Bruno Costa Ribeiro

ABERTURA DO ANO FAMÍLIA AMORIS LAETITIA MARCA OS CINCO ANOS DA EXORTAÇÃO SOBRE A ALEGRIA DO AMOR

Com a abertura do Ano Família Amoris Laetitia, a Igreja celebra os cinco anos da exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia – sobre a alegria do amor na família. O documento do Papa Francisco é fruto de duas assembleias sinodais sobre a família, uma extraordinária, em 2014, e outra ordinária, em 2015.

Daqui até junho de 2022, quando será concluído o ano convocado pelo Papa, por ocasião do Encontro Mundial das Famílias, em Roma, a ideia é aprofundar o conteúdo do documento, como motivou o Papa: “Estas reflexões serão postas à disposição das comunidades eclesiais e das famílias, para as acompanhar no seu percurso”.

Em entrevista ao Portal Vida e Família, o secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, padre Alexandre Awi Mello, explicou a proposta deste ano especial:

A proposta do ano Família Amoris Laetitia marca os cinco anos do documento que é fruto de dois sínodos que trataram sobre a realidade e a beleza do amor na família, especialmente no mundo atual. A oportunidade que temos é justamente de redescobrir a beleza desse documento, tomar o documento novamente em mãos, lê-lo, descobrir como aplicá-lo da melhor maneira possível nas nossas famílias, nas nossas comunidades, nas nossas dioceses. Esse é o objetivo deste ano, que possamos realmente redescobrir, revalorizar, ler com mais atenção e tirar todas as consequências possíveis desse documento que é fruto de um longo trabalho, uma longa reflexão e, sobretudo, uma ação especial do Espírito Santo para que a família possa ser vista como Deus a vê no mundo de hoje.

Nesta sexta-feira, 19 de março, o prefeito do Dicastério, cardeal Kevin Farrel, disse que ano especial deve ser um tempo para que as famílias não se sintam sozinhas perante as dificuldades. Para ele, existe um convite “ao acompanhamento dos casais e das famílias em crise, ao apoio aos que ficaram sós, às famílias pobres, desagregadas”.

Também ao Portal Vida e Família, o bispo de Camaçari (BA) e ex-presidente da Comissão Vida e Família, dom João Carlos Petrini, que participou do Sìnodo em 2014 por escolha da 52ª Assembleia Geral da CNBB, explicou em artigo vários pontos relevantes da assembleia sinodal, bem como do documento publicado.

Dom Petrini recorda a mudança de atitude da Igreja que, de uma postura moralista, “que se limitava a recordar as normas que orientam o matrimônio cristão, os compromissos recíprocos dos cônjuges, os deveres e as obrigações com os filhos e com os idosos, com pouca sensibilidade para compreender as circunstâncias da cultura e da sociedade que dificultam a compreensão e até impedem a tranquila observância dessas normas”, começou um caminho “mais atento às pessoas, às suas exigências humanas mais profundas, apresentando a Misericórdia do Senhor como ponto para um novo começo, oferecendo novas motivações, razões adequadas para valorizar a família tocada pela graça do matrimônio”.

Dentro desse olhar positivo e realista, está inserida a Amoris Laetitia. Nela, continua dom Petrini, “o Papa Francisco percorre a Palavra de Deus e o Magistério da Igreja para falar da Presença de Cristo, da graça do sacramento do matrimônio, ajudando a resgatar as possibilidades de vencer desafios apostando na beleza da conjugalidade, da paternidade e da maternidade, da condição de filho e assim por diante (Cf. todo o capítulo 3: O olhar de Jesus: a vocação da família)”.

O bispo também pontua que algumas passagens da AL só podem ser compreendidas no horizonte da “Conversão Pastoral”, também presente no Documento de Aparecida (DA 365-370) e na Evangelii Gaudium: “é uma mudança de chave pastoral que nos conduz a uma atitude missionária, de procura ativa e não de espera, bem no estilo da ‘Igreja em saída’”.

Dom Petrini cita o Papa Francisco: “Espero que todas as comunidades se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão. Neste momento, não nos serve uma ‘simples administração’. Constituamo-nos em ‘estado permanente de missão’, em todas as regiões da terra. […] que coloque os agentes pastorais em atitude constante de ‘saída’” (EG 25, 27). E sublinha: “Em Amoris Laetitia, ele dá um passo a mais, pedindo que toda a pastoral da Igreja se coloque em atitude de serviço à família (AL, 200-201)”.

Essa atitude missionária também está somada à sensibilização. Para o casal brasileiro que participou do Sínodo sobre as Famílias em 2014, Arturo e Hermelinda Zamperline, “o maior ganho desta Exortação foi a sensibilização, a conscientização das sombras, dos desafios enfrentados pelas famílias no contexto do mundo atual”.

