Bruno Costa Ribeiro

MÊS DE NOVEMBRO, TEMPO DE CONSCIENTIZAÇÃO DO DÍZIMO NA DIOCESE DE GUANHÃES!

E VOCÊ? …
Hoje acordei, por um momento confuso, chateado, perdido… então, inesperadamente, comecei a me lembrar de um sonho que tive, onde visualizava algumas passagens vividas por mim e que na oportunidade as relato a seguir. Na verdade, eu fazia era um exame de consciência.Estou próximo a com

pletar 53 anos. Nasci, cresci e sempre vivi nesta “terrinha” querida, cidade linda e maravilhosa para se viver. Um dia após meu nascimento, eu já estava sendo batizado, em 18 de abril de 1966. Aqui fiz minha primeira comunhão, crisma, participei de grupos de jovens, na época. Anos depois me casei, tive dois filhos, também batizados e um já fez inclusive a primeira Eucaristia, tudo na Igreja Matriz. Mas, meu exame de consciência dizia que ainda faltavam muitas coisas. Sempre procurei ser um bom cristão, no entanto, faltava algo. Daí, neste breve relato, lembrei-me de que eu nunca havia procurado a secretaria paroquial para saber quanto eu deveria contribuir por todos estes “serviços oferecidos”, desde o meu batizado, até o casamento. E o círculo continua, batizados dos meu filhos, catequese, crisma de sobrinhos até… Sempre encontrei a Matriz de portas abertas (que alguém se encarregou de abri-la), sempre limpa (que alguém limpou), os lustres, arandelas acesas (alguém estava pagando as contas de energia). Ah, a filmagem e as fotografias do meu casamento, meu sogro pagou; os ornamentos da Matriz como castiçais, mesas, bancos, livros, microfones, anjos da guarda, leitores etc.; tudo de graça, sequer fui à secretaria ou procurei o padre para agradecer; mas a festa do casamento e salão de festas! Ah, isso meu sogro pagou e não foi barato!

Como uma paróquia sobrevive e de forma dinâmica ofertando tudo isto? Lembro-me do Informativo Paroquial, onde certo texto dizia o que é oferta, doação e esmola: são ajudas esporádicas que a paróquia recebe para custear estas despesas que, aliás, são muitas. E descobri outra coisa: para a paróquia se manter, todos os padres têm um apelido em comum, “pidão”. Então levantei-me de meu sonho e comecei a redigi-lo, ou o que me lembrava dele. Esse apelido dado aos nossos sacerdotes é simplesmente horrível. Afinal de contas, sou ou não cristão?

Volto ao início de meu relato. Se moro ou estou morando nesta, tenho a obrigação de cuidar da minha Paróquia, que abrange, desde a moradia de meus pastores até a Casa de Nosso Pai. Entendo que essa deveria ser a obrigação do verdadeiro cristão. Por isso, hoje, com muito orgulho de uma Conversão Dizimal de uma forma imensamente feliz, digo que EU E MINHA ESPOSA SOMOS DIZIMISTAS.

Que sejam você e sua família também dizimistas.

 

Assina: Um Claudiense
Pastoral do Dízimo de Guanhães
Enviado por Diácono Edmilson Candido

CNBB divulga nota sobre o segundo turno das eleições 2018

Reunidos entre os dias 23 e 24 de outubro na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), os bispos que integram o Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) da entidade emitiram uma Nota sobre o segundo turno das Eleições 2018. No documento, os bispos reforçam que as eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social. Os bispos exortam a que se deponham as armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Abaixo, a íntegra do documento.

NOTA DA CNBB

Por ocasião do segundo turno das eleições de 2018

Jesus Cristo é a nossa paz! (cf. Ef 2,14)

O Brasil volta às urnas para eleger seu novo presidente e, em alguns Estados e no Distrito Federal, seu governador. Fiel à sua missão evangelizadora, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de seu Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido em Brasília-DF, nos dias 23 e 24 de outubro, vem ratificar sua posição e orientações a respeito deste importante momento para o País.

Eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social. Cabe à população julgar, na liberdade de sua consciência, o projeto que melhor responda aos princípios do bem comum, da dignidade da pessoa humana, do combate à sonegação e à corrupção, do respeito às instituições do Estado democrático de direito e da observância da Constituição Federal.

Na missão de pastores e profetas, nós, bispos católicos, ao assumirmos posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, o fazemos, não por ideologia, mas por exigência do Evangelho que nos manda amar e servir a todos, preferencialmente aos pobres. Por isso, “a Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada” (CNBB – Mensagem ao Povo de Deus – 19 de abril de 2018). Inúmeros são os testemunhos de bispos que, na história do país, se doaram e se doam no serviço da Igreja em favor de uma sociedade democrática, justa e fraterna.

