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JMJ 2019 – Panamá

Jovens com o Papa no Panamá

De 22 a 27 de janeiro, realiza-se a 34ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2019) com o Papa. Desta vez, será no Panamá e, diversamente das anteriores, acontece em janeiro, em vez de julho ou agosto, por causa das condições climáticas do país centro-americano.

A Cidade do Panamá, todas as dioceses do País e também de Costa Rica preparam-se para receber centenas de milhares de jovens de todo o mundo, com sua alegria e jovialidade, suas expressões culturais próprias e sua fé comum. O Panamá preparou-se com esmero para acolher e hospedar a todos e para lhes oferecer a ocasião de uma experiência religiosa e cultural única. Também muitos sacerdotes, religiosos e bispos acompanharão os jovens.  A abertura do encontro, no dia 22, será feita com uma celebração presidida pelo arcebispo local. A partir de 23 de janeiro, por três dias, haverá catequeses para muitos grupos linguísticos diversos, sobre aspectos do tema da Jornada. Bispos farão as catequeses e, em seguida, celebrarão a Missa com o respectivo grupo. Ao longo desses dias, numerosas outras atividades serão oferecidas aos jovens. Não faltarão ocasiões para a confissão e o aconselhamento espiritual individual aos jovens.

O Papa Francisco tem seu primeiro encontro com os jovens na quinta-feira, dia 24 de janeiro. Será o momento das boas-vindas e de uma primeira mensagem aos participantes da Jornada. O Papa participará também da Via-Sacra, que se faz normalmente na sexta feira. No sábado, 26 de janeiro, haverá a grande vigília do Papa com os jovens e, no domingo, 27 de janeiro, a celebração do encerramento da Jornada.

O tema escolhido pelo Papa para esta Jornada é o seguinte: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça- -se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). São as palavras da resposta de Maria ao anjo Gabriel, que lhe anunciou que ela seria a Mãe de Jesus Cristo, Salvador. Após ter manifestado sua perplexidade e, talvez, também o seu medo diante daquilo que lhe tinha sido pedido, Maria aceitou e se colocou à disposição de Deus.

O tema está relacionado com a recente assembleia do Sínodo dos Bispos, em outubro passado, sobre “juventude, fé e discernimento vocacional”. As Jornadas têm sido, para os jovens, ocasiões para fazerem uma bela e profunda experiência da fé eclesial católica. Ao saírem de suas localidades e seus países, para conviverem por alguns dias com jovens provenientes de tantos outros países, raças e culturas, os jovens percebem muito concretamente que há algo que os une de maneira profunda e forte: a fé em Jesus Cristo e a fé da Igreja Católica. Essa fé é a mesma para todos, experimentada na mesma Igreja, como sua casa, sua família, sua mãe, seu campo de missão. Num mundo cultural que leva ao isolamento individualista e, talvez, também ao fechamento egoísta, que diminui os horizontes da experiência humana, é muito importante que os jovens possam fazer a experiência da catolicidade da sua fé e da pertença à Igreja.

As Jornadas também são fortes momentos de discernimento vocacional para os jovens. De fato, muitas vocações para o sacerdócio e a vida consagrada despertam durante as Jornadas da Juventude. E também muitos casamentos têm sua origem nos dias de convivência nas Jornadas. Nem poderia ser diferente, pois a questão vocacional está sempre presente nessa fase da vida. O tema escolhido para a Jornada do Panamá tem forte conotação vocacional e leva a se perguntar sobre o sentido da própria existência, as escolhas que precisam ser feitas e que, muitas vezes, assustam e angustiam, como aconteceu também com Maria.

A escolha da vocação requer escuta atenta da voz de Deus, que se manifesta de muitos modos diferentes também aos jovens de hoje. Sem essa escuta interior, é difícil ouvir a voz de Deus que chama. Vivemos no meio de tantas distrações, que ocupam nosso tempo, nossa atenção e energias e somos tentados a reagir, simplesmente, diante das solicitações e impulsos do momento, sem termos um caminho claro e uma meta na vida. O resultado disso é a permanente imaturidade pessoal, a incapacidade de empenhar a própria vida num projeto mais firme e duradouro, a angústia e o medo da vida.

A jovem Maria já tinha uma profunda experiência de fé, que lhe possibilitou dar sua resposta serena ao anúncio do anjo Gabriel: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim, segundo a tua palavra”. Uma forte experiência de fé também ajudará a muitos jovens de hoje a darem essa mesma resposta.

JMJ 2019: saiba mais sobre o Panamá, país-sede do evento

A atual edição da JMJ acontecerá neste pequeno país localizado à América Central, repleto de fiéis católicos

De 22 a 27 de janeiro, será realizada no Panamá a Jornada Mundial da Juventude. 2019. O tema desta JMJ será “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1, 38)”, anunciado pelo Vaticano em novembro de 2018.

Esta, que será a 32ª edição do evento, terá como sede um dos mais importantes centros comerciais das Américas, cuja capital é a Cidade do Panamá. Mas por que o Papa Francisco o escolheu como sede deste evento destinado aos jovens católicos?

“A América Central não tem muita visibilidade, o Panamá é um país pequeno que tem certa dificuldade para atrair grandes atividades. A Jornada acaba por ajudar neste lado, que é um pouco esquecido das nossas Américas”, pondera o padre Antônio Ramos de Prado, assessor para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Muitas famílias, no Panamá, estão acolhendo os jovens peregrinos que participarão da JMJ, num ato em que o auxílio dos leigos se mostra fundamental para o sucesso do evento. “Todos acabam se envolvendo para contribuir, até porque os fiéis e leigos percebem que este é um grande evento, isto causa uma sensibilidade maior nas pessoas, trata-se de um gesto muito importante para o país”, explica o religioso.

O Panamá é um país de forte presença católica: são 2,7 milhões de fiéis espalhados pelo país ou 72% da população. “Lembremos ainda que São João Bosco é padroeiro do Panamá. Inclusive, uma das urnas de Dom Bosco está lá, o santuário dele é um centro de grande peregrinação. Isso só estreita os lados da Igreja com o Panamá”, afirma Padre Antônio.

Panamá mais de perto

A grade força motriz por trás do país é o Canal do Panamá, construído há quase um século. A construção foi fundamental para o desenvolvimento não apenas do Panamá, mas do mundo todo, uma vez que o canal liga o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico.

Os Estados Unidos encabeçaram a construção deste canal ― que levou uma década para ficar pronto (1904 a 1914). “Desde a conquista espanhola, a área tem sido de grande interesse estratégico para várias nações”, explica o geógrafo Gerson de Freitas Júnior. “Após o processo de transição da soberania do Canal, dos EUA para o Panamá, que durou pouco mais de vinte anos (1977-1999), os panamenhos passaram a administrar o Canal, o que é de grande importância econômica para o país”, reitera.