Além das celebrações eucarísticas na Diocese de Guanhães a Rádio Vida Nova FM, no Programa semanal “Hora da Família”, abordou esse assunto apresentado por Pe Bruno. Você poderá ouvir o programa acessado no link: https://anchor.fm/hora-da-famu00edlia/episodes/Ano-Famlia-Amoris-Laetitia-et40q7?fbclid=IwAR1TntmDrNLHiik2Pdxx2QFbbb7csNN2xo-4szK2CWW2ErRSxD-qQGO3gL4

Fonte: cnbb.org.br

Matriz de Dores de Guanhães (MG) está com novo revestimento interno do altar

Em 23/02/2009, Dores de Guanhães perdera seu patrimônio oitocentista, devido a um grave incêndio que consumiu toda sua estrutura, ficando uma lacuna no coração do seu povo devoto a Nossa Senhora das Dores.

Aos poucos fora sendo erguido sua estrutura física pelo poder municipal, por ter sido um bem tombado. Posteriormente foi inventariado e registrado. Agora em 2021 está sendo finalizada, faltando ainda a conclusão da parte elétrica e instalação dos vidros.

Reside internamente na Matriz um ponto que ficará a cargo da comunidade, a parte celebrativa, que já nasceu com um desafio: conjugar detalhes antigos com normais vigentes da Igreja. Concomitante a isso, diversas pessoas da comunidade criaram a comissão “ SOS MATRIZ”, como forma de buscar os recursos necessários para a obra.

A Diocese de Guanhães, acolheu e direcionou ao melhor intento os anseios do projeto da comunidade Dorense, primeiramente por seu Chanceler Pe. Dilton Maria Pinto e Procurador e Ecônomo Pe. Hermes Firmiano Pedro, que receberam a proposta e encaminharam para visita in loco o nosso Exc. Reven, Bispo Diocesano D. Otacilio Ferreira de Lacerda. Após uma frutífera reunião, apontou o que seria prudente na obra dessa parte celebrativa. Posteriormente fora ratificado pelo Colégio dos Consultores.

O que ficou contemplado na Matriz fora o revestimento interno e bordas do trono da padroeira. O entabuamento inteiriço dele não fora recomendado por experiência não exitosa na Diocese. A durabilidade de alvenaria com madeira é muito relativa, diferente o que ocorria na antiga Matriz em que o altar era todo de madeira, o que proporcionou uma longa durabilidade.

O segundo item a ser realizado serão os arcos, que trazem uma beleza no templo, nas laterais e no centro da igreja. A última etapa será o revestimento no batistério e adjacências, possibilitando adornos que encantarão quando visitantes entrarem na igreja.

A Matriz está revestida de teologia, até mesmo no piso tem uma mensagem para os devotos da padroeira. Uma longa faixa de granito azul começa na porta principal, seguindo todo trajeto da igreja e encontra-se com uma estrela azul, que está justamente no local do altar. Somos convidados a seguir o caminho de Jesus e a não sair dele. Ele nos leva ao local em que emana sua palavra e o pão da vida, sempre estando a serviço como Maria, a Estrela da Evangelização.

Temos a feliz presença de nosso pároco, Exc. Reven. Bispo emérito D. Marcelo Romano que nos está ajudando a acompanhar as obras e em muito contribuirá com sua experiência entre nós.

No dia 17/03/2021 começou o trabalho de revestimento interno do altar e em breve estará concluída essa parte celebrativa, com previsão para três meses. Esse ano a Matriz reviverá entre nós com todo seu esplendor. Salve Maria!

Gilson Mateus Soares
Pesquisador Dorense.

 

NOVAS ORIENTAÇÕES LITÚRGICAS SOBRE A SEMANA SANTA 2021 – DIOCESE DE GUANHÃES DIANTE DA PANDEMIA DO NOVO CORONAVIRUS – COVID-19

“Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef 2,14)

Queridos Padres, Bispo Emérito e Diácono, considerando as Orientações da Sagrada Congregação para a Liturgia, as novas orientações neste tempo de pandemia, repasso estas Orientações:

DOMINGO DE RAMOS

A Comemoração da entrada do Senhor em Jerusalém deve celebrar-se dentro do edifício sagrado sem a tradicional procissão de ramos.

Sugestão Visual:
1. Colocar no portão ou na porta de casa (em lugar bem visível) alguns ramos. Marcar a casa é uma característica do Povo de Deus.
2. Rezar pedindo a graça de bem viver a Semana Santa, ainda que em recolhimento em casa.
3. Participar das Celebrações transmitidas pelas rádios ou pelas redes sociais.

QUINTA-FEIRA SANTA

1 – A Missa do Crisma será celebrada no Tempo da Páscoa. Veremos oportunamente a data e horário e sobre a participação.
2 – Na Missa da Ceia do Senhor, o lava-pés, já facultativo, seja omitido; e no final, seja omitida também a procissão, e quanto ao Santíssimo Sacramento, deve ser conservado no sacrário.

