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I Encontro Provincial de reflexão missionária para seminaristas

No dia 20 de outubro de 2018, nas dependências do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus em Diamantina, cidade sede da Província Eclesiástica que abrange quatro dioceses sufragâneas (Almenara, Araçuaí, Guanhães e Teófilo Otoni), foi realizado o 1º Encontro Provincial de reflexão missionária, tendo como um dos objetivos a criação do COMISE Provincial (Conselho Missionário de Seminaristas). Fizeram-se presentes seminaristas de Almenara, Araçuaí, Guanhães e Diamantina e o Padre João Evangelista dos Santos (Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Conceição do Mato Dentro/ MG, da diocese de Guanhães).

O encontro teve início com a Santa Missa às 07:30, presidida pelo Padre Frederico Martins e Silva, Reitor do Seminário Provincial, que acolheu a todos, e, por conseguinte, houve um delicioso e fraternal café da manhã. Prosseguiu-se com uma breve reflexão sobre a Estrutura do COMISE ministrada pelo seminarista Filipe, da diocese de Guanhães. Em sua fala, Filipe destacou a importância da missão na vida do cristão-católico e, mais ainda, do futuro presbítero; salientou o surgimento do COMISE e suas funções.

Dom Darci Jose Nicioli, Arcebispo Metropolitano de Diamantina e Administrador Apostólico da Diocese de Guanhães, acolheu os seminaristas visitantes e destacou a importância da dinâmica missionária para o futuro presbítero. “Precisamos nos inquietar e sair do nosso conforto e ir ao encontro das ovelhas que estão fora das quatro paredes da paróquia”, disse ele.

Padre Frederico destacou alguns elementos importantes da Evangelii Nuntiandi de São Paulo VI que trata sobre o anúncio do Evangelho. Foi um momento de muito aprendizado e de formação missionária. Também fez-se presente Padre Maurílio Vaz da Silva, coordenador do COMIDI (Conselho Missionário Diocesano) na Arquidiocese de Diamantina, que partilhou um pouco da sua experiência missionária ad gentes na África; para os ouvintes, foi um momento de reanimação para assumir a missão.

Após o testemunho missionário do Padre Maurílio, houve uma partilha de experiências missionárias entre os seminaristas, de acordo com a realidade vivenciada em suas respectivas dioceses. Ao findar do diálogo, uma oração e o almoço encerraram o evento. “O 1º Encontro Provincial de reflexão missionária do COMISE para os seminaristas da Província Eclesiástica de Diamantina foi um momento inesquecível e desafiador, pois fomos marcados pelas realidades de cada diocese e o desafio de fazer acontecer em cada igreja particular o mandato de Jesus através dos nossos seminaristas”, afirmou um seminarista.

 Thúlio Gabriel Neris de Souza
Assessor de Comunicação do COMISE de Diamantina

 

Província Eclesiástica de Diamantina realiza estudo sobre o capítulo 8 da ‘Amoris Laetitia’ em Teófilo Otoni

O capítulo oito de “Amoris Laetitia” tem como título “Acompanhar, discernir e integrar a fragilidade” e trata sobre a posição que a Igreja deve ter com relação aos casais em crise e os divorciados em nova união. “O caminho da Igreja é o de não condenar eternamente ninguém; derramar a misericórdia de Deus sobre todas as pessoas que a pedem com coração sincero”, afirma o Papa Francisco no documento.

No parágrafo 299, o papa afirma: “Acolho as considerações de muitos Padres sinodais que quiseram afirmar que os batizados que se divorciaram e voltaram a casar civilmente devem ser mais integrados na comunidade cristã sob as diferentes formas possíveis, evitando toda a ocasião de escândalo”.

E esclarece que “é possível apenas um novo encorajamento a um responsável discernimento pessoal e pastoral dos casos particulares, que deveria reconhecer: uma vez que o grau de responsabilidade não é igual em todos os casos, as consequências ou efeitos de uma norma não devem necessariamente ser sempre os mesmos”.

Sobre este tema é considerado que a Igreja poderia admitir ao sacramento da Reconciliação e da Eucaristia àqueles que se encontram em união não legítima e observem duas condições essenciais: queiram mudar sua situação mas, não podem concretizar o seu desejo. O pontífice afirma no parágrafo 298 “A Igreja reconhece a existência de situações em que o homem e a mulher, por motivos sérios – como, por exemplo, a educação dos filhos – não se podem separar”.