Do ponto de vista religioso, o Panamá é um país predominantemente católico. Em termo étnicos, é bem parecido com o Brasil, com uma população miscigenada, originalmente composta por grupos indígenas.

“Atualmente, a maior parte da população é composta por mestiços e descendentes de africanos, além de indígenas, pessoas de origem europeia e uma pequena porcentagem de pessoas de origem asiática. Assim como o Brasil, o Panamá apresenta núcleos de resistência de populações afrodescendentes, o que levou o país a participar do Projeto Quilombos das Américas – Articulação de Comunidades Afrorrurais (2011), em parceria com Brasil e Equador”, lembra o geógrafo.

Peculiaridades

O Panamá guarda diversas distinções e similaridades com seus vizinhos da América. Além da grande riqueza cultural, linguística e histórica, arregimenta a influência de muitos outros povos. Embora a língua oficial seja o espanhol, ainda são faladas muitas línguas indígenas, com destaque para os sete grupos indígenas que ocupam grande parte do território do país em áreas designadas como Comarcas, sendo que os Naso vivem na fronteira entre o Panamá e a Costa Rica e organizam-se sob um regime monárquico próprio. Atualmente, a população indígena chega a cerca de 10% do total do Panamá. Ainda sobre a economia, o dólar é a moeda predominante no país, mas atrelada a ela está o Balboa panamenho. Ambas são aceitas, embora o Balboa só circule na forma de moedas. Na prática, o dólar americano é a moeda corrente e amplamente utilizado.

 

Jornada Mundial para o dia dos Enfermos

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
27º Dia Mundial do Enfermo (11 de fevereiro de 2019)

«Recebestes de graça, dai de graça» (Mt 10, 8)

Queridos irmãos e irmãs!

«Recebestes de graça, dai de graça» (Mt 10, 8): estas são palavras pronunciadas por Jesus, quando enviou os apóstolos a espalhar o Evangelho, para que, através de gestos de amor gratuito, se propagasse o seu Reino.

Por ocasião do XXVII Dia Mundial do Doente, que será celebrado de modo solene em Calcutá, na Índia, a 11 de fevereiro de 2019, a Igreja – Mãe de todos os seus filhos, mas com uma solicitude especial pelos doentes – lembra que o caminho mais credível de evangelização são gestos de dom gratuito como os do Bom Samaritano. O cuidado dos doentes precisa de profissionalismo e ternura, de gestos gratuitos, imediatos e simples, como uma carícia, pelos quais fazemos sentir ao outro que nos é «querido».

A vida é dom de Deus, pois – como adverte São Paulo – «que tens tu que não tenhas recebido?» (1 Cor 4, 7). E, precisamente porque é dom, a existência não pode ser considerada como mera possessão ou propriedade privada, sobretudo à vista das conquistas da medicina e da biotecnologia, que poderiam induzir o homem a ceder à tentação de manipular a «árvore da vida» (cf. Gn 3, 24).

Contra a cultura do descarte e da indiferença, cumpre-me afirmar que se há de colocar o dom como paradigma capaz de desafiar o individualismo e a fragmentação social dos nossos dias, para promover novos vínculos e várias formas de cooperação humana entre povos e culturas. Como pressuposto do dom, temos o diálogo, que abre espaços relacionais de crescimento e progresso humano capazes de romper os esquemas consolidados de exercício do poder na sociedade. O dar não se identifica com o ato de oferecer um presente, porque só se pode dizer tal se for um dar-se a si mesmo: não se pode reduzir a mera transferência duma propriedade ou dalgum objeto. Distingue-se de presentear, precisamente porque inclui o dom de si mesmo e supõe o desejo de estabelecer um vínculo. Assim, antes de mais nada, o dom é um reconhecimento recíproco, que constitui o caráter indispensável do vínculo social. No dom, há o reflexo do amor de Deus, que culmina na encarnação do Filho Jesus e na efusão do Espírito Santo.

Todo o homem é pobre, necessitado e indigente. Quando nascemos, para viver tivemos necessidade dos cuidados dos nossos pais; de forma semelhante, em cada fase e etapa da vida, cada um de nós nunca conseguirá, de todo, ver-se livre da necessidade e da ajuda alheia, nunca conseguirá arrancar de si mesmo o limite da impotência face a alguém ou a alguma coisa. Também esta é uma condição que carateriza o nosso ser de «criaturas». O reconhecimento leal desta verdade convida-nos a permanecer humildes e a praticar com coragem a solidariedade, como virtude indispensável à existência.

Esta consciência impele-nos a uma práxis responsável e responsabilizadora, tendo em vista um bem que é indivisivelmente pessoal e comum. Apenas quando o homem se concebe, não como um mundo fechado em si mesmo, mas como alguém que, por sua natureza, está ligado a todos os outros, originariamente sentidos como «irmãos», é possível uma práxis social solidária, orientada para o bem comum. Não devemos ter medo de nos reconhecermos necessitados e incapazes de nos darmos tudo aquilo de que teríamos necessidade, porque não conseguimos, sozinhos e apenas com as nossas forças, vencer todos os limites. Não temamos este reconhecimento, porque o próprio Deus, em Jesus, Se rebaixou (cf. Flp 2, 8), e rebaixa, até nós e até às nossas pobrezas para nos ajudar e dar aqueles bens que, sozinhos, nunca poderíamos ter.

Aproveitando a circunstância desta celebração solene na Índia, quero lembrar, com alegria e admiração, a figura da Santa Madre Teresa de Calcutá, um modelo de caridade que tornou visível o amor de Deus pelos pobres e os doentes. Como dizia na sua canonização, «Madre Teresa, ao longo de toda a sua existência, foi uma dispensadora generosa da misericórdia divina, fazendo-se disponível a todos, através do acolhimento e da defesa da vida humana, dos nascituros e daqueles abandonados e descartados. (…) Inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera; fez ouvir a sua voz aos poderosos da terra, para que reconhecessem a sua culpa diante dos crimes (…) da pobreza criada por eles mesmos. A misericórdia foi para ela o “sal”, que dava sabor a todas as suas obras, e a “luz” que iluminava a escuridão de todos aqueles que nem sequer tinham mais lágrimas para chorar pela sua pobreza e sofrimento. A sua missão nas periferias das cidades e nas periferias existenciais permanece nos nossos dias como um testemunho eloquente da proximidade de Deus junto dos mais pobres entre os pobres» (Homilia, 4/IX/2016).

A Santa Madre Teresa ajuda-nos a compreender que o único critério de ação deve ser o amor gratuito para com todos, sem distinção de língua, cultura, etnia ou religião. O seu exemplo continua a guiar-nos na abertura de horizontes de alegria e esperança para a humanidade necessitada de compreensão e ternura, especialmente para as pessoas que sofrem.