Sugestão Visual:
1. Para este dia, cada família deve colocar um pano branco nas janelas ou portas da casa.
2. Também, se puder, coloque outros símbolos do serviço ligados ao Lava Pés (na Ceia do Senhor): um jarro, uma bacia e uma toalha.
3. Outros elementos que lembram a Ceia do Senhor poderão estar no cantinho de oração dentro de casa: cachos de uvas, trigo, pão e vinho/suco de uva.
4. Na sexta pela manhã, os elementos deverão ser retirados.

SEXTA-FEIRA SANTA – CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

O ato de Adoração à Cruz com o beijo seja limitado apenas ao Presidente da Celebração.

Oração Universal

Obs.: Essa intenção deve ser incluída antes da décima, tornando-se, deste modo, a penúltima, pois a última rezará “Por todos os que sofrem provações”:

IX. Pelos poderes públicos ………..

X. Pelos que padecem a pandemia do Covid-19

Oremos ao Deus da vida, salvação do seu povo, para que sejam consolados os que sofrem com a doença e a morte, provocadas pela pandemia do novo coronavírus; fortalecidos os que heroicamente têm cuidado dos enfermos; e que ninguém fique excluído da vacina.

Reza-se em silêncio.

Depois o sacerdote diz:

Ó Deus, nosso refúgio nas dificuldades, força na fraqueza e consolo nas lágrimas, compadecei-vos do vosso povo que padece sob a pandemia, para que encontre finalmente alívio na vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.

R. Amém.

XI. Por todos os que sofrem provações

Sugestão Visual:
1. Para este dia, deve-se retirar os símbolos do dia anterior;
2. Colocar no portão ou na porta da casa um pano vermelho e uma cruz, símbolos fortes da Sexta-Feira Santa.
3. Lembramos que é um dia obrigatório de jejum e abstinência de carne.

VIGÍLIA PASCAL

O Decreto do Papa diz: “Para o ‘Início da Vigília ou Lucernário’ omite-se o acender do fogo, acende-se o círio e, omitindo a procissão, segue-se o precônio pascal (Exsultet). Segue-se a ‘Liturgia da Palavra’. Para a “Liturgia batismal”, apenas se renovam as promessas batismais (cf. Missal Romano, pág. 288, n. 46). Segue-se a “Liturgia Eucarística”.

Para a Liturgia da Palavra:
Proclame-se pelo menos três do Antigo Testamento (nunca omitir a do Êxodo), mais a Epístola e o Evangelho.

Sugestão Visual:
1. Para este dia, retirar os símbolos do dia anterior;
2. Cada família deve colocar na janela da casa um pano branco e flor;
3. uma vela para cada um segurar acesa na hora da renovação batismal
4. Também, poderão ter uma cruz com pano branco jogado na haste horizontal. Esta cruz e/ou o pano branco poderão ficar expostos no sábado à tarde e ao longo de todo o Domingo de Páscoa.
5. Poderá ter um número maior na equipe – até nove pessoas.

SOBRE AS COLETAS:

COLETA DO DOMINGO DE RAMOS (Campanha da Fraternidade) e DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO (Lugares Santos) serão sugeridas as datas oportunamente

IMPORTANTE:

– Celebrações do Domingo de Ramos, Quinta-feira Santa, Via Sacra dentro da Igreja (se houver), Celebração da Paixão e Morte do Senhor e Vigília Pascal, tenha a presença permitida conforme as orientações já passadas, de acordo com as orientações da Vigilância Sanitária de cada Município.

– Manter sempre a distância de três metros das pessoas dentro da Igreja, tomando cuidado no uso do microfone, sendo aconselhável um microfone para cada pessoa, ou ser purificado com álcool em gel ao passar para o próximo.

Guanhães, 18 de março de 2021.

Em comunhão fraterna e preces,

DOM OTACÍLIO FERREIRA DE LACERDA
BISPO DIOCESANO

 

MENSAGEM PARA O MOMENTO DIFÍCIL QUE VIVEMOS EM TEMPO DE PANDEMIA NA QUARESMA DE 2021

Queridos Padres, Bispo Emérito, Diácono e amado Povo de Deus da Diocese de Guanhães.

“Antes santificai a Cristo, o Senhor, em vossos corações, estando sempre prontos a dar razão da vossa esperança a todo aquele que vo-la pede” (1 Pd 3,15)

Tendo ouvido o Conselho Presbiteral da Diocese sobre o momento que estamos vivendo em nossa Região e em todo o País, em situação pandêmica, pela Covid-19, marcado pelas inúmeras dificuldades, dor, sofrimento e morte de milhares de pessoas;

Considerando o Decreto do Governador do Estado de Minas Gerais, colocando todos os Municípios da Unidade Federativa na onda roxa do plano Minas Consciente, bem como Decreto próprio de cada Município;

Considerando a missão da Igreja de ser promotora e defensora da vida, colocando-a acima de tudo, desde sua concepção até seu declínio natural;

Orientamos para que todas as Paróquias mantenham as portas de seus templos fechadas para as Celebrações, até o dia 04 de abril do corrente ano, ou enquanto se fizer necessário.

