do Sínodo sobre as Famílias em 2014, Arturo e Hermelinda Zamperline, “o maior ganho desta Exortação foi a sensibilização, a conscientização das sombras, dos desafios enfrentados pelas famílias no contexto do mundo atual”.

Além das celebrações eucarísticas na Diocese de Guanhães a Rádio Vida Nova FM, no Programa semanal “Hora da Família”, abordou esse assunto apresentado por Pe Bruno. Você poderá ouvir o programa acessado no link: https://anchor.fm/hora-da-famu00edlia/episodes/Ano-Famlia-Amoris-Laetitia-et40q7?fbclid=IwAR1TntmDrNLHiik2Pdxx2QFbbb7csNN2xo-4szK2CWW2ErRSxD-qQGO3gL4

Fonte: cnbb.org.br

Matriz de Dores de Guanhães (MG) está com novo revestimento interno do altar

Em 23/02/2009, Dores de Guanhães perdera seu patrimônio oitocentista, devido a um grave incêndio que consumiu toda sua estrutura, ficando uma lacuna no coração do seu povo devoto a Nossa Senhora das Dores.

Aos poucos fora sendo erguido sua estrutura física pelo poder municipal, por ter sido um bem tombado. Posteriormente foi inventariado e registrado. Agora em 2021 está sendo finalizada, faltando ainda a conclusão da parte elétrica e instalação dos vidros.

Reside internamente na Matriz um ponto que ficará a cargo da comunidade, a parte celebrativa, que já nasceu com um desafio: conjugar detalhes antigos com normais vigentes da Igreja. Concomitante a isso, diversas pessoas da comunidade criaram a comissão “ SOS MATRIZ”, como forma de buscar os recursos necessários para a obra.

A Diocese de Guanhães, acolheu e direcionou ao melhor intento os anseios do projeto da comunidade Dorense, primeiramente por seu Chanceler Pe. Dilton Maria Pinto e Procurador e Ecônomo Pe. Hermes Firmiano Pedro, que receberam a proposta e encaminharam para visita in loco o nosso Exc. Reven, Bispo Diocesano D. Otacilio Ferreira de Lacerda. Após uma frutífera reunião, apontou o que seria prudente na obra dessa parte celebrativa. Posteriormente fora ratificado pelo Colégio dos Consultores.

O que ficou contemplado na Matriz fora o revestimento interno e bordas do trono da padroeira. O entabuamento inteiriço dele não fora recomendado por experiência não exitosa na Diocese. A durabilidade de alvenaria com madeira é muito relativa, diferente o que ocorria na antiga Matriz em que o altar era todo de madeira, o que proporcionou uma longa durabilidade.

O segundo item a ser realizado serão os arcos, que trazem uma beleza no templo, nas laterais e no centro da igreja. A última etapa será o revestimento no batistério e adjacências, possibilitando adornos que encantarão quando visitantes entrarem na igreja.

A Matriz está revestida de teologia, até mesmo no piso tem uma mensagem para os devotos da padroeira. Uma longa faixa de granito azul começa na porta principal, seguindo todo trajeto da igreja e encontra-se com uma estrela azul, que está justamente no local do altar. Somos convidados a seguir o caminho de Jesus e a não sair dele. Ele nos leva ao local em que emana sua palavra e o pão da vida, sempre estando a serviço como Maria, a Estrela da Evangelização.

Temos a feliz presença de nosso pároco, Exc. Reven. Bispo emérito D. Marcelo Romano que nos está ajudando a acompanhar as obras e em muito contribuirá com sua experiência entre nós.

No dia 17/03/2021 começou o trabalho de revestimento interno do altar e em breve estará concluída essa parte celebrativa, com previsão para três meses. Esse ano a Matriz reviverá entre nós com todo seu esplendor. Salve Maria!

Gilson Mateus Soares
Pesquisador Dorense.