A gratuidade humana é o fermento da ação dos voluntários, que têm tanta importância no setor socio-sanitário e que vivem de modo eloquente a espiritualidade do Bom Samaritano. Agradeço e encorajo todas as associações de voluntariado que se ocupam do transporte e assistência dos doentes, aquelas que providenciam nas doações de sangue, tecidos e órgãos. Um campo especial onde a vossa presença expressa a solicitude da Igreja é o da tutela dos direitos dos doentes, sobretudo de quantos se veem afetados por patologias que exigem cuidados especiais, sem esquecer o campo da sensibilização e da prevenção. Revestem-se de importância fundamental os vossos serviços de voluntariado nas estruturas sanitárias e no domicílio, que vão da assistência sanitária ao apoio espiritual. Deles beneficiam tantas pessoas doentes, sós, idosas, com fragilidades psíquicas e motoras. Exorto-vos a continuar a ser sinal da presença da Igreja no mundo secularizado. O voluntário é um amigo desinteressado, a quem se pode confidenciar pensamentos e emoções; através da escuta, ele cria as condições para que o doente deixe de ser objeto passivo de cuidados para se tornar sujeito ativo e protagonista duma relação de reciprocidade, capaz de recuperar a esperança, mais disposto a aceitar as terapias. O voluntariado comunica valores, comportamentos e estilos de vida que, no centro, têm o fermento da doação. Deste modo realiza-se também a humanização dos tratamentos.

A dimensão da gratuidade deveria animar sobretudo as estruturas sanitárias católicas, porque é a lógica evangélica que qualifica a sua ação, quer nas zonas mais desenvolvidas quer nas mais carentes do mundo. As estruturas católicas são chamadas a expressar o sentido do dom, da gratuidade e da solidariedade, como resposta à lógica do lucro a todo o custo, do dar para receber, da exploração que não respeita as pessoas.

Exorto-vos a todos, nos vários níveis, a promover a cultura da gratuidade e do dom, indispensável para superar a cultura do lucro e do descarte. As instituições sanitárias católicas não deveriam cair no estilo empresarial, mas salvaguardar mais o cuidado da pessoa que o lucro. Sabemos que a saúde é relacional, depende da interação com os outros e precisa de confiança, amizade e solidariedade; é um bem que só se pode gozar «plenamente», se for partilhado. A alegria do dom gratuito é o indicador de saúde do cristão.

A todos vos confio a Maria, Salus infirmorum. Que Ela nos ajude a partilhar os dons recebidos com o espírito do diálogo e mútuo acolhimento, a viver como irmãos e irmãs cada um atento às necessidades dos outros, a saber dar com coração generoso, a aprender a alegria do serviço desinteressado. Com afeto, asseguro a todos a minha proximidade na oração e envio-vos de coração a Bênção Apostólica.

Vaticano, 25 de novembro de 2018

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo

FRANCISCUS

Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF)

A Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães participará do Encontro Nacional de Formação (ENF-2019) e da comemoração dos 50 anos da RCC do Brasil.
O Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF) é um momento de profunda oração, formação geral e específica e escuta profética. O ENF é o maior evento de formação da Renovação Carismática Católica do Brasil. O evento apresenta o tema a ser vivido pela RCC durante o ano e fortalece a unidade entre os membros do Movimento no país, pois é destinado a coordenadores estaduais, diocesanos, de Ministérios, de Grupos de Oração, de equipes e núcleos de serviço. Durante este encontro, os membros de todos os Ministérios se reúnem para receber formação sobre questões específicas de cada serviço, além de participarem de momentos de partilha, vivência fraterna e oração.
O ENF 2019 vai acontecer de 09 a 13 de janeiro, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP) e, esse ano, além de um grande momento formativo, vai ser o evento em comemoração pelos 50 anos da Renovação Carismática Católica no Brasil.
Saíra da no dia 09 às 17 horas um ônibus com 50 servos da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães para participar deste grande momento de formação e comemoração dos 50 anos.

Regional Leste II promove curso do IRPAC e formação de novos coordenadores paroquiais

A Comissão para Animação Bíblico-Catequética do regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo) da CNBB em parceria com a PUC Minas e o Instituto Regional de Pastoral Catequética (IRPAC) promovem entre os dias 06 a 18 de janeiro uma especialização em Catequética. O curso de regime intensivo terá a participação de 110 alunos e será realizado na Casa de Retiros São José (Av. Itaú, 475, Dom Bosco – Belo Horizonte, MG).

Neste ano, a pós-graduação não abriu turma para adesão de novos alunos, então serão ministradas as disciplinas que correspondem ao segundo, terceiro e quarto módulos.

De acordo com a coordenadora da Comissão de Catequese do Regional Leste 2, Lucimara Trevizan, o objetivo principal do curso é qualificar o trabalho das coordenações diocesanas de catequese. “Os alunos vão poder refletir sobre a prática catequética à luz das orientações da Igreja e dentre outros aspectos conhecer as novas perspectivas e linguagens, sobretudo na cultura urbana e digital”, esclarece. As aulas serão de segunda-feira a sábado das 8h às 17h30. No período noturno haverá uma programação específica com oficinas, palestras, debates e cine-fórum. Cada módulo do curso terá conteúdos específicos da grade da PUC Minas.

Formação de novos coordenadores

Durante os dias 08 e 13 de janeiro, o IRPAC também realizará um curso para formação de Novos Coordenadores Paroquiais de Catequese, promovido à pedidos dos coordenadores diocesanos de catequese de Minas Gerais e Espírito Santo. Serão 45 coordenadores de 19 dioceses irão participar do curso.

Lucimara explica que normalmente leva-se um ano para preparar novos coordenadores de catequese. “A ideia é oferecer uma formação intensiva e aprofundada com duração de 42 horas/aula”, completa. “Com o curso será possível oferecer orientações concretas para o processo de iniciação à vida cristã nas comunidades e paróquias e propor uma catequese mais vivencial e criativa”, finaliza a coordenadora da Comissão de Catequese do regional Leste2.

A quantidade de alunos será: – Módulo II – 30 ,  Módulo III – 31, Módulo IV – 36, Formação com novos coordenadores paroquiais de Catequese – 45 alunos (19 dioceses representadas).

Segue abaixo, a Programação completa. Este módulo Módulo IV é a primeira turma a concluir o curso na nova grade de conteúdos.

O Módulo IV haverá 2 dias com Moisés Sbardeloto (Catequese na era digital), pesquisador sobre evangelização e internet.