As Santas Missas poderão ser celebradas com um número mínimo de pessoas, e transmitidas pelas redes sociais (podendo ser um único cantor, um tocador, um leitor, que poderia fazer também o salmo e uma pessoa para a transmissão), tomando cuidado com o distanciamento de três metros entre as pessoas, com o tempo suficiente para que cada membro da Equipe chegue em suas casas antes das vinte horas.

Todas as demais celebrações ficam suspensas por este período, bem como reuniões e atividades pastorais que exijam a presencialidade.

Quanto ao funcionamento ou não do Escritório Paroquial, considerar as orientações das autoridades competentes do Município.

Na comunhão fraterna, acompanhado de preces e bênçãos, continuemos nosso itinerário quaresmal, tempo favorável de graça, reconciliação e Salvação, preparando-nos para celebrar a alegria da Páscoa do Senhor, renovando assim a fé, revigorando a esperança e inflamando a chama da caridade.

Contemos com a proteção e intercessão do Arcanjo São Miguel, Padroeiro de nossa Diocese, e de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil.

Guanhães, 18 de março de 2021

+DOM OTACILIO FERREIRA DE LACERDA
BISPO DIOCESANO

 

Padre Ivani Rodrigues toma posse na Paróquia São Pedro

A paróquia São Pedro acolheu padre Ivani Ribeiro como pároco no dia 21 de fevereiro de 2021, em missa presidida pelo coordenador da Área Pastoral São João Evangelista, padre Bruno Costa Ribeiro, durante a qual, realizou-se o rito de posse do novo pároco. A cerimônia foi muito bonita e contou com a presença das representações das lideranças comunitárias, pastorais e autoridades locais.

Na homilia, padre Bruno ressaltou que “padre Ivani tomou posse nesta paróquia por desígnio de Deus e que os paroquianos precisam ter empatia com o pároco ao acolhê-lo. Que é preciso ter paciência para que o padre conheça a comunidade e comece agir”.

A cristã leiga Maria Luiza dos Reis Amaral dirigiu palavras de acolhida ao padre Ivani representando todos os paroquianos. Na sequência, representantes de movimentos, grupos e comunidades expuseram cartazes de apresentação ao novo pároco, ao som da música Momento Novo. Os cartazes substituíram os cumprimentos e abraços por causa da pandemia do Covid 19.

Padre Ivani, em seu discurso, dirigiu palavras ao povo de Deus a ele confiado como pastor e ressaltou que Dom Otacilio, bispo diocesano, se fazia presente na pessoa do padre Bruno; expôs suas expectativas e planos para ação pastoral e frisou: “Em tudo, amar e servir”. Ele fez três pedidos ao povo: confiança, amor e respeito. O novo pároco finalizou dizendo: “serei amigo de vocês, sintam-se acolhidos; não tenham medo de aproximar do pastor de vocês. Sou um pouco tímido, sério, mas sintam-se seguros na minha presença.”

Acreditamos que a chegada do Padre Ivani fortalecerá o nosso compromisso e participação na vida de comunidade. Rogamos ao Senhor que o abençoe e proteja em sua nova missão. Pedimos a São Pedro, nosso padroeiro, que foi o primeiro a receber as chaves do Reino, que o inspire em sua missão de abrir portas e caminhos em São Pedro do Suaçuí.

Em sua rede social Padre Bruno deixou a seguinte mensagem:

Ontem, I domingo da quaresma, estive na @Paróquia São Pedro, em São Pedro do Suaçuí /MG, na celebração de posse do novo pároco, Pe Ivani.

Hoje, dia em que celebramos a Festa da CÁTEDRA DE SÃO PEDRO, apóstolo, como vigário forâneo faço votos e prece que este meu irmão de ministério realize um bom trabalho evangelizador junto ao povo a ele confiado.

Peço ao povo da Paróquia São Pedro que ame seu pastor que acaba de chegar: o “amor é prestativo ” ajudem seu pároco nas atividades pastorais que ele pretende e precisa realizar; o amor “não falta com o respeito” sigam as orientações dele; o “amor é paciente” não abandonem a comunidade por qualquer motivo, se lembre que você está ali por causa de Jesus Cristo e o Reino de Deus; o “amor não se irrita” peça a Deus temperança quando parece estar perdendo o controle; o amor “tudo desculpa”, “tudo suporta”. (cf 1Cor 13).

Amem seu pastor que acaba de chegar para que assim “venha sobre vós a paz” do contrário, obedecendo a ordem de Jesus aos que ele enviou para evangelizar: “sacuda o pó dos pés ao saírem dessa cidade ” (cf. Mt 10,13-15).

