Notícias

Assembleia Estadual da Infância e Adolescência Missionária 2019

“De todas as crianças e adolescentes do mundo, sempre amigos! ”O Papa Francisco em carta dirigida ao cardeal

Filoni diz: “proclamo outubro de 2019 como Mês Missionário Extraordinário, com o objetivo de despertar em medida maior a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral” e ainda nos conclama “Que o Mês Missionário Extraordinário se torne uma ocasião de graça intensa e fecunda para promover iniciativas e intensificar de modo particular a oração – alma de toda a missão –, o anúncio do Evangelho, a reflexão bíblica e teológica sobre a missão, as obras de caridade cristã e as ações concretas de colaboração e solidariedade entre as Igrejas, de modo que se desperte e jamais nos seja roubado o entusiasmo missionário”.

Com esses objetivos, as Pontifícias Obras Missionárias e as Coordenação Estaduais da IAM com o apoio dos Conselhos Missionários Nacional, Regional e Diocesanos (COMINA, COMIRE e COMIDIs), convocou os assessores/as da Pontifícia obra da Infância e Adolescência Missionária para a Assembleia Estadual da Infância e Adolescência Missionária, com a assessoria do Secretariado Nacional da IAM.

Nossa igreja particular está lá representada por Nicácio Júlio – paróquia São Sebastião em São Sebastiao do Maranhão – da diocese de Guanhães.

Fotos enviadas por Nicácio Júlio Braga

Oração do Angelus com o Papa Francisco

Palavras do Papa na recitação do Ângelus, 17/03/2010

Às 12 horas de hoje, o Santo Padre Francisco apareceu na janela do estudo no Palácio Apostólico Vaticano para recitar o Ângelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Estas são as palavras do Papa ao introduzir a oração mariana:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Neste segundo domingo da Quaresma, a liturgia nos faz contemplar o acontecimento da Transfiguração, em que Jesus concede aos discípulos Pedro, Tiago e João a antecipação da glória da ressurreição: um pedaço do céu na terra. O evangelista Lucas (ver 9,28-36) nos mostra Jesus transfigurado na montanha, que é o lugar da luz, um símbolo fascinante da experiência singular reservada aos três discípulos. Eles sobem com o Mestre na montanha, vêem-no mergulhar em oração e, em certo ponto, “seu rosto mudou de aparência” (v. 29). Acostumados a vê-lo diariamente na simples aparência de sua humanidade, diante desse novo esplendor, que também envolve toda a sua pessoa, eles permanecem maravilhados. E ao lado de Jesus aparecem Moisés e Elias, que conversam com ele sobre seu próximo “êxodo”, isto é, sua Páscoa da morte e ressurreição. É uma antecipação da Páscoa. Então Pedro exclama: “Mestre, é bom estarmos aqui” (v. 33). Ele gostaria que aquele momento de graça nunca terminasse!

A Transfiguração ocorre em um momento muito preciso na missão de Cristo, isto é, depois que Ele confiou aos discípulos que deve “sofrer muito, […] ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (v. 21). Jesus sabe que eles não aceitam essa realidade – a realidade da cruz, a realidade da morte de Jesus -, e assim ele quer prepará-los para suportar o escândalo da paixão e morte da cruz, para que eles saibam que é assim que o Pai leva. o celestial trará seu Filho à glória, ressuscitando-o dos mortos. E este também será o caminho dos discípulos: ninguém vem para a vida eterna a não ser seguindo Jesus, trazendo sua própria cruz para a vida terrena. Cada um de nós tem sua própria cruz. O Senhor nos mostra o fim desta jornada que é a ressurreição, a beleza, carregando nossa própria cruz.

Portanto, a Transfiguração de Cristo nos mostra a perspectiva cristã do sofrimento. O sofrimento não é um sadomasoquismo: é uma passagem necessária, mas transitória. O ponto de chegada a que somos chamados é tão luminoso quanto o rosto de Cristo transfigurado: nele está a salvação, a bem-aventurança, a luz, o amor de Deus sem limites. Mostrando a sua glória desta forma, Jesus assegura-nos que a cruz, as provações, as dificuldades em que lutamos têm a sua solução e a sua superação na Páscoa. Portanto, nesta Quaresma, nós também subimos a montanha com Jesus! Mas como? Com oração. Subimos ao monte com a oração: oração silenciosa, oração do coração, oração sempre buscando o Senhor. Nós permanecemos alguns momentos em memória, todos os dias um pouco, nós fixamos o olhar interior em seu rosto e deixamos sua luz penetrar e irradiar em nossa vida.

De fato, o evangelista Lucas insiste que Jesus foi transfigurado “enquanto orava” (v. 29). Ele havia imergido em uma conversa íntima com o Pai, no qual também a Lei e os Profetas – Moisés e Elias – ressoaram, e enquanto ele aderiu a si mesmo à vontade de salvação do Pai, incluindo a cruz, a glória de Deus o invadiu revelando também fora. Assim é, irmãos e irmãs: a oração em Cristo e no Espírito Santo transforma a pessoa a partir de dentro e pode iluminar os outros e o mundo circundante. Quantas vezes encontramos pessoas que iluminam, que emitem luz de seus olhos, que têm aquele olhar luminoso! Eles rezam, e a oração faz isso: nos faz luminosos com a luz do Espírito Santo.

Continuamos nossa jornada da Quaresma com alegria. Damos espaço à oração e à Palavra de Deus, que a liturgia nos oferece abundantemente nestes dias. A Virgem Maria nos ensina a permanecer com Jesus mesmo quando não a compreendemos e não a compreendemos. Porque somente permanecendo com Ele, veremos a sua glória.

 [Texto original: italiano]

Saudação aos fiéis na Praça São Pedro, depois do Ângelus

Caros irmãos e irmãs

Nos dias de hoje, para a dor das guerras e conflitos que continuam a afligir toda a humanidade, acrescentou-se isso às vítimas do horrível ataque a duas mesquitas em Christchurch, Nova Zelândia. Eu rezo pelos mortos e feridos e suas famílias. Estou perto dos nossos irmãos muçulmanos e de toda essa comunidade. Renovo o convite para unir-me com oração e gestos de paz para combater o ódio e a violência. Vamos orar juntos, em silêncio, pelos nossos irmãos muçulmanos que foram mortos.