 

Ao cair da tarde…

À luz da Carta, Patris Corde do Papa Francisco, reuniram-se (de forma virtual) na tarde de quarta-feira 17, para uma reflexão do caminho vocacional, o formador, Padre Salomão e os seminaristas da nossa Diocese de Guanhães, formandos no Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus em Diamantina.

Esteve conosco Dom Marcello Romano, bispo emérito de Araçuaí que, serve ao bom Deus como pai espiritual da Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Dores de Guanhães.

Muito nos ajudou a refletir sobre a, Patris Corde, carta apostólica do Papa Francisco que, comemora os 150 anos da Declaração de São José como Padroeiro Universal da Igreja.

O encontro foi iluminado pela simplicidade das palavras e pelo sentimento de esperança que, especialmente neste tempo, pede-nos oração e ação. Dom Marcello nos conduziu a um mergulho na paternidade de São José, esposo de Maria, homem de muitas virtudes, como afirma o Papa em sua carta apostólica.

José nos ensina a disposição silenciosamente discreta, ou seja, realiza tudo em segundo plano sem perder, é claro, o protagonismo próprio. Nesse sentido, o presbítero deve ser pai da comunidade, fazendo com que ela siga mais fervorosamente o Senhor, tendo os mesmos sentimentos de Cristo (Fl 2, 5).

O padre, segundo esta dinâmica, por seu próprio ministério é chamado a gerar vida na comunidade, tomando cuidado com o ativismo que pode condicioná-lo, caso não cuide da vida orante, a qual é sempre chamado.

O mero fazer pode levar não só o padre, mas todos quantos evangelizam, a um esgotamento físico e até mental. É preciso nos conscientizarmos de que, o convite é o de sempre estarmos com o Senhor.

Dom Marcelo nos provocou como vocacionados, é necessário “voltar o olhar ao próprio coração”! Ora, não seria ir ao lugar da amizade e do verdadeiro relacionamento com Deus, consigo e com o outro? Contudo, “a agitação dos afazeres pode nos impedir de nos encontrarmos com nossa própria alma”.

Quem evangeliza é convidado a conduzir os olhares e as consciências a Cristo, eis a missão do padre. Para tanto, é importante imitar a São José, que realizando a vontade de Deus torna-se protagonista nos acontecimentos da vida e em Jesus conforma-se na missão do reino de Deus.

Esta postura é fruto da intimidade com Deus, porque ela é o combustível para, inclusive, superar os momentos tortuosos como também o da pandemia. Deste modo, ligados a Cristo, próximos dele e com ele, daremos o testemunho necessário segundo o exigir da nossa própria vocação.

Convém, para isto, sermos homens da intimidade com Deus na Palavra, na comunhão, no acolhimento, tendo a fraternidade como primeira virtude ao seguimento de Jesus, pois “o que salva é sermos irmãos”.

Estas afirmações podem parecer utópicas, mas em nossa reflexão pudemos considerar que, a muito não se fala desta experiência de se sonhar em comum.

Quem não deseja o fim da pandemia da covid-19? Quem não se indaga sobre até quando isto se dará? É o momento de sombra, que também ocasiona a oportunidade de se estabelecer comunhão, almejando o mesmo objetivo, o de vencermos o inimigo comum.

Portanto, imitando a Cristo, estabelecendo pontes que ligam, o sagrado a realidade, ousemos nos doar cada vez mais (cf. 1Jo 3, 16). Sempre na dinâmica de perguntar ao Senhor: Mestre onde moras? (cf. Jo 1, 35), porque ele nos convida sempre à adesão ao seu projeto de Salvação.

Agradecemos a Deus, a intercessão de São José, homem de discreta caridade para com o projeto de Salvação. Gratidão ao nosso formador, padre Salomão e, ao Dom Marcelo Romano pela generosa reflexão no itinerário de nossa caminhada vocacional.

