Notícias

NOVO COMUNICADO – Estágio Pastoral

No início da tarde desta terça-feira (16/11/2021), o Bispo Diocesano Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, através do Promotor Vocacional Pe Salomão Rafael, pela equipe de formação, emitiu o seguinte comunicado ao clero:

“Comunicamos aos senhores que: Dom Otacilio decidiu, juntamente a equipe de formação, que para o estágio pastoral aos fins de semana, no próximo ano, teremos a seguinte dinâmica:

o seminarista Anderson Alves Rocha estagiará na paróquia de São Sebastião, em Sabinópolis, sendo orientado pelo pe. José Geraldo;

o seminarista Alisson Sandro Anacleto da Silva estagiará na paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Guanhães, sendo orientado pelo pe. Adão;

e o seminarista Gabriel Ferreira de Oliveira estagiará na paróquia de São João Evangelista, em São João Evangelista, sendo orientado pelo pe. Salomão Rafael.

O estágio pastoral terá início em fevereiro com o início do ano letivo de 2022.
Rezemos por nossos seminaristas e por mais essa etapa de formação e discernimento.”

Esta experiência pastoral permitirá aos seminaristas um contato maior com a realidade da paróquia e de seus paroquianos, conhece de perto o trabalho do padre em seus afazeres paroquiais, e pode participar e se envolver com o trabalho das inúmeras pastorais atuantes da Igreja e desenvolve a dimensão pastoral-missionária.

“As experiências pastorais, discernidas e acompanhadas no processo formativo, são sumamente importantes para confirmar a autenticidade das motivações no candidato e ajuda-lo a assumir o ministério como verdadeiro e generoso serviço, no qual o ser e o agir, pessoa consagrada e ministério, são realidades inseparáveis” (Documento de Aparecida, 322).

NOTA SOBRE O ESTADO DE SAÚDE DO PADRE JOSÉ APARECIDO DOS SANTOS

No domingo, dia 31 de outubro de 2021, o Padre José Aparecido dos Santos, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, de Virginópolis-MG, apresentou um mal-estar: a pressão arterial caiu e precisou ser internado por manifestar algumas complicações cardiológicas.

Deste modo, foi preciso realizar alguns exames, ao longo da semana, para maior averiguação, mas graças a Deus, os resultados são positivos e não há risco de cirurgia, já que os medicamentos têm surtido efeitos positivos controlando a pressão arterial.

Elevemos a Deus orações pela sua saúde e de todo o Clero, para que sirvam ao Povo de Deus com toda a alegria, disponibilidade, com a proteção do Arcanjo São Miguel, Padroeiro de nossa Diocese, e a proteção de Nossa Senhora.

Guanhães, 07 de Novembro de 2021

+ Dom Otacilio Ferreira de Lacerda
Bispo Diocesano de Guanhães

COMUNICADO – Transferência e Estágio Pastoral

Nesta quarta-feira (03/11/2021) o Bispo Diocesano, Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, através do Chanceler da Cúria Diocesana, Pe Dilton Maria Pinto, fez o seguinte comunicado ao clero:

“A Partir do mês de janeiro de 2022 o Pe. Valter Guedes de Oliveira deixará a Paróquia São Sebastião, em Sabinópolis, onde exerce a missão de Vigário Paroquial e assumirá a mesma missão na Paróquia São Miguel e Almas, em Guanhães, auxiliando o Pároco, Pe. Hermes Firmiano Pedro.”

Neste mesmo dia o Pe. Salomão Rafael, pela equipe de Formação, comunicou ao clero que “o ano de Síntese (Ano Pastoral) dos seminaristas que estão concluindo a Teologia neste ano será vivido da seguinte forma:

“O Seminarista Felipe Ferreira Coelho irá para a paróquia de Santo Antônio em Coluna, sendo orientado pelo pe. José Adriano e auxiliando o mesmo na assessoria da pastoral Juvenil;

o Seminarista Thiago Dione Vileforte irá para a paróquia Nossa Senhora da Pena em Rio Vermelho, sendo orientado pelo pe. João Gomes e auxiliando o pe. Osmar na assessoria da pastoral Catequética;

e o Seminarista Vinícius Lucas Pereira Brandão irá para a paróquia São Pedro, em São Pedro do Suaçuí, sendo orientado pelo pe. Guilherme e auxiliando os padres Pe. João Evangelista, Pe. José Geraldo e Pe. Valter na assessoria da pastoral litúrgica.”

