Bruno Costa Ribeiro

GESTAÇÃO SACERDOTAL, por Seminarista Gabriel

“Tempo de amadurecimento, de escuta e aprofundamento de nosso
chamado vocacional que não foi isento de algumas dificuldades”

Em fase conclusiva da etapa de formação sacerdotal, qual seja, o discipulado, ainda resta-nos muitas inquietações e, não raras vezes, emergem do próprio nome do curso: o que é filosofia?

O seminário é o ventre da Igreja cuja missão é gerar sacerdotes segundo o coração de Deus. Assim como uma mãe aguarda nove meses para gerar um filho, a Igreja também é uma gestante de vocações. Nesse sentido, Alisson Sandro Anacleto e eu, nos colocamos em estado permanente de oração durante esses quatro anos de gestação sacerdotal.

Principiamos nossa caminhada a partir dos encontros vocacionais promovidos pela Diocese de Guanhães e, em seguida ingressamos no Seminário Propedêutico São José, em Ubaporanga-Mg, mais precisamente, aos 31 de Janeiro de 2016. Terminada a etapa querigmática, iniciamos, no ano seguinte, o discipulado – período que compreende o estudo de filosofia – no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário, em Caratinga-Mg, dando continuidade, até então, no Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus, em Diamantina-Mg.

 

Tempo de amadurecimento, de escuta e aprofundamento de nosso chamado vocacional que não foi isento de algumas dificuldades; seja a saudade da família, as muitas incompreensões do cenário da Igreja, os relacionamentos conflitivos, o anseio de uma verdadeira mudança interior, as cobranças e provas, enfim, tudo contemplado e assimilado aos olhos da fé, como Maria que “guardava todos estes fatos e meditava sobre eles em seu coração” (Lc 2, 19). Não tenho dúvidas que as orações feitas e as recebidas dos fiéis, foram e são, o sustento que nos apoiam mediante aos desafios oriundos da própria caminhada vocacional.

Por outro lado, tem-se momentos marcantes vividos com intensidade: as confraternizações, as ordenações sacerdotais, as conquistas individuais, as amizades feitas, o aprendizado adquirido e tantas outras experiências que de muito servem para nutrir esta centelha do amor de Deus.

Além disso, a capacidade reflexiva adquirida pela dimensão intelectual, no tocante à filosofia, foi de suma importância para a compreensão de si e a do mundo que nos circunda. A tecla mais usada durante esse período é a que corresponde ao sinal de interrogação (?); expressa bem o que é filosofia.

Etimologicamente o termo traduz-se por amor à sabedoria. O Filósofo Aristóteles já dizia que por natureza tendemos ao saber. E, um pouco antes, Sócrates afirmava veementemente que uma vida irrefletida não merece ser vivida. Santo Agostinho afirmava que o intento de sua pesquisa filosófico-teológica era conhecer a si e a Deus. Thomas Hobbes e Rousseau divergiam no tocante à natureza humana; objetivavam saber quem somos e a influência, para bem ou para mal, dos aparatos sociais criados. Immanuel Kant refletia acerca de perguntas básicas: o que posso saber? O que devo fazer? E o que me é permitido esperar?

Toda filosofia se baseia numa certa inquietação existencial humana e na busca de uma resposta para aquietar o espírito. Disso compreendemos que o crucial não seja tanto saber o que foi pensado por muitos filósofos; isso é indispensável! Mas pensar filosoficamente acerca das principais questões a que é submetida a sociedade contemporânea. Não ter medo de fazer e se fazer perguntas é um bom começo do filosofar.

É nesse sentido que podemos afirmar que o próprio conteúdo do curso é de suma importância para também, contribuir na formação sacerdotal. Concomitantemente, é uma bagagem teórica fundamental para tratar de temáticas tão abstratas com as quais lida a teologia. Resta-nos diante desse processo formativo, permitirmo-nos ser gestados para assim sermos filhos sacerdotais cuja maneira de ser seja expressão de nosso parentesco a Deus Pai em cujo Filho, nos configuramos no horizonte da cruz, para, com a força do Espírito, exercer com fidelidade a missão para qual nos preparamos.

 

Gabriel Ferreira Oliveira,
seminarista

AQUI O NATAL TEM DE SER TODO MÊS!

A Campanha da Fraternidade 2019, com o tema Fraternidade e Políticas Públicas e o lema Serás libertado pelo direito e pela justiça (Is 1,27), inspirou padre João Gomes Ferreira, da paróquia São Sebastião, a promover um conjunto de ações solidárias na cidade de Sabinópolis, MG. A ausência do Estado na efetivação de políticas públicas se faz sentir em toda sociedade. Há famílias que não possuem o mínimo básico para alimentarem os filhos e filhas. Falta emprego, remuneração justa, oportunidades de superação da pobreza. Ações desenvolvidas por Igrejas, associações, grupos de amigos, movimentos sociais visam a atingir as famílias carentes onde as políticas públicas não se tornam realidade.