Foi para melhor compreensão deste assunto e aplicação pastoral que – no dia 17 de outubro – o clero da província eclesiástica de Diamantina se reuniu na cidade de Teófilo Otoni MG. Cerca de 120 padres das diocese de Araçuaí, Almenara, Guanhães e Teófilo Otoni estiveram participando do estudo atentos as orientações acerca das uniões estáveis, eucaristia, matrimônio e batismo nos desafios atuais de uma sociedade transformada com as novas uniões civis.

Dom Darci, arcebispo metropolitano de Diamantina e administrador apostólico da diocese de Guanhães, destacou a importância de ir em busca de respostas que contemple os anseios dos fiéis que vivem sob pena de não poderem receber a Eucaristia ou poder fazer parte dos sacramentos que a igreja administra devido a situações irregulares. A proposta é analisar com caridade pastoral a cada caso em particular buscando um diálogo com estas pessoas.

Segundo o arcebispo a partir das orientações do papa estas condições essenciais deverão analisadas com discernimento do pároco local auxiliado por um comitê diocesano especial.

Por fim Pe. Frederico juiz do tribunal Eclesiástico de Diamantina deu as orientações finais sobre o tema, a manhã de estudo do clero finalizou com um almoço para todos os padres participantes do encontro.

 

Pe Bruno Costa Ribeiro

CNBB escolhe música vencedora do concurso para o hino da Campanha da Fraternidade 2019

CNBB escolhe música vencedora do concurso para o hino da Campanha da Fraternidade 2019

O hino da Campanha da Fraternidade de 2019 já tem letra e música escolhidas. O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) definiu que a melodia enviada pelo padre verbita Cirineu Kuhn irá animar as comunidades de todo o Brasil.

A seleção levou em consideração fatores como caráter vibrante, vigoroso, “energizador” da música; melodia e ritmo fluentes, acessíveis a qualquer tipo de assembleia; força melódica e rítmica eficazes para a dinamização das potencialidades individuais e grupais.

Foi feita uma seleção prévia com peritos ligados ao Setor Música Litúrgica da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB. As propostas mais bem avaliadas foram apresentadas aos bispos reunidos na reunião do Consep, realizada nos dias 17 e 18 de setembro, na sede provisória da CNBB, em Brasília (DF).

Pe. Cireneu Kuhn,  SVD também foi premiado neste ano com o troféu Margarida de Prata dos Prêmios de Comunicação da CNBB, pela direção do filme “KIWXI – Memória, Martírio e Missão de Vicente Canãs”. Sobre a recepção da notícia de que teve sua música escolhida, padre Cireneu afirma que recebeu com “muita alegria, embora não tivesse esperando por isso”.

A CF 2019 tem como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27). A letra escolhida, também por concurso, é de João Edebrando Roath Machado.

E foi João Roath, amigo de padre Cireneu, quem o incentivou a participar do concurso. “E eu acabei atendendo o seu pedido na última semana que ainda restava para a inscrição. E posso dizer que talvez essa seja uma das músicas mais simples que eu tenha composto nos últimos anos”, conta. Foi exatamente a simplicidade da música que foi destacada pelo assessor da Música Litúrgica da CNBB, irmão Fernando Benedito Vieira, como elemento importante na seleção.

Conforme pedia no edital, o autor explica: “a música em si não passa do escopo de uma oitava de Dó a Dó. Não tem cromatismos, nem saltos harmônicos complexos”. Segundo Cireneu, os músicos poderão, facilmente, subir um tom, ou abaixar um ou dois tons, de acordo com a necessidade, para se adaptar ao timbre predominante da assembleia.

“Foi uma composição tipicamente daquelas que a gente faz de trás para frente, isto é, pensando primeiro no objetivo e em quem irá cantar. Então o objetivo é uma música litúrgica, é um hino de campanha da Fraternidade, tem que ter a sua alegria, o seu encanto, tem que ser intuitiva. E eu penso que, na simplicidade, eu acabei conseguindo isso. E é uma música que será cantada pelo povo, o povão de Deus. Então não pode ser música difícil, tem que ser música fácil de interpretação e que tenha seu apelo”.

Pe. Cirineu Kuhn, SVD – autor do hino da CF/2019.

