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Diocese de Guanhães celebra o DNJ 2024 com tema “Juventudes na Cultura do Encontro”

Neste domingo, 20 de outubro de 2024, a Diocese de Guanhães viveu um momento de fé e união durante o Dia Nacional da Juventude (DNJ), celebrado na Catedral São Miguel. O evento reuniu centenas de jovens de diversas paróquias da diocese sob o tema “Juventudes na Cultura do Encontro” e o lema “O diálogo nos aproxima e nos ajuda na construção de um mundo novo”. A inspiração bíblica foi retirada do livro de Rute (Rt 1, 16): “Aonde quer que permaneças, permanecerei contigo”.

A programação do dia começou com a Santa Missa às 9h, presidida por Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, bispo da Diocese de Guanhães. Em sua homilia, Dom Otacilio destacou a importância do diálogo e da fraternidade, especialmente entre os jovens, enfatizando que devemos “derrubar os muros e construir pontes”. O bispo fez o convite aos jovens para assumirem sua vocação, reforçando que o futuro da Igreja é a juventude.

Os participantes, provenientes de diferentes paróquias e comunidades da diocese, vivenciaram momentos de espiritualidade, convivência e partilha, reafirmando seu compromisso com a promoção do bem comum e a construção de um “mundo novo”, pautado pelos valores do Evangelho.

O DNJ 2024 na Diocese de Guanhães foi uma ocasião especial de renovação da fé e de fortalecimento dos laços entre as juventudes, que se comprometem a continuar caminhando juntos, firmes no diálogo e na fraternidade cristã.

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Por: ASCOM/Diocese de Guanhães
Fotos: Joel Fernandes – ASCOM/Diocese de Guanhães
Vitória Almeida – PASCOM São Miguel

Encontro de representantes leigos e leigas da equipe de coordenação das CEBs da Regional Micro Centro II

 Realizou-se  no sábado 19 de outubro de 2024 , na paróquia N. S. do Patrocínio, em Virginópolis , Diocese de Guanhães, de 8horas às 12:30 na casa paroquial , uma reunião com representantes leigos e leigas da equipe de coordenação das CEBs da Regional Micro Centro II , (dioceses de Caratinga, Itabira/Coronel Fabriciano, Governador Valadares, Guanhães e Mariana) e o padre José Aparecido dos Santos que acolheu a todos com muito carinho. O objetivo foi planejar e discutir as ações do ano de 2025 e o 15° Encontro da Micro que acontecerá de 25 a 27 de julho de 2025 em Virginópolis .
Foi uma manhã de intenso trabalho, e graças a Deus, com bons encaminhamentos.

Maria Madalena dos Santos Pires/ pela Diocese de Guanhães/MG

 

Formação Permanente do Clero da Diocese de Guanhães acontece nos dias 15 e 16 de outubro

Nos dias 15 e 16 de outubro de 2024, a Diocese de Guanhães promove a Formação Permanente do Clero, um importante momento de capacitação e reflexão para os sacerdotes da região. O encontro está sendo realizado no Centro Diocesano de Pastoral São Miguel Arcanjo, com um tema: “Gestão Eclesial para uma Igreja em saída: gestão e planejamento. Gestão de conflitos e Gestão Administrativa”.

O assessor do evento será Dom Edson José Oriolo dos Santos, bispo da Diocese de Leopoldina (MG), que trará sua experiência e orientações sobre a gestão e o planejamento eclesial, bem como sobre a resolução de conflitos e administração paroquial.

Essa formação visa fortalecer o trabalho pastoral e administrativo dos sacerdotes, contribuindo para uma Igreja mais organizada e preparada para os desafios atuais.

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Primeira reunião da Comissão Pró – VI Assembleia Diocesana de Pastoral

 

Na manhã de sábado, 05 de outubro de 2024,  às 9h, reuniram-se os membros da Comissão de Trabalho Pró-Assembleia Diocesana de Pastoral, no salão ao lado da Catedral, juntamente com Dom Otacílio Ferreira de Lacerda, para dar sequência aos passos orientadores da referida Assembleia. Dentro da proposta sinodal, foram debatidas as etapas a seguir para a realização da mesma. A primeira atitude foi rever a síntese das perguntas respondidas na reunião anterior, as quais serão o conteúdo de trabalho para a escuta da realidade junto às comunidades, pastorais e movimentos.