MÓDULO II – Tema: Perseverança, paciência e mansidão

Abertura: Dia 06/01- 19h30                                            Monitores:  Conceição e Gustavo 

Dias Disciplinas Professores Noite
 

07 – S

 

 

Catequese e Iniciação à Vida Cristã

Rodrigo Ladeira Celebração Eucarística

(Módulo III)

Encaminhamentos/ 4ª SBC

 

08 – T

 

Catequese e Iniciação à Vida Cristã

Rodrigo Ladeira Debate sobre artigos lidos ao longo do ano
 

09- Q

 

Catequese narrativa

 

Ir. Zuleica Silvano A arte de comunicar

(oficina)

 

10 –Q

 

Catequese narrativa

Ir. Zuleica Silvano  

Contação de Histórias

(oficina)

 

11 – S

Catequese e Liturgia  

Pe. Vanildo de Paiva

 

E o Verbo se fez rede

Moisés Sbardeloto

 

12 – S

Catequese e Liturgia  

Pe. Vanildo de Paiva

 

Celebração Eucarística

(Módulo II)

Confraternização

 

13 -D

 

Dia Livre Dia Livre Cine Fórum
 

14- S

Catequese e Liturgia  

Pe. Vanildo de Paiva

O Cenário atual – CF/2019
15 – T  

Catequese e Iniciação à Vida Cristã

Marlene Maria Silva Noite livre
16 – Q Fé e Seguimento  

Edward Neves M.B.Guimarães

 

Música, Mística e Poesia

Tom de Minas

17 – Q Fé e Seguimento Edward Neves M.B.Guimarães

 

Celebração Eucarística

(Módulo IV)

18 – S  

Catequese e Iniciação à Vida Cristã (experiências)

 

Marlene Maria Silva Término às 12h

MÓDULO III –  Tema: Alegria e sentido de humor

            Abertura: Dia 06/01- 19h30                            Monitores:  Pe. Lucio e Pe.Marlone 

Dias Disciplinas Professores Noite
 

07 – S

 

 

Catequese na Igreja Particular

 

Marlene Maria Silva

 

Celebração abertura

Módulo III

Encaminhamentos/ 4ª SBC

 

08 – T

 

Metodologia da Pesquisa Científica

 

Lucimara Trevizan

 

Oficina Bíblica

 

9- Q

 

Dimensão Eclesial da Catequese

 

Pe. Jean Poul Hansen

 

 

Oficina de Cinema

 

10 – Q

 

 

Dimensão Eclesial da Catequese

 

 

Pe. Jean Poul Hansen

 

 

A arte de comunicar

 

11 – S

 

Metodologia da Pesquisa Científica

 

Lucimara Trevizan

E o Verbo se fez rede

Moisés Sbardeloto

 

12 – S

 

Catequese na Igreja Particular

 

 

Marlene Maria Silva

Celebração Eucarística

Módulo II

 

13 – D

 

 

Dia livre

 

Dia Livre

Cine-Fórum
 

14- S

 

Catequese e Pluralismo cultural e religioso

 

Edward Neves M. B. Guimarães

O Cenário atual – CF/2019
15 – T  

Catequese e Pluralismo cultural e religioso

 

Edward Neves M. B. Guimarães

Catequese e novas mídias

(oficina)

16 – Q  

 

Catequese e educação dos afetos

 

 

Pe. Geraldo de Mori sj

 

Música, Mística e Poesia

Tom de Minas

 

17 – Q

 

 

Catequese e educação dos afetos

 

 

 

Pe. Geraldo de Mori sj

Celebração Eucarística

Módulo IV

 

18 – S

 

Catequese e educação dos afetos

 

 

 

Pe. Geraldo de Mori sj

 

Término às 12h

Tema: Ousadia e ardor-  Abertura: Dia 06/01- 19h30              Monitora:  Ana Angélica

Dias Disciplinas Professores Noite
 

07 – S

 

 

Catequese e itinerário espiritual

 

Pe. Luiz Eustáquio Santos Nogueira

 

Celebração abertura

(Módulo III)

Encaminhamentos/ 4ª SBC

 

08 – T

 

Catequese e itinerário espiritual

 

Pe. Luiz Eustáquio Santos Nogueira

 

Apresentação de trabalhos

 

9- Q

 

Formação de catequistas

 

Lucimara Trevizan

 

Apresentação de trabalhos

10 – Q  

Catequese com adultos

 

Vanildo de Paiva

 

Oficina de Cinema

 

11 – S  

A catequese na era digital

 

Moisés Sbardeloto

 

E o Verbo se fez rede

Moisés Sbardeloto

 

12 – S  

A catequese na era digital

 

Moisés Sbardeloto

Celebração Eucarística

(Módulo II)

 

13 – D

 

 

Dia livre

 

Dia livre

Cine-Fórum
14- S  

Formação de catequistas

 

Lucimara Trevizan

O Cenário atual – CF/2019
15 – T  

Planejamento e projetos catequéticos

 

Leo Marcelo Plantes Machado

Catequese com pessoa com deficiência
 

16 – Q

 

Planejamento e projetos catequéticos

 

Leo Marcelo Plantes Machado

Música, Mística e Poesia

Tom de Minas

 

17 – Q

 

Catequese com jovens

 

Gustavo Ribeiro

Celebração Eucarística

(Módulo IV)

18 – S  

Catequese com jovens (crisma)

 

Lucimara Trevizan

 

Término às 12h

  Formação com novos coordenadores paroquiais de catequese

    Abertura: Dia 08/01- 19h30                                                 Monitora: Fatinha e Pe. Marlone                                   

Dias Disciplinas Professores Noite
 

9- Q

 

Catequese e Iniciação à Vida Cristã

 

 

Marlene Maria Silva

 

Oficina de Contação de Histórias

 

10 – Q  

Bíblia e Catequese: indicações metodológicas

 

 

Assunção Rocha

 

Oficina “Catequese e Liturgia”

Pe. Vanildo de Paiva

11 – S  

Organizar e planejar a catequese

 

 

Marlene Maria Silva

 

E o Verbo se fez rede

Moisés Sbardeloto

12 – S  

O caminho iniciático com crianças, jovens e adultos

 

Lucimara Trevizan

 

Celebração Eucarística

 

13 – D  

Catequese na era digital

 

 

Carla Regina Miranda

Encerramento às 12h

 Conteúdos das disciplinas:

 Catequese e Iniciação à vida Cristã (8 horas/aula)

O que é iniciar alguém na fé cristã (não nascemos cristãos, tornamo-nos cristãos). A metodologia do processo catecumenal. Elementos de uma catequese de inspiração catecumenal. A centralidade da Palavra e do querigma (anúncio de Jesus Cristo).

Organizar e planejar a catequese (8 horas/aula)

Organização da catequese. O perfil da coordenação de catequese; liderança compartilhada. Planejamento como ato de fé. Passos do planejamento catequético; como elaborar projetos catequéticos. Mística e missão da coordenação de catequese: animar, cuidar e conduzir a mudança.

O caminho iniciático com crianças, jovens e adultos  (8 horas/aula)

A vivência da fé da criança, jovens e adultos e a iniciação à vida cristã. Orientações para o conteúdo da catequese conforme as idades e situações. 

A Bíblia na catequese (8 horas/aula)

A questão metodológica e a criatividade no uso do texto bíblico na catequese.

