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Materiais da Campanha Missionária 2018

É com grande alegria que apresentamos os materiais da Campanha Missionária de 2018!

Neste ano em que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) celebram 40 anos de missão, queremos lembrar a vida de tantos missionários que construíram essa história.

Com o tema “Enviados para testemunhar o Evangelho da paz”, o objetivo da campanha missionária é sensibilizar, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões, no penúltimo domingo de outubro (nos dias 20 e 21). Todos os materiais estão disponíveis em nosso no site. Acesse http://www.pom.org.br/campanha-missionaria-2018/ http:/

Pe Dilton

    Pe Dilton

 

Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA O II DIA MUNDIAL DOS POBRES

XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
(18 DE NOVEMBRO DE 2018)

 

Este pobre grita e o Senhor o escuta

 

1. «Este pobre grita e o Senhor o escuta» (Sl 34,7). As palavras do salmista tornam-se também as nossas no momento em que somos chamados a encontrar-nos com as diversas condições de sofrimento e marginalização em que vivem tantos irmãos e irmãs nossos que estamos habituados a designar com o termo genérico de “pobres”. Quem escreve aquelas palavras não é estranho a esta condição; bem pelo contrário. Faz experiência direta da pobreza e, apesar disso, transforma-a num cântico de louvor e de agradecimento ao Senhor. Também a nós hoje, imersos em tantas formas de pobreza, este salmo permite que compreendamos quem são os verdadeiros pobres para os quais somos chamados a dirigir o olhar, para escutar o seu grito e conhecer as suas necessidades.

É-nos dito, antes de mais, que o Senhor escuta os pobres que clamam por Ele e que é bom para com os que n’Ele procuram refúgio, com o coração despedaçado pela tristeza, pela solidão e pela exclusão. Escuta os que são espezinhados na sua dignidade e, apesar disso, têm a força de levantar o olhar para as alturas, para receber luz e conforto. Escuta os que são perseguidos em nome de uma falsa justiça, oprimidos por políticas indignas deste nome e atemorizados pela violência; mesmo assim sabem que têm em Deus o seu Salvador. O que emerge desta oração é, antes de mais, o sentimento de abandono e de confiança num Pai que escuta e acolhe. Em sintonia com estas palavras podemos compreender mais a fundo o que Jesus proclamou com a bem-aventurança: «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos céus» (Mt 5,3).

Em virtude desta experiência única e, sob muitos aspetos, imerecida e impossível de se exprimir plenamente, sente-se, no entanto, o desejo de a comunicar a outros, antes de mais aos que, como o salmista, são pobres, rejeitados e marginalizados. Com efeito, ninguém pode sentir-se excluído pelo amor do Pai, especialmente num mundo que frequentemente eleva a riqueza ao primeiro objetivo e que faz com que as pessoas se fechem em si mesmas.

2. O salmo caracteriza com três verbos a atitude do pobre e a sua relação com Deus. Antes de mais, “gritar”. A condição de pobreza não se esgota numa palavra, mas torna-se um grito que atravessa os céus e chega até Deus. Que exprime o grito dos pobres, que não seja o seu sofrimento e a sua solidão, a sua desilusão e esperança? Podemos perguntar-nos: como é que este grito, que sobe até à presença de Deus, não consegue chegar aos nossos ouvidos e nos deixa indiferentes e impassíveis? Num Dia como este, somos chamados a fazer um sério exame de consciência, de modo a compreender se somos verdadeiramente capazes de escutar os pobres.

É do silêncio da escuta que precisamos para reconhecer a voz deles. Se falarmos demasiado, não conseguiremos escutá-los. Muitas vezes, tenho receio que tantas iniciativas, apesar de meritórias e necessárias, estejam mais orientadas para nos satisfazer a nós mesmos do que para acolher realmente o grito do pobre. Nesse caso, no momento em que os pobres fazem ouvir o seu grito, a reação não é coerente, não é capaz de entrar em sintonia com a condição deles. Está-se tão presos na armadilha de uma cultura que obriga a olhar-se ao espelho e a acudir de sobremaneira a si mesmos, que se considera que um gesto de altruísmo pode ser suficiente para deixar satisfeitos, sem se deixar comprometer diretamente.