Padre Cireneu agradeceu à equipe que trabalhou na seleção das músicas e também à CNBB pela oportunidade para que músicos partilhem os “talentos a serviço do povo de Deus”. Como curiosidade, disse que participou do concurso com o pseudônimo Cecília, uma vez que é uma das regras da seleção entregar o envelope com um nome fictício. “Talvez tenha dado sorte, pois Cecília é o nome da minha mãe, e Cecília é a padroeira dos músicos”, ressalta bem-humorado.

Confira a letra do hino da CF 2019

  1. “Eis que o Senhor fez conhecer a salvação
    E revelou sua justiça às nações”. 
    Que, neste tempo quaresmal, nossa oração 
    Transforme a vida, nossos atos e ações.

Refrão: Pelo direito e a Justiça libertados,
Povos, nações de tantas raças e culturas.
Por tua graça, ó Senhor, ressuscitados,
Somos em Cristo, hoje, novas criaturas.

  1. Foi no deserto que Jesus nos ensinou 
    A superar toda ganância e tentação. 
    Arrependei-vos, eis que o tempo já chegou. 
    Tempo de Paz, Justiça e reconciliação.
  2. Em Jesus Cristo uma nova aliança 
    Quis o Senhor com o seu povo instaurar. 
    Um novo reino de justiça e esperança, 
    Fraternidade, onde todos têm lugar.
  3. Ser um profeta na atual sociedade, 
    Da ação política, com fé, participar 
    É o dom de Deus que faz, do amor, fraternidade, 
    E bem comum faz bem de todos se tornar!  

 

Fonte: http://www.cnbb.org.br/cnbb-escolhe-musica-para-o-hino-da-campanha-da-fraternidade-2019/

 

Mês do Rosário: Papa pede que intensifiquemos a reza do terço, pela igreja!

Outubro é o mês de Nossa Senhora Aparecida, é, ao mesmo tempo, mês de Nossa Senhora do Rosário, bem como é o mês de Nossa Senhora Mãe Rainha. Outubro é, como maio, um mês de Maria, ela que é a aurora da salvação, ela que é a missionária por excelência, ela que, com toda a disponibilidade, nos trouxe o Filho de Deus, o nosso Salvador.

Em suas diversas aparições a pessoas de fé, no decorrer da história do mundo, Maria sempre nos alertou e alerta sobre as misérias mundanas que podemos evitar, sanar, combater. E um pedido constante dessa nossa mãe celeste é a oração.

O rosário é uma oração popular e, justamente por ser popular, é agradável a Deus e, como Maria é nossa medianeira, a oração do rosário, com piedade, com fé, é uma alavanca que conseguirá levantar o mundo, libertando-o de tanta miséria e violência.

Antes de concluir suas saudações nos diversos idiomas, durante a audiência geral realizada no dia 06 de outubro de 2010, na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI animou os fiéis a “redescobrir” a oração do terço.  “Outubro é o mês do rosário, que nos convida a valorizar essa oração tão querida pela tradição do povo cristão”, afirmou o Pontífice, durante sua tradicional saudação aos doentes, jovens e recém-casados.

Recordando que no dia 07 de outubro a Igreja celebra Nossa Senhora do Rosário, o Papa convidou os jovens a “fazer do terço sua oração de todos os dias”. “Animo-vos, queridos doentes, a crescer, graças à oração do terço, no confiante abandono nas mãos de Deus”, prosseguiu. Aos recém-casados, o Papa concluiu exortando a “fazer do terço uma contemplação constante dos mistérios de Cristo”.

Peçamos a Maria, Mãe Imaculada, em qualquer das denominações que o povo devoto lhe atribui, que nos ajude a ser missionários da Palavra de seu Filho Jesus. Que sejamos fiéis a nossa fé. E que, através da reza diária do Terço, saibamos fortalecer a nossa fé a cada dia. Que ela acampe os anjos ao redor das crianças, protegendo-as e dê sabedoria aos pais e professores, para que possam lhes ministrar uma boa educação.

Papa Francisco

A campanha de oração no mês de outubro é contra o diabo que divide a comunidade cristã e é convocada pelo Papa Francisco, que convida os fiéis de todos os continentes a invocarem todos os dias Maria e o Arcanjo Miguel, pedindo sua proteção para a Igreja nestes tempos difíceis.

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco convida os fiéis de todo o mundo para rezar o Santo Terço todos os dias durante o mês de outubro, pedindo à Virgem Maria e a São Miguel Arcanjo que protejam a Igreja do demônio que pretende dividir a comunidade cristã.