Obs: Embora permaneçamos no Seminário em plena pandemia, reiteramos nossa responsabilidade para com as orientações das autoridades sanitárias (distanciamento, uso de máscara, todos testados e uso do álcool em gel), esforçando-nos em cumpri-las.

Exercitemos a exemplo de  São José a virtude da obediência.

Louvado seja Deus!
Filipe Ferreira Coelho

4º ano de Teologia
.

NOVAS ORIENTAÇÕES LITÚRGICAS SOBRE A SEMANA SANTA 2021 – DIOCESE DE GUANHÃES DIANTE DA PANDEMIA DO NOVO CORONAVIRUS – COVID-19

“Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef 2,14)

Queridos Padres, Bispo Emérito e Diácono, considerando as Orientações da Sagrada Congregação para a Liturgia, as novas orientações neste tempo de pandemia, repasso estas Orientações:

DOMINGO DE RAMOS

A Comemoração da entrada do Senhor em Jerusalém deve celebrar-se dentro do edifício sagrado sem a tradicional procissão de ramos.

Sugestão Visual:
1. Colocar no portão ou na porta de casa (em lugar bem visível) alguns ramos. Marcar a casa é uma característica do Povo de Deus.
2. Rezar pedindo a graça de bem viver a Semana Santa, ainda que em recolhimento em casa.
3. Participar das Celebrações transmitidas pelas rádios ou pelas redes sociais.

QUINTA-FEIRA SANTA

1 – A Missa do Crisma será celebrada no Tempo da Páscoa. Veremos oportunamente a data e horário e sobre a participação.
2 – Na Missa da Ceia do Senhor, o lava-pés, já facultativo, seja omitido; e no final, seja omitida também a procissão, e quanto ao Santíssimo Sacramento, deve ser conservado no sacrário.

Sugestão Visual:
1. Para este dia, cada família deve colocar um pano branco nas janelas ou portas da casa.
2. Também, se puder, coloque outros símbolos do serviço ligados ao Lava Pés (na Ceia do Senhor): um jarro, uma bacia e uma toalha.
3. Outros elementos que lembram a Ceia do Senhor poderão estar no cantinho de oração dentro de casa: cachos de uvas, trigo, pão e vinho/suco de uva.
4. Na sexta pela manhã, os elementos deverão ser retirados.

SEXTA-FEIRA SANTA – CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

O ato de Adoração à Cruz com o beijo seja limitado apenas ao Presidente da Celebração.

Oração Universal

Obs.: Essa intenção deve ser incluída antes da décima, tornando-se, deste modo, a penúltima, pois a última rezará “Por todos os que sofrem provações”:

IX. Pelos poderes públicos ………..

X. Pelos que padecem a pandemia do Covid-19

Oremos ao Deus da vida, salvação do seu povo, para que sejam consolados os que sofrem com a doença e a morte, provocadas pela pandemia do novo coronavírus; fortalecidos os que heroicamente têm cuidado dos enfermos; e que ninguém fique excluído da vacina.

Reza-se em silêncio.

Depois o sacerdote diz:

Ó Deus, nosso refúgio nas dificuldades, força na fraqueza e consolo nas lágrimas, compadecei-vos do vosso povo que padece sob a pandemia, para que encontre finalmente alívio na vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.

R. Amém.

XI. Por todos os que sofrem provações

Sugestão Visual:
1. Para este dia, deve-se retirar os símbolos do dia anterior;
2. Colocar no portão ou na porta da casa um pano vermelho e uma cruz, símbolos fortes da Sexta-Feira Santa.
3. Lembramos que é um dia obrigatório de jejum e abstinência de carne.

VIGÍLIA PASCAL

O Decreto do Papa diz: “Para o ‘Início da Vigília ou Lucernário’ omite-se o acender do fogo, acende-se o círio e, omitindo a procissão, segue-se o precônio pascal (Exsultet). Segue-se a ‘Liturgia da Palavra’. Para a “Liturgia batismal”, apenas se renovam as promessas batismais (cf. Missal Romano, pág. 288, n. 46). Segue-se a “Liturgia Eucarística”.