3. Um segundo verbo é “responder”. O Senhor, diz o salmista, não só escuta o grito do pobre, como também responde. A sua resposta, como está atestado em toda a história da salvação, é uma participação cheia de amor na condição do pobre. Foi assim, quando Abraão apresentava a Deus o seu desejo de ter uma descendência, apesar de ele e a mulher Sara, já idosos, não terem filhos (cf. Gn 15,1-6). Aconteceu quando Moisés, através do fogo de uma sarça que ardia sem se consumir, recebeu a revelação do nome divino e a missão de tirar o povo do Egito (cf. Ex 3,1-15). E esta resposta confirmou-se ao longo de todo o caminho do povo no deserto: quando sentia os flagelos da fome e da sede (cf. Ex 16,1-16; 17,1-7) e quando caía na pior miséria, que é a da infidelidade à aliança e da idolatria (cf. Ex 32,1-14).

A resposta de Deus ao pobre é sempre uma intervenção de salvação para cuidar das feridas da alma e do corpo, para repor a justiça e para ajudar a recuperar uma vida com dignidade. A resposta de Deus é também um apelo para que quem acredita n’Ele possa proceder de igual modo, dentro das limitações do que é humano. O Dia Mundial dos Pobrespretende ser uma pequena resposta que, de toda a Igreja, dispersa por todo mundo, é dirigida aos pobres de todos os tipos e de todas as terras para que não pensem que o seu grito tenha caído no vazio. Provavelmente, é como uma gota de água no deserto da pobreza; e, contudo, pode ser um sinal de partilha para com os que estão em necessidade, para sentirem a presença ativa de um irmão e de uma irmã. Não é de um ato de delegação que os pobres precisam, mas do envolvimento pessoal de quem escuta o seu grito. A solicitude dos crentes não pode limitar-se a uma forma de assistência – mesmo se esta é necessária e providencial num primeiro momento –, mas requer aquela «atenção de amor» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 199) que honra o outro enquanto pessoa e procura o seu bem.

4. Um terceiro verbo é “libertar”. O pobre da Bíblia vive com a certeza que Deus intervém a seu favor para lhe restituir a dignidade. A pobreza não é procurada, mas é criada pelo egoísmo, pela soberba, pela avidez e pela injustiça. Males tão antigos como o homem, mas mesmo assim continuam a ser pecados que implicam tantos inocentes, conduzindo a consequências sociais dramáticas. A ação com a qual o Senhor liberta é um ato de salvação para com os que Lhe apresentaram a sua tristeza e angústia. As amarras da pobreza são quebradas pelo poder da intervenção de Deus. Muitos salmos narram e celebram esta história da salvação que encontra correspondência na vida pessoal do pobre: «Ele não desprezou nem repeliu a angústia do pobre, nem escondeu dele a sua face, mas atendeu-o quando Lhe pediu socorro» (Sl 22,25). Poder contemplar a face de Deus é sinal da sua amizade, da sua proximidade, da sua salvação. «Pusestes os olhos na minha miséria e conhecestes as angústias da minha vida; […] colocastes os meus pés num lugar espaçoso» (Sl 31,8-9). Dar ao pobre um “lugar espaçoso” equivale a libertá-lo do “laço do caçador” (cf. Sl91,3), a retirá-lo da armadilha montada no seu caminho, para que possa caminhar desimpedido e encarar a vida com olhar sereno. A salvação de Deus toma a forma de uma mão estendida ao pobre, que oferece acolhimento, protege e permite sentir a amizade de que precisa. É a partir desta proximidade concreta e palpável que tem início um genuíno percurso de libertação: «Cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe que sejamos dóceis e atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 187).

5. Para mim é um motivo de comoção saber que tantos pobres se identificaram com Bartimeu, de quem fala o evangelista Marcos (cf. 10,46-52). O cego Bartimeu «estava sentado a pedir esmola à beira do caminho» (v. 46) e, tendo ouvido dizer que Jesus estava a passar, «começou a gritar» e a invocar o «Filho de David» para que tivesse piedade dele (cf. v. 47). «Muitos repreendiam-no para que se calasse, mas ele gritava cada vez mais» (v. 48). O Filho de Deus escutou o seu grito: «“Que queres que Eu te faça?”. E o cego respondeu-Lhe: “Rabuni, que eu veja de novo”» (v. 51). Esta página do Evangelho torna visível o que o salmo anunciava como promessa. Bartimeu é um pobre que se encontra privado de capacidades fundamentais, como ver e trabalhar. Quantos percursos, também hoje, conduzem a formas de precariedade! A falta de meios elementares de subsistência, a marginalidade quando se deixa de estar no pleno das próprias forças de trabalho, as diversas formas de escravidão social, apesar dos progressos levados a cabo pela humanidade… Quantos pobres, como Bartimeu, estão hoje à beira da estrada e procuram um sentido para a sua condição! Quantos são os que se interrogam sobre o porquê de ter chegado ao fundo deste abismo e sobre o modo de sair dele! Esperam que alguém se aproxime deles e diga: «Coragem! Levanta-te, que Ele está a chamar-te» (v. 49).