Pontuou-se que a nossa Assembleia Diocesana terá três etapas bem distintas, mas em sintonia de conteúdo, todas baseadas nas orientações do Sínodo dos Bispos e nas Diretrizes da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). A primeira etapa será a escuta da realidade – de outubro a dezembro de 2024 – junto às comunidades, pastorais e movimentos; a segunda etapa será a escuta da Igreja – conclusões do Sínodo e Diretrizes da CNBB (de janeiro a julho de 2025); a terceira etapa será a confrontação da realidade diocesana com a proposta oficial da Igreja, visando elaborar um Plano de Pastoral de Conjunto em perspectiva sinodal e com saída missionária (comunitária/pastoral/movimento, agosto de 2025; paroquial, setembro de 2025; Área Pastoral, outubro de 2025; diocesana, novembro de 2025).

A tônica de todo o processo será a Animação Bíblica da Vida e da Pastoral, a Iniciação à Vida Cristã (IVC) e as comunidades eclesiais missionárias, despertando vocações para os diversos ministérios eclesiais, com vistas ao Reino de Deus.

Que São Miguel Arcanjo e Maria Santíssima nos auxiliem nesta caminhada!

Contamos com o empenho e apoio de todos – ministros ordenados, leigos e leigas.

A Comissão de trabalho Pró-6ª Assembleia é composta por:
1- Área Pastoral São Miguel. Padre a escolher e Elizabeth Aparecida Gonçalves as Silva
2- Área Pastoral Santa Maria Eterna. Padre Eduardo Dornelas e Alessandro Gomes Alexandre
3- Área Pastoral N. Sra. Patrocínio. Padre João Carlos de Sousa e Manoel de Oliveira Filho
4- Área Pastoral N. Sra Conceição. Padre Adão Soares e Regina dos Anjos
5- RCC, Marília Gomes de Sousa
6- Catequese, Eliana Maria de Alvarenga Guimarães
7- CNLB, Maria Madalena dos Santos Pires
8- CEBs. Néria Ester Leite
Dom Otacílio e Pe. José Aparecido dos Santos

O Material de trabalho: Nossa realidade pastoral à luz das sugestões enviadas em construção das DGAE 2025-2029 e segunda fase do Sínodo da Sinodalidade.
NB. Trabalhar com este material nas comunidades, Conselhos e pastorais como meio de avaliação da nossa caminhada evangelizadora neste ano de 2024.

Padre José Aparecido dos Santos
Pela Coordenação Diocesana de Pastoral.

 

Mães que Oram pelos Filhos iniciam encontros na Paróquia São Sebastião em Sabinópolis

No domingo, 29 de setembro, a Paróquia São Sebastião em Sabinópolis celebrou a missa de envio do grupo “Mães que Oram pelos Filhos”. Este grupo reúne mães em oração para interceder por seus filhos, fortalecer a fé e buscar a proteção divina para suas famílias. É um momento especial de união, onde mães elevam suas vozes e corações, clamando por vitória espiritual e paz em seus lares.

O primeiro encontro presencial do grupo aconteceu na última terça-feira, 1º de outubro, na Igreja do Rosário, marcando o início desta importante caminhada de fé. Os encontros continuarão a ser realizados todas as terças-feiras, às 19h, na Igreja do Rosário.

Área Pastoral Nossa Senhora do Patrocínio realiza encontro de espiritualidade e confraternização em Divinolândia de Minas

Na manhã desta sexta-feira, 27 de setembro, a Área Pastoral Nossa Senhora do Patrocínio, composta pelas comunidades de Virginópolis, Divinolândia, Braúnas e Joanésia, se reuniu na Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Divinolândia de Minas, para um momento especial de espiritualidade e comunhão. O encontro contou com a presença de cinco padres e onze servidores, em uma manhã marcada pela partilha de experiências tanto do trabalho pastoral quanto da vida pessoal.