Enviado por
PASCOM/ Paróquia São Pedro

Felicitações de acolhida do novo vigário de Santa Maria Eterna

Nesse 1º Domingo da Quaresma, no dia 21 de Fevereiro, a Paróquia Santa Maria Eterna encontra-se ainda mais feliz ao receber um amigo e colaborador de longa data como Vigário Paroquial, Padre Luiz Maurício Silva.

Como Deus é prodigioso em tudo o que faz, ao iluminar nosso querido Dom Otacílio que fizesse a transferência pastoral justamente na data de 21 de fevereiro de 2021, na qual nossa comunidade reza à Deus por Seu Servo, Lafayette da Costa Coelho, para que chegue à honra dos Altares. Não por menos, Padre Luiz Maurício, há tempo acolhido na comunidade criou grande afeição e devoção pelo Servo de Deus.

Assim feitas as leituras de ata e provisão, à luz da Sagrada Liturgia, em que a palavra “unidade” se destacava na Palavra de Deus. O que nos leva a refletir sobre a vida do padre, que é por natureza missionária, padre não cria raízes, mas sim pés, para anunciar a Boa Nova ao Povo. Tal qual, Padre Luiz Maurício, que sempre esteve no auxílio pastoral ao Padre Dilton: Celebrando os sacramentos; missas em comunidades, unção dos enfermos, confissões; e também no cotidiano em uma verdadeira amizade e fraternidade presbiteral.

Rezemos a Virgem Santíssima, sob o título de Santa Maria Eterna, que rogue por nossa Paróquia e a São Miguel Arcanjo, patrono de nossa Diocese, para que Padre Luiz Maurício, agora acolhido não só como um hóspede na Casa Paroquial, mas como parte da família paroquial, continue a exercer com alegria seu ministério ordenado.

Enviado por
PASCOM/Paróquia Santa Maria Eterna

 

Eleita nova diretoria da Associação Presbiteral – ASPREMONO

A Assembleia Geral da Associação Presbiteral Monsenhor Nogueira – ASPREMONO – foi realizada no dia 18 de fevereiro de 2021 em São João Evangelista; convocada pelo então presidente Pe Dilton Maria Pinto.

Faz parte da ASPREMONO os membros do clero (presbíteros e diáconos) da diocese de Guanhães que livremente aderem à mesma. A finalidade desta entidade é: fomentar e promover a fraternidade entre os seus membros; favorecer a formação permanente do clero e possibilitar o intercâmbio, a acolhida e o lazer entre os mesmos; promover a solidariedade: assistência médico-hospitalar e financeira.

Esta iniciativa está entre os direitos clérigos que consta no código de direito canônico o qual afirma ser “direito dos clérigos seculares associar-se para finalidades conformes ao estado clerical. Os clérigos seculares dêem importância principalmente às associações que, tendo estatutos aprovados pela autoridade competente, por uma organização de vida adequada e convenientemente aprovada e pela ajuda fraterna, são de estímulo à santidade no exercício do ministério e favorecem à união dos clérigos entre si e com o Bispo.” (cân 278)

Pe Bruno, Pe Salomão, Pe Hermes, Pe André, Pe Eduardo, Pe Adão, Pe Dilton, Pe José Adriano e Pe José Ap. de Pinho (da esquerda para direita)

Pe Bruno, Pe Salomão, Pe Hermes, Pe André, Pe Eduardo, Pe Adão, Pe Dilton, Pe José Adriano e Pe José Ap. de Pinho (da esquerda para direita)

Nesta Assembleia foi eleita a nova Diretoria com mandato para dois anos (2021-2022). Foram eleitos: Pe. Bruno Costa Ribeiro (Presidente) e Pe José Adriano Barboza dos Santos (vice-presidente), Pe. André Luiz Eleutério Lomba (Tesoureiro) e Pe Eduardo Dornelas da Cruz (vice-tesoureiro) e Pe. Salomão Rafael Gomes Neto (secretário) e Pe Dilton Maria Pinto (vice-secretário) e o conselho fiscal Pe Adão Soares de Souza, Pe Hermes Firmiano Pedro, Pe Valter Guedes de Oliveira, Pe José Ap. de Pinho.

Prestamos nossos agradecimentos à Diretoria que encerrou seu mandato: Pe. Dilton Maria Pinto (presidente) e Salomão Rafael Gomes Neto (vice-presidente); Pe José Ap. de Pinho (secretário) e Pe José Adriano Barbosa dos Santos (Vice-secretário); Pe Valter Guedes de Oliveira (tesoureiro) e João Carlos de Sousa (vice-tesoureiro). E aos membros do conselho fiscal Pe. Hermes Firmiano Pedro, Pe. Adão Soares de Souza, Pe. Eduardo Dornelas da Cruz, Pe. Mário Gomes dos Santos, Pe. João Gomes Ferreira

“Ao povo de Deus – disse o presidente eleito, Pe Bruno Costa Ribeiro – recomendamo-nos às suas orações: rezem pela nossa Associação, pois ela almeja ser um instrumento de unidade no seio da nossa Igreja Diocesana”.