Infelizmente, verifica-se com frequência que, pelo contrário, as vozes que se ouvem são as da repreensão e do convite a calar-se e aguentar. São vozes desafinadas, muitas vezes determinadas por uma aversão aos pobres, considerados não apenas como pessoas indigentes, mas também como gente que traz insegurança, instabilidade, desorientação das atividades diárias e, por isso, gente que deve ser rejeitada e mantida ao longe. Há uma tendência a criar distância entre nós e eles, e não nos damos conta que, deste modo, nos tornamos distantes do Senhor Jesus que não os rejeita, mas os chama a Si e os consola. Como soam apropriadas neste caso as palavras do profeta sobre o estilo de vida do crente: «quebrar as cadeias injustas, desatar os laços da servidão, pôr em liberdade os oprimidos, destruir todos os jugos […], repartir o pão com o faminto, dar pousada aos pobres sem abrigo, levar roupa aos que não têm que vestir» (Is58,6-7). Este modo de agir permite que o pecado seja perdoado (cf. 1Pe 4,8), que a justiça faça o seu caminho e que, quando formos nós a gritar ao Senhor, Ele responda e diga: “Estou aqui!” (cf. Is58,9).

6. Os pobres são os primeiros a estar habilitados para reconhecer a presença de Deus e para dar testemunho da sua proximidade na vida deles. Deus permanece fiel à sua promessa e, mesmo na escuridão da noite, não deixa que falte o calor do seu amor e da sua consolação. Contudo, para superar a opressiva condição de pobreza, é necessário que eles se se apercebam da presença de irmãos e irmãs que se preocupam com eles e que, ao abrir a porta do coração e da vida, fazem com que eles se sintam amigos e familiares. Apenas deste modo podemos descobrir «a força salvífica das suas vidas» e «colocá-los no centro do caminho da Igreja» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 198).

Neste Dia Mundial somos convidados a tornar concretas as palavras do salmo: «Os pobres hão de comer e serão saciados» (Sl 22,27). Sabemos que, no templo de Jerusalém, depois do rito do sacrifício, tinha lugar o banquete. Em muitas dioceses, esta foi uma das experiências que, no ano passado, enriqueceu a celebração do primeiro Dia Mundial dos Pobres. Muitos encontraram o calor de uma casa, a alegria de uma refeição festiva e a solidariedade dos que quiseram partilhar a mesa de maneira simples e fraterna. Gostaria que, também este ano, bem como no futuro, este Diafosse celebrado com a marca da alegria pela redescoberta capacidade de estar juntos. Rezar juntos em comunidade e partilhar a refeição no dia de domingo. Uma experiência que nos leva de volta à primeira comunidade cristã, que o evangelista Lucas descreve com toda a sua originalidade e simplicidade: «Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações. […] Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um» (At 2,42.44-45).

7. São inúmeras as iniciativas que, todos os dias, a comunidade cristã leva a cabo para dar um sinal de proximidade e de conforto às muitas formas de pobreza que estão diante dos nossos olhos. Muitas vezes, a colaboração com outras realidades, que têm como motor não a fé, mas a solidariedade humana, consegue prestar uma ajuda que, sozinhos, não poderemos realizar. Reconhecer que, no imenso mundo da pobreza, mesmo a nossa intervenção é limitada, frágil e insuficiente leva a estender as mãos aos outros, para que a colaboração recíproca possa atingir o objetivo de maneira mais eficaz. Somos movidos pela fé e pelo imperativo da caridade, mas sabemos reconhecer outras formas de ajuda e solidariedade que se propõem em parte os mesmos objetivos; desde que não descuidemos o que nos é próprio, isto é, levar todos até Deus e à santidade. O diálogo entre as diversas experiências e a humildade de prestar a nossa colaboração, sem qualquer espécie de protagonismos, é uma resposta adequada e plenamente evangélica que podemos realizar.