A programação incluiu momentos de oração, troca de lembranças da paróquia anfitriã e um animado sorteio de brindes no formato de bingo, proporcionando descontração e fortalecimento dos laços de amizade e serviço. Ao final do encontro, todos se reuniram para celebrar o Dia dos Servidores, comemorado em 30 de setembro, com um delicioso almoço oferecido pela paróquia.

Foi um dia de grande enriquecimento espiritual e pessoal, reforçando a comunhão entre o clero e os leigos. Que Deus abençoe todos os servidores por sua dedicação e por suas partilhas, que continuam fortalecendo a unidade e missão da nossa Igreja!

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Ide, convidai a todos para o banquete!

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) desempenham um papel crucial na promoção e apoio às atividades missionárias da Igreja Católica em todo o mundo. Desde a sua fundação pelo Papa Pio XI em 1922, essas organizações têm sido uma fonte vital de suporte para missionários e projetos de evangelização em áreas carentes e desafiadoras ao redor do globo.

Uma das iniciativas mais emblemáticas das Pontifícias Obras Missionárias é o Dia Mundial das Missões. No Brasil, foi assumida a Campanha Missionária durante o mês de outubro e que tem como objetivo principal conscientizar os fiéis sobre a importância da missão na Igreja e angariar recursos para apoiar os esforços missionários em diferentes partes do mundo.

Objetivo

Através da Campanha Missionária e de outras iniciativas, as Pontifícias Obras Missionárias reafirmam o compromisso da Igreja Católica com a missão evangelizadora, inspirando os fiéis a se engajarem ativamente na difusão do Evangelho e na construção de um mundo mais justo, solidário e fraterno.

Campanha Missionária

Durante esse mês especial, são organizadas diversas atividades nas paróquias, escolas e comunidades católicas, incluindo celebrações, formações, novenas e experiências missionárias, lembrando a solidariedade com os povos em situação de vulnerabilidade. Além de sensibilizar os fiéis, a campanha também tem um importante aspecto de arrecadação de fundos. As doações recebidas durante esse período são destinadas a apoiar projetos de evangelização, educação, saúde, desenvolvimento comunitário e assistência social em áreas de missão ao redor do mundo. Esses projetos são implementados por missionários locais e estrangeiros que trabalham incansavelmente para levar o amor e a mensagem de Cristo a lugares onde muitas vezes são necessários recursos e apoio adicionais.

No Brasil, a Campanha Missionária é uma atividade que, desde 1972, ajuda a fortalecer a identidade missionária da Igreja. É uma iniciativa que acontece em comunhão com o Conselho Missionário Nacional (COMINA) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

 

Fonte CNBB: Campanhas


 

Mensagem do Papa para o dia das Missões 2024

Ide e convidai a todos para o banquete (cf. Mt 22, 9)

Queridos irmãos e irmãs!

Para o Dia Mundial das Missões deste ano, tirei o tema da parábola evangélica do banquete nupcial (cf. Mt 22, 1-14). Depois que os convidados recusaram o convite, o rei – protagonista da narração – diz aos seus servos: «Ide às saídas dos caminhos e convidai para as bodas todos quantos encontrardes» (22, 9). Refletindo sobre esta frase-chave, no contexto da parábola e da vida de Jesus, podemos ilustrar alguns aspetos importantes da evangelização. Tais aspetos revelam-se particularmente atuais para todos nós, discípulos-missionários de Cristo, nesta fase final do percurso sinodal que, de acordo com o lema «Comunhão, participação, missão», deverá relançar na Igreja o seu empenho prioritário, isto é, o anúncio do Evangelho no mundo contemporâneo.

1. «Ide e convidai»: a missão como ida incansável e convite para a festa do Senhor

No início da ordem do rei aos seus servos, há dois verbos que expressam o núcleo da missão: «ide» e chamai, «convidai».