Para a Liturgia da Palavra:
Proclame-se pelo menos três do Antigo Testamento (nunca omitir a do Êxodo), mais a Epístola e o Evangelho.

Sugestão Visual:
1. Para este dia, retirar os símbolos do dia anterior;
2. Cada família deve colocar na janela da casa um pano branco e flor;
3. uma vela para cada um segurar acesa na hora da renovação batismal
4. Também, poderão ter uma cruz com pano branco jogado na haste horizontal. Esta cruz e/ou o pano branco poderão ficar expostos no sábado à tarde e ao longo de todo o Domingo de Páscoa.
5. Poderá ter um número maior na equipe – até nove pessoas.

SOBRE AS COLETAS:

COLETA DO DOMINGO DE RAMOS (Campanha da Fraternidade) e DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO (Lugares Santos) serão sugeridas as datas oportunamente

IMPORTANTE:

– Celebrações do Domingo de Ramos, Quinta-feira Santa, Via Sacra dentro da Igreja (se houver), Celebração da Paixão e Morte do Senhor e Vigília Pascal, tenha a presença permitida conforme as orientações já passadas, de acordo com as orientações da Vigilância Sanitária de cada Município.

– Manter sempre a distância de três metros das pessoas dentro da Igreja, tomando cuidado no uso do microfone, sendo aconselhável um microfone para cada pessoa, ou ser purificado com álcool em gel ao passar para o próximo.

Guanhães, 18 de março de 2021.

Em comunhão fraterna e preces,

DOM OTACÍLIO FERREIRA DE LACERDA
BISPO DIOCESANO

 

MENSAGEM PARA O MOMENTO DIFÍCIL QUE VIVEMOS EM TEMPO DE PANDEMIA NA QUARESMA DE 2021

Queridos Padres, Bispo Emérito, Diácono e amado Povo de Deus da Diocese de Guanhães.

“Antes santificai a Cristo, o Senhor, em vossos corações, estando sempre prontos a dar razão da vossa esperança a todo aquele que vo-la pede” (1 Pd 3,15)

Tendo ouvido o Conselho Presbiteral da Diocese sobre o momento que estamos vivendo em nossa Região e em todo o País, em situação pandêmica, pela Covid-19, marcado pelas inúmeras dificuldades, dor, sofrimento e morte de milhares de pessoas;

Considerando o Decreto do Governador do Estado de Minas Gerais, colocando todos os Municípios da Unidade Federativa na onda roxa do plano Minas Consciente, bem como Decreto próprio de cada Município;

Considerando a missão da Igreja de ser promotora e defensora da vida, colocando-a acima de tudo, desde sua concepção até seu declínio natural;

Orientamos para que todas as Paróquias mantenham as portas de seus templos fechadas para as Celebrações, até o dia 04 de abril do corrente ano, ou enquanto se fizer necessário.

As Santas Missas poderão ser celebradas com um número mínimo de pessoas, e transmitidas pelas redes sociais (podendo ser um único cantor, um tocador, um leitor, que poderia fazer também o salmo e uma pessoa para a transmissão), tomando cuidado com o distanciamento de três metros entre as pessoas, com o tempo suficiente para que cada membro da Equipe chegue em suas casas antes das vinte horas.

Todas as demais celebrações ficam suspensas por este período, bem como reuniões e atividades pastorais que exijam a presencialidade.

Quanto ao funcionamento ou não do Escritório Paroquial, considerar as orientações das autoridades competentes do Município.

Na comunhão fraterna, acompanhado de preces e bênçãos, continuemos nosso itinerário quaresmal, tempo favorável de graça, reconciliação e Salvação, preparando-nos para celebrar a alegria da Páscoa do Senhor, renovando assim a fé, revigorando a esperança e inflamando a chama da caridade.