História de solidariedade

Aos 26 de fevereiro de 2019, padre João Gomes reuniu um grupo de pessoas empenhadas na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos de Sabinópolis para lhes fazer uma proposta ousada. O grupo, chamado para coordenar um projeto social, formou a Associação Casa do Amor Solidário São Sebastião. Marileia Queiroz, Tarcizio Mourão, Bernadete Generoso, Maria das Dores da Silva (Dora) se tornaram os coordenadores do projeto Margaridas Solidárias.

No dia 6 de março de 2019, padre João comunicou aos fiéis, durante a Missa, o início da ação solidária, convidando os cristãos católicos a se empenharem na promoção do primeiro gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2019. 11 de abril de 2019 foi um dia marcante para os voluntários das Margaridas Solidárias. Nesse dia ocorreu a primeira doação de cestas básicas às famílias carentes da cidade. No primeiro mês, o projeto recebeu 91 cestas básicas.

A equipe de coordenação – Marileia, Tarcizio, Bernadete e Dora – trabalha para garantir que os produtos doados cheguem às casas das pessoas. O grupo recebe os itens, organiza as entregas, leva até as casas, conversa com os moradores, escuta e avalia as reais necessidades de cada grupo familiar. A coordenação abraça a causa e se envolve totalmente com as ações solidárias. “Dora sempre se dispõe a fazer a distribuição das cestas básicas. A maioria das pesquisas sobre as reais necessidades das famílias é realizada por ela”, ressaltou Marileia Queiroz, uma das coordenadoras do projeto Margaridas Solidárias.

Voluntários e benfeitores

Marileia Queiroz contou que há em Sabinópolis 78 grupos de voluntários. Cada um possui um coordenador responsável pela recepção dos produtos doados por 12 benfeitores. O coordenador, após receber os itens, os entrega na sede da Associação Casa do Amor Solidário São Sebastião. A coordenadora disse que entre os voluntários há advogados, assistentes sociais, servidores públicos, cidadãos que colaboram com outros serviços para o a promoção do bem-estar das famílias empobrecidas. “Entendemos que precisamos espalhar o amor, ensinar a dividir mais, doar mais, ajudar o necessitado naquilo que ele precisa”, afirmou Marileia.

Aproximadamente 936 pessoas se envolvem todos os meses com o projeto, garantindo a entrega de mais 78 cestas básicas. As Margaridas Solidárias são formadas por um coordenador mais 12 doadores. Cada doador se responsabiliza por um produto da cesta básica. “É gratificante realizar o projeto Margaridas Solidárias. Ninguém vem pedir uma cesta básica se não tiver precisando. A gente nota que as pessoas que hoje ajudam, um dia já foram ajudadas por alguém”, disse Marileia. A coordenadora fez questão de destacar que os coordenadores têm o cuidado de entregar às famílias não só alimento, mas itens de higiene pessoal. As cestas são recebidas entre o dia 14 de cada mês e levadas para as casas até o dia 22.

As cestas não são entregues sem acompanhamento. Os coordenadores visitam as famílias para realização de um cadastro. Voluntários entregam as cestas todos os meses na casa das famílias. Existe uma parceria com a Prefeitura Municipal para garantir a entrega das doações. A Secretaria de Assistência Social colabora com informações referentes ao cadastro dos grupos familiares.

A coordenadora narrou várias histórias das Margaridas Solidárias. “Uma pessoa uma vez me pediu uma caixa de leite; ela tem 3 filhos, ganha salário mínimo. Preparamos uma cesta para a família. De lá para cá, ela passou a receber as cestas. Ficamos muito sensibilizados quando notamos que falta comida na casa das pessoas. A cesta ajuda muito. Imagina. A pessoa ainda paga aluguel. A nossa colaboração garante pelo menos o alimento dos filhos”, contou Marileia.

Como promover o bem

“Uma senhora recebia regularmente as cestas. Depois que recebeu o benefício (aposentadoria) agradeceu aos voluntários e hoje não recebe mais”, disse a coordenadora. Segundo Marileia, nas periferias da cidade há muita gente necessitada. Como o número de doações ainda não é suficiente para atender todas as famílias se faz um revezamento na entrega dos donativos. “Para que as cestas possam chegar a mais famílias, precisamos alternar as doações. Ainda não conseguimos atender todas as pessoas”, lamentou.

Marileia faz questão o tempo todo de dizer que padre João foi o idealizador das Margaridas Solidárias. “A comunidade paroquial abraçou o projeto. Nós nos empenhamos para promover o bem regularmente”, afirmou. Ela acredita que as ações do projeto devem ser mais do que doar cestas básicas.