A partir de 08 de janeiro de 2022 os seminaristas poderão iniciar suas experiências vocacionais nas paróquias citadas.

Padre Salomão louva “a Deus pela disponibilidade dos padres, paróquias, e pastorais que os acolhem” e pede que “continuemos a rezar pela nova etapa do discernimento vocacional desses nossos irmãos.”

Clero de Guanhães realiza primeira “reunião presencial” de 2021

A expressão “reunião presencial” parece redundante, é fruto de uma nova realidade adaptada ao contexto pandêmico que o mundo enfrenta. Depois de um longo período realizando as reuniões por vídeo transmissão – a última reunião presencial aconteceu em 18/02/20 – o clero da Diocese de Guanhães se reuniu nesta quarta-feira (27/10).

No espírito do caminho sinodal e obedecendo todas as normas vigentes exigidas pelas autoridades sanitárias, a reunião, realizada em Guanhães, contou com a participação de todo o clero e seu bispo, Dom Otacilio Ferreira de Lacerda.

A reunião pautou, entre outros assuntos, sobre Assembleia Eclesial da América Latina realizando os devidos encaminhamentos e o Sínodo 2021 – 2023, cuja abertura da fase diocesana foi realizada no dia 17 de outubro. Foi constituída a Equipe Diocesana para dar os próximos passos; o coordenador de pastoral juntamente com os coordenadores de área irão compor a equipe com a participação de leigos e outros padres.

Segundo o bispo, em carta ao povo de Deus, publicada no dia 14 de outubro, “com as missas e as celebrações mencionadas, daremos o primeiro passo respondendo ao questionário, a ser apresentado oportunamente pela equipe responsável pelos trabalhos, após a reunião do clero, dia 27 de outubro próximo, que deverá ser amplamente respondido.”

No domingo da alegria (4º da quaresma) em março de 2022 será realizado uma celebração e que faz parte do processo Sinodal. O Sínodo, anunciado em maio deste ano, será realizado em três fases: diocesana, continental e universal. Este caminho sinodal terá a duração de três anos.

O coordenador de Pastoral, Pe. José Aparecido dos Santos, ao tratar sobre para Planejamento 2022, reforçou o pedido de colaboração aos assessores de Pastoral na diocese de modo que se possa realizar indicações programáticas concretas colaborando com uma ação evangelizadora eficaz. O assessor da Pastoral Familiar, Pe Bruno, lembrou o pedido do Papa Francisco para o Ano da Família Amoris Laetitia; numa live foi feito uma proposta de gesto concreto para a diocese de modo que ajudemos com que se concretize a proposta de “tornar as famílias protagonistas da pastoral familiar”, conforme o desejo do Papa. LINK DA LIVE:https://www.youtube.com/watch?v=CjY6cvJsAAA

Veja algumas FOTOS NO LINK: https://www.facebook.com/DioceseDeGuanhaes/posts/4294698327295575 

PRIMEIRO ENCONTRO VIRTUAL COM CRISMANDOS DA DIOCESE

Na noite do dia 21 de outubro, os crismandos da Paróquia Nossa Senhora Aparecida ( Pito) – Guanhães MG, seguindo os protocolos exigidos por causa da Pandemia do Coronavírus, reuniram-se na Igreja matriz para um encontro virtual  com Dom Otacilio . No primeiro momento, Pe Adão os acolheu, fez a leitura bíblica de Mt 5, 14-16 e pediu a turma que completasse a frase: Quero ser luz para…

A seguir, a turma acompanhou atentamente o que Dom Otacilio tinha para lhes dizer, enfatizando a alegria  de neste momento de se encontrarem mesmo que virtualmente. Rezou a oração Vinde, Espírito de amor, como fogo abrasador” e na sequência ele refletiu o seu  poema orante ” Supliquemos os dons do Espírito”:

O dom da Sabedoria – para que aprendamos e ensinemos os Projetos de Deus;  o dom do Entendimento, para distinguirmos o que é justo e bom, sem ilusões e erros;
o dom do Conselho – para que a vontade amorosa de Deus saibamos viver e ensinar; o dom da Fortaleza, para que com Sua Divina força,  e com o Sublime Sacramento da Eucaristia, vivamos com fidelidade o Mandamento do Amor,testemunhando a fé, com serenidade e firmeza, na oração; o dom da Ciência,
para buscarmos o conhecimento pleno; o dom da Piedade, para uma relação filial de amor com Deus;  o dom do Temor, para uma relação mais sincera com Deus,
adorando-O em espírito e verdade,buscando em primeiro lugar o Seu Reino e a Sua justiça, e  assim, tudo mais nos será acrescentado. Como Igreja, comunidade de comunidades,sem medo, covardia, indiferença ou omissão, pelo Espírito Assistidos, vivamos a graça da missão.

Ao final, a crismanda Fernanda  e pe Adão agradeceram a Dom Otacilio pelo encontro. Segundo a coordenadora e o catequista foi uma linda experiência vivenciada  e um grande aprendizado.

” Vinde ver como é bom celebrar a Vocação!”

  É com imensa alegria, que a Diocese de Guanhães/ MG, no dia 11.12.2021, renderá graças a Deus por mais um passo dado rumo ao ministério ordenado dos Seminaristas Filipe Ferreira Coelho, Vinicius Pereira Brandão, Thiago Dione Vileforte – do 4ª ano de Teologia – que receberão o Acolitato. E do Seminaristas Anderson Alves da Rocha – do 3ª ano de Teologia – que irá receber o Leitorato.

A Igreja orienta que, para o Seminarista receber o ministério de acólito, ele deve alcançar suficiente desenvolvimento dos traços de personalidade que caracterizam um homem sacerdotal e o habilite a exercer o Ministério da Liturgia, em vista da santificação do povo de Deus.

Já para o Leitorato, a Igreja orienta que para o seminarista receber tão grandioso ministério, ele precisa alcançar suficiente desenvolvimento dos traços de personalidade que caracterizam um homem bíblico capacitado ao Ministério da Palavra, em vista do anúncio da salvação.

Assim, rogamos a Santa Edwiges e a proteção do Glorioso São Miguel, padroeiro de nossa Diocese, as bênçãos sobre estes Seminaristas que seguem firmes o itinerário de discernimento vocacional!

Filipe

Vinícius

 

Thiago

Anderson

Pascom Diocesana

Carta ao Povo de Deus – Sínodo

Querido Povo de Deus da Diocese de Guanhães,
Graça e Paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo

Expressando nossa comunhão com o Papa Francisco, que nos propõe o XVI Sínodo dos Bispos, a ser realizado em Roma, no mês de outubro de 2023, com o tema: “Por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão”, como Diocese, Igreja particular de Guanhães, celebraremos na Catedral, e em todas as Paróquias e Comunidades, no próximo final de semana, o início de nossos trabalhos.

Neste sentido, na conclusão das preces, faremos esta oração: “Vinde, Espírito Santo! Vós que suscitais línguas novas e colocais nos lábios palavras de vida, livrai-nos de nos tornarmos uma Igreja de museu, bela, mas muda, com tanto passado e pouco futuro. Vinde estar conosco, para que na experiência sinodal não nos deixemos dominar pelo desencanto, não debilitemos a profecia, não acabemos por reduzir tudo a discussões estéreis. Vinde, Espírito Santo de amor, e abri os nossos corações para a escuta. Vinde, Espírito de santidade, e renovai o santo Povo fiel de Deus. Vinde, Espírito Criador, e renovai a face da terra. Amém!”.

O Sínodo não terá como finalidade a produção de mais documentos; “destina-se a inspirar as pessoas a sonhar com a Igreja que somos chamados a ser, a fazer florescer as esperanças das pessoas, a estimular a confiança, a vendar as feridas, a tecer relações novas e mais profundas, e aprender uns com os outros, a construir pontes, a iluminar mentes, a aquecer corações e a dar força de novo às nossas mãos para a nossa missão comum” (Documento de Preparação n.32).

Com as missas e as celebrações mencionadas, daremos o primeiro passo respondendo ao questionário, a ser apresentado oportunamente pela equipe responsável pelos trabalhos, após a reunião do clero, dia 27 de outubro próximo, que deverá ser amplamente respondido.