A CNBB reafirma seu compromisso, sobretudo através do diálogo, de colaborar na busca do bem comum com as instituições sociais e aqueles que, respaldados pelo voto popular, forem eleitos para governar o País.

Exortamos a que se deponham armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Toda atitude que incita à divisão, à discriminação, à intolerância e à violência, deve ser superada. Revistamo-nos, portanto, do amor e da reconciliação, e trilhemos o caminho da paz!

Por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, invocamos a bênção de Deus para o povo brasileiro.

Brasília-DF, 24 de outubro de 2018

 

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador
Presidente da CNBB em exercício

Dom Guilherme Antônio Werlang
Bispo de Lajes
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: http://www.cnbb.org.br

DNJ na Diocese de Guanhães

O tema e o lema do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2018 – “Juventude Construindo uma Cultura de Paz” e lema “Disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz, neste mundo vocês terão aflições, contudo tenham coragem, Eu venci o mundo” (Jo 16,33) – estão em consonância com os da Campanha da Fraternidade 2018, “Fraternidade e superação da violência” e o lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8). O DNJ neste ano acontece no dia 21 de outubro em dioceses do pais inteiro.

Em Guanhães o evento aconteceu no pátio da Catedral São Miguel. As atividades começaram às 7h com a acolhida das caravanas, e após um café da manhã, aconteceu a caminhada da juventude às 9h, e Missa na Catedral às 10h.
De acordo com Ivanderson Chander (Pão), Coordenador Diocesano da Pastoral da Juventude, o evento reuniu jovens de vários movimentos e pastorais de nossa Diocese: “Mais uma vez os jovens de nossa Diocese mostrou que brilha, que reza, luta por um mundo mais humano e não se acomoda diante de uma sociedade injusta. Queremos ser protagonista da nossa própria história caminhando com a Igreja. E na certeza que a energia que a juventude tem vem de Deus.”

Após o almoço ocorreram apresentações, show com a banda Gotas do Oceano, momento Mariano às 15h, e o encerramento com o Show da cantora Karol Correa.

História do DNJ

O Dia Nacional da Juventude surgiu em 1985, durante o Ano Internacional da Juventude, promovido pela Organização das Nações Unidas. Estava evidente que a juventude precisava mobilizar-se e construir espaços de participação, para pensar e repensar uma nova sociedade. Todos os anos organiza-se um dia de festa da juventude, sempre com um tema importante a ser debatido e trabalhado com grupos. O DNJ acontece em todo o país todos os anos no último domingo do mês de outubro, exceto nos anos eleitorais, quando a data é alterada, como neste ano.
Confira os temas do DNJ desde sua criação:

1987 – DNJ: Juventude e Participação – Juventude, Presença e Participação.
1988 – DNJ: Juventude, Libertação na Luta do Povo – Mulher, Negro, Índio e Eleições.
1989 – DNJ: Juventude e Educação – Juventude, cadê a Educação?
1990 – DNJ: Juventude e Trabalho – Juventude: do nosso suor, a riqueza de quem?
1991 – DNJ: Juventude e América Latina – Latino-americanos, por que não?
1992 – DNJ: Juventude e Ecologia – Ouça o ECO(logia) da Vida.
1993 – DNJ: Juventude e AIDS – Um grito por solidariedade.
1994 – DNJ: Juventude e Cultura – Nossa cara, Nossa Cultura.
1995 – DNJ: Juventude e Cidadania – Construindo a Vida.
1996 – DNJ: Juventude e Cidadania – Quero ver o novo no poder.
1997 – DNJ: Juventude e Direitos Humanos – A vida floresce quando a Liberdade Acontece.
1998 – DNJ: Juventude e Direitos Humanos – Nas asas da Esperança gestamos a mudança.
1999 – DNJ: Juventude e Dívidas Sociais – Vida em Plenitude, Trabalho pra Juventude.
2000 – DNJ: Juventude e Dívidas Sociais – Jubileu da Terra, um Sopro de Vida.
2001 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Paz, Dom de Deus! Direito da Juventude.
2002 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – A vida se tece de sonhos.
2003 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Lancemos as redes em águas mais profundas.
2004 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – A gente quer fazer valer nosso suor… A gente quer do bom e do melhor.
2005 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Juventude vamos lutar! Chegou a hora do nosso sonho realizar.
2006 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Juventude que ousa sonhar constrói um Brasil popular.
2007 – DNJ: Juventude e Meio Ambiente – É Missão de todos nós. Deus chama: eu quero ouvir a tua voz.
2008 – DNJ: Juventude e os Meios de Comunicação – Queremos pautar as razões de nosso viver.
2009 – DNJ: Contra o extermínio da juventude, na luta pela vida – Juventude em Marcha contra a violência.
2010 – DNJ 25 anos: celebrando a memória e transformando a história – Juventude: muita reza, muita luta, muita festa, em marcha contra a violência.
2011 – DNJ: Juventude e Protagonismo Feminino – Jovens mulheres tecendo relações de vida.
2012 – DNJ: Juventude e Vida – Que vida vale a pena ser vivida?
2013 – DNJ: Juventude e Missão – Jovem: levante-se, seja fermento!
2014 – DNJ: Feitos para ser livres, não escravos.
2015 – DNJ: Juventude construindo uma nova sociedade.
2016 – DNJ: Juventude e nossa Casa Comum – “Vou criar novo céu e nova terra” (Is. 65, 17)
2017 – DNJ: Juventudes em defesa da vida dos Povos e da Mãe-terra – “Os humildes herdarão a terra” (Sl 37,11)