Quanto ao primeiro verbo, convém recordar que antes os servos tinham sido já enviados para transmitir a mensagem do rei aos convidados (cf. 22, 3-4). Daqui se deduz que a missão é ida incansável rumo a toda a humanidade para a convidar ao encontro e à comunhão com Deus. Incansável! Deus, grande no amor e rico de misericórdia, está sempre em saída ao encontro de cada ser humano para o chamar à felicidade do seu Reino, apesar da indiferença ou da recusa. Assim Jesus Cristo, bom pastor e enviado do Pai, andava à procura das ovelhas perdidas do povo de Israel e desejava ir mais além para alcançar também as ovelhas mais distantes (cf. Jo 10, 16). Quer antes quer depois da sua ressurreição, disse aos discípulos «ide», envolvendo-os na sua própria missão (cf. Lc 10, 3; Mc 16, 15). Por isso, a Igreja continuará a ultrapassar todo e qualquer limite, sair incessantemente sem se cansar nem desanimar perante dificuldades e obstáculos, a fim de cumprir fielmente a missão recebida do Senhor.

Aproveito o momento para agradecer aos missionários e missionárias que, respondendo ao chamamento de Cristo, deixaram tudo e partiram para longe da sua pátria a fim de levar a Boa Nova aonde o povo ainda não a recebera ou só recentemente é que a conheceu. Irmãs e irmãos muito amados, a vossa generosa dedicação é expressão tangível do compromisso da missão ad gentes que Jesus confiou aos seus discípulos: «Ide e fazei discípulos de todos os povos» (Mt 28, 19). Por isso continuamos a rezar e a agradecer a Deus pelas novas e numerosas vocações missionárias para esta obra de evangelização até aos confins da terra.

E não esqueçamos que todo o cristão é chamado a tomar parte nesta missão universal com o seu testemunho evangélico em cada ambiente, para que toda a Igreja saia continuamente com o seu Senhor e Mestre rumo às «saídas dos caminhos» do mundo atual. Sim, «hoje o drama da Igreja é que Jesus continua a bater à porta, mas da parte de dentro, para que O deixemos sair! Muitas vezes acabamos por ser uma Igreja (…) que não deixa o Senhor sair, que O retém como “propriedade sua”, quando o Senhor veio para a missão e quer que sejamos missionários» (Discurso aos participantes no Congresso promovido pelo Dicastério para os leigos, a família e a vida, 18/II/2023). Oxalá todos nós, batizados, nos disponhamos a sair de novo, cada um segundo a própria condição de vida, para iniciar um novo movimento missionário, como nos alvores do cristianismo.

Voltando à ordem do rei aos servos na parábola, vemos que caminham lado a lado o «ir» e o chamar ou, mais precisamente, «convidar»: «Vinde às bodas!» (Mt 22, 4). Isto faz-nos vislumbrar outro aspeto, não menos importante, da missão confiada por Deus. Como se pode imaginar, aqueles servos-mensageiros transmitiam o convite do soberano assinalando a sua urgência, mas faziam-no também com grande respeito e gentileza. De igual modo, a missão de levar o Evangelho a toda a criatura deve ter, necessariamente, o mesmo estilo d’Aquele que se anuncia. Ao proclamar ao mundo «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 36), os discípulos-missionários fazem-no com alegria, magnanimidade, benevolência, que são fruto do Espírito Santo neles (cf. Gal 5, 22); sem imposição, coerção nem proselitismo; mas sempre com proximidade, compaixão e ternura, que refletem o modo de ser e agir de Deus.

2. «Para o banquete»: a perspectiva escatológica e eucarística da missão de Cristo e da Igreja

Na parábola, o rei pede aos seus servos que levem o convite para o banquete das bodas de seu filho. Este banquete reflete o banquete escatológico; é imagem da salvação final no Reino de Deus – já em realização com a vinda de Jesus, o Messias e Filho de Deus, que nos deu a vida em abundância (cf. Jo 10, 10), simbolizada pela mesa preparada com «carnes gordas, acompanhadas de vinhos velhos» –, quando Deus «aniquilar a morte para sempre» (cf. Is 25, 6-8).