Dirijo uma saudação cordial a todos os presentes aqui: fiéis de Roma e de muitas partes do mundo. Saúdo os peregrinos da Polónia, os de Valência, em Espanha, e os de Cajazeiras, no Brasil, e Benguela, de Angola. Quantos angolanos!

Saúdo os grupos paroquiais vindos de Verona, Quarto di Napoli e Castel del Piano em Perugia; os estudantes de Corleone, os coroinhas de Brembo em Dalmine e a associação “Uno a Cento” de Pádua.

Desejo a todos um bom domingo. Por favor, não esqueça de orar por mim. Bom almoço e adeus!

 [Texto original: italiano]

Fonte: http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2019/03/17/0218/00429.html

Reunião na Área São Miguel

Resumo dos assuntos tratados na reunião da Área São Miguel  que aconteceu no dia nove de março.

Após a oração inicial,  padre Salomão fez a acolhida e apresentação das paróquias. Distribuiu-se  a folha com o resumo do projeto de Ação Pastoral  Diocesano,  cujo eixo é Missão. Foi discutido sobre como trabalhar, seguindo o cronograma, este tema nas paróquias,  durante este período de divulgação.  Foi observado que diversos grupos já existem nas paróquias, mas nem todos têm a consciência missionária. A evangelização em primeiro eixo é necessário e importante na vida de cada um e é vocação  de todos. Pelo Batismo,  todos deverão ser  profundamente missionários e profetas na sociedade e sem a consciência desta verdade, a missão não será autêntica. Constatou-se também que o prazo está curto  para que as ações propostas sejam executadas.

Gestos concretos para motivação:

– Fortalecimento  dos diversos  grupos já existentes, direcionando para Pastoral de Conjunto;

– Trabalhar  intensamente a espiritualidade missionária;

– Reorganizar os conselhos comunitários  de Pastoral (CPC) e Conselhos paroquiais (CPPs) com dimensão evangelizadora;

– Dia 13 de abril de 2019, dia  da próxima reunião de área,  cada paróquia vai reunir-se com seus agentes de pastoral para falar sobre o Projeto de Missão.

                                                                                 Madalena Santos

Angelus com o Papa

As palavras do Papa no recital do Angelus

Às 12 horas de hoje, primeiro domingo da Quaresma, o Santo Padre Francisco apareceu na janela do estudo no Palácio Apostólico Vaticano para recitar o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Estas são as palavras do Papa ao introduzir a oração mariana:

Antes do Angelus

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho deste primeiro domingo da Quaresma (cf. Lc 4, 1-13) narra a experiência das tentações de Jesus no deserto. Depois de jejuar por quarenta dias, Jesus é tentado três vezes pelo diabo. Ele primeiro o convida a transformar uma pedra em pão (v. 3); então ele mostra a ele os reinos da terra de cima e promete se tornar um messias poderoso e glorioso (versos 5-6); finalmente, ele o leva ao ponto mais alto do templo em Jerusalém e o convida a se atirar para baixo, a manifestar seu poder divino de uma maneira espetacular (vers. 9-11). As três tentações indicam três maneiras que o mundo oferece sempre promissores grandes sucessos, três estradas para enganar: a ganância de propriedade – tem, tem, tem  , glória humana e a exploração de Deus, são três caminhos que nos levarão à ruína.

O primeiro, o caminho da ganância pela posse . Esta é sempre a lógica insidiosa do diabo. Ele começa com a necessidade natural e legítimo para comer, para viver, para ser realizado, para ser feliz, a empurrar-nos a acreditar que tudo isso é possível sem Deus, de fato, mesmo contra Ele. Jesus está dizendo oposto, “Está escrito” O homem não viverá só de pão “” (v. 4). Lembrando a longa jornada do povo escolhido pelo deserto, Jesus afirma que deseja abandonar-se plenamente à providência do Pai, que cuida sempre de seus filhos.

A segunda tentação: o caminho da glória humana . O diabo diz: “Se você cair em adoração diante de mim, tudo será seu” (v. 7). Pode-se perder toda a dignidade pessoal, deixar-se corromper pelos ídolos do dinheiro, do sucesso e do poder, para alcançar a auto-afirmação. E tem prazer na alegria de uma alegria vazia que logo desaparece. E isso também nos leva a fazer “pavões”, vaidade, mas isso desaparece. É por isso que Jesus responde: “Somente ao Senhor teu Deus, você se curvará, somente ele adorará” (versículo 8).

E então a terceira tentação: explorar Deus para sua própria vantagem. Para o inferno com isso, citando a Bíblia, ela convida-o a buscar de Deus um milagre impressionante, Jesus opõe novamente a firme decisão de permanecer humilde, fique confiante na frente do Pai: “Foi-lhe dito:” Não tentarás o Senhor teu Deus “» (V. 12). E assim rejeita a tentação talvez mais sutil: a de querer “puxar Deus para o nosso lado”, pedindo-lhe as graças que realmente servem e servirão para satisfazer o nosso orgulho.

Estes são os caminhos que são colocados diante de nós, com a ilusão de sermos capazes de alcançar sucesso e felicidade. Mas, na realidade, eles são completamente estranhos ao modo de agir de Deus; na verdade, eles nos separam de Deus, porque são obra de Satanás. Jesus, enfrentando essas provações na primeira pessoa, ganha a tentação três vezes para aderir plenamente ao plano do Pai. E ele nos mostra os remédios: a vida interior, a fé em Deus, a certeza de seu amor, a certeza de que Deus nos ama, que ele é o Pai, e com essa certeza superaremos todas as tentações.

Mas há uma coisa na qual eu gostaria de chamar a atenção, uma coisa interessante. Jesus, ao responder ao tentador , não entra em diálogo , mas responde aos três desafios somente com a Palavra de Deus, o que nos ensina que com o diabo não se dialoga, não se deve dialogar, só se responde com a Palavra de Deus.

Portanto, aproveitemos a Quaresma, como tempo privilegiado para nos purificarmos, para experimentar a presença consoladora de Deus em nossa vida.