 

Informações: jovensconectados.org.br

 

I Encontro Provincial de reflexão missionária para seminaristas

No dia 20 de outubro de 2018, nas dependências do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus em Diamantina, cidade sede da Província Eclesiástica que abrange quatro dioceses sufragâneas (Almenara, Araçuaí, Guanhães e Teófilo Otoni), foi realizado o 1º Encontro Provincial de reflexão missionária, tendo como um dos objetivos a criação do COMISE Provincial (Conselho Missionário de Seminaristas). Fizeram-se presentes seminaristas de Almenara, Araçuaí, Guanhães e Diamantina e o Padre João Evangelista dos Santos (Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Conceição do Mato Dentro/ MG, da diocese de Guanhães).

O encontro teve início com a Santa Missa às 07:30, presidida pelo Padre Frederico Martins e Silva, Reitor do Seminário Provincial, que acolheu a todos, e, por conseguinte, houve um delicioso e fraternal café da manhã. Prosseguiu-se com uma breve reflexão sobre a Estrutura do COMISE ministrada pelo seminarista Filipe, da diocese de Guanhães. Em sua fala, Filipe destacou a importância da missão na vida do cristão-católico e, mais ainda, do futuro presbítero; salientou o surgimento do COMISE e suas funções.

Dom Darci Jose Nicioli, Arcebispo Metropolitano de Diamantina e Administrador Apostólico da Diocese de Guanhães, acolheu os seminaristas visitantes e destacou a importância da dinâmica missionária para o futuro presbítero. “Precisamos nos inquietar e sair do nosso conforto e ir ao encontro das ovelhas que estão fora das quatro paredes da paróquia”, disse ele.

Padre Frederico destacou alguns elementos importantes da Evangelii Nuntiandi de São Paulo VI que trata sobre o anúncio do Evangelho. Foi um momento de muito aprendizado e de formação missionária. Também fez-se presente Padre Maurílio Vaz da Silva, coordenador do COMIDI (Conselho Missionário Diocesano) na Arquidiocese de Diamantina, que partilhou um pouco da sua experiência missionária ad gentes na África; para os ouvintes, foi um momento de reanimação para assumir a missão.

Após o testemunho missionário do Padre Maurílio, houve uma partilha de experiências missionárias entre os seminaristas, de acordo com a realidade vivenciada em suas respectivas dioceses. Ao findar do diálogo, uma oração e o almoço encerraram o evento. “O 1º Encontro Provincial de reflexão missionária do COMISE para os seminaristas da Província Eclesiástica de Diamantina foi um momento inesquecível e desafiador, pois fomos marcados pelas realidades de cada diocese e o desafio de fazer acontecer em cada igreja particular o mandato de Jesus através dos nossos seminaristas”, afirmou um seminarista.

 Thúlio Gabriel Neris de Souza
Assessor de Comunicação do COMISE de Diamantina

 

Província Eclesiástica de Diamantina realiza estudo sobre o capítulo 8 da ‘Amoris Laetitia’ em Teófilo Otoni

O capítulo oito de “Amoris Laetitia” tem como título “Acompanhar, discernir e integrar a fragilidade” e trata sobre a posição que a Igreja deve ter com relação aos casais em crise e os divorciados em nova união. “O caminho da Igreja é o de não condenar eternamente ninguém; derramar a misericórdia de Deus sobre todas as pessoas que a pedem com coração sincero”, afirma o Papa Francisco no documento.