A catequese na era digital (4 horas/aula)

A Catequese e a geração NET – Desafios da catequese na era digital – Catequese e redes sociais – O uso de novas mídias no processo catequético.

 Que Deus   ilumine os cursistas, professores e Comissão nesta importante missão na Formação Catequética no Regional Leste 2. 

 

 

IGREJA PROCLAMA NESTE DOMINGO AS DATAS DAS SOLENIDADES MÓVEIS DE 2019

Na Solenidade da Epifania do Senhor, a Igreja faz o anúncio das Solenidades móveis durante o Ano. O centro de todo o ano litúrgico é o Tríduo Pascal, que tem seu ponto mais alto o Domingo da Páscoa, este ano a 21 de abril. É desta celebração que derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico. O ano de 2019 é o ano C, no qual são proclamados no tempo comum os textos do Evangelho de São Lucas.

Neste domingo, em todas as celebrações, haverá o anúncio das solenidades móveis:

ANÚNCIO DAS SOLENIDADES MÓVEIS DE 2019

Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se, e sempre há de manifestar-se no meio de nós até a sua vinda no fim dos tempos.
Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo recordamos e vivemos os mistérios da salvação.
O centro de todo o ano litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no Domingo da Páscoa, este ano a 21 de abril. Em cada Domingo, Páscoa semanal, a Santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.
Da celebração da Páscoa do Senhor derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico: as Cinzas, início da Quaresma, a 06 de março; a Ascensão do Senhor, a 02 de junho; Pentecostes, a 09 de junho; o primeiro Domingo do Advento, a 01 de dezembro.
Também nas festas da Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos e na Comemoração dos Fiéis Defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor.
A Cristo que era, que é e que há de vir, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos.
Amém.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil também oferece no Diretório de Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil o calendário com as datas das festas móveis:

2019 – ANO C (São Lucas)

Festas Móveis

* Epifania do Senhor (Domingo) – 6 de janeiro
* Batismo do Senhor (Domingo) – 13 de janeiro
* Quarta-feira de Cinzas – 6 de março
* Páscoa da Ressurreição – 21 de abril
* Ascensão do Senhor – 2 de junho
* Pentecostes – 9 de junho
* Santíssima Trindade – 16 de junho
* Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo – 20 de junho
* Sagrado Coração de Jesus – 28 de junho
* São Pedro e São Paulo (Domingo) – 30 de junho
* Assunção de N. Senhora – 18 de agosto
* Todos os Santos (Domingo) – 3 de novembro
* Solenidade de Cristo-Rei – 24 de novembro
* 1º Domingo do Advento – 1º de dezembro
* Sagrada Família (Domingo) – 29 de dezembro.

Fonte: CNBB

Eleita nova coordenação da RCC diocesana

No dia 18 de novembro de 2018 no salão paroquial da Catedral de Guanhães houve a Eleição Eletiva para escolha da coordenação da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães. Estavam presentes, Padre José Geraldo da Silva (Padre Assessor da RCC na Diocese de Guanhães), Mário Lúcio Ferreira (Coordenador Estadual da RCC-MG), Enéias Gonçalves de Miranda (atual Coordenador Diocesano RCC de Guanhães), alguns coordenadores de ministérios do núcleo diocesano e 15 coordenadores dos 28 Grupos de Oração da RCC da Diocese de Guanhães.
Na ocasião foram votados os seguintes nomes:
• Denise Aparecida da Silva, coordenadora do Grupo de Oração: LIBERTAÇÃO E VIDA de Dom Joaquim-MG,
• Marília Gomes de Sousa, coordenadora do Grupo de Oração: ALIANÇA COM CRISTO de Santa Maria do Suaçuí-MG
• Laurita Aparecida de Miranda, serva do Grupo de Oração ÁGUA VIVA de São João Evangelista-MG.
Neste tempo hábil foi discernido que MARÍLIA GOMES DE SOUSA, COORDENADORA DO GRUPO DE ORAÇÃO: ALIANÇA COM CRISTO DE SANTA MARIA DO SUAÇUÍ-MG, assumira a coordenação da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães para o biênio 2019-2020.
Que Deus abençoe Marília nesta nova missão e que o Espirito Santo possa conduzi-la neste novo pastoreio.
Sidney Pereira da Silva Junior,
Coordenador do Ministério de Comunicação da RCC Diocese de Guanhães

Papa Francisco condena ganância e acúmulo de bens

Francisco afirma que sociedade está ébria de consumo e prazeres e que nascimento de Cristo simboliza valores verdadeiramente importantes, como sobriedade, simplicidade e misericórdia.

O papa Francisco defendeu nesta quinta-feira (24/12), durante a Missa do Galo, celebrada por ele no Vaticano, a importância da sobriedade e da simplicidade numa “sociedade frequentemente ébria de consumo e prazeres, de abundância e luxo”. Segundo o papa, Cristo ensina aos fiéis católicos o que é verdadeiramente importante na vida, ou seja, mostrar um comportamento sóbrio e simples e manifestar bondade e misericórdia com o próximo.

(foto: vaticannews)

Ao rezar a Missa do Galo, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco condenou a ganância e o acúmulo de bens. Ele ressaltou que o nascimento de Jesus Cristo leva à reflexão sobre um novo modelo de vida baseado no compartilhamento, na doação e, sobretudo, no fim da ganância.

Segundo o pontífice, o homem “se tornou ganancioso e voraz”. De acordo com ele, muitos acreditam que o sentido da vida se sustenta em acumular bens. “É o momento decisivo para mudar o curso da história”, advertiu o papa.

O papa Francisco fez um chamamento para cada um mude a história por meio de si mesmo. “Mude a história a partir de cada um de nós”, disse. “O centro da vida não é mais o meu eu faminto e egoísta, mas aquele que nasce e vive por amor.”

De acordo com o pontífice, todos devem se perguntar sobre seu modo de vida e o que transformar para melhor. “[Será que] eu realmente preciso de muitas coisas, receitas complicadas para viver? “Posso fazer sem muitos contornos supérfluos, para escolher uma vida mais simples?”, sugeriu.

O papa Francisco ressaltou ainda que Cristo “não gosta” de preguiçosos nem sedentários. “O Senhor ama ser esperado e não pode ser esperado no sofá, dormindo. De fato, os pastores se movem: eles foram sem demora.”

(Fonte: Agência Brasil e Rádio Vaticano)

Mensagem de Dom Darci por ocasião do Ano Novo

“Eis que faço novas todas as coisas…” (Ap. 21,5)

É linguagem comum que o ano correu veloz e é certo que logo mais ele se fará novo. Revendo a agenda, nos apercebemos do tempo vivido, dos acontecimentos alegres e daqueles que em nada agradaram e até nos fizeram sofrer. Tendemos por frisar com traços marcantes os momentos negativos, os infortúnios, as fatalidades que dizem da nossa impotência diante do desafio do viver. Porém, saber-nos frágeis não nos apequena, ao contrário, faz-nos mais fortes porque acorda outras potencialidades adormecidas. Digo com o apóstolo São Paulo que também sofria o espinho na carne: “Quando sou fraco, então é que sou forte!” (2Cor 12,10).