O Santo Padre repassou este apelo ao padre jesuíta Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração ao Papa. Na Missa celebrada na Casa Santa Marta em 11 de setembro, Francisco havia dito que a oração é a força que vence o Grande Acusador, que nestes tempos, em particular, vaga pelo mundo acusando e escandalizando. Esta campanha especial de oração tem início nesta segunda-feira, 1º de outubro, na memória de Santa Teresa de Lisieux, e também visa tornar a Igreja cada vez mais consciente dos erros e abusos cometidos, em um renovado compromisso de lutar para que o mal não prevaleça.

P. – Padre Fornos, fale-nos sobre essa iniciativa de oração contra o espírito do mal …

R. – Nestes últimos anos e meses na Igreja, vivemos situações difíceis, entre as quais – o sabemos – abusos sexuais, abusos de poder, de consciência, por parte de clérigos, pessoas consagradas e leigos, sem esquecer as divisões internas que são seguramente favorecidas pelo espírito maligno que busca cumplicidade em nossos corações, e como Santo Inácio de Loyola, é “o inimigo mortal da nossa natureza humana”. Na tradição cristã, o mal tem diferentes denominações. Por exemplo, satanás, que em hebraico significa adversário, ou diabo, que em grego significa “aquele que divide ou semeia a discórdia”. Na tradição bíblica fala-se também do sedutor do mundo, do pai da mentira ou de Lúcifer, aquele que se apresenta como um anjo de luz, com aparência boa, mas que induz ao engano. O mal se manifesta de diferentes maneiras e hoje a missão de evangelização da Igreja torna-se mais difícil e vai sendo desacreditada por nossa cumplicidade.

P. – O mal é, em última instância, é também nossa responsabilidade …

R. – Sim, é a responsabilidade de deixar-nos levar pelas paixões que não nos abrem à vida verdadeira. Entre essas paixões, há a sede de riquezas, a vaidade, o orgulho, através do qual – o Papa Francisco nos disse há alguns dias – o mal quer nos arrastar. O mal é um sedutor: ele se apresenta com pensamentos e boas intenções no início e, pouco a pouco, leva a pessoa às suas intenções perversas: discórdia, mentira …

P. – E em relação ao pedido do Papa …

R. – O Papa Francisco nos recordou em sua Carta ao Povo de Deus de 20 de agosto passado que, se um membro sofre, todos os membros sofrem juntos. Quando experimentamos desolações – as experimentamos agora – que essas chagas eclesiais nos causam, com Maria nos fará bem insistir na oração, procurando crescer no amor, na fidelidade à Igreja. Por esta razão, durante o mês de outubro, o Santo Padre pede a todos os fiéis que façam um esforço maior em nossa oração pessoal e comunitária. O Santo Padre nos convida a rezar o Santo Rosário todos os dias, para que a Virgem Maria ajude a Igreja nestes tempos de crise. Sabemos que a Virgem Maria permaneceu junto à Cruz, mesmo quando os apóstolos fugiram … Ela nos ajuda a estar com Jesus junto à Cruz. E no final da recitação do Santo Rosário, o Papa nos pede para rezar ao Arcanjo São Miguel, para que possa defender a Igreja dos ataques do demônio. Segundo a tradição espiritual, Miguel é o chefe dos exércitos celestes e protetor da Igreja.

P. – O Rosário termina, portanto, com uma oração especial …

R. – Sim, o Santo Padre nos convida, no final da recitação do Rosário, a fazer duas orações. A primeira oração é dirigida a Maria. É uma invocação muito antiga. Chama-se “Sub tuum presidium”. É uma oração do terceiro ou quarto século, muito bonita, na qual se pede, de fato, para estar “sob a proteção” de Maria:

À Vossa Proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.

A segunda oração é a tradicional a São Miguel. É uma oração escrita por Leão XIII, que também nos ajuda a orar pela proteção da Igreja:

“São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Que Deus manifeste sobre ele o seu poder, esta é a nossa humilde súplica. E vós, Príncipe da Milícia Celeste, com o poder que Deus vos conferiu, precipitai no inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amen”.

São orações que hoje não se conhecem muito, mas existem ainda muitos cristãos, muitos católicos, que as recitam. E este tempo, é a ocasião para rezar mais, com maior empenho, para que o Senhor possa nos ajudar a não sermos cúmplices, a não deixar ao inimigo a natureza humana, e para que possa nos ajudar – rezando a Maria e ao Arcanjo Miguel – a proteger a Igreja das armadilhas do inimigo. Então, neste mês, dirigimos nossas orações a Maria, como nos pede o Santo Padre.