A intercessão materna da Virgem Maria, ícone da fidelidade a Deus, sustenta-nos no nosso caminho, ajudando-nos sempre a rejeitar o mal e a acolher o bem.

Francisco, Papa

[00414-EN.02] [Texto original: italiano]

Disponível em:        http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2019/03/10/0207/00414.html

Paróquias da diocese realizam mutirão de confissões

Como posso entender melhor o sacramento da Confissão e de que maneira posso aproveitá-lo mais?

A Confissão (também chamada de “Reconciliação” ou “Penitência”) é um sacramento de cura pelo qual se é libertado do pecado e fortalecido pelo perdão de Cristo.  É preciso buscar o sacramento da Confissão com humildade e com o reconhecimento do próprio pecado. Olhemos, a  mulher pecadora do Evangelho de Lucas: ela se aproxima de Jesus na casa de um fariseu e lava os pés do Mestre com as suas lágrimas (cf. Lc 7, 36-50). “Ela postou-se atrás, aos pés de Jesus e, chorando, lavou-os com suas lágrimas. Em seguida, enxugou-os com os seus cabelos, beijou-os e os ungiu com o perfume” (Lc 7, 38). Era uma mulher de humildade. Ela entendeu e aceitou o seu pecado. Não o negou. Provavelmente, também sofreu humilhação e vergonha pelo seu pecado.  Estar verdadeiramente arrependido é entender e buscar o perdão. No Ato de Contrição, afirma-se: “Eu me arrependo de todo coração de vos ter ofendido”. A ansiedade e o medo podem levar à Confissão, mas é o amor que sustenta. Quanto mais se cresce espiritualmente, maior será a consciência dos efeitos negativos do pecado. Pode ser um comentário cruel ou uma mentira piedosa, mas são coisas assim que vão fechando, pouco a pouco, as portas para Deus. Cada momento de penitência é uma oportunidade de se apaixonar de forma mais profunda pelo Senhor.

Várias paróquias da diocese terão mutirão de confissão. E para bem preparar esse momento, oferecemos, aqui uma preparação para bem receber esse tão importante sacramento da Igreja: 

PREPARAÇÃO PARA UMA BOA CONFISSÃO 

  1. Orações para infundir na alma o arrependimento necessário para a confissão
    – Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, Amém.
  2. Vinde, Espírito Santo
    – Vinde, Espírito Santo, e enchei os corações dos vossos fiéis, e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai, Senhor o vosso Espírito, e tudo será Criado, e renovareis a face da terra.
    Ó Deus, que instruístes os vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas, e gozemos sempre da sua consolação, por Cristo, Senhor nosso, Amém.
  3. Pai Nosso, Ave Maria e Glória 
    – Pai nosso, que estais no céu, santificado seja o Vosso Nome; venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa Vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal, Amém.- Ave, Maria, Cheia de Graça! O Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre, Jesus! Santa Maria, mãe de Deus, roga por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte, Amém.

    – Glória ao Pai, ao Filho, e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre, Amém.

    – Ó, meu Jesus, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, principalmente as que mais precisarem!

  4. Salmo 50 – chamado “Miserere”
    (que quer dizer “tem piedade”, que é a primeira palavra do Salmo).
    1.Ao mestre de canto. Salmo de Davi.
    2.Quando o profeta Natã foi encontrá-lo, após o pecado com Betsabé
    3.Tende piedade de mim, ó Deus, segundo a vossa bondade, e conforme a imensidade de vossa misericórdia, apagai a minha iniqüidade.
    4.Lavai-me totalmente de minha falta, e purificai-me do meu pecado.
    5.Eu reconheço a minha iniqüidade, diante de vós está sempre o meu pecado.
    6.Só contra vós pequei, o que é mau fiz diante de vós. Vossa sentença assim se manifesta justa, e reto o vosso julgamento.
    7.Eis que nasci na culpa, minha mãe concebeu-me no pecado.
    8.Não obstante, amas a sinceridade de coração; infunde-me, pois, a sabedoria no mais íntimo de mim.
    9.Aspergi-me com um ramo e ficarei puro; lavai-me e me tornarei mais branco do que a neve.
    10.Fazei-me ouvir uma palavra de gozo e de alegria, para que exultem os ossos que triturastes.
    11.Dos meus pecados desviai os olhos, e minhas culpas todas apagai.
    12.Ó meu Deus, criai em mim um coração puro, e renovai-me o espírito de firmeza.
    13.De vossa face não me rejeiteis, e nem me priveis de vosso Santo Espírito.
    14.Restituí-me a alegria da salvação, e sustentai-me com uma vontade generosa.
    15.Então, aos maus ensinarei vossos caminhos, e voltarão a vós os pecadores.
    16.Deus, ó Deus, livrai-me da pena deste sangue derramado; E a vossa misericórdia a minha língua exaltará.
    17.Senhor, abri meus lábios, a fim de que minha boca anuncie os vossos louvores.
    18.Vós não vos aplacais com sacrifícios rituais; e se eu vos oferecesse um sacrifício vós não aceitaríeis;
    19.Meu sacrifício, ó Senhor, é um espírito contrito; um coração arrependido e humilhado, ó Deus, não haveis de desprezar.
    20.Senhor, pela vossa bondade, tratai Sião com benevolência, reconstruí os muros de Jerusalém!
    21.Então aceitareis os sacrifícios prescritos, as oferendas e os holocaustos; então, sobre o vosso altar vítima vos serão oferecidas.
  5. Salmo 129 – chamado “de profundis”
    (que quer dizer “do fundo”, que é como começa o Salmo). 
    1.Do fundo do abismo, clamo a v ós, Senhor!
    2.Senhor, ouvi minha oração; que vossos ouvidos estejam atentos à voz de minha súplica.
    3.Se levardes em conta nossos pecados, Senhor, quem poderá permanecer diante de vós?
    4.Mas em vós se encontra o perdão dos pecados, para que, reverentes, o sirvamos.
    5.Ponho a minha esperança no Senhor. Minha alma tem confiança em sua palavra.
    6.Minha alma espera pelo Senhor, mais ansiosa do que os vigias esperando a manhã;
    7.Mais do que os vigias aguardam a manhã, Espere Israel pelo Senhor. Porque junto dele se acha a misericórdia; Encontra-se nele copiosa redenção.
    8.Ele mesmo há de remir Israel de todas as suas iniqüidades.
  6. Condições para a boa confissão
    (O conhecimento dos próprios pecados, sem o necessário arrependimento, em vez de diminuir, só aumenta a gravidade das nossas culpas. E arrepender-se sem pedir perdão agrava ainda mais o erro. É necessário reconhecer que erramos, arrepender-se dos erros, e pedir perdão por esses erros.)
  7. Exame de Consciência
    (Os mandamentos são uma exigência do amor. Deus nos pede para o amarmos e nos amarmos. Será que o fazemos?)1º Amando a Deus acima de tudo: Neguei a fé? Duvidei da existência de Deus? Escarneci da religião? Deixei de rezar por muito tempo? Declarei que o matrimônio, o sacerdócio, a confissão, a missa estão ultrapassados?
    2º Não tomando o seu Santo Nome em vão: Cantei músicas blasfemas? Zombei da Igreja, das cerimônias religiosas ou de seus representantes? Falei mal do Santo Padre, o Papa? Acusei a Igreja de ser falsa, ou desonesta? Acusei Deus de injusto? Roguei pragas? Contei piadas em que Deus aparece como personagem, rindo dEle? Jurei em falso, ou à toa?
    3º Guardando os dias santificados: Passei o Domingo na frente da televisão? Faltei na missa nesse mesmo dia? Fiz piada com a santa missa? Disse que “já assisti missas que chega”? Fui na missa para “cumprir a obrigação”? Dediquei uma parte do meu tempo a Deus, lendo a Bíblia e rezando?
    4º Honrando pai e mãe: Fui desobediente aos pais, autoridades ou superiores? Desejei-lhes algum mal, talvez a morte? Obedeci-lhes em coisas contrárias à lei de Deus? Negligenciei como pai e mãe ou irmão mais velho, os deveres de educação e instrução religiosa?
    5º Não matando: Tive ódio? Recusei o perdão a quem me pediu? Desejei a morte para mim ou para outros? Ensinei a praticar pecados? Seduzi alguém ao pecado? Defendi o assassínio de bebês através do aborto? Desejei a guerra, ou me entusiasmei por ela? Falei que “a terra tá cheia demais, e precisa mesmo morrer gente”?
    6º Guardando a castidade;