No parágrafo 299, o papa afirma: “Acolho as considerações de muitos Padres sinodais que quiseram afirmar que os batizados que se divorciaram e voltaram a casar civilmente devem ser mais integrados na comunidade cristã sob as diferentes formas possíveis, evitando toda a ocasião de escândalo”.

E esclarece que “é possível apenas um novo encorajamento a um responsável discernimento pessoal e pastoral dos casos particulares, que deveria reconhecer: uma vez que o grau de responsabilidade não é igual em todos os casos, as consequências ou efeitos de uma norma não devem necessariamente ser sempre os mesmos”.

Sobre este tema é considerado que a Igreja poderia admitir ao sacramento da Reconciliação e da Eucaristia àqueles que se encontram em união não legítima e observem duas condições essenciais: queiram mudar sua situação mas, não podem concretizar o seu desejo. O pontífice afirma no parágrafo 298 “A Igreja reconhece a existência de situações em que o homem e a mulher, por motivos sérios – como, por exemplo, a educação dos filhos – não se podem separar”.

Foi para melhor compreensão deste assunto e aplicação pastoral que – no dia 17 de outubro – o clero da província eclesiástica de Diamantina se reuniu na cidade de Teófilo Otoni MG. Cerca de 120 padres das diocese de Araçuaí, Almenara, Guanhães e Teófilo Otoni estiveram participando do estudo atentos as orientações acerca das uniões estáveis, eucaristia, matrimônio e batismo nos desafios atuais de uma sociedade transformada com as novas uniões civis.

Dom Darci, arcebispo metropolitano de Diamantina e administrador apostólico da diocese de Guanhães, destacou a importância de ir em busca de respostas que contemple os anseios dos fiéis que vivem sob pena de não poderem receber a Eucaristia ou poder fazer parte dos sacramentos que a igreja administra devido a situações irregulares. A proposta é analisar com caridade pastoral a cada caso em particular buscando um diálogo com estas pessoas.

Segundo o arcebispo a partir das orientações do papa estas condições essenciais deverão analisadas com discernimento do pároco local auxiliado por um comitê diocesano especial.

Por fim Pe. Frederico juiz do tribunal Eclesiástico de Diamantina deu as orientações finais sobre o tema, a manhã de estudo do clero finalizou com um almoço para todos os padres participantes do encontro.

 

Pe Bruno Costa Ribeiro

Aprendei de mim e ide…

O missionário é convidado a nutrir uma espiritualidade que surge do coração do próprio Deus. Para tanto, seria edificante partir de uma espiritualidade de baixo, pé no chão (DUFNER; GRÜN, 2014), isto é, quanto mais se percebe as próprias fraquezas e incompreensões, confessando-as, mais perto da graça de Deus o discípulo de Jesus estará, pois assim se torna forte para enfrentar as exigências do reino que não são poucas.

Uma das consequências do mandato missionário de Jesus é particularmente a renúncia de si para acolher aqueles que serão evangelizados. É preciso falar, mas também aprender e encarnar as palavras do divino mestre nas atitudes cotidianas, pois mais do que palavras o mundo carece de testemunho.

Na escola de Jesus, os apóstolos tinham os momentos de catequese particular, mas também coletiva, pois o mestre quis lhes revelar não grandes, mas pequenas e edificantes situações da vida cotidiana. Ao povo, “anunciava-lhes a Palavra por meio de muitas parábolas […], conforme podiam entender; e nada lhes falava a não ser em parábolas. A seus discípulos, porém, explicava tudo em particular” (Mc 4, 33-34). O seguidor de Jesus Cristo deve partir concretamente da realidade, claro! Sem deixar de fazer seus momentos de entrega pessoal e também coletiva, pois o ardor missionário é sustentado pela oração.

Oração esta que nasce da intimidade com o Senhor, pois um missionário se sustenta da eucaristia e da entrega a outrem. Jesus não é um mestre que apenas expõe o conteúdo, mas ensina na prática o que é preciso para se chegar ao outro que também é convidado a ser missionário. Quem anuncia o reino deve entender que nem sempre as coisas irão fluir bem, pois a vinha é grande e, consequentemente o trabalho tende a aumentar cada vez que os batizados não assumem seu dever missionário.Durante a ca

minhada será preciso confessar que não se aprendeu o bastante e que é necessário recomeçar de baixo. Pedro é um dos exemplos desse processo quando entra para a escola do evangelho. Confessou amar o senhor, mas preso a si mesmo não fez a experiência de descer à sua própria miséria humana. Só pela graça de Deus ele confessa o amor a Jesus (Jo 21, 15-18), amor este que implica renuncia de si e entrega verdadeira ao reino. Assim, “também em suas fraquezas, Pedro é representante do discipulado” (KASPER, 2008, p. 39).