Por PASCOM Diocesana

Quaresma: um olhar para si, para Deus e para o outro

O título sugestivo tem a intenção de chamar a atenção para uma discussão polarizada nos palcos da internet, acerca da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 (CFE 2021). Sem entrar nos méritos da discussão acalorada, movida e alimentada por visões ideológicas, é preciso compreender o que é a Campanha e qual a sua importância justamente no Tempo Quaresmal.

A Quaresma é um tempo oportuno e favorável de conversão, tempo de uma revisão de vida, de matar em nós o homem velho para ressuscitar, na Páscoa do Senhor, um homem novo.

Toda espiritualidade quaresmal se baseia na experiência do Êxodo, da saída da escravidão para a libertação plena em Cristo, a vida nova, e nesse caminho, somos convidados a três observâncias: jejum, oração e esmola, que nos ajudarão a olharmos para si, para Deus e para o outro.

Para vivermos realmente a conversão do Tempo Quaresmal, é preciso viver essas observâncias de maneira integral.

Não é saudável apenas um espiritualismo, uma quaresma só de penitência, sem oração, ou sem a caridade. Também só a oração, sem a penitência e a caridade, gera uma espiritualidade apenas vertical, desencarnada, etérea, o que não é uma experiência genuinamente cristã. Uma quaresma com rigorosas penitências e horas de oração, sem a caridade, também não é conversão.

A verdadeira experiência de fé nos leva a uma intimidade com Jesus na oração constante e profunda, e pela penitência nos ajuda a dominar os instintos e a aprender a depender de Deus em sua providência, e tudo isso desemboca na caridade operante, que nos impulsiona a tocar as realidades desse nosso mundo sofrido.

Não é possível se dizer seguidor de Jesus Cristo, Amor encarnado, cerrando os olhos para o sofrimento do outro, num mundo marcado pela violência, pela exclusão, pela pobreza, escravidão e pela indiferença.

A Campanha da fraternidade é justamente um desejo que brota no coração da Igreja no Brasil da vivência concreta e eficaz da observância da caridade, e assim entendida, pode fazer um bem enorme, nos ajudando no processo de conversão.

A Campanha nasceu com Dom Eugênio Sales, figura preclara do episcopado brasileiro, junto a um grupo de padres na Arquidiocese de Natal, depois foi se alargando sendo assumida pela CNBB, tendo como incentivadores bispos nobres, com uma aguçada sensibilidade social, como Dom Hélder.

O desejo da campanha, em sua raiz, é justamente voltar os olhos para os nossos irmãos mais necessitados, e, de maneira concreta, lutar para que tenham vida. A cada ano ela traz um tema de relevância social, e um lema bíblico como inspiração.

Uma coisa é a caridade que podemos fazer dando o pão a um irmão faminto. Tal atitude é de um valor extremo se movido pelos sentimentos de Cristo, no desejo de servi-Lo nos mais pobres.

De igual valor espiritual, e de maior abrangência é a luta pelos direitos dos excluídos, por políticas públicas capazes de combater a situação de miséria, de opressão, e a formação da consciência do povo de Deus quanto a realidade circundante.

O Santo Padre, em sua última encíclica, Fratelli Tutti, que Dom Walmor, presidente da CNBB, sugeriu como documento oportuno junto ao texto-base também para a CFE 2021, desenvolve amplamente, de modo mais contundente nos números 163-169, a caridade social. O Papa Francisco deseja despertar em nós a consciência que “o amor ao próximo é realista e não desperdiça nada que seja necessário para uma transformação da história que beneficie os últimos” (FT, 165)

É bom e justo darmos pão a quem tem fome, mas é igualmente bom e imperioso que perguntemos pelas causas da pobreza. A caridade que se faz ao irmão é importante, mas a caridade que se faz para o bem comum também tem seus méritos, e é esse o intento da Campanha da Fraternidade, aproveitando e unindo forças para o mesmo objetivo.

Nesse ano em que a CFE se propõe ao diálogo, produziu um texto-base pelo CONIC para orientar os desdobramentos e discussões acerca do tema.

Embora possa haver ideias indigestas presentes no texto, encontramos uma riqueza muito maior que são as provocações a um olhar mais acurado para o mundo que nos circunda, com situações que não fazem parte do projeto de Deus, como já citado, a violência, a exclusão, a corrupção, a economia desumana, entre outras.

Podemos, desde que com muito respeito e com bom embasamento, tecer críticas aos pontos que são divergentes da fé católica, de modo que estas, devidamente embasadas, sejam feitas com respeito e ouvidas, já que a CFE se dispõe ao diálogo.
Seria um contratestemunho atacar aqueles que expõem pontos de vista diferentes, fechando-se ao diálogo.