Vivamos esta etapa que se estenderá até o final de março do próximo ano, acolhendo com alegria esta graça que o Papa nos concede, como um sopro do Espírito, para que sejamos uma Igreja missionária, misericordiosa, da proximidade, compaixão e ternura,

Aguardem novas orientações e outras etapas que vivenciaremos, em plena comunhão e oração, exortando para que todos se empenhem, com ampla e fervorosa participação, e rogo a Deus copiosas bênçãos sobre todos e todas.

“Para mim o viver é Cristo” – “Mihi vivere Christus est” (Fl 1,21).

Guanhães, 14 de outubro de 2021

+Dom Otacilio Ferreira de Lacerda
Bispo Diocesano de Guanhães – MG

 

“Com Maria, somos Povo de Deus unido, pela Aliança”.

Novena e Festa de Aparecida deste ano, estão em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil

Em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), o Santuário Nacional celebra a Novena e Festa da Padroeira do Brasil, de 3 a 12 de outubro, evidenciando o sentido de ser Igreja a partir da ideia de Povo de Deus, aprofundada pelo Concílio Vaticano II. 

Ao comemorar noventa anos da proclamação da Mãe Aparecida como Padroeira do Brasil, o tema da Novena deste ano quer aprofundar a identidade de fé: “Com Maria, somos Povo de Deus unido, pela Aliança”. 

“Aparecida nas águas barrentas do rio Paraíba do Sul, em 1717, a Virgem Negra é a Mãe de ternura e de esperança, que nos ajuda a ser povo da Aliança!”, disse o padre   Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida.

Na presença de Nossa Senhora, “a melhor e a mais perfeita discípula da Palavra”, como ensina dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida (SP), o Santuário Nacional quer renovar a alegria de ser Povo de Deus, aproximando da Bíblia os devotos de Nossa Senhora. A novena e festa de Aparecida estão em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023), que propõem a Palavra de Deus como primeiro “Pilar da Casa”. 

Diferente do ano passado, quando decidiu-se organizar uma festa mais restritiva por causa do agravamento da pandemia e porque ainda não havia vacinas seguras, neste ano estão previstos dois lugares de celebração: o próprio Santuário Nacional e o Centro de Eventos, localizado no pátio da maior Basílica Mariana do Mundo. 

Um convite para redescobrir a Bíblia na Casa de Maria 

Sempre vinculados à figura de Nossa Senhora, os temas de cada dia da novena retratam, entre outros assuntos: Êxodo e a aliança com Deus, Igreja povo de Deus, Mandamentos, Bem-aventuranças, Misericórdia samaritana, São José e igreja doméstica, Meio ambiente, Eucaristia e unidade com o Papa Francisco. 

Com a Bíblia na mão”, como sempre gosta de dizer dom Orlando Brandes, e tendo o Êxodo como referência decisiva, a novena quer percorrer as etapas significativas na história de libertação que Deus ofereceu ao seu povo eleito”. afirma o padre   Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida.. 

Padre Marko Rupnik próximo à obra de revestimento da fachada da Basílica

Desde o ano passado, a novena faz referência à história do Êxodo, porque é com ela que o padre Marko Rupinik está revestindo com mosaicos a primeira fachada do Santuário Nacional. É um projeto de arte, mas é também um projeto pastoral de aproximação aos textos bíblicos. Um dos principais objetivos do projeto “Jornada Bíblica” é que cada devoto de Nossa Senhora conheça sempre mais as Sagradas Escrituras.  

“Vocacionados como Moisés, todos aqueles que amam a Mãe Aparecida devem viver em constante êxodo: sempre em êxodo missionário. Através da história de Moisés, de esperança em esperança, a novena deste ano é um convite para que os fiéis refaçam o caminho do Êxodo, rumo à “Terra sem males”, disse o padre   Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida.

O Santuário Nacional convida a Igreja no Brasil a viver momentos de profunda reflexão, baseados em dois eixos fundamentais: Povo de Deus e Aliança. ”Somos Igreja, fazemos parte da Igreja de Cristo e nos entendemos como povo, como família de Deus. A ideia de Povo de Deus foi aprofundada a partir do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965), quando fez da participação uma das palavras-chave da vida da Igreja. A Aliança está associada ao Êxodo e a outros grandes valores da Bíblia. Com a força de Deus e a liderança de Moisés, o povo fez seu encontro de amor com o Pai e esse era o maior propósito de Deus”, disse padre Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida. 