Isso significa que há sempre um retorno aos ensinamentos do mestre, pois os seres humanos podem recomeçar sempre. O missionário não é pronto, mas vai se aperfeiçoando ao perfil do mestre. Quando se adere ao projeto dele, nada fica como estava, porém tudo se transforma a partir da sincera adesão e prática do que se experimenta: as incoerências são denunciadas e levam à autentica vivência da fé. A consciência, núcleo secretíssimo e sacrário do homem, segundo o Catecismo Católico (p. 480, art 6º, n.1776) passa a ser decisiva nos atos dos filhos de Deus, impondo-lhes fazer o bem e evitar o mal (CIC, p. 480, art 6º, n. 1777) em diversas situações da vida humana.

Portanto, Jesus chama a cada um de forma verdadeira e pelo nome. Ao aderir a este projeto, a pessoa se transforma, mas não está isenta das situações cotidianas sendo boas ou más. Ser discípulo é reconhecer que deseja estar na graça divina, mas que também é fraco e necessita da misericórdia do Pai para se reerguer após uma queda. Jesus ensina em particular a cada discípulo, pois sabe que deles será cobrado ainda mais. A oração é essencial à vida do discípulo, pois só nela podem surgir vocações sinceras e despojadas que confessem quando preciso suas fraquezas e o desejo de retornar à fonte. Ademais, Pedro é um dos exemplos de acolhida da proposta, de fraqueza diante das exigências cotidianas e de retorno à fonte central que é Jesus.

Que neste mês missionário flua em cada cristão o desejo de acolher cada vez mais a proposta do reino sem deixar de ser humano, confessando suas fraquezas, retornando à fonte e se comprometendo com o Evangelho da Alegria.

Filipe Ferreira Coelho, 1º ano de Teologia.
Diocese de Guanhães.

Professores e professoras: o estresse adquirido em sala de aula

Sabemos a importância do professor na vida de cada um de nós, reconhecemos as “marcas” que podem deixar em nossa vida. Sabemos que seu trabalho não para na sala de aula, mas mesmo assim, vemos o quanto são desvalorizados em sua missão em diversos aspectos.

Vivemos um momento em que muitos valores estão invertidos, onde a formação humana e a educação básica são vistas como “obrigação” da escola e não como um dever familiar. E essa falta de parceria escola/família tem prejudicado nossos professores em sala de aula, pois em muitos momentos precisam parar a aula, a explicação, para solucionar situações de conflitos relacionados à falta de educação, de interesse dos alunos, e até mesmo, algum tipo de atrito físico ou verbal. E quando solicitada a presença dos pais, esses apontam como um dever do professor mediar esses conflitos, sem incomodá-los, e ainda tiram de seus filhos a responsabilidade diante da falta de respeito com a autoridade do professor.

Diante dessa realidade, o desgaste físico e mental é inevitável no dia a dia dos professores que, aos poucos, acabam adoecendo, somatizando e, consequentemente, se afastando da sala de aula.

O estresse e o desgaste emocional passam a prejudicar o desempenho e o envolvimento do professor nas suas tarefas diárias e, com isso, pouco a pouco a qualidade do ensino vai sendo prejudicada e a cobrança sobre a capacidade do professor é posta à prova.

Contudo, nós, enquanto sociedade, precisamos valorizar nossos mestres e ensinar nossas crianças a respeitar o professor, porque ele não é apenas transmissor de conteúdo, mas formador referência para o senso crítico, o respeito mútuo e o desejo de fazer a diferença na sociedade.

O mesmo deve acontecer com os gestores, que precisam caminhar junto com seus professores e fazer com que se sintam fortes o bastante para enfrentar esses desafios e seguros de sua atuação, sendo valorizados, mesmo que tenham recursos limitados para desenvolver sua função.

Não existe motivo isolado para que os professores se estressem com a dinâmica de uma sala de aula, mas sim, uma somatória de situações que fazem com que eles se sintam incapazes, indiferentes, desmotivados, cansados, entre outros sentimentos que talvez seja muito difícil para eles descreverem.

Porém, o que não podemos esquecer é que a educação se constrói com amor, companheirismo, dedicação e, principalmente, valorização. Assim como o aluno precisa de reconhecimento para avançar no processo de ensino e aprendizagem, o professor precisa de motivação para não desistir nunca de sua bela vocação: transmitir conhecimento e formar cidadãos conscientes do seu papel na sociedade.