Há alguns exaltados, dum lado e de outro, que dão testemunho da necessidade da conversão ao diálogo dentro da Igreja. É inadmissível a forma belicosa como certos grupos expõem seu ponto de vista, desrespeitando os senhores bispos e a CNBB, tentando boicotar a coleta solidária, que serve justamente para os projetos caritativos tanto da Diocese quanto a nível nacional.

Bradam a reivindicação de uma quaresma como tempo de conversão. Mas um espiritualismo vazio, que é incapaz de olhar com amor as realidades sofridas desse mundo, não tem valor. Quaresma não é só tempo de oração, é tempo de ação também, duma caridade viva e operante, capaz de sofrer com os que sofrem, de sentir com o outro.

Vivamos bem essa quaresma. Rezemos mais e melhor, vivendo um encontro com Jesus na oração. Entrando, pela oração, no Coração de Jesus, vejamos quanta dor sente o Bom Deus pelos seus filhos que padecem nas situações extremas da vida.

Façamos nossas penitências de maneira frutuosa, não pelo gosto da penitência, mas pela via pedagógica da mesma.

Ao abster da carne, lembremos de quantos passam fome, sem o básico para sobrevivência. Ao tirarmos uma refeição, lembremos de quantos reviram latas de lixo procurando algo para satisfazer um pouco da fome.

Ao nos propormos acordar alguns minutos mais cedo, ou tomar banho gelado, lembremos de quantos não tem teto nem acessibilidade a água potável. E que toda essa espiritualidade tão importante desemboque numa caridade operante, fazendo o que está ao nosso alcance, estendendo as mãos para aqueles que precisam de nós, oferecendo nossa presença àqueles que não precisam só de bens materiais, mas da nossa presença fraterna, rezando pela conversão dos pecadores, a começar pela própria conversão, rezando pela unidade dos cristãos em torno da Verdade que é Cristo, presente na Igreja.

Além dessas ações, na medida do possível, lutemos pela promoção social, pelos direitos dos que estão à margem.

É inútil a Campanha da Fraternidade, se a levantamos como bandeira ideológica e esvaziamos o sentido da quaresma. Mas é muito útil, se a consideramos como um braço das observâncias quaresmais, que é a caridade social.

É bom podermos oferecer pão a quem tem fome, melhor ainda é oferecer condições dignas para que não exista entre nós famintos.

Que a Virgem Maria e São José, cujo ano celebramos, nos ajudem a trilhar um caminho de conversão, a voltar o nosso coração todo para Cristo, e, cheios dos seus sentimentos, olharmos afetiva e efetivamente pelos preferidos do Reino, sempre em comunhão com a Santa Mãe Igreja, e em obediência ao trono de Pedro, ocupado hoje pelo Papa Francisco.

Alisson Sandro Anacleto da Silva
Seminarista da Diocese de Guanhães

COMUNICADO: TRANSFERÊNCIAS

 

Comunicação (Faz)
Ao Clero e todo o Povo de Deus da Diocese

Guanhães, 05 de Fevereiro de 2021.

“Para mim o viver é Cristo” (Fl 1,21)

Comunico, depois de me reunir virtualmente com o Conselho de Presbíteros da Diocese de Guanhães, devido à Pandemia da Covid 19, que a partir de 21 de Fevereiro de 2021, faremos as seguintes transferências de padres em nossa Diocese:

O Pe. Ivani Rodrigues sairá da Paróquia Santa Maria Eterna, em Santa Maria do Suaçui – MG e assumirá como Pároco a Paróquia São Pedro, em São Pedro do Suaçui – MG.

O Pe. Luís Maurício Silva sairá da Paróquia São Pedro, em São Pedro do Suaçui – MG para assumir, como Vigário Paroquial, a Paróquia Santa Maria Eterna, em Santa Maria do Suaçui – MG, auxiliando o Pe. Dilton Maria Pinto, Administrador Paroquial.

Que São Miguel Arcanjo e a Virgem Maria nos orientem em nossos trabalhos Pastorais.

Dom OtacIlio Ferreira de Lacerda
Bispo Diocesano

Pe. Dilton Maria Pinto
Chanceler

 

Mística do Natal: um encontro transformador

O ciclo do Natal, que compreende o Advento e o Tempo do Natal, até o batismo do Senhor, é um tempo precioso e pedagógico da liturgia, que nos educa na espera, na alegria do Natal e no caminho a ser trilhado a partir desse encontro maravilhoso com o Emanuel.