Para nós brasileiros, o ano de 2018 nasceu envolto em perspectivas sombrias e os analistas desenhavam um cenário de grandes crises e incertezas. À medida que o tempo passou e os acontecimentos se sucederam, novas luzes surgiram no horizonte pátrio. Respira-se um ar de esperança, palavra que deverá ser conjugada no verbo esperançar e não no verbo esperar, pois a realidade se impõe para que não fiquemos “deitados em berço esplêndido”.

Na perspectiva pessoal é também desejável a autocrítica com humildade, para rever atitudes e esquemas de pensamento que escravizam e são impeditivos de uma vida com sentido que vale a pena ser vivida, que seja plena e realizada. Um bom propósito pode ser início de algo verdadeiramente novo. Pode-se começar por perdoar mais e não se prender aos esquemas do passado! Pedir mais o perdão e recomeçar sempre que necessário! Partilhar mais e romper com o vício de consumir e acumular! Amar mais e desinteressadamente! Emprestar o ombro ao outro e ter coragem de pedir ajuda na própria fragilidade! Festejar nas alegrias e resignar-se nos infortúnios! Enfim, sacudir a poeira da velha humanidade farisaica e renascer, construindo “novos céus e nova terra!” (Ap 21,1).

Se Deus é por nós, quem será contra nós?! Isso significa que não estamos sozinhos e relegados à nossa própria sorte. No Natal que acabamos de celebrar, nos apercebemos que Deus veio participar da nossa história. O eterno fez-se carne, o transcendente desceu à terra, o grandioso apequenou-se, o infinito encontrou abrigo no seio de uma mulher… Divino e humano, tempo e eternidade se encontraram. Acolhamos, pois, esta bendita surpresa de Deus e seremos recriados, novos horizontes se abrirão e a vida sorrirá de novo.

Mais uma vez temos a oportunidade de aprender a lição do Deus amor: perdoar, partilhar, servir, amar incondicionalmente e nunca esmorecer na esperança.

Que o Ano Novo seja repleto das bênçãos de Deus para você e sua família!
São os meus votos e de todos os sacerdotes!

+ Darci José Nicioli, CSsR
Arcebispo Metropolitano de Diamantina (MG)
Administrador Apostólico de Guanhães (MG)

Presidente da CNBB: “Acolhamos o amor do Menino Deus para amar a todos, como ele nos ama, pois somos todos irmãos”.

O arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, expressou seus votos para o Natal deste ano. A proposta do cardeal é de acolhida ao amor do Menino Deus “para amar a todos, como ele nos ama, pois somos todos irmãos”. Dom Sergio também convida a testemunhar este amor divino e a “esperança que brota da fé na presença de Deus em nossa história”.

Confira mensagem na íntegra:

Celebremos o Natal com a alegria e o louvor dos anjos e dos pastores, glorificando a Deus pelo “sinal” do seu amor manifestado em Belém: “um recém-nascido envolto em faixas e deitado numa manjedoura”, nosso Salvador. Ele é a razão de ser do Natal! Acolhamos o amor do Menino Deus para amar a todos, como ele nos ama, pois somos todos irmãos. Sejamos testemunhas do amor de Deus, promovendo o perdão, a reconciliação e a paz, para que a nossa alegria seja verdadeira e possa permanecer para além das festas natalinas. Procuremos dar o testemunho da esperança que brota da fé na presença de Deus em nossa história, do amor misericordioso de Deus revelado em Belém a todos, especialmente, aos pequeninos e sofredores. Sejamos portadores da esperança e da alegria que Jesus nos oferece. Feliz Natal, com as bençãos do Menino Deus!

+ Dom Sergio Cardeal Rocha

Refazer o caminho de Belém
Dom Sergio da Rocha também ofereceu um artigo para reflexão neste Natal, “ocasião especial para repensar o nosso modo de tratar as pessoas que nos rodeiam e recomeçar com redobrado empenho a nossa vida fraterna”. O presidente da CNBB chama atenção para o pequeno sinal da presença de Deus no meio do mundo, ignorado pelos “grandes e poderosos daquele tempo” e a necessidade de incluir os pequenos, os pobres e os sofredores na jornada ruma à Belém para ser possível “entrar para adorar aquele que se faz humilde e pobre”.
“É preciso refazer o caminho para Belém, acompanhado dos pequenos pastores e dos humildes sábios do Oriente, levando-os conosco no coração. Isso nos permitirá prolongar a vivência do Natal ao longo do novo ano através do encontro cotidiano com aquele que veio permanecer entre nós; encontro que se dá pela oração, pela fraterna acolhida dos que nos rodeiam e pelo caminhar solidário em direção às novas manjedouras de Belém”.

Confira o artigo na íntegra:

NATAL: DEUS-CONOSCO!

A festa do Natal, com sua mensagem de amor, reconciliação e paz, tem sido ocasião especial para repensar o nosso modo de tratar as pessoas que nos rodeiam e recomeçar com redobrado empenho a nossa vida fraterna. A razão de ser do espírito natalino de fraternidade, alegria e paz, provêm do nascimento de Jesus. Ele vem dar novo sentido à vida dos que o acolhem. Ele vem trazer nova vida para os corações sofridos que dele se aproximam. Ele vem iluminar e tornar possível a vivência da fraternidade e da paz entre nós. Não é possível celebrar e viver o Natal de Jesus sem pensar no próximo. Não é possível celebrar e viver o Natal de Jesus sem pensar em Deus. Por isso, o Natal deveria ser também ocasião especial para repensar o nosso modo de ver a Deus. O menino que nasce é muito especial: é Deus conosco! Nele se revela o rosto humano de Deus. Deus “se fez carne e veio morar entre nós” (Jo 1,14), proclama o  Evangelho segundo João.  “Deus armou sua tenda entre nós!”, traduzem alguns exegetas a mesma passagem joanina. Esta é a boa notícia anunciada aos pastores. Esta é a boa notícia que continua a ser proclamada e alegremente acolhida pelos homens e mulheres de boa vontade em nosso tempo. É grande o mistério que celebramos: o mistério da Encarnação.

 Deus vem habitar entre nós, fazendo-se um de nós, assumindo a nossa história, partilhando das nossas alegrias e dores. Deus se manifesta na humilde manjedoura de Belém. O sinal da sua presença entre nós é aparentemente pequeno e frágil: “um menino nos foi dado” (Is. 9,5), um “recém-nascido envolto em faixas e deitado numa manjedoura” (Lc 2,12). Ele é a epifania, a revelação do amor de Deus. O sinal era pequeno demais para os que se julgavam grandes e poderosos daquele tempo. Herodes, os doutores e sacerdotes, tinham notícia do nascimento do Salvador, mas não se dispuseram a ir ao seu encontro para adorá-lo. Preferiram continuar instalados em sua comodidade palaciana, ensimesmados em seu orgulho, fechados em seu poder e saber.