7º Não roubando;

8º Não mentindo: Falei mal dos outros pelas costas? Fui fiel à verdade ao comentar acontecimentos passados? Exagerei ou inventei qualidades para ganhar um emprego ou subir no emprego? Prejudiquei alguém com minhas palavras? Fiz alguém perder o emprego? Fiz juízo errado das pessoas? Duvidei da honestidade de alguém? Acusei algum mendigo ou pedinte de desonestidade? Revelei faltas ocultas dos outros? Ridicularizei ou humilhei alguém na frente dos outros? Fui fingido? Digo aos outros que sou católico mas não frequento a Igreja? Caluniei os sacerdotes e religiosas?

9º Não cobiçando a mulher (ou marido) do próximo: Tenho visto revistas e filmes pornográficos? Faço ou aprovo o sexo sem o matrimônio ou fora do matrimônio? Defendi ou propaguei a sua leitura? Acaso me divirto observando na rua o corpo das pessoas, e fazendo gracejos com elas, ou em conversas indecentes sobre as pessoas que passam? Tenho me vestido de maneira sensual? Provoquei os outros com meu comportamento? Fiz intriga para acabar namoros ou casamentos que eu não aprovava, ou cobiçava? Aprovo a prostituição? Sou promíscuo? Zombei da virgindade de alguém? Me envergonhei da minha virgindade, rejeitando-a?
10º Não cobiçando as coisas alheias: Prejudiquei alguém ou tive desejo de prejudicar, enganando no troco, nos pesos e nas medidas, ou roubando? Fiz dívidas desnecessárias à subsistência? Paguei as minhas dívidas? Comprei bebidas ou cigarros a fiado, sem ter como pagar? Gastei meu salário com outras coisas, faltando em casa para a comida? Recusei a dar esmolas, nem que seja de comida? Roubei de Deus o dinheiro que devia dar a Ele para o sustento da Igreja? Deixei de devolver algo que não me pertence? Paguei com justiça os meus empregados?