No Natal de 2019, os voluntários querem ampliar o número de cestas. Marileia afirmou que o projeto exige muito dos voluntários. “Caso não haja pessoas disponíveis, o projeto corre risco de acabar. A ideia é fazer o projeto crescer. Esperamos que no Natal, a gente consiga colher 150 cestas. Queremos que as famílias assistidas possam celebrar o Natal”, exclamou.

Marileia espera que para o ano de 2020 outras parcerias sejam firmadas para a realização efetiva do projeto. “Precisamos aumentar os grupos, atingir mais gente, ampliar as Margaridas”, disse. Quando perguntada sobre por que o projeto recebe o nome Margaridas Solidárias, a coordenadora falou sobre a suavidade da flor. “As pétalas, entrelaçadas, representam o amor e a solidariedade. Que     ro ressaltar a perspicácia de padre João em trazer o projeto para a cidade. Padre João acertou o coração de todo mundo. O legado do padre João será o projeto Margaridas Solidárias”, afirmou.

“Não frequentava a Igreja. Comecei a frequentar após uma Missa presidida pelo padre João. Foi passando o tempo, eu me envolvi mais com os eventos da Igreja. De voluntária da Festa de São Sebastião, eu me interessei por essa ação solidária. Todos os meses celebramos uma Missa em Ação de Graças pela ação social voluntária praticada pelas Margaridas”, testemunhou a coordenadora.
No dia 21 de outubro de 2019, a Associação Casa do Amor Solidário realizou um atendimento gratuito, com médico oftalmologista, para 150 pessoas. Marileia faz questão de ressaltar que há irmãos e irmãs evangélicos que fazem parte do projeto. “A ação solidária envolve muitas pessoas e, infelizmente, se manifesta nos lugares onde o Estado está ausente”, denunciou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Luís Carlos Pinto e
Pe Adão Soares de Sousa
Fotos de Marileia Queiroz

A Paróquia São Sebastião promove ação solidária

Para a coordenadora o projeto é da Paróquia São Sebastião. “Ninguém pode se autopromover por meio do projeto. Nós não deixamos isso ocorrer. Temos cuidado de garantir que ninguém se aproprie da causa para benefício próprio”, garante.

No final, em um depoimento forte e real a coordenadora afirmou: “A gente conhece realidades gritantes. Existem casas que a gente pensa assim: Meu Deus, como essas pessoas vivem assim?! Vivem na pobreza extrema. Sem nada para comer. Levando as cestas básicas, levamos vida para as pessoas. Estamos cada vez mais à margem da necessidade do outro. A gente vê famílias enormes, filhos e filhas sem alimento. O Estado se coloca ausente. Uma cesta básica para muitas famílias não contribui para tirá-las da miséria. Muitas famílias só têm os alimentos vindos da ação solidária. Cabe a nós ajudar. Fazer o bem sem olhar a quem”, concluiu Marileia.

Para mais informações sobre o projeto Margaridas Solidárias: Casa do Amor Solidário São Sebastião, Rua Diamantina, 05 – Centro – Sabinópolis – MG, E-mail: paroquiasabinopolis@gmail.com, Telefone: (33) 3423-1369

AÇÃO SOLIDÁRIA EVANGELISTANA

“Gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares pouco importantes, consegue mudanças extraordinárias.” (Provérbio africano). Veja a seguir fotos de um mutirão solidário em São João Evangelista. Nesta ação – promovida por Adenilson Lopes e Breno Costa Ribeiro – evangelistanos, inclusive que moram no exterior, colaboraram para concretização de um sonho de moradia. Esta é uma entre outras realizadas pela população voluntariamente. E faz com que o natal não seja apenas um dia e o espírito fraterno caridoso que paira no ar nesta época do ano perdure todos os dias do ano.

Graças ao bom Deus, essa é uma realidade que em variadas cidades de paróquias de nossa diocese vem acontecendo: alimentação, moradia, entre outros, são oferecidos a quem tem necessidade também nos outros dias do ano.

Por PASCOM Diocesana com informaçoes e fotos de Adenilson Lopes

Ele está pra chegar!

A figura de Maria se faz presente em nossa vida e na vida da igreja. Liturgicamente falando, no tempo do advento e do Natal, ela se torna um personagem que provoca em nós muitas reflexões: Escuta, abertura ao novo, esperança, serviço, saída ao encontro do outro, ser luz na vida de alguém e dar a luz a alguém, acolhimento à Palavra de Deus; “nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens’’; (Jo 1,4). Advento e Natal, tempo com características especiais, levam-nos a revermos nosso compromisso com a vida em todas as circunstâncias. É sim um tempo de esperança durante o qual recordamos as promessas de Deus a respeito da nossa salvação. Deus é fiel e o que Ele promete é cumprido; mas também tempo de revisão: como está sendo meu compromisso com o Deus fiel, o Deus da vida?