O sinal da presença de Deus na história continua a ser pequeno demais para os que se julgam grandes. Infelizmente, a mania de grandeza continua a impedir muita gente de caminhar em direção a Belém para reconhecer humilde e alegremente a presença de Deus entre nós, como fizeram os pastores. O egoísmo e o orgulho não permitem caminhar a Belém devido à pequenez do sinal revelado, mas também porque não é possível fazê-lo sem admitir que possam ir conosco os humildes pastores das redondezas e os sábios estrangeiros que vieram de terras distantes. Ambos não gozavam de boa fama; os pastores, pelo estilo de vida que adotavam e os problemas que causavam aos agricultores; os estrangeiros, por serem considerados, por muitos na época, excluídos da salvação. Não se entra sozinho na manjedoura de Belém; ou vamos juntos ou ficamos de fora; ou incluímos os pequenos, os pobres e os sofredores, em nossa longa jornada, ou não conseguiremos entrar para adorar aquele que se faz humilde e pobre.

É preciso refazer o caminho para Belém, acompanhado dos pequenos pastores e dos humildes sábios do Oriente, levando-os conosco no coração. Isso nos permitirá prolongar a vivência do Natal ao longo do novo ano através do encontro cotidiano com aquele que veio permanecer entre nós; encontro que se dá pela oração, pela fraterna acolhida dos que nos rodeiam e pelo caminhar solidário em direção às novas manjedouras de Belém. É bom contemplar com admiração os presépios tradicionais, artisticamente trabalhados e ricamente ornados. Contudo, é necessário contemplar os presépios vivos escondidos nas periferias das cidades e nos casebres pobres da zona rural. As crianças que aí continuam a nascer participam da dignidade humana do menino nascido em Belém; merecem atenção e acolhida afetuosa. São crianças a serem amadas, cuidadas e protegidas. Quando tomamos consciência do mistério celebrado no Natal, o olhar feliz para o menino nascido em Belém completa-se com o olhar amoroso e responsável para as crianças que continuam a nascer hoje. A infância negada e violada em nossos dias mostra que é urgente retomar e viver o sentido do Natal. Entretanto, é motivo de alegria e esperança, neste Natal, perceber que é imensa a caravana dos que estão caminhando para Belém.

Feliz Natal a todos! Àqueles que já chegaram à manjedoura de Belém. Àqueles que se dirigem para lá. Àqueles que desejam ir, acompanhado dos pastores e sábios, para encontrar-se com o menino Jesus!

Cardeal Sergio da Rocha

 

 MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 52º DIA MUNDIAL DA PAZ (1º DE JANEIRO DE 2019)

A boa política está ao serviço da paz

1. “A paz esteja nesta casa!”

Jesus, ao enviar em missão os seus discípulos, disse-lhes: “Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!” E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós” (Lc 10, 5-6).

Oferecer a paz está no coração da missão dos discípulos de Cristo. E esta oferta é feita a todos os homens e mulheres que, no meio dos dramas e violências da história humana, esperam na paz.[1] A “casa”, de que fala Jesus, é cada família, cada comunidade, cada país, cada continente, na sua singularidade e história; antes de mais nada, é cada pessoa, sem distinção nem discriminação alguma. E é também a nossa “casa comum”: o planeta onde Deus nos colocou a morar e do qual somos chamados a cuidar com solicitude.

Eis, pois, os meus votos no início do novo ano: “A paz esteja nesta casa!”

2. O desafio da boa política

A paz parece-se com a esperança de que fala o poeta Carlos Péguy;[2] é como uma flor frágil, que procura desabrochar por entre as pedras da violência. Como sabemos, a busca do poder a todo o custo leva a abusos e injustiças. A política é um meio fundamental para construir a cidadania e as obras do homem, mas, quando aqueles que a exercem não a vivem como serviço à coletividade humana, pode tornar-se instrumento de opressão, marginalização e até destruição.

“Se alguém quiser ser o primeiro – diz Jesus – há de ser o último de todos e o servo de todos” (Mc 9, 35). Como assinalava o Papa São Paulo VI, “tomar a sério a política, nos seus diversos níveis – local, regional, nacional e mundial – é afirmar o dever do homem, de todos os homens, de reconhecerem a realidade concreta e o valor da liberdade de escolha que lhes é proporcionada, para procurarem realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade”.[3]

Com efeito, a função e a responsabilidade política constituem um desafio permanente para todos aqueles que recebem o mandato de servir o seu país, proteger as pessoas que habitam nele e trabalhar para criar as condições dum futuro digno e justo. Se for implementada no respeito fundamental pela vida, a liberdade e a dignidade das pessoas, a política pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade.

3. Caridade e virtudes humanas para uma política ao serviço dos direitos humanos e da paz

O Papa Bento XVI recordava que “todo o cristão é chamado a esta caridade, conforme a sua vocação e segundo as possibilidades que tem de incidência na pólis. (…) Quando o empenho pelo bem comum é animado pela caridade, tem uma valência superior à do empenho simplesmente secular e político. (…) A ação do homem sobre a terra, quando é inspirada e sustentada pela caridade, contribui para a edificação daquela cidade universal de Deus que é a meta para onde caminha a história da família humana”.[4] Trata-se de um programa no qual se podem reconhecer todos os políticos, de qualquer afiliação cultural ou religiosa, que desejam trabalhar juntos para o bem da família humana, praticando as virtudes humanas que subjazem a uma boa ação política: a justiça, a equidade, o respeito mútuo, a sinceridade, a honestidade, a fidelidade.

A propósito, vale a pena recordar as “bem-aventuranças do político”, propostas por uma testemunha fiel do Evangelho, o Cardeal vietnamita Francisco Xavier Nguyen Van Thuan, falecido em 2002:

Bem-aventurado o político que tem uma alta noção e uma profunda consciência do seu papel.
Bem-aventurado o político de cuja pessoa irradia a credibilidade.
Bem-aventurado o político que trabalha para o bem comum e não para os próprios interesses.
Bem-aventurado o político que permanece fielmente coerente.
Bem-aventurado o político que realiza a unidade.
Bem-aventurado o político que está comprometido na realização duma mudança radical.
Bem-aventurado o político que sabe escutar.
Bem-aventurado o político que não tem medo.[5]

Cada renovação nos cargos eletivos, cada período eleitoral, cada etapa da vida pública constitui uma oportunidade para voltar à fonte e às referências que inspiram a justiça e o direito. Duma coisa temos a certeza: a boa política está ao serviço da paz; respeita e promove os direitos humanos fundamentais, que são igualmente deveres recíprocos, para que se teça um vínculo de confiança e gratidão entre as gerações do presente e as futuras.