  1. Tenho sido um bom cristão?
    (Os mandamentos da lei de Deus nos mostram como evitar o caminho errado. E o caminho certo? Será que o seguimos?)
    – Dando de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede: Dei esmolas em dinheiro ou comida para os pedintes? Ajudei os amigos, parentes ou vizinhos desempregados? Paguei um salário justo aos empregados? Tenho ajudado meus pais idosos com comida ou remédios?
    – Vestindo os que estão nus: Tenho roupas demais? Tenho o armário cheio de roupas e digo “não tenho o que vestir”? Me visto só com roupas da moda? Já dei uma roupa nova e bonita a alguém que precisava dela? O que faço com as roupas que me sobram?
    – Visitar os enfermos e cativos: Sou doador de sangue? Visito os meus parentes e amigos doentes? Sei se na minha rua tem alguém doente? Visito meus pais idosos?
    – Dar pousada aos peregrinos: Cobro um preço justo pelo aluguel? Expulsei um filho de casa? Recusei morada a algum parente? Ajudo os desabrigados nas enchentes e enxurradas? Tenho bons sentimentos para com os imigrantes de outras cidades e estados?
    – Remir os cativos e oprimidos: Ajudo os drogados a largar o vício e os prostituídos a mudar de vida? Tenho vontade de ajudar a Igreja nas visitas que faz ao presídio, indo lá ou colaborando com doações?
    – Enterrar os mortos: Evito de ir a velórios e enterros? Vou só por obrigação social? Concedi um enterro cristão aos meus parentes, chamando um sacerdote?
    – Dar bons conselhos; Ensinar aos ignorantes; Consolar os aflitos: Tenho conversado com meus filhos, ensinando-os a moral cristã? Tenho ensinado eles ou os outros a não pecar, por amor a Deus? Tenho aconselhado os pais a batizar os filhos, e os pecadores a se confessar? Aconselhei alguém a evitar o suicídio, ou a não usar drogas? Me ofereço para dar catequese? Perdoar as injúrias; Sofrer com paciência as fraquezas do próximo;                  – Corrigir os que erram: Tenho tido paciência com os erros dos outros? Tenho perdoado com facilidade a quem me ofendeu? Tenho alertado às pessoas de vida errada? Tenho alertado aos jovens promíscuos sobre o seu erro? Tenho corrigido meus filhos quando erram?
    – Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos: Lembro dos meus parentes e amigos falecidos nas minhas orações? Quando rezo peço mais para mim do que para os outros? Rezo pelos problemas dos outros? Ofereço missas pelas necessidades dos vivos e pelas almas dos falecidos?
    (Anote o que você descobriu.)(Faça agora uma lista do que você descobriu. Se você esqueceu algum pecado leve, será perdoado, basta que você se arrependa. Se você quiser, pode somente entregar a lista para o sacerdote, e depois dar fim nela, de preferência queimando-a.)
  2. Ato de contrição 
    – Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e Redentor meu, por serdes vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque vos amo e vos estimo, pesa-me, Senhor, de vos ter ofendido; e proponho firmemente, ajudado com os auxílios de vossa divina graça, emendar-me e nunca mais tornar a vos ofender; espero alcançar de vossa infinita misericórdia o perdão de minhas culpas. Amém.
  3. Ato de fé, esperança e caridade
    (Quando pecamos, quebramos o laço de amor, confiança e esperança que nos liga com a parte ofendida e com Deus. Por isso, devemos renovar nosso amor, confiança e esperança em Deus.)
    – Meu Deus, eu vos amo acima de tudo, porque só vós sois bom. Creio em vós porque sois a própria verdade. Espero receber de vós a salvação e o perdão dos meus pecados, porque sei que só Vós sois bom e misericordioso. Amém.
  4. Depois da confissão
    (Volte para o banco da Igreja, de preferência perto do altar, de onde possa ver o Sacrário onde está Jesus na Hóstia Santa, e a Cruz. Agradeça a Deus pelo dom da Salvação, pois hoje você ressuscitou com Cristo! Aleluia! Festa no céu para cada pecador que se converta!)
  5. Agradeça rezando o Salmo 291.Eu vos exaltarei, Senhor, porque me livrastes. Não permitistes que exultassem sobre mim meus inimigos!
    2.Senhor, meu Deus, clamei a vós e foi curado,
    3.Senhor, minha alma foi tirada por vós da habitação dos mortos, dentre os que descem para o túmulo vós me salvastes!
    4.Ó vós, fiéis do Senhor, cantai a sua glória; dai graças ao seu Santo Nome.
    5.Porque a sua indignação dura apenas um momento, enquanto sua benevolência é para toda a vida. Pela tarde vem o pranto, mas de manhã retorna a alegria.
    6.Eu porém, disse, seguro de mim: “Não serei jamais abalado”.
    7.Senhor, foi por favor que me destes honra e poder, mas quando escondestes vossa face, fiquei aterrado.
    8.A vós, Senhor, eu clamo, e imploro a misericórdia do meu Deus!
    9.Que proveito vos resultará de retomar-me a vida, de minha descida ao túmulo?
    10.Porventura vos louvará o meu pó? Apregoará ele a vossa fidelidade?
    11.Ouvi-me, Senhor, e tende piedade de mim; Senhor, vinde em minha ajuda.
    12.Vós convertestes o meu pranto em prazer, tirastes meus farrapos de penitência e me destes roupas de festa.
    13.Assim, minha alma vos louvará sem calar jamais. Senhor, meu Deus, eu vos bendirei eternamente.

    (Reza pelo Santo Padre, o Papa)

    – Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

  6. Ato de desagravo
    (O ato de desagravo é um tipo de oração para consolar a Deus pelos nossos pecados. As orações abaixo foram ensinadas pelo Anjo da Paz às crianças de Fátima a quem apareceu Nossa Senhor. Reze na frente do sacrário da Igreja, onde está Jesus na Hóstia Santa:)
    – Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos!
    E peço perdão por todos os que não creêm, não adoram, não esperam e não vos amam!   (3x)
    – Santíssima Trindade: Deus Pai, Filho e Espírito Santo, eu vos adoro profundamente, e vos ofereço o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários do mundo inteiro, em reparação pelas inúmeras ofensas, sacrilégios e indiferenças com que é todos os dias ofendido.- E pelos infinitos merecimentos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores! (3x)
  7. Faz um firme propósito(Reza olhando para a cruz:)

    – Jesus, tu fizeste tudo isto por mim,  o que posso fazer por ti? (3x)

  8. A disposição de fazer penitência
    (Quando causamos prejuízo a alguém, não basta pedir desculpas. É preciso consertar o estrago. E para oferecer a Deus uma satisfação pelo mal que causamos, fazemos a penitência, especialmente na quaresma.
    A penitência que mais agrada a Deus é que dividamos o nosso pão com o faminto, e que façamos “um jejum da língua”, deixando de falar mal dos outros. O jejum e a esmola também são para Deus uma satisfação agradável por nossas culpas, pois nos desapega dos bens materiais.)
  9. Oração a Jesus Crucificado
    – Eis-me aqui, meu bom e doce Jesus! De joelhos me prostro em tua Santa presença, e te suplico que te dignes a gravar em meu coração os mais vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, verdadeiro arrependimento dos meus pecados e firme propósito de conversão, enquanto contemplo, com vivo afeto e dor, as tuas cinco chagas, tendo diante dos olhos o que o profeta Davi já dizia de ti, ó meu bom Jesus: “Perfuraram minhas mãos e os meus pés, e posso contar todos os meus ossos”.(Pede a benção de Deus e despede-te, mas promete-lhe voltar em breve.)
    – Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, Amém.

FONTE: ACI Digital

 

MUTIRÃO DE CONFISSÕES – DIOCESE DE GUANHÃES

(PROGRAMAÇÃO de 12/03 a 12/04).