Maria, essa figura sensível e forte, dentro da sua simplicidade agiu concretamente ao dizer sim ao Plano de Deus. Tenhamos em mente, não uma jovem que magicamente aparece grávida, mas uma jovem atenta aos apelos do seu tempo, do seu povo, da sua gente. Que não mediu circunstâncias nem quais seriam as dificuldades futuras; disse sim à vida com todas as suas consequências. Na sua presteza, Maria nos ensina o grande segredo do serviço; escuta à Palavra, atenção aos fatos, à realidade e atitude de saída ao encontro do outro. Ser portador de Jesus é estar atento a todos esses fatos. Se queremos ser “cristãos”, somos chamados a trazer para realidade à nossa volta sinais de esperança, de atenção, de escuta dos apelos que clamam por vida tanto humana quanto ecológica. Viver o Natal é estar em harmonia com toda natureza, assim nos ensinou Francisco de Assis quando montou o primeiro presépio e nele incluiu os elementos da natureza e os animais.

Que, ao prepararmos nosso presépio, tenhamos em mente uma ecologia integral, onde tudo e todos estejam voltados para Ele, com Ele e por Ele, o grande presente esperado e celebrado por toda a humanidade. E que não faltem em nossa lista de presentes, intensa caridade e solidariedade para com os pobres, doentes e todos que sofrem. Que eles se sintam presenteados e lembrados por Deus por meio de nossa fraternidade; assim criamos um clima para o Natal; Com Maria e José caminhemos rumo a Belém, nossa casa do Pão, da fraternidade universal.

Feliz Natal a todos e um 2020 repleto de fraternidade!

Maria Madalena dos Santos Pires
Equipe de articulação CNLB/ Guanhães

Editorial: Jesus, que foi menino!

A poetisa mineira, Adélia Prado, assim descreve o natal: “Que noite bonita é esta em que a vida fica mansa, em que tudo vira festa e o mundo inteiro descansa? Esta é uma noite encantada, nunca assim aconteceu, os galos todos saudando: o Menino Jesus Nasceu!

A realidade é que aquele doce e pobre menino ali representado num berço de palhas ficou adulto, disse verdades que sacudiram a História e o resultado disso todos nós sabemos. Não existe mais o Menino Jesus. Por isso falemos, não do “Menino Jesus”, mas do “Jesus que foi menino”.

Ele veio e voltará! É por isso que a liturgia faz muita referência ao “fim dos tempos”, ocasião em que o messias voltará e por isso devemos estar atentos, despertados como o galo na aurora.
Aliás, a tradicional “missa do galo” – que se celebra à meia-noite entre os dias 24 e 25 de dezembro – aguça nossa curiosidade: afinal o que tem a ver o Galo com o nascimento de Jesus? Numa rápida pesquisa encontraremos que foi instituída pelo Papa São Telésforo no ano 143.

O galo é aquele que anuncia um novo dia; daí, a meu ver, o sentido da missa do galo simboliza o nascer do sol – solis invictus – e de um novo dia, que é o próprio Jesus Cristo. Sendo assim, o galo representa o testemunho cristão, preparado para a vinda do Senhor, para quando o senhor voltar, pois ainda ele chegue durante a alta noite ou ao raiar do dia, “bem-aventurados os servos que o senhor encontrar preparados” (Lc 12,37).

A missa do galo nos fala da virtude da vigilância, ou seja, daquela disposição constante e firme para permanecermos acordados à espera de Nosso Senhor, que há de voltar a esta terra e deseja encontrar nossos corações preparados para a sua gloriosa vinda.

Vale aqui a exortação de Paulo aos celebrantes do Natal: “desperta, tu que dormes, e Cristo te iluminará” (Ef 5,14); acordando-nos, assim, deste “sono” espiritual, Cristo nos chama à verdadeira vigilância.

Mas atenção para não cairmos nas armadilhas das mazelas do consumismo que o natal pagão nos envolve: é o natal dos muitos presentes, das comilanças, da bebedeira, da árvore de natal repleta de presentes e neste país tropical – em pleno verão – alguém estará usando roupa de papai Noel.

Conforme padre Zezinho, “tudo seria bem melhor se o natal não fosse um dia” e o espírito fraterno caridoso que paira no ar nessa época do ano perdurasse todos os dias do ano. Graças ao bom Deus, essa é uma realidade que, em variadas paróquias de nossa diocese, vem acontecendo: alimentação, moradia, entre outros, são oferecidos a quem tem necessidade também durante todo o ano.

Desejo a você uma boa leitura, Feliz Natal e um abençoado ano Novo. Seguiremos juntos, formando e informando o povo de Deus com essa forma de comunicação que se tornou um órgão oficial que, a partir de 1997, publica os atos oficiais e a vida diocesana.