Diante dos pobres não se trata de jogar para ter a primazia da intervenção, mas podemos reconhecer humildemente que é o Espírito quem suscita gestos que são sinal da resposta e da proximidade de Deus. Quando descobrimos o modo de nos aproximarmos dos pobres, sabemos que a primazia Lhe pertence a Ele que abriu os nossos olhos e o nosso coração à conversão. Não é de protagonismo que os pobres precisam, mas de amor que sabe esconder-se e esquecer o bem realizado. Os verdadeiros protagonistas são o Senhor e os pobres. Quem se coloca ao serviço é instrumento nas mãos de Deus para fazer reconhecer a sua presença e a sua salvação. É São Paulo quem o recorda, quando escreve aos cristãos de Corinto, que competiam entre si nos carismas procurando os mais prestigiosos: «O olho não pode dizer à mão: “Não preciso de ti”; nem a cabeça dizer aos pés: “Não preciso de vós”» (1Cor 12,21). O Apóstolo faz uma consideração importante, observando que os membros do corpo que parecem mais fracos são os mais necessários (cf. v. 22); e que os que «nos parecem menos honrosos cuidamo-los com maior consideração, e os menos decorosos são tratados com maior decência, ao passo que os que são mais decorosos não precisam de tais cuidados» (vv. 23-24). Ao ministrar um ensinamento fundamental sobre os carismas, Paulo educa também a comunidade para a atitude evangélica para com os seus membros mais fracos e necessitados. Longe dos discípulos de Cristo sentimentos de desprezo e de pietismo para com eles; pelo contrário, são chamados a honrá-los, a dar-lhes precedência, convictos de que eles são uma presença real de Jesus no meio de nós. «Tudo o que fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes» (Mt 25,40).

8. Aqui compreende-se como o nosso modo de viver é diferente do do mundo, que louva, segue e imita os que têm poder e riqueza, ao passo que marginaliza os pobres e os considera um refugo e uma vergonha. As palavras do Apóstolo são um convite para conferir plenitude evangélica à solidariedade para com os membros mais fracos e menos dotados do Corpo de Cristo: «Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro é honrado, todos os membros se alegram com ele» (1Cor12,26). Na mesma linha, na Carta aos Romanos exorta-nos: «Alegrai-vos com os que estão alegres, chorai com os que choram. Tende os mesmos sentimentos uns para com os outros. Não aspireis às grandezas, mas conformai-vos com o que é humilde» (12,15-16). Esta é a vocação do discípulo de Cristo; o ideal para o qual se deve tender com perseverança é assimilar cada vez mais em nós os «sentimentos de Cristo Jesus» (Flp 2,5).

9. Uma palavra de esperança torna-se o epílogo natural para o qual a fé orienta. Muitas vezes, são mesmo os pobres a colocar em crise a nossa indiferença, filha de uma visão da vida, demasiado imanente e ligada ao presente. O grito do pobre é também um grito de esperança com a qual ele dá mostras da certeza de ser libertado. A esperança, que se alicerça no amor de Deus que não abandona quem n’Ele confia (cf. Rm 8,31-39). Escrevia Santa Teresa de Ávila no seu Caminho de Perfeição: «A pobreza é um bem que encerra em si todos os bens do mundo; assegura-nos um grande domínio; quero dizer que nos torna senhores de todos os bens terrenos, uma vez que nos leva a desprezá-los» (2,5). É na medida em que somos capazes de discernir o verdadeiro bem que nos tornamos ricos diante de Deus e sábios diante de nós mesmos e dos outros. É mesmo assim: na medida em que se consegue dar um sentido justo e verdadeiro à riqueza, cresce-se em humanidade e torna-se capazes de partilha.

10. Convido os irmãos bispos, os sacerdotes e, de modo particular, os diáconos, a quem foram impostas as mãos para o serviço aos pobres (cf. At6,1-7), juntamente com as pessoas consagradas e tantos leigos e leigas que nas paróquias, nas associações e nos movimentos tornam palpável a resposta da Igreja ao grito dos pobres, a viver este Dia Mundial como um momento privilegiado de nova evangelização. Os pobres evangelizam-nos, ajudando-nos a descobrir cada dia a beleza do Evangelho. Não deixemos cair no vazio esta oportunidade de graça. Neste dia, sintamo-nos todos devedores para com eles, para que, estendendo reciprocamente as mãos um ao outro, se realize o encontro salvífico que sustenta a fé, torna eficaz a caridade e habilita a esperança para prosseguir com firmeza pelo caminho em direção ao Senhor que vem.

Vaticano, 13 de junho de 2018

Memória litúrgica de Santo Antônio  de Pádua

Francisco, PP

Investidura de novos MESCEs e Renovação de Mandatos em Senhora do Porto

A paróquia Nossa Senhora do Porto viveu um momento de graça no domingo dia 10 de junho, durante a Celebração Eucarística que foi  presidida por Dom Jeremias , concelebrada por Padre Adão e o diácono Edmilson, na qual quatro ministros da Sagrada Comunhão Eucarística renovaram os seus mandatos e quatorze novatos receberam a missão de se tornarem anunciadores da misericórdia de Jesus e de sua presença sacramental na Eucaristia . Percebia-se na fisionomia da Assembleia participante, a alegria de sentir a ação do Espírito Santo fazendo brotar a coragem, para que a igreja  realize sua missão evangelizadora e dê continuidade a construção do Reino de Deus. Após a homilia, Dom Jeremias os investiu com rito próprio, momento em que vestiram as roupas já abençoadas, assumindo assim o compromisso de propagar Jesus Eucarístico. A  Assembleia aplaudiu com veemência os recém investidos e os veteranos. Após a Celebração aconteceu confraternização com os familiares no salão paroquial.