12/03 (terça-feira) Materlândia

13/03 (Quarta- feira) São Sebastião do Maranhão

 14/03 (Quinta- feira) Virginópolis

 15/03 (sexta-feira) Peçanha/Cantagalo

 19/03 (terça- feira) Dores de Guanhães/Carmésia

 20/03 (Quarta- feira) Pito

 21/03 (Quinta-feira) São João Evangelista

 22/03 (Sexta- feira) São Pedro Suaçui

 26/03 (terça-feira) Santa Mª Suaçui/José Raydam

 27/03 (Quarta- feira) Água Boa

 28/03 (Quinta feira) Coluna/Frei Lagonegro

 29/03(Sexta feira) Paulistas

 02/04 (terça-feira) São Miguel Guanhães

 03/04 (Quarta feira) Rio Vermelho

 04/04(Quinta feira) S.J.Jacuri

 09/04 (Terça feira) Senhora Porto

 10/04 (Quarta feira) Sabinópolis

 12/04 (Sexta feira) Morro do Pilar

 

Parabéns, Mulher; pelo seu dia!

“Mulher… Aquela feita para brilhar, que chora, que sorri e conquistou o seu lugar.

Aquela que cuida sem limite, que tem sempre um bom palpite e sabe como encantar.

Aquela que às vezes faz drama, que grita, fala, chama e não desiste de lutar.

Aquela que é sentimento, que leva alegria ao sofrimento e nunca se cansa de amar.

Aquela que é mulher. Simplesmente mulher em primeiro lugar”.

Feliz Dia Internacional da Mulher! Parabéns à vocês, Mulheres, que com muita força e coragem, conquistam a cada dia, sua independência!

Uma homenagem, da Pascom Diocesana!

Papa Francisco: A mulher é quem dá harmonia ao mundo, não está aqui para lavar louça

A mulher é quem dá harmonia e sentido ao mundo. Foi o que assinalou o Papa Francisco em sua homilia da missa do sábado da quarta semana do tempo comum – 09/02 -, celebrada na Casa Santa Marta.

O Pontífice indicou que é necessário evitar se referir à mulher falando somente sobre a função que realiza na sociedade ou em uma instituição, sem levar em consideração que a mulher, na humanidade, realiza uma missão que vai além e que nenhum homem pode oferecer: “O homem não traz harmonia: é ela. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.

Em sua reflexão sobre a Criação, a partir da leitura do Livro do Gênesis, o Papa Francisco se referiu ao papel da mulher na humanidade.

O Santo Padre relatou como o Gênesis explica que no princípio o homem estava só, então o Senhor lhe tirou uma costela e fez a mulher, que o homem reconheceu como carne de sua carne. “Mas antes de vê-la, sonhou com ela”. “Quando não há mulher, falta a harmonia”, insistiu.

Papa Francisco destacou que o destino do homem e da mulher é ser “uma só carne”. Por exemplo, contou quando em uma audiência, enquanto saudava as pessoas, perguntou a um casal que celebrava 60 anos de matrimônio: “Qual de vocês teve mais paciência?”. “Eles que me olhavam, se olharam nos olhos, não me esqueço nunca daqueles olhos, hein? Depois voltaram e me disseram os dois juntos: ‘Somos apaixonados!’ Depois de 60 anos, isto significa uma só carne. Isso é o que traz a mulher: a capacidade de se apaixonar. A harmonia ao mundo”.

O Pontífice explicou que a mulher não existe para “lavar a louça. Não: a mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia”. Neste sentido, ele condenou o crime da exploração de mulheres.

“Muitas vezes, ouvimos: ‘Não, é necessário que nesta sociedade, nesta instituição, que aqui tenha uma mulher para que faça isso ou aquilo… ’ Não, não! A funcionalidade não é o objetivo da mulher. É verdade que a mulher deve fazer coisas e faz coisas, como todos nós fazemos. O objetivo da mulher é criar harmonia e sem a mulher não há harmonia no mundo”.

“Explorar as pessoas é um crime que lesa a humanidade: é verdade. Mas explorar uma mulher é algo ainda pior: é destruir a harmonia que Deus quis dar ao mundo”.

O Papa concluiu a homilia mencionando que “no Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher, hein? Aquela é corajosa! Foi adiante com coragem. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria bonito, não seria harmônico. Gosto de pensar, mas isso é algo pessoal, que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe”.

A PASCOM Diocesana aproveita a oportunidade para homenagear todas as mulheres na ocasião do dia internacional da mulher celebrado em oitavo dia deste mês.

Com informações de vaticannews.va

Mensagem do Papa Francisco para a CF/2019

Mensagem do Papa 

Queridos irmãos e irmãs do Brasil!

Com o início da Quaresma, somos convidados a preparar-nos, através das práticas penitenciais do jejum, da esmola e da oração, para a celebração da vitória do Senhor Jesus sobre o pecado e a morte. Para inspirar, iluminar e integrar tais práticas como componentes de um caminho pessoal e comunitário em direção à Páscoa de Cristo, a Campanha da Fraternidade propõe aos cristãos brasileiros o horizonte das “políticas públicas”.

Muito embora aquilo que se entende por política pública seja primordialmente uma responsabilidade do Estado cuja finalidade é garantir o bem comum dos cidadãos, todas as pessoas e instituições devem se sentir protagonistas das iniciativas e ações que promovam «o conjunto das condições de vida social que permitem aos indivíduos, famílias e associações alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição» (Gaudium et spes, 74).

Cientes disso, os cristãos – inspirados pelo lema desta Campanha da Fraternidade «Serás libertado pelo direito e pela justiça» (Is 1,27) e seguindo o exemplo do divino Mestre que “não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20,28) – devem buscar uma participação mais ativa na sociedade como forma concreta de amor ao próximo, que permita a construção de uma cultura fraterna baseada no direito e na justiça. De fato, como lembra o Documento de Aparecida, «são os leigos de nosso continente, conscientes de sua chamada à santidade em virtude de sua vocação batismal, os que têm de atuar à maneira de um fermento na massa para construir uma cidade temporal que esteja de acordo com o projeto de Deus» (n. 505).