Pe Bruno Costa Ribeiro,
no Editorial da Folha Diocesana, Dez/2019
Foto do presépio na Matriz de São Sebastião do Maranhão/MG

Semana Vocacional

Diamantina, 29 de novembro de 2019

Caríssimos jovens da Arquidiocese de Diamantina e Diocese de Guanhães

Na primeira semana do mês de dezembro, dos dias 3 ao 8, estaremos promovendo a semana vocacional, tempo este de discernimento e oração, com o qual pretendemos ajudá-los a descobrir a que vocação o Senhor os chama. Queremos ainda ressaltar a importância da resposta de cada um de vocês, já que todos somos chamados aos ministérios da igreja e esta carece de vocações religiosas e leigas. Animados pela esperança na bondade de Deus é que nos dirigimos a vocês como vocacionados à santidade, mas que são chamados a uma consagração total a Deus.

Na caminhada rumo ao sacerdócio, somos enriquecidos por muitas experiências nas mais diversas ocasiões que nos são propostas, uma delas é a missão e sendo missionários podemos perceber claramente a presença de Deus no convívio efetivo com os irmãos, sua ação mostra-nos claramente o cumprimento da promessa de que apesar das perseguições e dificuldades, nós receberemos c em vezes mais tudo aquilo que abandonamos para servi-lo.

Então meus irmãos, não tenham medo de responder a esse chamado de amor, respondamos assim como a Virgem Maria respondeu ao desígnio do Pai: Fiat Voluntas tua!

E no seio da igreja que agora espera ansiosa a doação da vida de cada um, nós os desejamos perseverança e que o serviço à igreja seja sempre “Sit Amoris officium.”

Desde já rezamos por vocês e pedimos também as vossas orações pelo nosso seminário, agradecemos na oportunidade a disponibilidade de cada um.

A graça e a paz de Deus, que nos anima e nos faz perseverar nas tribulações estejam sempre conosco!

Dyulio Araujo e Wederson Willian

 

Rezar e trabalhar pela paz diante de ataques contra locais sagrados, pedem bispos

“Em resposta às situações de grande violência e ataques a pessoas e lugares sagrados em diferentes países da região da América Latina e Caribe, convidamos todos os fiéis católicos e todos aqueles que acreditam em Deus a se unirem a nós em oração para que cessem estes abusos, os confrontos entre irmãos e as liberdades religiosas sejam respeitadas”. Esse é o apelo lançado pelo Secretário-Geral da Conferência Episcopal do Paraguai, Dom Amancio Benítez, bispo de Benjamín Aceval, em uma mensagem onde convida “a rezar e trabalhar pela paz “.

No texto enviado à Agência Fides, é citada a primeira carta de São Paulo a Timóteo (2,1-2), na qual o Apóstolo recomenda fazer “súplicas, orações e ações de graça por todos os homens, pelo rei e por todos” que estão no poder, para que possamos passar uma vida calma e pacífica com toda compaixão e dignidade”.

Neste sentido, Dom Benítez recorda que “a paz é um presente de Deus e, ao mesmo tempo, nossa missão”, exortando a pedir ao “Príncipe da Paz que nos a dê e incentivar todos os filhos de Deus a trabalhar por ela”.

A mensagem recorda as palavras de Dom Héctor Miguel Cabrejos Vidarte, OFM, Presidente do Conselho Episcopal da América Latina (CELAM), diante da grave situação vivida no Chile e em muitos países da América Latina: “a Igreja peregrina na América Latina e no Caribe é um corpo, quando uma parte do corpo sofre, toda a Igreja sofre, compartilha sua dor, mas também sua esperança”. Por isso é necessário insistir na necessidade de” buscar a paz por meio do diálogo, com participação de todos os protagonistas e instituições, para encontrar soluções reais orientadas para o bem comum”.

O secretário-geral da Conferência Episcopal do Paraguai conclui seu apelo invocando nosso Senhor Jesus Cristo, para que, com a intercessão da Virgem Maria, ajude “a nos fortalecermos na oração e a encontrar soluções para viver em paz em nossas nações”, e recomenda aos sacerdotes a usarem a forma da “Missa pela paz e justiça” do Missal Romano. Veja a seguir, fotos da internet sobre o Chile que, nos tumultos, teve atacadas várias igrejas.

Por Agência Fides

Segunda reunião do clero de Guanhães com Dom Otacilio

Uma segunda reunião do clero de Guanhães com Dom Otacilio foi realizada no salão da Catedral, no dia 19/11, após a oração das laudes. O objetivo principal foi concluir a agenda diocesana de 2020.

Entre os assuntos tratados ficou decidido que a celebração na catedral, dia 04 de fevereiro de 2020, marcará a abertura solene do Ano pastoral, proposta apresentada por Padre Dilton, coordenador de pastoral. E ainda, que o DNJ 2020 será realizado na paróquia São José de Paulistas, conforme a data prevista: 25 de Outubro.