A missão de Cristo é missão da plenitude dos tempos, como Ele mesmo declarou no início da sua pregação: «Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo» (Mc 1, 15). Ora, os discípulos de Cristo são chamados a continuar esta mesma missão do seu Mestre e Senhor. A propósito, recordemos o ensinamento do Concílio Vaticano II sobre o caráter escatológico do compromisso missionário da Igreja: «A atividade missionária desenrola-se entre o primeiro e o segundo advento do Senhor (…). Antes de o Senhor vir, tem de ser pregado o Evangelho a todos os povos» (Decr. Ad gentes, 9).

Sabemos que o zelo missionário, nos primeiros cristãos, possuía uma forte dimensão escatológica. Sentiam a urgência do anúncio do Evangelho. Também hoje é importante ter presente tal perspetiva, porque nos ajuda a evangelizar com a alegria de quem sabe que «o Senhor está perto» e com a esperança de quem propende para a meta, quando estivermos todos com Cristo no seu banquete nupcial no Reino de Deus. Assim, enquanto o mundo propõe os vários «banquetes» do consumismo, do bem-estar egoísta, da acumulação, do individualismo, o Evangelho chama a todos para o banquete divino onde reinam a alegria, a partilha, a justiça, a fraternidade, na comunhão com Deus e com os outros.

Temos esta plenitude de vida, dom de Cristo, antecipada já agora no banquete da Eucaristia, que a Igreja celebra por mandato do Senhor em memória d’Ele. Por isso o convite ao banquete escatológico, que levamos a todos na missão evangelizadora, está intrinsecamente ligado ao convite para a mesa eucarística, onde o Senhor nos alimenta com a sua Palavra e com o seu Corpo e Sangue. Como ensinou Bento XVI, «em cada celebração eucarística realiza-se sacramentalmente a unificação escatológica do povo de Deus. Para nós, o banquete eucarístico é uma antecipação real do banquete final, preanunciado pelos profetas (cf. Is 25, 6-9) e descrito no Novo Testamento como “as núpcias do Cordeiro” (Ap 19, 7-9), que se hão de celebrar na comunhão dos santos» (Exort. ap. pós-sinodal Sacramentum caritatis, 31).

Assim, todos somos chamados a viver mais intensamente cada Eucaristia em todas as suas dimensões, particularmente a escatológica e a missionária. Reafirmo, a este respeito, que «não podemos abeirar-nos da mesa eucarística sem nos deixarmos arrastar pelo movimento da missão que, partindo do próprio Coração de Deus, visa atingir todos os homens» (Ibid., 84). A renovação eucarística, que muitas Igrejas Particulares têm louvavelmente promovido no período pós-Covid, será fundamental também para despertar o espírito missionário em todo o fiel. Com quanta mais fé e ímpeto do coração se deveria pronunciar, em cada Missa, a aclamação «Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!»

Por conseguinte, no Ano dedicado à oração como preparação para o Jubileu de 2025, desejo convidar a todos para intensificarem também e sobretudo a participação na Missa e a oração pela missão evangelizadora da Igreja. Esta, obediente à palavra do Salvador, não cessa de elevar a Deus, em cada celebração eucarística e litúrgica, a oração do Pai Nosso com a invocação «Venha a nós o vosso Reino». E assim a oração quotidiana e de modo particular a Eucaristia fazem de nós peregrinos-missionários da esperança, a caminho da vida sem fim em Deus, do banquete nupcial preparado por Deus para todos os seus filhos.

3. «Todos»: a missão universal dos discípulos de Cristo e a Igreja toda sinodal-missionária

A terceira e última reflexão diz respeito aos destinatários do convite do rei: «todos». Como sublinhei, «no coração da missão, está isto: aquele “todos”. Sem excluir ninguém. Todos. Por conseguinte, cada uma das nossas missões nasce do Coração de Cristo, para deixar que Ele atraia todos a Si» (Discurso aos participantes na Assembleia Geral das Pontifícias Obras Missionárias, 03/VI/2023). Ainda hoje, num mundo dilacerado por divisões e conflitos, o Evangelho de Cristo é a voz mansa e forte que chama os homens a encontrarem-se, a reconhecerem-se como irmãos e a alegrarem-se pela harmonia entre as diversidades. Deus «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4). Por isso, nas nossas atividades missionárias, nunca nos esqueçamos que somos enviados a anunciar o Evangelho a todos, e «não como quem impõe uma nova obrigação, mas como quem partilha uma alegria, indica um horizonte estupendo, oferece um banquete apetecível» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 14).