Fonte: VaticanNews

Papa aos brasileiros: “Busquem Nossa Senhora Aparecida em seus corações”

O Papa Francisco envia breve mensagem em vídeo gravado para o povo brasileiro nesse dia dedicado a sua Padroeira Principal, Nossa Senhora Aparecida!
Papa Francisco: “Que cada um de vocês a encontre em seu coração, assim como os pescadores a encontraram no rio. Busquem nas águas de seus corações e a encontrarão, porque Ela é mãe”, disse o Papa ao povo brasileiro.
Por ocasião da Festa de Nossa Senhora Aparecida, o Bispo de Imperatriz (MA), Dom Vilsom Basso, e Lucas Galhardo, da Pastoral Juvenil da CNBB, gravaram com o Papa Francisco uma mensagem para o povo brasileiro, em meio aos trabalhos do Sínodo dos Bispos sobre os jovens.
Papa Francisco: “Ao povo do Brasil, a minha cordial saudação nesta festa de Nossa Senhora Aparecida. Que cada um de vocês a encontre em seu coração, assim como os pescadores a encontraram no rio. Busquem nas águas de seus corações e a encontrarão, porque Ela é mãe. Que Ela nos acompanhe e rezem por mim.”

Fonte: https://www.vaticannews.va

Solenidade da VIRGEM DA CONCEIÇÃO APARECIDA titular do Brasil

Para entender nossa Padroeira!

Descrição da imagem, tal como se encontra no interior da Basílica.

A imagem retirada das águas do rio Paraíba em 1717 mede quarenta centímetros de altura e é de terracota, ou seja, argila que após modelada é cozida num forno apropriado. Em estilo seiscentista, como atestado por diversos especialistas que a analisaram, acredita-se que originalmente apresentaria uma policromia, como era costume à época, embora não haja documentação que comprove tal suspeita. A argila utilizada para a confecção da imagem é oriunda da região de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. Quando recolhida pelos pescadores, estava sem a policromia original, devido ao longo período em que esteve submersa nas águas do rio. A cor de canela que apresenta hoje deve-se à exposição secular à fuligem produzida pelas chamas das velas, lamparinas e candeeiros, acesas por seus devotos.

Através de estudos comparativos, a autoria da imagem foi atribuída ao frei Agostinho de Jesus, um monge de São Paulo conhecido por sua habilidade artística na confecção de imagens sacras. Tais características incluem a forma sorridente dos lábios, queixo encravado, flores em relevo no cabelo, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.O motivo pelo qual a imagem se encontrava no fundo do rio Paraíba é que, durante o período colonial, as imagens sacras de terracota eram jogadas em rios ou enterradas quando quebradas.

A imagem foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), em 2012, sendo considerada como patrimônio do Estado de São Paulo.

Nossa Senhora Aparecida é Nossa Senhora da Conceição.

A imagem de terracota encontrada pelos pescadores no Rio Parayba em 1717 tem uma característica peculiar que a define como Nossa Senhora da Conceição: a meia lua debaixo dos pés. Este símbolo tem dois significados profundos: 1. A lua não brilha por si mesma, mas reflete a luz do sol. Na Iconografia cristã, o sol é Jesus Cristo. Por isso, a luz sob os pés de Maria significa que sua luz vem de Jesus e leva a Ele. Pois, se perguntarmos: ‘de onde vem o brilho de Nossa Senhora” a resposta só pode ser uma: ‘de Jesus, seu filho’. 2. A lua brilha no meio da escuridão da noite. A escuridão simboliza a humanidade pecadora e a lua simboliza a pureza e a luz. Significa que Maria, mesmo tendo nascido na humanidade pecadora, foi preservada do pecado pela graça de Deus, ou seja, ela é Imaculada (sem mancha) desde sua concepção no ventre de sua mãe, Santa Ana. Ela é a Imaculada Conceição, ela foi concebida sem o pecado original. Por isso, ela brilha como a lua, refletindo a luz do sol, que é a verdadeira fonte de vida, de luz e de calor.