Supliquemos que os dons do Espírito Santo os ajudem a ser sal da terra e Luz do Mundo Mateus 5, 13- 14.

                                                              Aparecida Fernandes Abi-acl (Dona Cica)

                                                      

Missa com Rito de Envio de uma jovem para a caminhada vocacional

Com alegria, por vivenciar o despertar de mais uma pessoa para a vocação religiosa, a comunidade católica da Paróquia  Nossa Senhora Aparecida, situada em Guanhães/MG, se reuniu  para participar da Celebração Eucarística com Rito de Envio da jovem Geiziane Soalheiro Leal que irá para a Comunidade Jesus de Nazaré (Aspirantado) situada em Sete Lagoas/MG da Congregação Franciscana Missionária do Santíssimo Sacramento.

Da comunidade paroquial Nossa Senhora Aparecida (Pito) , também encontra-se o jovem Filipe Ferreira Coelho cursando  o 1º ano de Teologia no Seminário Arquidiocesano de Diamantina.

Irmãos, pai, familiares, amigos de  Geizinha (como é carinhosamente conhecida na comunidade) e a religiosa Irmã Amélia Soares, Clarissa Franciscana da Congregação Franciscana Missionária do Santíssimo Sacramento, vinda de Sete Lagoas, participaram da Celebração Eucarística, no sábado  (09/06), na Igreja matriz Nossa Senhora Aparecida,  presidida por Dom Jeremias, concelebrada por Pe Adão e pelo Diácono Edmilson,  na Igreja matriz de Nossa Senhora Aparecida.

Depois da homilia, Dom Jeremias fez o envio da jovem que irá passar cerca de dois anos de experiência na Comunidade, acima referida, para iniciar a sua caminhada vocacional.

Ao final da celebração, Geizinha recebeu os cumprimentos e felicitações, com desejos de boa sorte e fé na caminhada. Seu pai, emocionado, agradeceu a todos pela presença e o carinho de todos para com a filha.

 A Comunidade que até então,  rogava  a Deus  para iluminar a caminhada vocacional do jovem Filipe, agora também rezará pela jovem Geiziane Soalheiro Leal.

Que seja feita sempre a  vontade de Deus!

                                                                               Texto de Eliana Maria de Alvarenga Guimarães

 

Encontro da Área Pastoral São Miguel

A Área Pastoral São Miguel é composta pelas paróquias: Nossa Senhora Aparecida (Bairro Pito-Guanhães); Nossa Senhora das Dores (Dores de Guanhães); Nossa Senhora Mãe do Homens (Materlândia); Nossa Senhora da Pena (Rio Vermelho); Nossa Senhora do Porto (Senhora do Porto);  São Miguel e Almas (Guanhães), e São Sebastião (Sabinópolis). Mensalmente, as lideranças e os padres se reúnem todo segundo sábado, cujo coordenador da Área é o Pe. Salomão, administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Pena, em Rio Vermelho.

Na manhã do sábado, 09 de junho, como de costume, aconteceu o encontro, dos  coordenadores das Pastorais e Movimentos, da paróquia São Miguel e lideranças das demais paróquias acima citadas. Também participaram do encontro, os padres: Adão, Hermes, João Gomes, José Adriano e Mário Gomes (Marinho) além do Diácono Edmilson. O coordenador da área,  Pe. Salomão, não pôde estar presente.

As coordenadoras de Catequese Vera Pimenta e Eliana Alvarenga atendendo ao convite de Pe Salomão, assessoram o encontro. Elas conduziram o momento com o grupo, levando-os a uma autoavaliação de seu papel de liderança frente aos trabalhos exercidos em suas comunidades paroquiais. Foram usados slides, e os mesmos usados por elas,  foram extraídos do livro: “ENTRE VÓS NÃO SEJA ASSIM – Guia ao serviço de liderança”,  do autor Flávio Lorenzo Marchesini de Tomas publicado pela  Editora Paulinas.

No próximo encontro, que provavelmente será no segundo sábado de julho, acontecerá a continuidade do trabalho realizado.