 

* Aline Tayná de Carvalho Barbosa Rodrigues é Licenciada e Graduada em Psicologia Pós Graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade. Atua como Psicóloga Escolar no Instituto Canção Nova, com crianças do Ensino Fundamental I

Solenidade da VIRGEM DA CONCEIÇÃO APARECIDA titular do Brasil

Para entender nossa Padroeira!

Descrição da imagem, tal como se encontra no interior da Basílica.

A imagem retirada das águas do rio Paraíba em 1717 mede quarenta centímetros de altura e é de terracota, ou seja, argila que após modelada é cozida num forno apropriado. Em estilo seiscentista, como atestado por diversos especialistas que a analisaram, acredita-se que originalmente apresentaria uma policromia, como era costume à época, embora não haja documentação que comprove tal suspeita. A argila utilizada para a confecção da imagem é oriunda da região de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. Quando recolhida pelos pescadores, estava sem a policromia original, devido ao longo período em que esteve submersa nas águas do rio. A cor de canela que apresenta hoje deve-se à exposição secular à fuligem produzida pelas chamas das velas, lamparinas e candeeiros, acesas por seus devotos.

Através de estudos comparativos, a autoria da imagem foi atribuída ao frei Agostinho de Jesus, um monge de São Paulo conhecido por sua habilidade artística na confecção de imagens sacras. Tais características incluem a forma sorridente dos lábios, queixo encravado, flores em relevo no cabelo, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.O motivo pelo qual a imagem se encontrava no fundo do rio Paraíba é que, durante o período colonial, as imagens sacras de terracota eram jogadas em rios ou enterradas quando quebradas.

A imagem foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), em 2012, sendo considerada como patrimônio do Estado de São Paulo.

Nossa Senhora Aparecida é Nossa Senhora da Conceição.

A imagem de terracota encontrada pelos pescadores no Rio Parayba em 1717 tem uma característica peculiar que a define como Nossa Senhora da Conceição: a meia lua debaixo dos pés. Este símbolo tem dois significados profundos: 1. A lua não brilha por si mesma, mas reflete a luz do sol. Na Iconografia cristã, o sol é Jesus Cristo. Por isso, a luz sob os pés de Maria significa que sua luz vem de Jesus e leva a Ele. Pois, se perguntarmos: ‘de onde vem o brilho de Nossa Senhora” a resposta só pode ser uma: ‘de Jesus, seu filho’. 2. A lua brilha no meio da escuridão da noite. A escuridão simboliza a humanidade pecadora e a lua simboliza a pureza e a luz. Significa que Maria, mesmo tendo nascido na humanidade pecadora, foi preservada do pecado pela graça de Deus, ou seja, ela é Imaculada (sem mancha) desde sua concepção no ventre de sua mãe, Santa Ana. Ela é a Imaculada Conceição, ela foi concebida sem o pecado original. Por isso, ela brilha como a lua, refletindo a luz do sol, que é a verdadeira fonte de vida, de luz e de calor.

A serpente sob os pés de Nossa Senhora Aparecida

Embora seja difícil de perceber, a imagem de terracota de Nossa Senhora Aparecida traz também sob os pés da Virgem a imagem de uma serpente. Significa que Maria, sendo ‘Imaculada Conceição’ (Concebida sem pecado) e tendo gerado Jesus Cristo, esmagou a cabeça da serpente, como está escrito no livro do Gênesis. Em Maria começou a vitória sobre o demônio e esta foi concluída pela morte e ressurreição de Jesus.

Os anjos e as nuvens nos pés de Nossa Senhora Aparecida

Ainda nos pés da imagem de Nossa Senhora Aparecida, vemos uma nuvem e um anjinho barroco. Estes dois símbolos nos ensinam que a Virgem Maria está no céu, está na glória de Deus e que lá, junto de seu filho, ela intercede por nós.

As mãos de Nossa Senhora Aparecida

As mãos de Nossa senhora Aparecida unidas na altura do coração simbolizam a oração. Em todas as aparições da Virgem Maria, ela pede oração. Ela mesma, enquanto viveu neste mundo, foi uma mulher de oração. E agora, no céu, não cessa de rezar, intercedendo por todos nós. As mãos de Nossa Senhora Aparecida em gesto de oração nos lembram que ‘quem reza se salva e que não reza se perde’. A oração transforma vidas. E as mãos de Maria unidas na altura do coração nos falam que a oração deve ser feita ‘com o coração’, com sinceridade. E nos falam também que a oração cura o coração.