A serpente sob os pés de Nossa Senhora Aparecida

Embora seja difícil de perceber, a imagem de terracota de Nossa Senhora Aparecida traz também sob os pés da Virgem a imagem de uma serpente. Significa que Maria, sendo ‘Imaculada Conceição’ (Concebida sem pecado) e tendo gerado Jesus Cristo, esmagou a cabeça da serpente, como está escrito no livro do Gênesis. Em Maria começou a vitória sobre o demônio e esta foi concluída pela morte e ressurreição de Jesus.

Os anjos e as nuvens nos pés de Nossa Senhora Aparecida

Ainda nos pés da imagem de Nossa Senhora Aparecida, vemos uma nuvem e um anjinho barroco. Estes dois símbolos nos ensinam que a Virgem Maria está no céu, está na glória de Deus e que lá, junto de seu filho, ela intercede por nós.

As mãos de Nossa Senhora Aparecida

As mãos de Nossa senhora Aparecida unidas na altura do coração simbolizam a oração. Em todas as aparições da Virgem Maria, ela pede oração. Ela mesma, enquanto viveu neste mundo, foi uma mulher de oração. E agora, no céu, não cessa de rezar, intercedendo por todos nós. As mãos de Nossa Senhora Aparecida em gesto de oração nos lembram que ‘quem reza se salva e que não reza se perde’. A oração transforma vidas. E as mãos de Maria unidas na altura do coração nos falam que a oração deve ser feita ‘com o coração’, com sinceridade. E nos falam também que a oração cura o coração.

O manto de Nossa Senhora Aparecida

O manto de Nossa Senhora Aparecida foi ofertado a ela em 1888 pela Princesa Isabel, em sua segunda visita ao Santuário. O manto é rico em significados. A cor azul do manto de Nossa Senhora Aparecida simboliza o céu. Os bordados em dourado que adornam o manto simbolizam a realeza e nos lembram que Nossa Senhora Aparecida é Rainha do Céu e da terra. A bandeira do Brasil bordada no manto, simboliza que ela é a Padroeira do Brasil. A bandeira do Vaticano nos lembra que a Virgem Maria é Mãe da Igreja. As bandeiras do Brasil e do Vaticano unidas, simbolizam que o Brasil é um país católico, sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida.

A coroa de Nossa Senhora Aparecida

 

Juntamente com o manto, a coroa também foi ofertada a Nossa Senhora Aparecida pela Princesa Isabel, na mesma data, em 6 de novembro de 1888. A coroa nos lembra o quinto Mistério Glorioso que rezamos no terço: a coroação de Maria como Rainha do Céu e da terra. Nossa Senhora Aparecida é a Rainha do Céu e da Terra.

Diácono Daniel Bueno Borges.

 

MONGE BENEDITINO, E O ESCULTOR DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA

Frei Agostinho de Jesus (c. 1600-1661) foi um dos primeiros escultores a trabalhar no Brasil.

Possivelmente foi tudo de um discípulo do frei Agostinho da Piedade, trabalhando em estilo semelhante na produção de estatuária sacra em terracota. A maior parte de suas obras foram criadas para as congregações beneditinas do Rio de Janeiro e São Paulo. Das suas obras reconhecidas estão as estátuas em tamanho natural de São Bento e de Santa Escolástica, preservadas no Mosteiro de São Bento, e uma Nossa Senhora da Purificação, no Museu de Arte Sacra de São Paulo.

Nascido no Rio de Janeiro, passou boa parte de sua vida na cidade de Santana do Parnaíba, região onde existia um dos grandes mosteiros beneditinos da Grande São Paulo, onde, segundo estudiosos ele residiu durante a maior parte de sua vida e onde confeccionou a imagem de Nossa Senhora da Conceição em terracota, que, mais tarde fora encontrada nas águas do Rio Paraíba do sul, região de Guaratinguetá, em meados de outubro do ano de 1717, dando início a grande devoção à milagrosa santa “aparecida”, mais tarde conhecida como Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil.

Diácono Daniel Bueno Borges.

Dom Darci orienta sobre a importância do voto para governadores dos estados e do Distrito Federal

Dom Darci: a importância do voto para governadores dos estados e do Distrito Federal

O pleito deste domingo, 7 de outubro, inclui também a eleição para governadores dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. O cenário político para esta escolha está embaralhado em relação às coligações de forças em nível federal. Cada estado tem uma realidade própria que faz com que a escolha de nomes obedeça uma lógica particular na composição de forças eleitorais. O eleitor precisa estar atento: “a política é a forma mais alta de praticar a caridade, como nos recorda Papa Francisco. E a educação política, base necessária para o exercício da cidadania, deve conter uma formação especial que contemple uma sólida conscientização das realidades locais”, diz o presidente da Comissão Episcopal para Comunicação da CNBB, dom Darci José Nicioli.