Texto: Eliana Alvarenga

231° Jubileu do Bom Jesus

231°  Jubileu do Bom Jesus

Alegra-se o nosso coração em celebrar os 231 anos do Jubileu do Bom Jesus, de 13 a 24 de junho, em Conceição do Mato Dentro – MG .

São 231 anos de oração, devoção, romarias, demonstrações de fé; e grande busca de esperança e força para vencer as lutas e labores que a vida nos propõem; sem perder, é claro, a dinâmica do serviço a Deus; de levar o Evangelho aos corações, contribuindo assim, com a missão profética de toda a Igreja, e em particular, a nossa igreja  diocesana.

Com essa expectativa e com o coração repleto de júbilo, convidamos Vossa Senhoria a celebrar conosco este momento ímpar de nossa Igreja Particular, para rendermos graças ao Senhor Bom Jesus  pelas inúmeras  bênçãos que Ele tem derramado sobre nós, a cada dia, não nos faltando jamais o necessário auxílio do Espírito Santo.

Muito nos alegramos com vossa presença entre nós. O Bom Jesus espera por você. Obrigado por fazer parte mais uma vez  de nossa história, nos honrando com sua presença!

Programação:

 

Mensagem dos Bispos do Regional Leste II sobre as eleições 2018

 

Os arcebispos e bispos do Regional Leste II – (Minas Gerais e Espírito Santo),da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),  reunidos em Assembleia, em Caeté (MG), divulgaram nessa quarta-feira, 06 de junho, uma  mensagem sobre as eleições 2018.

Leia a mensagem na íntegra:

MENSAGEM DOS BISPOS DO REGIONAL LESTE II DA CNBB SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2018

“Não sejamos cães mudos, não sejamos sentinelas caladas, não sejamos mercenários que fogem dos lobos, mas pastores solícitos, vigilantes sobre o rebanho de Cristo. Enquanto Deus nos der forças, preguemos toda a doutrina do Senhor ao grande e ao pequeno, ao rico e ao pobre, e a todas as classes e idades, oportuna e inoportunamente”. (São Bonifácio, Bispo e Mártir)

Nós, os Bispos das (Arqui)dioceses de Minas Gerais e do Espírito Santo, reunidos na Assembleia do Conselho Regional de Pastoral, junto ao Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, na Serra da Piedade, agradecemos a Deus e alegramo-nos com a presença fecunda, criativa e missionária dos presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas, cristãos leigos e leigas em nossas comunidades, rezamos pela nossa amada Pátria e olhamos com esperança este momento eleitoral que estamos para viver.

Apesar dos muitos elementos negativos no cenário político nacional, como a corrupção, as oligarquias políticas, o carreirismo político, a abundância de partidos e a falta de identidade partidária, vemos com grande esperança e valor o poder de decisão que está nas mãos do povo, pela via democrática do voto. É preciso votar! Campanhas em contrário podem gerar resultados inesperados, pois o voto em branco, o voto nulo e as abstenções não invalidam eleições. É preciso saber disto e fazer valer a responsabilidade social pela escolha dos futuros servidores da Pátria: Presidente da Republica, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais. Os eleitos interferirão de maneira decisiva na construção da nossa Nação nos próximos anos.

Diante desta realidade, com esperança, propomos que cada cidadão e cidadã faça um discernimento sério, superando o desinteresse pela política, desenvolvendo, assim, uma sensibilidade social capaz de vencer a apatia e a indiferença que levam a qualquer escolha. Pois, quando assumimos um compromisso social amplo, rompemos com os interesses corporativos, seletivos e excludentes.

Neste encontro, nos comprometemos em contribuir na formação da consciência política, do valor do voto, da importância da participação de cristãos leigos e leigas maduros e preparados no processo eleitoral e do acompanhamento de seus mandatos. A fim de que isto aconteça, produziremos conteúdos formativos, a partir da Doutrina Social da Igreja, para as mídias, a saber, TV, rádio, impressos, redes sociais, para ajudar a compreender e a interferir neste momento tão oportuno e importante de exercício da democracia.

Não queremos e não vamos nos sobrepor às consciências, indicando em quem votar, mas nos comprometemos em oferecer elementos e subsídios para o necessário discernimento neste contexto eleitoral. O Evangelho, fonte inspiradora da Doutrina Social da Igreja, é o critério a partir do qual queremos pensar a política e os políticos. Nossa fé nos faz olhar para Jesus Cristo, o Verbo Encarnado de Deus, que assumiu, na sua carne, tudo o que é verdadeiramente humano; olhar para o Evangelho, nossa Verdade; e olhar para o Reino, que desejamos “venha a nós”. Daí pensaremos o Brasil e queremos construí-lo a partir do Projeto de Deus.