Padre Salomão apresentou a proposta da “missão dos presbíteros do Regional Leste 2”. Serão aproximadamente 32 padres, pois se trata de representantes de cada diocese do regional, no período de 18 – 23 de agosto de 2020. Ainda não foi definido qual paróquia da diocese de Guanhães foi contemplada.

Foi tratado sobre a importância da coleta da evangelização, promovida em todo o Brasil no terceiro domingo do Advento. Neste ano, dias 14 e 15 de dezembro. As contribuições são essenciais para que dioceses, especialmente, as mais pobres consigam realizar as ações pastorais de evangelização.

Dom Otacilio cita o texto do padre Patriky Samuel Batista, presbítero da diocese de Luz e secretário-exeuctivo de Campanhas da CNBB. Segundo ele os recursos arrecadados são distribuídos da seguinte maneira: 45% dos recursos ficam na própria diocese; 20% vão para o Regional da CNBB para as iniciativas evangelizadoras, como as atividades de formação e 35% se destinam à CNBB nacional que é usado para a manutenção da instituição e também o financiamento de ações pastorais.

Dom Otacílio insiste que esta coleta seja “bem feita” e desperte para a corresponsabilidade pelo sustento das atividades pastorais da Igreja. É essa a finalidade, custear os trabalhos diocesanos de pastorais, seja com catequese, presbíteros e outros.

Padre Patrick também irá assessorar a formação sobre as diretrizes e ação pastoral nos dias 04 e 05 de fevereiro de 2020 cuja  finalidade é a VI Assembleia Diocesana de Guanhães. Dom Otacilio lembra que é data uma tanto quanto inviável para alguns leigos, no entanto será disponibilizada em vídeo nas redes sociais da diocese e transmissão ao vivo.

Dom Otacilio pediu uma partilha sobre o que as paróquias fizeram no 3º dia mundial dos pobres: em Peçanha houve arrecadação de alimento em todas as comunidades para famílias carentes, preces e orações durante as missas também foram realizadas na maioria das paróquias; em São Sebastião do Maranhão também foi abordado sobre a dimensão caritativa ( social) do dízimo já que estamos no mês da conscientização sobre o dízimo; a paróquia São Miguel através dos Vicentinos e Pastoral do dízimo  convidaram famílias carentes – buscaram e levaram, já que muitas moram distantes da sede – para participarem do café comemorativo do aniversário de nosso bispo, dom Otacilio que coincidiu com o dia mundial dos pobres.

O estudo sobre a CF 2020 será dia 30/11 com Pe. José Antônio e cada paróquia deverá enviar 4 leigos. Padre Dilton continuará repassando o calendário diocesano realizando os devidos reparos.

Cavalgada em homenagem ao Servo de Deus Cônego Lafayette de 2019

 

A Cavalgada do Servo de Deus é realizada todo ano por ocasião do dia 10 de novembro, data de seu nascimento e essa é a 28ª edição. O Vice Postulador da Causa de Beatificação do Servo de Deus Lafayette da Costa Coelho – padre Dilton Maria Pinto – nos relata alguns dados biográficos e informações sobre o processo de beatificação do homenageado nessa cavalgada:

O Servo de Deus nasceu na cidade do Serro – MG aos 10 de novembro de 1886. Ingressou-se no Seminário da Arquidiocese de Diamantina vindo a se ordenar padre no dia 15 de abril de 1917. Após sua ordenação foi enviado à Paróquia Santa Maria Eterna, em Santa Maria do Suaçuí, como pároco, permanecendo em Santa Maria do Suaçuí por 44 anos quando fez a sua Páscoa para a casa do Pai, mais precisamente aos 21 de setembro de 1961. O Servo de Deus era um homem de grande espiritualidade destacando-se sobretudo pelo Jejum, Oração e grande amor ao próximo. Acolhia a todos sem distinção e não media esforços para atender aos doentes levando a eles o viático, seja na cidade ou nas longínquas comunidades rurais onde ia montado em sua mula. A sua fama de santidade não veio após a sua morte pois em vida todos que acorriam a ele pedindo uma bênção ou oração por alguém da família que se encontrava enfermo, atestam que em muitos desses casos obtiveram curas que fugiriam à capacidade intelectiva dessas pessoas de compreender como a cura acontecia. Após a sua morte a devoção ao servo de Deus foi crescendo e extrapolando os muros da cidade de Santa Maria do Suaçuí. Hoje, em vários Estados da Federação, encontramos devotos que vêm à Santa Maria do Suaçuí por ocasião das celebrações de seu aniversário de morte para agradecer ou pedir mais bênçãos e graças. Em 2001 deu-se início ao processo de beatificação (fase diocesana) que foi aceito por Roma dando o Nihil obstat. Assim foi criada a comissão diocesana para dar continuidade ao processo. Hoje, o processo está tramitando em Roma com a Positio quase concluída. Ao final desta, o servo de Deus pode ser declarado venerável. Daí surgindo um milagre que seja atribuído à intercessão do servo de Deus, devidamente comprovado com documentação médica e outros e por peritos no assunto, sendo aceito pelo Vaticano, o venerável será declarado Beato e assim se segue pois surgindo um segundo milagre, o Santo Papa o declara Santo. Eu estou como vice Postulador da causa do Servo de Deus Lafayette da Costa Coelho tendo como Postulador o Dr. Paolo Vilotta que cuida do processo em Roma.