Os discípulos-missionários de Cristo trazem sempre no coração a preocupação por todas as pessoas, independentemente da sua condição social e mesmo moral. A parábola do banquete diz-nos que, seguindo a recomendação do rei, os servos reuniram «todos aqueles que encontraram, maus e bons» (Mt 22, 10). Além disso, os convidados especiais do rei são precisamente «os pobres, os estropiados, os cegos e os coxos» (Lc 14, 21), isto é, os últimos e os marginalizados da sociedade. Assim, o banquete nupcial do Filho, que Deus preparou, permanece para sempre aberto a todos, porque grande e incondicional é o seu amor por cada um de nós. «Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que n’Ele crê não se perca, mas tenha a vida eterna» (Jo 3, 16). Toda a gente, cada homem e cada mulher, é destinatário do convite de Deus para participar na sua graça que transforma e salva. Basta apenas dizer «sim» a este dom divino gratuito, acolhendo-o e deixando-se transformar por ele, como se se revestisse com um «traje nupcial» (cf. Mt 22, 12).

A missão para todos requer o empenho de todos. Por isso é necessário continuar o caminho rumo a uma Igreja, toda ela, sinodal-missionária ao serviço do Evangelho. De per si a sinodalidade é missionária e, vice-versa, a missão é sempre sinodal. Por conseguinte, hoje, é ainda mais urgente e necessária uma estreita cooperação missionária seja na Igreja universal, seja nas Igrejas Particulares. Na esteira do Concílio Vaticano II e dos meus antecessores, recomendo a todas as dioceses do mundo o serviço das Pontifícias Obras Missionárias, que constituem meios primários «quer para dar aos católicos um sentido verdadeiramente universal e missionário logo desde a infância, quer para promover coletas eficazes de subsídios para bem de todas as missões segundo as necessidades de cada uma» (Decr. Ad gentes, 38). Por esta razão, as coletas do Dia Mundial das Missões em todas as Igrejas Particulares são inteiramente destinadas ao Fundo Universal de Solidariedade, que depois a Pontifícia Obra da Propagação da Fé distribui, em nome do Papa, para as necessidades de todas as missões da Igreja. Peçamos ao Senhor que nos guie e ajude a ser uma Igreja mais sinodal e mais missionária (cf. Homilia na Missa de encerramento da Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 29/X/2023).

Por fim, voltemos o olhar para Maria, que obteve de Jesus o primeiro milagre precisamente numa festa de núpcias, em Caná da Galileia (cf. Jo 2, 1-12). O Senhor ofereceu aos noivos e a todos os convidados a abundância do vinho novo, sinal antecipado do banquete nupcial que Deus prepara para todos no fim dos tempos. Também hoje peçamos a sua intercessão materna para a missão evangelizadora dos discípulos de Cristo. Com o júbilo e a solicitude da nossa Mãe, com a força da ternura e do carinho (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 288), saiamos e levemos a todos o convite do Rei Salvador. Santa Maria, Estrela da evangelização, rogai por nós!

Roma – São João de Latrão, na Festa da Conversão de São Paulo, 25 de janeiro de 2024.

FRANCISCO

 

 

Festa da Padroeira 2024

Novena e Festa da Padroeira 2024

No dia 12 de outubro, celebra-se em todo o Brasil a festa de Nossa Senhora Aparecida, e todos os anos o Santuário Nacional realiza a novena em preparação para essa grandiosa festa.

Neste ano, a novena tem como tema “Mãe Aparecida, acolhei-nos como peregrinos da esperança”, inspirado no tema do Ano Jubilar, que a Igreja irá celebrar no ano de 2025.

A partir desse tema central, a novena propõe uma jornada de preparação para a celebração do Ano Santo. A cada dia, na companhia de Nossa Senhora, somos convidados a celebrar o ano da graça do Senhor, da reconciliação, do recomeço, da esperança; a nos reconectarmos com Deus e com os irmãos; a viver o novo que o ano jubilar nos propõe.