“Nestas eleições, apesar de todo o enfoque dado ao cargo de presidência da República, é preciso que todo cidadão esteja muito atento ao voto dado ao governador. Trata-se de um cargo de grande importância para a administração de nosso País que é, na verdade, uma República Federativa”, esclarece dom Darci. “se dermos uma olhada em nossa Constituição, vamos perceber com maior clareza que o pacto entre as unidades do País estabelece a divisão do poder e a dinâmica das relações entre as unidades federadas”, continua.

Voto para governador

A CNBB, na última assembleia geral, ocorrida no primeiro semestre deste ano, apresentou uma reflexão sobre as eleições que se tornou uma referência para todos os católicos. Nesse documento, os bispos lembram que “É fundamental, portanto, conhecer e avaliar as propostas e a vida dos candidatos, procurando identificar com clareza os interesses subjacentes a cada candidatura”. E sublinham que “a campanha eleitoral se torna, assim, oportunidade para os candidatos revelarem seu pensamento sobre o Brasil que queremos construir”. Os bispos ainda advertem: “Não merecem ser eleitos ou reeleitos candidatos que se rendem a uma economia que coloca o lucro acima de tudo e não assumem o bem comum como sua meta, nem os que propõem e defendem reformas que atentam contra a vida dos pobres e sua dignidade. São igualmente reprováveis candidaturas motivadas pela busca do foro privilegiado e outras vantagens”.

“Cada eleitor, conhecendo bem a realidade de seu estado, levando em consideração o ensinamento do nosso episcopado precisa fazer um discernimento sério sobre qual candidato merece receber seu voto de confiança”, diz dom Darci. “E, claro, não deve se prender a simpatias meramente afetivas ou votar para ‘pagar’ algum favor recebido. É necessário que se conheça o programa de governo e, se possível, participar de uma discussão sobre as principais necessidades como saúde, educação, segurança, transporte, moradia e trabalho”, prossegue.

“Os bispos, no Brasil, batem sempre na mesma tecla: cuidar dos pobres. Esse tema não é fruto de ideologia ou de simpatia por certos candidatos, mas compromisso que nasce da escuta e da prática do Evangelho de Jesus Cristo”, assegura dom Darci. “Nesse sentido, os bispos pedem que cada eleitor, no seu processo de discernimento sobre o voto considere o lugar que o cuidado com os pobres tem em cada programa apresentado pelos candidatos”, diz dom Darci.

Posição da Igreja

Em cada Igreja Local, os bispos têm uma orientação clara sobre a participação dos leigos na política. A eles cabem uma tarefa muito especial e inclui a apresentação de candidaturas. A CNBB, segundo a Mensagem ao Povo de Deus divulgada na assembleia deste ano, “não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político” e o Direito Canônico não recomenda a participação de padres como candidatos nos pleitos, conforme o cânon 285, no terceiro parágrafo: “Os clérigos são proibidos de assumir cargos públicos, que importem a participação no exercício do poder civil”.

“Bispos e padres, apesar de serem cidadãos e terem também suas escolhas, conservam-se na legítima posição de homens de fé para orientar o rebanho sob a luz do Evangelho. Os leigos, no entanto, devem participar explicitamente do processo eleitoral com todo o compromisso que a consciência lhes impõe. E, nos estados, cada cidadão em particular ou em associações deve se apresentar para o debate político. A nossa fé nos impele a lutar por um mundo mais justo e mais fraterno, um mundo sem corrupção e sem desvios éticos na conduta dos seus governantes. Por isso, o cristão leigo católico pode ajudar muito na discussão pacífica e serena sobre quais candidatos a governadores servem de modo mais efetivo para o Brasil. Peço que todos exerçam o direito e o dever do voto com responsabilidade cidadã e compromisso cristão, afinal, o exercício da sadia política garante que haja escolas hospitais, emprego, segurança e vida digna para todos”, conclui dom Darci.

Fonte: cnbb.org.br

“Outubro Rosa”, igreja incentiva a prevenção ao câncer de mama

Iniciativas pastorais e motivações indicam participação eclesial na Campanha Outubro Rosa

Inserida nas ações da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer, o “Outubro Rosa”, a Pastoral da Saúde fez um convite para que em todo o país as comunidades rezem nas intenções das missas pelas vítimas da doença. No contexto do Mês Missionário, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, ressaltou a preocupação e o incentivo que a Igreja deve dar às mulheres para que participem da prevenção.