4. Os vícios da política

A par das virtudes, não faltam infelizmente os vícios, mesmo na política, devidos quer à inépcia pessoal quer às distorções no meio ambiente e nas instituições. Para todos, está claro que os vícios da vida política tiram credibilidade aos sistemas dentro dos quais ela se realiza, bem como à autoridade, às decisões e à ação das pessoas que se lhe dedicam. Estes vícios, que enfraquecem o ideal duma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social: a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas –, a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da “razão de Estado”, a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo, a recusa a cuidar da Terra, a exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato, o desprezo daqueles que foram forçados ao exílio.

5. A boa política promove a participação dos jovens e a confiança no outro

Quando o exercício do poder político visa apenas salvaguardar os interesses de certos indivíduos privilegiados, o futuro fica comprometido e os jovens podem ser tentados pela desconfiança, por se verem condenados a permanecer à margem da sociedade, sem possibilidades de participar num projeto para o futuro. Pelo contrário, quando a política se traduz, concretamente, no encorajamento dos talentos juvenis e das vocações que requerem a sua realização, a paz propaga-se nas consciências e nos rostos. Torna-se uma confiança dinâmica, que significa «fio-me de ti e creio contigo» na possibilidade de trabalharmos juntos pelo bem comum. Por isso, a política é a favor da paz, se se expressa no reconhecimento dos carismas e capacidades de cada pessoa. “Que há de mais belo que uma mão estendida? Esta foi querida por Deus para dar e receber. Deus não a quis para matar (cf. Gn 4, 1-16) ou fazer sofrer, mas para cuidar e ajudar a viver. Juntamente com o coração e a inteligência, pode, também a mão, tornar-se um instrumento de diálogo”.[6]

Cada um pode contribuir com a própria pedra para a construção da casa comum. A vida política autêntica, que se funda no direito e num diálogo leal entre os sujeitos, renova-se com a convicção de que cada mulher, cada homem e cada geração encerram em si uma promessa que pode irradiar novas energias relacionais, intelectuais, culturais e espirituais. Uma tal confiança nunca é fácil de viver, porque as relações humanas são complexas. Nestes tempos, em particular, vivemos num clima de desconfiança que está enraizada no medo do outro ou do forasteiro, na ansiedade pela perda das próprias vantagens, e manifesta-se também, infelizmente, a nível político mediante atitudes de fechamento ou nacionalismos que colocam em questão aquela fraternidade de que o nosso mundo globalizado tanto precisa. Hoje, mais do que nunca, as nossas sociedades necessitam de “artesãos da paz” que possam ser autênticos mensageiros e testemunhas de Deus Pai, que quer o bem e a felicidade da família humana.

6. Não à guerra nem à estratégia do medo

Cem anos depois do fim da I Guerra Mundial, ao recordarmos os jovens mortos durante aqueles combates e as populações civis dilaceradas, experimentamos – hoje, ainda mais que ontem – a terrível lição das guerras fratricidas, isto é, que a paz não pode jamais reduzir-se ao mero equilíbrio das forças e do medo. Manter o outro sob ameaça significa reduzi-lo ao estado de objeto e negar a sua dignidade. Por esta razão, reiteramos que a escalada em termos de intimidação, bem como a proliferação descontrolada das armas são contrárias à moral e à busca duma verdadeira concórdia. O terror exercido sobre as pessoas mais vulneráveis contribui para o exílio de populações inteiras à procura duma terra de paz. Não são sustentáveis os discursos políticos que tendem a acusar os migrantes de todos os males e a privar os pobres da esperança. Ao contrário, deve-se reafirmar que a paz se baseia no respeito por toda a pessoa, independentemente da sua história, no respeito pelo direito e o bem comum, pela criação que nos foi confiada e pela riqueza moral transmitida pelas gerações passadas.

O nosso pensamento detém-se, ainda e de modo particular, nas crianças que vivem nas zonas atuais de conflito e em todos aqueles que se esforçam por que a sua vida e os seus direitos sejam protegidos. No mundo, uma em cada seis crianças sofre com a violência da guerra ou pelas suas consequências, quando não é requisitada para se tornar, ela própria, soldado ou refém dos grupos armados. O testemunho daqueles que trabalham para defender a dignidade e o respeito das crianças é extremamente precioso para o futuro da humanidade.

7. Um grande projeto de paz

Celebra-se, nestes dias, o septuagésimo aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada após a II Guerra Mundial. A este respeito, recordemos a observação do Papa São João XXIII: “Quando numa pessoa surge a consciência dos próprios direitos, nela nascerá forçosamente a consciência do dever: no titular de direitos, o dever de reclamar esses direitos, como expressão da sua dignidade; nos demais, o dever de reconhecer e respeitar tais direitos”.[7]

Com efeito, a paz é fruto dum grande projeto político, que se baseia na responsabilidade mútua e na interdependência dos seres humanos. Mas é também um desafio que requer ser abraçado dia após dia. A paz é uma conversão do coração e da alma, sendo fácil reconhecer três dimensões indissociáveis desta paz interior e comunitária:
– a paz consigo mesmo, rejeitando a intransigência, a ira e a impaciência e – como aconselhava São Francisco de Sales – cultivando «um pouco de doçura para consigo mesmo», a fim de oferecer «um pouco de doçura aos outros»;
– a paz com o outro: o familiar, o amigo, o estrangeiro, o pobre, o atribulado…, tendo a ousadia do encontro, para ouvir a mensagem que traz consigo;
– a paz com a criação, descobrindo a grandeza do dom de Deus e a parte de responsabilidade que compete a cada um de nós, como habitante deste mundo, cidadão e ator do futuro.

A política da paz, que conhece bem as fragilidades humanas e delas se ocupa, pode sempre inspirar-se ao espírito do Magnificat que Maria, Mãe de Cristo Salvador e Rainha da Paz, canta em nome de todos os homens: A “misericórdia [do Todo-Poderoso] estende-se de geração em geração sobre aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes (…), lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência, para sempre” (Lc 1, 50-55).

Vaticano, 8 de dezembro de 2018.

FRANCISCUS

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[1] Cf. Lc 2, 14: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado».
[2] Cf. Le Porche du mystère de la deuxième vertu (Paris 1986).
[3] Carta ap. Octogesima adveniens (14/V/1971), 46.
[4] Carta enc. Caritas in veritate (29/V/2009), 7.
[5] Cf. «Discurso na Exposição-Encontro “Civitas” de Pádua»: Revista 30giorni (2002-nº 5).
[6] Bento XVI, Discurso às Autoridades do Benim (Cotonou, 19/XI/2011).
[7] Carta enc. Pacem in terris (11/IV/1963), 24 (44).

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