Fonte: A12.com

Santa Sé divulga detalhes de sessão do Sínodo dos Bispos

A Santa Sé divulgou algumas informações sobre a segunda sessão da fase universal do Sínodo sobre a Sinodalidade. A programação das atividades e os participantes estão entre as informações divulgadas.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) terá cinco representantes. Estarão presentes durante os trabalhos em Roma: Cardeal Paulo Cezar Costa – arcebispo de Brasília (DF); Cardeal Leonardo Ulrich Steiner, OFM – arcebispo de Manaus (AM), ; Dom Joel Portella Amado – bispo de Petrópolis (RJ), Dom Pedro Carlos Cipollini – bispo de Santo André (SP) e Dom Dirceu de Oliveira Medeiros – bispo de Camaçari (BA).

Além deles, participará Dom Jaime Spengler arcebispo de Porto Alegre (RS), na condição de presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano e Caribenho (Celam), e o Cardeal Sérgio da Rocha, membro do Conselho Ordinário. O Brasil também será representado pelos especialistas Pe. Adelson Araújo dos Santos, Pe. Agenor Brighenti e Pe. Miguel de Oliveira Martins Filho. Entre as testemunhas do processo sinodal estão as leigas Maria Cristina dos Anjos da Conceição e Sônia Gomes de Oliveira.

Programação

Em relação à programação da segunda sessão da 16ª Assembleia Geral Ordinária dos Bispos, as atividades acontecerão entre os dias 2 e 27 de outubro. Antes, porém, entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro, acontecerá um retiro espiritual que será concluído com uma vigília penitencial, a partir das 18h do horário local.

Todos os participantes estarão presentes durante a liturgia que será presidida pelo Papa Francisco na Basílica de São Pedro. Ao final da celebração, o Santo Padre dirigirá, em nome de todos os fiéis, um pedido de perdão a Deus e aos irmãos de toda a humanidade.

A abertura da segunda sessão do Sínodo será no dia 2 de outubro, às 9h30. O Papa presidirá a Missa inaugural e, na sequência, haverá a primeira congregação geral. A programação prevê ainda um retiro no dia 21 de outubro e quatro fóruns teológico-pastorais, promovidos nos dias 9 e 16 de outubro.

No dia 26 de outubro, haverá a aprovação do Documento final da sessão da 16ª Assembleia. Por fim, o Sínodo dos Bispos será encerrado em 27 de outubro com a celebração da Missa na Basílica de São Pedro.

 

Fonte: Vatican News

Seminário Nacional da Campanha da Fraternidade (CF) de 2025

O Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove, de 26 a 29 de setembro, na Casa dom Luciano, em Brasília (DF), o Seminário Nacional de Campanhas voltado para a formação dos articuladores para a Campanha da Fraternidade (CF) 2025, cujo tema é “Fraternidade e Ecologia Integral” e o lema bíblico “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1, 31).

De acordo com o secretário executivo de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul Hansen, o foco deste seminário será aprofundar o conhecimento e a reflexão do texto-base da CF 2025 em vista de sua aplicação nas diferentes realidades do país. Ele reforça que os participantes também refletirão sobre o planejamento das campanhas nas dioceses.

O seminário é destinado aos articuladores da Campanha da Fraternidade nos 19 regionais da CNBB, comunicadores de rádios e televisões de inspiração católica do país, agentes da Pastoral da Comunicação (Pascom Brasil), organismos do povo de Deus e entidades relacionadas à CNBB. O secretário executivo de Campanhas da CNBB reforça que uma carta foi enviada para as pessoas e entidades convidadas.

Lançamentos

As noites do Seminário Nacional de Campanhas serão destinadas ao lançamento da 10ª edição da revista “Casa Comum”, uma publicação com a Ação Social Franciscana (SEFRAS); do Mutirão pela Casa Comum, uma iniciativa de formação de multiplicadores do “Encantar a Política” e da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP); e do curso on-line sobre a CF 2025 em parceria com o Farol 1817, portal educacional de cursos on-line da Província Marista Brasil Centro-Sul (PMBCS).

Por Willian Bonfim
Fonte: CNBB Nacional
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