Nosso tempo é difícil, complexo, fragmentado; por isso, não podemos tratar esta bela via da grande caridade, que é a política, com descaso e desinteresse. Quando não nos preocupamos com a política, alguém saberá usar dela em benefício próprio ou em favor de grupos que excluem os mais pobres, fazendo crescer a corrupção e a exclusão social.

Não podemos ficar apáticos! Não podemos vender nosso voto! Não podemos deixar de votar! Não podemos tomar atitudes que favorecerão à ”velha” política! Não podemos ceder a quem queira enfraquecer e violar o regime democrático!

Convidamos a todos a olhar este momento com esperança e otimismo. É hora de escolher quem vai dirigir o Brasil e nossos Estados, quem vai nos representar nas instâncias mais altas da democracia, quem vai produzir nossas leis e fiscalizar nossos governantes.

Que a Virgem da Piedade e da Penha nos ensine a pensar nosso País como uma casa de irmãs e irmãos, comprometendo-nos com atitudes que nos levem a pensar, agir e votar, desejando vida plena e digna para todos.

Santuário Basílica da Piedade, Caeté, 05 de junho, memória do mártir São Bonifácio, de 2018.

Arcebispos e Bispos do Regional Leste II da CNBB.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Presidente do Regional Leste II  da CNBB

Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias
Vice-presidente do Regional Leste II  da CNBB

Dom José Carlos de Souza Campos
Secretário do Regional Leste II  da CNBB

Dia de oração pelo Clero

O Dia de Oração pela santificação do Clero foi nstituído pelo Papa João Paulo II e é celebrado todos os anos na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, nesse ano, a 08 de junho. .

O coração de Jesus representa o grande amor de Deus pela humanidade e devemos morar no coração de Cristo, pois não só jorra sangue e água mas, também é para nos acolher; e  o sacerdote deve se assemelhar-se ao Coração de Jesus.

O ministério sacerdotal é a chave que abre a porta do céu e no projeto de santificação deve estar presente a santidade em todos os caminhos, do seu pastoreio.

Rezemos sempre pela santificação  do papa, dos bispos, dos sacerdotes e diáconos, pois a medida que se santificam, toda a Igreja também se santifica.

Oração pelo Clero

Senhor Jesus Cristo, eu vos peço pelo nosso clero: multiplicai as vocações sacerdotais e religiosas em nosso Brasil, tão carente de padres. Conservai, na perfeita fidelidade ao vosso serviço, aqueles a quem já chamastes: fortalecei-os pelo vosso Espírito Santo, a fim de que não desanimem e sejam sempre fiéis à vossa vontade e à vossa Santa Igreja. Inspirai, ó Jesus querido, aos sacerdotes e aos seminaristas um verdadeiro espirito de oração, para que também cultivem e pratiquem a pobreza, a castidade e a obediência, assim como um profundo e verdadeiro amor pastoral. Consagro, também, ao Imaculado Coração de vossa e nossa Mãe, Maria, o nosso clero. Que ela possa guiá-lo, protegê-lo, fortalecê-lo. Atendei, ó Jesus, a esta minha oração, eu vos peço. Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.  Amém.

Carta dos jovens leigos e leigas reunidos em Belo Horizonte–MG, na XXXVII Assembleia do Conselho Nacional de Laicato de 31 de maio a 03 de junho de 2018

O laicato como um todo é um “verdadeiro sujeito eclesial” (DAp, n. 497a)

JUVENTUDES REUNIDAS !!!