Lembramos, também, as comemorações em honra ao servo de Deus Lafayette da Costa Coelho ocorridas no período de 12 a 21 de setembro. Segundo Maria Gorete Barreiros Soares (Turismo Religioso) em seu texto ao responder a Folha Diocesana a cidade ficou repleta de devotos e incontáveis fiéis de várias regiões do país e do mundo inteiro puderam, em tempo real, assistir às celebrações da novena e missas pelas redes sociais sendo que no dia 21 deste estima-se que 35.000 fiéis estiveram presentes às missas e elevaram suas orações a Deus, agradecendo as inúmeras graças recebidas pela intercessão do amado e saudoso sacerdote. Com muita piedade, a multidão pediu ao Senhor que eleve o Servo de Deus Lafayette da Costa Coelho à honra dos altares.

Neste ano – continua Maria Gorete Barreiros Soares – a comunidade suaçuiense contou com a cobertura da rede de TV Canção e Nova, a Rádio Vida FM de Santa Maria do Suaçuí, a Rádio River FM de Rio Vermelho e, em especial, ao vivo, com as transmissões do canal de You Tube Belezas de Minas. Aliás, as reportagens feitas pela TV Canção Nova poderão ser vistas no Canal You Tube da emissora, reportagens veiculadas nos dias 18, 19 e 20 de setembro.

A pequena Santa Maria do Suaçuí – afirma a responsável Turismo Religioso – se torna gigante e acolhe de braços abertos os devotos do maior exemplo de homem santo do centro nordeste mineiro que viveu sua grande fé em Jesus Cristo: O Servo de Deus Lafayette da Costa Coelho!

 

 

 

 

 

 

 

Editado pela PASCOM Diocesana

 

 

Devemos devolver o Dízimo do Décimo Terceiro Salário?

Alguns dizem que a arrecadação da Igreja se mantém a mesma, ainda que a maioria receba mais. E em janeiro e fevereiro, a arrecadação até cai, pois é uma época de muitos gastos. A Bíblia nos orienta: “trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o senhor”. Malaquias 3,10. Estamos em Outubro, mas já tem muita gente fazendo planos e contando com o tão sonhado décimo terceiro. Para algumas pessoas, a primeira parcela começa a ser depositada em novembro… Então fica este questionamento: Devemos devolver o Dízimo do Décimo Terceiro Salário?

Tudo que recebemos é graça de Deus, inclusive o Décimo Terceiro… Dízimo não é sistema jurídico, não se baseia no processo de como o Trabalhador o recebe. Há em Gênesis 28,20-22; Malaquias 3, 5-12; 2 Coríntios 9,6-12 são exemplos que nos ajudam a entender sobre a generosidade da entrega de tudo quanto recebemos.

Por que Deus disse “fazei prova de mim”? Todo o Livro de Malaquias tem como pano de fundo a infidelidade do Povo de Israel a Deus. Desde as lideranças religiosas até o povo comum havia muita infidelidade e isso é combatido por Deus. No Livro do Profeta Malaquias (Ml 3,6-12) há uma reprovação de Deus quanto à infidelidade do povo no Dízimo e Ofertas, revelando um povo egoísta e que não estava observando com retidão as Leis de Deus.

Deste modo, Deus usa ali palavras duras, chamando o povo de ladrões (Malaquias 3,8). Deus deixa claro que a atitude do povo trazia sobre si as maldições descritas na aliança (Malaquias 3,9). Essa é a parte da repreensão que chamamos de “negativa”.

Na parte “positiva” da repreensão, Deus diz: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Malaquias 3,10). Logo de início, a ordem “trazei todos os dízimos” relembra o povo de sua obrigação dentro da Aliança feita com Deus. Essa obrigação de obedecer não era uma obrigação unilateral, ou seja, onde as pessoas tinham que obedecer e não recebiam nada em troca. Antes, existia também um compromisso do próprio Deus em abençoar o povo se ele fosse obediente.