De modo especial, àqueles que se dedicam formalmente à política – à que os Pontífices, a partir de Pio XII, se referiram como uma «nobre forma de caridade» (cf. Papa Francisco, Mensagem ao Congresso organizado pela CAL-CELAM, 1/XII/2017) – requer-se que vivam «com paixão o seu serviço aos povos, vibrando com as fibras íntimas do seu etos e da sua cultura, solidários com os seus sofrimentos e esperanças; políticos que anteponham o bem comum aos seus interesses privados, que não se deixando intimidar pelos grandes poderes financeiros e mediáticos, sendo competentes e pacientes face a problemas complexos, sendo abertos a ouvir e a aprender no diálogo democrático, conjugando a busca da justiça com a misericórdia e a reconciliação» (ibid.).

Refletindo e rezando as políticas públicas com a graça do Espírito Santo, faço votos, queridos irmãos e irmãs, que o caminho quaresmal deste ano, à luz das propostas da Campanha da Fraternidade, ajude todos os cristãos a terem os olhos e o coração abertos para que possam ver nos irmãos mais necessitados a “carne de Cristo” que espera «ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Bula Misericordiae vultus, 15). Assim a força renovadora e transformadora da Ressurreição poderá alcançar a todos fazendo do Brasil uma nação mais fraterna e justa. E para lhes confirmar nesses propósitos, confiados na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, de coração envio a todos e cada um a Bênção Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim.

Vaticano, 11 de fevereiro de 2019.

Francisco, PP

Dom Felippe: “No dia em que deixarmos de ser pobres, deixaremos de ser evangelizadores”.

No dia 05 de Março completam – se 24 anos da morte de nosso primeiro bispo, Dom Antônio Felippe da Cunha.  Faleceu em BH. Saudade e gratidão!

Simone Mendanha

 

Dom Felippe: “No dia em que deixarmos de ser pobres, deixaremos de ser evangelizadores”. Essas palavras de Dom Felippe continuam ecoando em meu coração, e juntamente com o seu modo de vida e sua prática Cristã, transformaram o modo de ver o mundo e a maneira de relacionar de diversas pessoas que tiveram a grande oportunidade e a alegria de conviver com este Homem de Deus. Foi uma experiência sem igual. Marcou-me para sempre.

Dom Felippe teve uma linda história de amor para com o povo diocesano e com nossa Igreja particular. E por amor, cumpriu sua missão, com todas as alegrias e tristezas que fizeram parte de sua caminhada. Nossa diocese foi presenteada com a presença de um santo homem de Deus, e muitos não conseguiram percebê-lo em nosso meio. Dom Felippe lançou sementes do amor ao próximo, da opção preferencial pelos pobres, e de um jeito novo de ser Igreja. Muitas sementes floriram em diversos corações, mas ainda temos uma grande quantidade incubada em terrenos férteis, aguardando que saiamos de nossa comodidade e coloquemos em prática os ensinamentos de nosso primeiro bispo diocesano.

José Geraldo Ventura – Dezinho

 

Um homem de pulso firme, olhar penetrante e cativante como o olhar de Jesus. Tinha uma visão clara e objetivos realistas do caminho que iria seguir. Dizer que viveu a santidade já aqui na terra é repetir o que está claro para todos, mas mesmo assim, faço este lembrete: foi um santo que habitou entre nós ; sua partida só nos ajudou a compreender melhor o mistério do Amor de Deus por nós. Sabia olhar o ser humano a partir de suas características peculiares, sem generalizar ou julgamento precipitado. Rogue ao Pai por nós, querido mestre. Seu sacerdócio nos inspira e nos enriquece neste momento tão difícil da evangelização. Foi um homem atualizado vivendo e atualizando o Evangelho em cada realidade. Deus seja louvado!

Pe José Aparecido dos Santos

 

Como esquecer este grande homem e hoje acho que posso dizer Santo Dom Felipe. Foram tantos encontros pastorais junto com ele. A minha primeira missão., foi junto a ele , fomos de casa em casa visitar as famílias no meu bairro, Expansão, o quanto aprendi naqueles fins de semana abençoados. E o nosso passeio à Serra da Piedade, tantos momentos de oração, onde oramos e agimos. e uma frase que nunca esqueci e nem esquecerei, foi para meu primeiro filho. Uma criança que não tem uma cicatriz na testa nunca foi criança. Deixa a criança ser criança. Dom Felipe foi e sempre será especial e lembrado com carinho por minha família e em homenagem a ele, meu sobrinho ganhou o seu nome.
Falar dele é difícil e emocionante!

Jussara Ventura (Guanhães)

 

Eu conheci Dom Felippe e fiquei muito próxima dele. Quando ele veio fazer visita pastoral, ele ficou conosco vários dias. Minha avó e eu tomávamos conta da capelinha de nossa Senhora de Lourdes lá no Canga. Ele ficou conhecendo o local e celebrou a missa de despedida lá, foi maravilho um bispo celebrando em uma capela dentro do mato.

Socorro ( Morro do Pilar)

 

Dom Felippe, faz parte do meu conceito de fé. Tive a oportunidade de conhecer este maravilhoso homem. Sua forma de agir. Sua maneira de pensar. Sua maneira de falar… me mostraram uma maneira nova de ver Jesus no irmão. Seu jeito simples mostrou-me um novo jeito de ser igreja. Ainda hoje, todos os dias, me lembro dele em minhas orações. Sempre peço sua intercessão, pois acredito, que sua santidade o levou para junto do pai. Ele se fez homem de Deus em nosso meio, pois soube se fazer pequeno junto aos pequenos.

José Geraldo Ventura (Guanhães)

 

“Não podemos perder nem o rumo nem o prumo”; O rumo é Jesus Cristo e o prumo e a comunidade. Frase que ficou pra sempre marcada.

Madalena ( Comunidade do Taquaral)

“Um olho na Bíblia, outro na vida”. “ Unidos e organizados o caminho se faz ”
Saudades dos encontros em Guanhães : pastoral da juventude e outros com a presença super animada do dom Felipe.

Maria Aparecida Silva (Frei Lagonegro)

 

Dom Felipe nosso primeiro pastor sempre soube conduzir suas ovelhas com carinho e amor sempre dizia que agente não podia perder nem o rumo nem o prumo .