O manto de Nossa Senhora Aparecida

O manto de Nossa Senhora Aparecida foi ofertado a ela em 1888 pela Princesa Isabel, em sua segunda visita ao Santuário. O manto é rico em significados. A cor azul do manto de Nossa Senhora Aparecida simboliza o céu. Os bordados em dourado que adornam o manto simbolizam a realeza e nos lembram que Nossa Senhora Aparecida é Rainha do Céu e da terra. A bandeira do Brasil bordada no manto, simboliza que ela é a Padroeira do Brasil. A bandeira do Vaticano nos lembra que a Virgem Maria é Mãe da Igreja. As bandeiras do Brasil e do Vaticano unidas, simbolizam que o Brasil é um país católico, sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida.

A coroa de Nossa Senhora Aparecida

 

Juntamente com o manto, a coroa também foi ofertada a Nossa Senhora Aparecida pela Princesa Isabel, na mesma data, em 6 de novembro de 1888. A coroa nos lembra o quinto Mistério Glorioso que rezamos no terço: a coroação de Maria como Rainha do Céu e da terra. Nossa Senhora Aparecida é a Rainha do Céu e da Terra.

Diácono Daniel Bueno Borges.

 

MONGE BENEDITINO, E O ESCULTOR DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA

Frei Agostinho de Jesus (c. 1600-1661) foi um dos primeiros escultores a trabalhar no Brasil.

Possivelmente foi tudo de um discípulo do frei Agostinho da Piedade, trabalhando em estilo semelhante na produção de estatuária sacra em terracota. A maior parte de suas obras foram criadas para as congregações beneditinas do Rio de Janeiro e São Paulo. Das suas obras reconhecidas estão as estátuas em tamanho natural de São Bento e de Santa Escolástica, preservadas no Mosteiro de São Bento, e uma Nossa Senhora da Purificação, no Museu de Arte Sacra de São Paulo.

Nascido no Rio de Janeiro, passou boa parte de sua vida na cidade de Santana do Parnaíba, região onde existia um dos grandes mosteiros beneditinos da Grande São Paulo, onde, segundo estudiosos ele residiu durante a maior parte de sua vida e onde confeccionou a imagem de Nossa Senhora da Conceição em terracota, que, mais tarde fora encontrada nas águas do Rio Paraíba do sul, região de Guaratinguetá, em meados de outubro do ano de 1717, dando início a grande devoção à milagrosa santa “aparecida”, mais tarde conhecida como Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil.

Diácono Daniel Bueno Borges.

Dom Darci orienta sobre a importância do voto para governadores dos estados e do Distrito Federal

Dom Darci: a importância do voto para governadores dos estados e do Distrito Federal

O pleito deste domingo, 7 de outubro, inclui também a eleição para governadores dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. O cenário político para esta escolha está embaralhado em relação às coligações de forças em nível federal. Cada estado tem uma realidade própria que faz com que a escolha de nomes obedeça uma lógica particular na composição de forças eleitorais. O eleitor precisa estar atento: “a política é a forma mais alta de praticar a caridade, como nos recorda Papa Francisco. E a educação política, base necessária para o exercício da cidadania, deve conter uma formação especial que contemple uma sólida conscientização das realidades locais”, diz o presidente da Comissão Episcopal para Comunicação da CNBB, dom Darci José Nicioli.

“Nestas eleições, apesar de todo o enfoque dado ao cargo de presidência da República, é preciso que todo cidadão esteja muito atento ao voto dado ao governador. Trata-se de um cargo de grande importância para a administração de nosso País que é, na verdade, uma República Federativa”, esclarece dom Darci. “se dermos uma olhada em nossa Constituição, vamos perceber com maior clareza que o pacto entre as unidades do País estabelece a divisão do poder e a dinâmica das relações entre as unidades federadas”, continua.

Voto para governador

A CNBB, na última assembleia geral, ocorrida no primeiro semestre deste ano, apresentou uma reflexão sobre as eleições que se tornou uma referência para todos os católicos. Nesse documento, os bispos lembram que “É fundamental, portanto, conhecer e avaliar as propostas e a vida dos candidatos, procurando identificar com clareza os interesses subjacentes a cada candidatura”. E sublinham que “a campanha eleitoral se torna, assim, oportunidade para os candidatos revelarem seu pensamento sobre o Brasil que queremos construir”. Os bispos ainda advertem: “Não merecem ser eleitos ou reeleitos candidatos que se rendem a uma economia que coloca o lucro acima de tudo e não assumem o bem comum como sua meta, nem os que propõem e defendem reformas que atentam contra a vida dos pobres e sua dignidade. São igualmente reprováveis candidaturas motivadas pela busca do foro privilegiado e outras vantagens”.