O Advento é um caminho de espera. Tal afirmativa tem uma conotação ambígua, já que “espera” tem um tom passivo, enquanto “caminho” nos lembra de movimento. Mas é assim mesmo: o advento é um caminho de atração, Deus nos atrai a Si, o que gera uma rota de conversão, de mudança, de adaptação. Há um duplo advento: primeiro um Deus que virá, é a espera escatológica, celebrada nas primeiras semanas do Advento; a partir do dia 17 de dezembro, início da chamada semana santa do Natal, os olhares litúrgicos se voltam para a primeira vinda, para o Santo Natal propriamente dito. É um caminho didático, que nos aponta para a segunda e definitiva vinda do Senhor a partir da primeira vinda, do seu santo nascimento, nos mostrando que esse Deus que virá é um Deus-amor, próximo, amoroso, e que caminha todos os dias conosco. Temos a tentação de pensar as duas vindas como desconexas, como se o Senhor nos tivesse abandonado e voltaria apenas na parusia. Não! Ele é Deus conosco, que caminha ao nosso lado, que é nosso parceiro.

O Santo Natal é a festa para qual nos preparamos “grávidos” de esperança: Ele veio, é Emanuel. Na fragilidade da manjedoura, nos poucos panos, naquele curralinho, único lugar disponível (Lc 2,7), se manifesta o Verbo encarnado. A providência tudo governa. A santa pobreza da gruta de Belém já revelava a missão do Rei-menino: nascido em Belém, que se traduz por “Casa do Pão”, numa manjedoura, um lugar de comer dos animais, o Pão da Vida (Jo 6,35) entra na história, assume nossa fragilidade, nos assume para nos resgatar. Também a santa pobreza de Belém nos indica quem são os primeiros destinatários da Missão salvífica do Deus encarnado: os pobres, os simples, os humildes, os que estão em alguma situação extrema na vida, não necessariamente apenas material, existencial e moral também. Tudo isso representado pelos pastores (Lc 2,8-20) e pelos magos (Mt 2,1-12), sinais que a mensagem é para todos, mesmo os pagãos, preferencialmente para os pobres, paras os sofridos, para os enfermos (Mc 2,17).

Nos chama atenção as festas que são celebradas imediatamente após o Natal: Santo Estevão, Santos Inocentes e Sagrada Família. Tais celebrações demonstram como o Amor de Deus entra na história humana de uma maneira concreta, de modo que tantos voltaram sua vida para a existência daquele frágil redentor nascido em Belém.

A Epifania, como dito acima, celebra essa Salvação trazida pelo Verbo a todos os povos. A partir disso não há mais que ter a petulância de pensar que Deus é do povo, uma propriedade privada. Antes, o povo é de Deus, e é Ele, pelos seus caminhos, ordinariamente pelo sacramento da Igreja, que salva Seu povo. A Igreja é sua presença sacramental, mas não é a Salvação. É o caminho ordinário deixado pelo próprio Cristo, como entende o Concílio Vaticano II (cf. Lumen Gentium, 8), mas Deus tem os seus caminhos, que nem sempre são conhecidos, para salvar os que são Seus.

O Batismo do Senhor encerra, pois, o ciclo do Natal. Uma celebração belíssima em que, geralmente, renovamos nossas promessas batismais. Jesus, bem sabemos, não tinha pecado. O batismo de João Batista era um batismo de arrependimento e preparação para a vinda do Messias. Contudo, o próprio Messias se faz batizar (Mc 1,7-11). São Máximo de Turim, bispo, vê o batismo de Jesus como primícias (cf. Sermo 100, de Sancta Epiphania). Assim como no deserto a coluna de fogo ia à frente passando pelo mar vermelho, símbolo do nascimento do povo de Deus (Ex 13,21-22), assim Jesus santifica as águas do batismo, como o primeiro, nos indicando o caminho, para nos tornamos filhos no “Filho muito amado” (Mc 1,11).

Há um versículo marcante no Evangelho lido na Epifania que resume toda essa mística do Natal. Os magos, ao se encontrarem com o Menino e oferecerem seus presentes, eles “voltam por outro caminho” (Mt 2,12). Como os magos, também nós encontramos o Menino Deus no Natal. Esse encontro marcante precisa nos empurrar para novos caminhos, ou seja, precisamos, em cada Natal, mudar a nossa vida, nossos caminhos, nossas relações, nossa visão de mundo. O natal precisa iluminar nossa vida cristã, precisa provocar uma mudança de vida, de caminhos. Não podemos passar pelo Ciclo do Natal e voltar, depois de encontrar com o Emanuel, pelos mesmos caminhos da vida velha. O natal é isso: celebra o amor de um Deus que teve a capacidade de assumir nossa fragilidade, de se fazer um de nós. Não podemos ser insensíveis a esse amor. O convite espiritual é esse: viver todos os dias como se fosse advento, num caminho de uma conversão grávida de esperança, para que todos os dias sejam também Natal na nossa existência. É Deus conosco nos nossos caminhos, na nossa vida, na nossa história. É, portanto, essa mística do encontro transformador que deve pautar nossa vida. Começando a transformação nos pequenos gestos da vida cotidiana, fazendo o ordinário de maneira extraordinária, por causa de Cristo.

Alisson Sandro
Seminarista do 2º Ano de Teologia
Paróquia São Miguel e Almas – Diocese de Guanhães

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