Zulmira (Guanhães)

 

Falar de Dom Felippe é muito fácil , porém a emoção atrapalha o raciocínio e a gente se perde nas palavras . Estou aqui tentando escrever e fico vendo um filme passar em minha cabeça. Quanta coisa boa ! Quanta lição de vida e aprendizado! Só posso dizer: Obrigada Senhor por mais este presente : ter me dado a chance de ter conhecido, e convivido com esse homem de Deus que passou por aqui. Um dia ele disse para mim e Helena Pires coordenadoras da catequese e pastoral da criança que nós éramos as suas “Maria Beiú”. Que saudade! Lembro-me como se fosse hoje de seu aceno despedindo-se de nós duas, depois de deixar-nos no Regional Leste II, para o encontro anual das coordenadoras Diocesanas de catequese, onde chegou carregando nossas malas sozinho, para o encanto de todos e logo em seguida a tristeza , quando anunciou que não era mais bispo. Isso em fevereiro. Uns dez dias antes de falecer. Deus o tenha em sua Glória!
Por aqui passou um homem de Deus, homem simples ,humilde,leal,franco, amigo e cheio de caridade fraterna. Como verdadeiro discípulo de Jesus Cristo, com a presteza de Maria, sempre esteve do lado dos mais fracos, dos oprimidos e rejeitados. Com que firmeza empunhou a luta pela justiça, pelas causas sociais. Ele não só anunciava o Evangelho como denunciava o que estava errado.Não se calava diante das injustiças. Com facilidade anunciava o Evangelho, entrando na cultura do outro, mas respeitando o seu jeito de ser. Tinha uma voz calma, firme e serena .
Que saudades! Com certeza está no Céu enchendo-o de alegria.

Edelveis ( Guanhães)

CNBB abre oficialmente o Tempo da Quaresma e a Campanha da Fraternidade/2019

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente nesta quarta-feira de cinzas, 6/3, a Campanha da Fraternidade (CF) 2019 com o tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27). O lançamento acontecerá na sede provisória da entidade em Brasília (DF).

Nesta Campanha, a ser desenvolvida mais intensamente no período da Quaresma, a Igreja Católica buscará chamar a atenção dos cristãos para o tema das políticas públicas, ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis. Além disso, a

Nesta CF 2019, a Igreja no Brasil pretende estimular a participação dos cristãos em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade.  O texto-base da campanha, que será distribuído aos jornalistas na abertura, descreve, entre outros tópicos, sobre o ciclo e etapas de uma política pública e faz a distinção entre as políticas de governo e as políticas de Estado, bem como apresenta os canais de participação social, como os conselhos previstos na Constituição Federal de 1988.

Todos os anos, a CNBB apresenta a CF como caminho de conversão quaresmal. É uma atividade ampla de evangelização que pretende ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a vivenciarem a fraternidade em compromissos concretos, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de temas específicos. Em 2019, a Conferência convida todos a percorrer o caminho da participação na formulação, avaliação e controle social das políticas públicas em todos os níveis como forma de melhorar a qualidade dos serviços prestados ao povo brasileiro.

Tempo da Quaresma

O Tempo da Quaresma, que começa com a Quarta-feira de Cinzas é um “tempo litúrgico que nos prepara para a grande festa da Páscoa”; ele nos propõe “oração, jejum e esmola” para “sair renovados com este tempo de salvação”.

O centro do ano  litúrgico é a Páscoa do Senhor, na qual “celebramos solenemente, todos os anos, este acontecimento central da vida de Cristo: sua paixão, morte e ressurreição”. E a “trazemos presente na memória,  em cada celebração Eucarística que realizamos todo o ano”.

Entre essas pautas está “a oração mais abundante, mais bem feita. Em suma, voltar para Deus através da conversão da vida e receber dele as luzes que motivam nosso caminho de vida”.

Neste sentido,  “a oração é como a respiração da alma. Se não há oração, não há vida de relacionamento com Deus”; e por essa razão “a Igreja, como boa mãe, nos lembra e insiste que voltemos a Deus, intensifiquemos nosso relacionamento com Ele, revisemos nossa oração”.

Propõe também na oração “a leitura da Palavra de Deus, uma participação mais assídua nos sacramentos da penitência e da eucaristia”, bem como a “oração do terço como oração contemplativa desde o coração de Maria, que contempla os mistérios da vida de Cristo”.

“A Quaresma é um chamado ao deserto para ouvir a declaração de amor de Deus e partir para o caminho do combate e da penitência”. E nesse caminho penitencial, outra pauta é o jejum. O jejum é se privar de algo para ser mais ágil no trato com Deus e no serviço ao próximo. Há muitas coisas que vão se acumulando e nos impedem de seguir o caminho mais leve”.

o incentivo ao “jejum de comida para compartilhar com aqueles que não têm nem mesmo o essencial. Jejum de comodidades, para não se deixar levar pela preguiça e acídia. Jejum de descanso e diversões para que o espírito não relaxe”. Ainda que o jejum “esteja na moda para outros fins não religiosos, como esportes ou saúde”, “a Igreja nos manda jejuar, com um pequeno símbolo de não comer, mas com a intenção de nos convidar à privação de tantas coisas que nos estorvam. Coisas que são boas e legítimas, mas que tornam a corrida pesada”.

Ou seja, caminhar “com a bagagem leve para percorrer o caminho do amor a Deus e ao próximo”.

Como terceiro elemento desta pauta de vida para a Quaresma, a Igreja propõe a esmola, isto é, “generosidade com os outros. Se nos voltamos verdadeiramente para Deus e nos privamos daquilo que nos estorva, é para abrir nossos corações (e nossos bolsos) para os outros em tantas formas de serviço”.

“A Quaresma é um tempo para chegar àqueles que mais necessitam”, tempo “para compartilhar com os pobres nosso tempo, as nossas qualidades, nosso dinheiro” e “prolongar a misericórdia de Deus, que é bom com todos, especialmente com seus filhos mais fracos”.

“Oração, jejum, esmola. É o tripé da Quaresma. Entremos de cabeça desde o começo, Deus nos surpreenderá com sua graça e poderemos sair renovados com este tempo de salvação”.

Curta Nossa Fanpage:

Empresas que possibilitam este projeto:

Arquivo