Nós, jovens leigos e leigas reunidos em Belo Horizonte–MG, na XXXVII Assembleia do Conselho Nacional de Laicato de 31 de maio a 03 de junho de 2018, movidos pela força e anseios de celebrar as nossas juventudes e pluralidades em unidade com o CNLB, escrevemos esta carta como forma de deixar registrado o posicionamento dos jovens engajados nos conselhos de leigos/as do Brasil.
Renovação eclesial… a quanto tempo estamos aqui e participamos dessas assembleias?
Nós Jovens também queremos ser protagonistas, “verdadeiros sujeitos eclesiais”, confiem em nós! Deixem-nos mostrar nossas potencialidades!
Conhecemos os rostos de nossas juventudes!? Precisamos conhecer!
Às juventudes reunidas, gostaria de sugerir que como legado do ano do Laicato, as juventudes estejam nas bases dos conselhos nas suas várias esferas, e seja sempre assegurada a presença (delegado/a – conselheiro/a) destas para os conselhos locais, encontros nacionais e assembleias em todos os níveis.
Queremos que o Ano do Laicato deixe como legado uma comissão “para” juventude: ativa, formativa, propositiva e atuante colocando os/as jovens como protagonistas de uma Igreja em saída a serviço da vida, com um rosto novo e disposto a buscar aqueles que estão nas periferias existenciais.
Nos colocamos inteiramente a disposição para contribuir com a comissão nacional “para” juventude e a sua necessária efetivação, bem como para formar as nossas bases nos regionais.
Propomos que possamos ter um encontro nacional das juventudes leigas no ano de 2019 e que até esse encontro, todos os regionais possam se articular para criarem e/ou rearticularem as comissões juventudes nos regionais.
O Laicato jovem do Brasil precisa e quer estar representado com voz, vez e lugar no sínodo dos Bispos para a juventude e na JMJ.
Nós reunidos, queremos nos somar as várias realidades das juventudes do Brasil e frente a nossa vocação laical, queremos também ser Sal, Luz
e Fermento para transformar a nossa casa comum em um espaço de paz, justiça social e responsabilidade planetária.
Queremos enfatizar e parafrasear o Documento de Aparecida que “os leigos (JOVENS) também são chamados a participar na ação pastoral da Igreja” (DAp, n. 211).
Concluímos reafirmando que queremos fazer a diferença nos areópagos modernos, e com o nosso jeito jovem de ser igreja, contribuir para transformar as complexas realidades que todos os dias somos apresentados. “Os cristãos leigos são homens e mulheres da Igreja no coração do mundo, homens e mulheres do mundo no coração da Igreja” (Puebla n.786)
Assinam as juventudes dos vários regionais presentes na assembleia!
João Paulo Angeli – SUL 2
Bruno Teté – LESTE 1
Peterson Prates – SUL 1
Danilo Lopes – NORTE 2
João Vitor Lemos – NORDESTE 2
Luzitésio Albuquerque – NORDESTE 2
Marcus Vinicius Souza – LESTE 2
Ana Luiza Souza – LESTE 2
Leonardo Moura – LESTE 2
Carlos Alberto Pereira da Silva – NORDESTE 1
Célio Claudio – LESTE 2

Curso irá aprofundar o tema da Evangelização na era digital

Em uma sociedade cada vez mais interconectada, marcada por novos hábitos de comunicação e espaços de relacionamento mediados por tecnologias digitais, com ficam as práticas religiosas e as ações pastorais e evangelizadoras? A Igreja está preparada para se apropriar dessas novas formas de comunicação? Quais os desafios que a Era digital apresenta aos comunicadores cristãos em sua prática pastoral?

Este curso “Evangelização e Pastoral: desafios para a Igreja na Era Digital”, se propõe discutir essas e outras questões, de forma teórica e prática, e se volta para agentes de pastoral, estudantes de Comunicação, membros de comunidades e comunicadores populares interessados em aprofundar os conhecimentos na área.

O Curso será realizado nas manhãs de sábado, de 9h às 13h, a partir do 2º semestre no Centro Loyola de BH. Veja abaixo a programação completa:

– Fundamentos da Teoria da Comunicação – (11/08)
Prof.ª Me. Graziela Cruz

– A Comunicação como um evento teológico – (25/08)
Prof. Me. Gilmar Pereira

– Ciberteologia: a vivência da fé em tempos de Internet – (15/09)
Prof. Dr. Moisés Sbardelotto

– O percurso da Comunicação na missão da Igreja – (29/09)
Prof.ª Me. Graziela Cruz

– Evangelização, Pastoral e novas mídias – (20/10)
Prof.ª Me. Aline Amaro

– Equipes de Pastoral da Comunicação: missão, planejamento e prática – (10/11)
Prof.ª Dr.ª Joana Puntel

– PAINEL: Francisco: a comunicação inovadora do Papa, em forma e conteúdo – (24/11)

– Marketing digital: cenário e tendências – (01/12)
Fabrício Marques (Agência Novos Conceitos)

O investimento financeiro é de quatro parcelas de R$ 160,00 e a taxa de inscrição é R$ 30,00.

Informações e inscrições pelo 3342-2847 ou pelo www.centroloyola.org.br.
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Curso: “Evangelização e Pastoral: desafios para a Igreja na Era Digital”
Dias: 11/08, 25/08, 15/09, 29/09, 20/10, 10/11, 24/11, 01/12 (Sábados)
Horário: 9h às 13h
Local: Centro Loyola de BH
Rua Sinval de Sá, 700- Cidade Jardim – BH / MG

Centro Loyola BH
Rua Sinval de Sá, 700 – Cidade Jardim – Belo Horizonte- MG
(31) 3342-2847 – 31 99289-0290 (WhatsApp)

 

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