Fazei prova de mim é um incentivo à obediência. Deus continua e manda o povo: “fazei prova de mim”. Muitos entendem de forma errada esse trecho. Deus não está aqui dando poder ao homem de aplicar provações ao próprio Deus. O que Deus está fazendo aqui é chamando o Seu povo a desafiar, a testar a Sua fidelidade.

Em outras palavras, Deus está dizendo algo como “experimentem ser obedientes e verão como derramo grandiosas bênçãos sobre suas vidas”. Deus não precisa provar a Sua fidelidade, pois n’Ele habita toda a justiça, mas aqui Ele dá essa abertura para que as pessoas, cegas pela desobediência, viessem a obedecer e verificassem a grandeza das bênçãos do Pai sendo derramadas em suas vidas.

Geralmente a palavra provação é usada na Bíblia relacionada a Deus aplicando testes na vida das pessoas com objetivos de abençoá-las. Mas aqui em Malaquias, Deus diz “fazei prova de mim”, ou seja, Ele inverte o que estamos acostumados e nos dá a abertura de fazermos um “teste” com Ele, ou seja, o teste de sermos obedientes e verificarmos as bênçãos sem medida que serão derramadas. A expressão usada é “abrir as janelas dos céus e derramar bênçãos sem medida”. Se o povo fosse obediente, seria enriquecido com bênçãos imagináveis vindas diretamente das mãos do próprio Deus!

Concluindo, não há dúvida de que também devemos devolver o Dízimo do Décimo Terceiro ou de qualquer outra forma de renda que proceda de nosso trabalho, pois tudo é graça de Deus.

Sendo assim, é importante que cada dizimista reflita em seu coração, diante de Deus, sobre a graça de devolver o Dízimo do Décimo Terceiro, até porque no final do ano é que nossas Comunidades Paroquias e Diocese mais têm gastos, ou seja,“Investimentos Dobrados”, como: Décimo Terceiro dos Funcionários, Seguro dos Veículos e Planejamentos para todo o Ano.

Que São Miguel e Nossa Senhora Aparecida intercedam por você e sua Família, derramando Bênçãos Copiosas dos Céus. Juntos, somos mais!

Pastoral Diocesana do Dízimo e Partilha

Diác. Edmilson Henrique Cândido
Assessor Diocesano da Pastoral do Dízimo e Partilha

III Encontro Vocacional no Seminário Provincial em Diamantina

“Aquele que vos chamou é fiel; é ele quem agirá” (1Ts 5,24)
Louvado seja Nosso Senhor Jesus! Para sempre seja louvado!

Irmãos e irmãs em Cristo, Paz e Bem!

Aconteceu no final de semana, 25 a 27 de outubro, o III Encontro Vocacional no Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus, em Diamantina (MG), deste ano de 2019, no qual tivemos a graça de acolher vinte e dois jovens que se dispuseram a fazer o discernimento vocacional. Destacando que tivemos a presença dos vocacionados da Arquidiocese de Diamantina e da Diocese de Guanhães.

Foi um encontro muito rico, com vários momentos propícios para o amadurecimento na fé, acompanhados de uma ímpar oportunidade de reflexão de vida e de vocação. Contudo, enfatizou-se a importância da oração, para se obter uma resposta tenaz do chamado que é feito a todos; pois “as vocações nascem na oração e da oração. E só na oração podem perseverar e dar fruto” (Papa Francisco). Levando-os, por assim dizer, a entender que somente na oração conseguimos “sonhar os sonhos que Deus sonha para nós”, e este feito só é possível na intimidade com Nosso Senhor.

Segue-se, pois, os vocacionados da diocese de Guanhães: Yan Ricardo, Evanilton Santos e Alvim Santos da paróquia São João (São João Evangelista); Jarbas Oliveira, da paróquia Nossa Senhora do Pilar (Morro do Pilar); Sílvio Sousa e Fabrício Rodrigues da paróquia Nossa Senhora da Conceição (Conceição do Mato Dentro); Abel Mourão, da paróquia São Sebastião (Sabinópolis) e Guilherme Acácio da paróquia São José (São José do Jacuri).

Neste intuito, agradeçamos a Deus pela vida dos vocacionados que, sentido o chamado, esforçam-se e dedicam suas vidas à missão de anunciar Jesus Cristo até os “confins da terra” (Cf. At 1,8). Destarte, continuemos a pedir ao Bom Pastor, bons e, acima de tudo, santos operários, para que não se perca nenhuma ovelha do rebanho do Pastor por Excelência, Cristo Jesus.

Sem mais, a todos, minhas fraternas saudações. Peço-vos: rezem por nós, para que sejamos verdadeiros discípulos, seguidores e continuadores da obra redentora de Cristo.

Thiago Dione Vileforte, Seminarista
do 2° ano da configuração (teologia).

na foto estão os seminaristas Tiago de túnica, Rafael e vocacionados ao fundo

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