Contemos com a proteção e intercessão do Arcanjo São Miguel, Padroeiro de nossa Diocese, e de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil.

Guanhães, 18 de março de 2021

+DOM OTACILIO FERREIRA DE LACERDA
BISPO DIOCESANO

 

A Palavra do Pastor
A comunidade do Ressuscitado – Homilia – 2º Domingo da Páscoa Ano B

A comunidade do Ressuscitado – Homilia – 2º Domingo da Páscoa Ano B

Com a Liturgia do 2º Domingo da Páscoa (ano B), também chamado de “Domingo da Misericórdia”, à luz da Palavra...
Read More
O Cristo Ressuscitado caminha conosco! Aleluia!

O Cristo Ressuscitado caminha conosco! Aleluia!

O Ano Litúrgico (ano B), começa com a quarta-feira de cinzas, e com ela o início do itinerário quaresmal, e...
Read More
Domingo de Ramos:  Jesus elevado na Cruz para nos elevar – Homilia – Dom Otacilio F. de Lacerda

Domingo de Ramos: Jesus elevado na Cruz para nos elevar – Homilia – Dom Otacilio F. de Lacerda

"Meu  Deus, meu Deus, por que me abandonaste?"  (Mc 15,34) No Domingo de Ramos (ano B), refletimos sobre o Amor de...
Read More
“Deus merece que sejamos melhores” – Homilia – Quarto Domingo do Tempo Quaresmal – Dom Otacilio – Ferreira de Lacerda

“Deus merece que sejamos melhores” – Homilia – Quarto Domingo do Tempo Quaresmal – Dom Otacilio – Ferreira de Lacerda

A Liturgia do 4º Domingo da Quaresma (Ano B) é conhecida como Domingo “Laetare”, ou seja, Domingo da alegria, devido...
Read More
A cidade, seus clamores e a missão Presbiteral – Dom Otacilio F. de Lacerda

A cidade, seus clamores e a missão Presbiteral – Dom Otacilio F. de Lacerda

As grandes cidades enfrentam os inúmeros problemas de nosso tempo, principalmente porque vivemos em mudança de época, muito mais do...
Read More
Uma religião agradável ao Senhor – Homilia – Terceiro Domingo do Tempo Comum – Ano B

Uma religião agradável ao Senhor – Homilia – Terceiro Domingo do Tempo Comum – Ano B

Com o 3º Domingo da Quaresma (ano B), damos mais um passo no Itinerário rumo à Páscoa do Senhor. Podemos...
Read More
A Glória é precedida pela Cruz – Homilia – Segundo Domingo do Tempo Quaresmal – Ano B

A Glória é precedida pela Cruz – Homilia – Segundo Domingo do Tempo Quaresmal – Ano B

O segundo Domingo da Quaresma (ano B), identificado como “O Domingo da Transfiguração do Senhor”, é um convite a escutarmos...
Read More
Evangelização e acolhida do sopro do Espírito

Evangelização e acolhida do sopro do Espírito

“Ai de mim se seu não evangelizar” (1 Cor 9,16). A Evangelização na cidade tem inúmeros e grandes desafios, de modo...
Read More
“Não nos deixeis cair em tentação” – Homilia do Primeiro Domingo da Quaresma- Ano B

“Não nos deixeis cair em tentação” – Homilia do Primeiro Domingo da Quaresma- Ano B

No 1º Domingo da Quaresma (Ano C), repensamos nossas opções de vida, tomando consciência das tentações que nos impedem de...
Read More
Libertos pelo Senhor para amar e servir – VI Domingo do Tempo Comum Ano B – Homilia

Libertos pelo Senhor para amar e servir – VI Domingo do Tempo Comum Ano B – Homilia

“Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele e disse:  “Eu quero: fica curado!”. No mesmo instante  a lepra...
Read More

Empresas que possibilitam este projeto:

Arquivo