O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu na década de 1990 para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade, de acordo com Instituto Nacional do Câncer.

A Pastoral da Saúde, na primeira quinzena de outubro, realizou publicações nas redes sociais para divulgar as iniciativas da campanha e informações a respeito da prevenção. Para o fim do mês, a proposta é que no ultimo domingo de outubro, as comunidades coloquem nas intenções das missas e celebrações da Palavra as vítimas do câncer de mama e de maneira particular as mulheres falecidas em decorrência da doença.

Recordando o Mês Missionário, que chama a atenção para o cuidado da criação, dom Leonardo Steiner afirma que a Igreja também se preocupa com as irmãs, mamães e avós. “Queremos nos preocuparmos com elas, mas incentivá-las a fazerem o exame de prevenção, fazerem o exame para terem o diagnóstico, para que elas sejam mulheres saudáveis e nos ajudem a continuar essa tarefa tão importante de sermos missionários e sermos também essa presença materna no meio da sociedade”, disse.

Acesso
A coordenadora da Pastoral da Mulher Marginalizada, irmã Maria Roseli, considera que a Campanha Outubro Rosa tem o lado positivo que é a conscientização do problema do câncer de mama, mas tem um lado de injustiça social. “O mesmo governo que faz e que promove essa conscientização, nega o acesso dessas mulheres conscientizadas à estrutura que oferece o exame”, denuncia. A iniciativa é positiva, segundo a religiosa, “mas tem que vir com uma estrutura que oferece a essas pessoas condições para que possam tirar suas dúvidas em relação ao problema que porventura exista”.

Reconhecendo a dificuldade de acesso da população aos exames diagnósticos, como a mamografia, dom Leonardo Steiner indica às mulheres que procurem os Centros de Saúde para que possam, ao menos, aprender a fazer o auto exame. “Eu penso que se nós nos dedicarmos mais a esse cuidado, nós teremos essa presença feminina melhor e mais saudável nas nossas comunidades”, acredita o bispo.

Fonte:
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB)

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Festa da Padroeira 2018 e o clamor pela restauração da vida


Novena e Festa da Padroeira 2018 será um clamor pela restauração da vida

O Santuário de Aparecida inicia a novena para a grande celebracao do dia da Padroeira do Brasil nesse ano de 2018.

Em virtude das comemorações dos 40 anos do restauro da imagem, a Festa da Mãe Aparecida terá o tema “EM JESUS, COM MARIA, RESTAURAMOS A VIDA”.

De 3 a 12 de outubro as reflexões da Novena e Festa da Padroeira serão para motivar a oração pelo povo brasileiro, pedindo a intercessão da Mãe Aparecida para o restauro das vidas em sofrimento e pela recuperação da dignidade de filhos e filhas de Deus.

“Será um momento de celebração, mas também um grande clamor pelo povo brasileiro, os textos da novena vão nos ajudar a buscar essa restauração”, como explicou o Reitor da Catedral-Basílica Menor e Santuário Nacional, o Redentorista Pe. João Batista, CSsR.

A novena e Festa da Padroeira também vai enfatizar o Leigo, em consonância como o Ano do Laicato, convocando os devotos para atitudes transformadoras e compromisso com a vida e os ensinamentos de Cristo.

Entre os dias 3 e 12 de outubro o tema geral será desdobrado em subtemas como:

1º dia – Com Maria e Jesus, obedecemos à vontade do Pai!

2º dia – Com Maria e Jesus, restauramos o Jardim do Éden!

3º dia – Com Maria e Jesus, buscamos a libertação!

4º dia – Com Maria e Jesus, somos servidores do Reino!

5º dia – Com Maria e Jesus, dialogamos com o mundo!

6º dia – Com Maria e Jesus, ser Igreja viva e participativa!

7º dia – Com Maria e Jesus, fazer-se Comunidade-Sacramento!

8º dia – Com Maria e Jesus, restaurar a dignidade da vida!

9º dia – Com Maria e Jesus, restaurar o rosto fiel e samaritano da Igreja!

12 de outubro – Solenidade de Nossa Senhora Aparecida
Aparecida: Mãe dos humildes e pequeninos!

Reze pela vida a fim de que seja restaurada!

Fonte: A12.com

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