“Cada eleitor, conhecendo bem a realidade de seu estado, levando em consideração o ensinamento do nosso episcopado precisa fazer um discernimento sério sobre qual candidato merece receber seu voto de confiança”, diz dom Darci. “E, claro, não deve se prender a simpatias meramente afetivas ou votar para ‘pagar’ algum favor recebido. É necessário que se conheça o programa de governo e, se possível, participar de uma discussão sobre as principais necessidades como saúde, educação, segurança, transporte, moradia e trabalho”, prossegue.

“Os bispos, no Brasil, batem sempre na mesma tecla: cuidar dos pobres. Esse tema não é fruto de ideologia ou de simpatia por certos candidatos, mas compromisso que nasce da escuta e da prática do Evangelho de Jesus Cristo”, assegura dom Darci. “Nesse sentido, os bispos pedem que cada eleitor, no seu processo de discernimento sobre o voto considere o lugar que o cuidado com os pobres tem em cada programa apresentado pelos candidatos”, diz dom Darci.

Posição da Igreja

Em cada Igreja Local, os bispos têm uma orientação clara sobre a participação dos leigos na política. A eles cabem uma tarefa muito especial e inclui a apresentação de candidaturas. A CNBB, segundo a Mensagem ao Povo de Deus divulgada na assembleia deste ano, “não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político” e o Direito Canônico não recomenda a participação de padres como candidatos nos pleitos, conforme o cânon 285, no terceiro parágrafo: “Os clérigos são proibidos de assumir cargos públicos, que importem a participação no exercício do poder civil”.

“Bispos e padres, apesar de serem cidadãos e terem também suas escolhas, conservam-se na legítima posição de homens de fé para orientar o rebanho sob a luz do Evangelho. Os leigos, no entanto, devem participar explicitamente do processo eleitoral com todo o compromisso que a consciência lhes impõe. E, nos estados, cada cidadão em particular ou em associações deve se apresentar para o debate político. A nossa fé nos impele a lutar por um mundo mais justo e mais fraterno, um mundo sem corrupção e sem desvios éticos na conduta dos seus governantes. Por isso, o cristão leigo católico pode ajudar muito na discussão pacífica e serena sobre quais candidatos a governadores servem de modo mais efetivo para o Brasil. Peço que todos exerçam o direito e o dever do voto com responsabilidade cidadã e compromisso cristão, afinal, o exercício da sadia política garante que haja escolas hospitais, emprego, segurança e vida digna para todos”, conclui dom Darci.

Fonte: cnbb.org.br

Festa em honra a São Vicente de Paulo em Rio Vermelho

 

Em Rio Vermelho a comunidade celebra a festa em louvor a São Vicente de Paulo, patrono da sociedade São Vicente de Paulo, com missas novena e leilões. Este foi um momento muito importante para a comunidade católica rio-vermelhense e oportunidade de estar junto aos idosos que moram no abrigo que é dirigido pela SSVP.

Durante 9 dias foi rezada a novena cada dia meditando a vida, obra e espiritualidade de São Vicente, também houve benção do Santíssimo Sacramento para os idosos que ali residem.

Um considerável número de pessoas compareceram todas as noites sobretudo nos finais de semana onde também puderam participar do tradicional leilão em prol das obras de caridade, que é o carisma específico de todos os vicentinos idealizado por Antônio Frederico Ozanan e um grupo de companheiros que iniciaram esta “sociedade de vida laical e apostólica” que se originou na França e se espalhou por outros países levando o carisma de seu santo patrono que também foi o inspirador desta obra.

Preocupado em levar a palavra de Deus aos mais humildes São Vicente de Paulo também teve a sensibilidade em alimentar não só espiritualmente mais também materialmente todos aqueles que sofriam nas periferias de Paris em um tempo onde muitas pessoas atravessavam grande fome resultado em uma sociedade injusta e excludente.

O interessante desta bela história é que mais tarde um grupo de fiéis leigos decidem criar e organizar este apostolado leigo seguindo os passos iniciados por São Vicente de Paulo conhecido em todo mundo como amigo dos pobres e desvalidos.

Que neste ano do laicato possamos também cada um de nós cristãos batizados possamos encontrarmos também o nosso lugar e o serviço adequado dentro da igreja seja na evangelização ou na promoção humana integral assim como fez o amigo dos pobres São Vicente de Paulo que continua seu trabalho por meio de milhares de confrades e consorcias espalhados por todo o mundo cumprindo o pedido de Jesus “Daí pão a quem tem fome”.

Diácono Daniel Bueno Borges,

confrade vicentino da conferência Nossa Senhora do Carmo.

 

 

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