Dia das Crianças e da Padroeira do Brasil 

O dia 12 de outubro é festa da Padroeira do Brasil e também é festa pelo dia das crianças. Há muitos anos o Santuário Nacional, em parceria com o Ministério Público do Trabalho e com o Tribunal Regional do Trabalho, da décima quinta região de Campinas, empenha-se no projeto de erradicação do trabalho infantil. 

“Acreditamos que proteger crianças e adolescentes é o primeiro passo para uma sociedade mais justa e feliz para todos. Lugar de criança é na escola. Nunca no injusto trabalho infantil, que rouba sonhos e esperanças de uma maturidade plena e feliz”, afirma padre Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida. 

Seguindo os protocolos de higiene, segurança e distanciamento social, os fiéis poderão acompanhar a Novena e Festa de Nossa Senhora através da Rede Aparecida de Comunicação. A programação completa está disponível no portal A12.com/padroeira.

“Viva a alegria de ser devoto da Mãe Aparecida e participe da festa de Nossa Senhora! O Santuário Nacional, lugar privilegiado para o encontro com Deus, está de coração e portas abertos para acolher você e sua família. Aceite nosso convite para cantar as Glórias de Maria, como ensinou Santo Afonso. Afinal, no Santuário da Palavra viva de Deus é onde eu quero estar!”, exorta padre Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida. 

 

Fonte: https://www.cnbb.org.br/novena-e-festa-de-aparecida-deste-ano-estao-em-sintonia-com-as-diretrizes-gerais-da-acao-evangelizadora-da-igreja-no-brasil/

Papa: Sínodo é um evento de graça, estar aberto às surpresas do Espírito

A Palavra de Deus guia o Sínodo, para que não seja uma “convenção” eclesial, um convênio de estudos ou um congresso político, mas um evento de graça, um processo de cura conduzido pelo Espírito Santo. Palavras do Papa ao inaugurar o caminhos sinodal celebrando a missa na Basílica de São Pedro.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

“Encontrar, escutar, discernir”: estes foram os verbos indicados pelo Papa Francisco na sua homilia de abertura do processo sinodal.

O Pontífice presidiu à Santa Missa na Basílica Vaticana, com a participação de leigos, religiosos, sacerdotes, bispos e cardeais que participam deste processo que culminará em Roma, daqui dois anos, com o Sínodo dos Bispos sobre a tema da sinodalidade.

Ouça a reportagem completa com a voz do Papa Francisco

Francisco se inspirou no Evangelho deste domingo, que apresenta um homem rico que foi ao encontro de Jesus enquanto o Mestre se punha a caminho. “Jesus não tinha pressa, não olhava o relógio para acabar rápido o encontro. Estava sempre a serviço da pessoa que encontrava, para ouvi-la.”

“Deus não habita em lugares assépticos e pacatos, distantes da realidade, mas caminha conosco”, disse o Papa, que então pergunta: “Nós, comunidade cristã, encarnamos o estilo de Deus, que caminha na história e partilha as vicissitudes da humanidade?”

Peritos na arte do encontro

O Evangelho começa narrando um encontro, ao qual Jesus não fica indiferente. “Também nós, que iniciamos este caminho, somos chamados a tornar-nos peritos na arte do encontro; peritos, não na organização de eventos”, mas “na reserva de um tempo para encontrar o Senhor e favorecer o encontro entre nós”.

Deus muda tudo quando somos capazes de encontros verdadeiros com Ele e entre nós… “sem formalismos nem fingimentos, nem maquiagens”.

Escutar com o coração

Depois do encontro, o passo sucessivo é escutar. E mais uma vez Francisco se dirige à assembleia: “Como estamos quanto à escuta? Como está «o ouvido» do nosso coração? Permitimos que as pessoas se expressem?

“Fazer Sínodo é colocar-se no mesmo caminho do Verbo feito homem: é seguir as suas pisadas, escutando a sua Palavra juntamente com as palavras dos outros. É descobrir, maravilhados, que o Espírito Santo sopra de modo sempre surpreendente para sugerir percursos e linguagens novos.”

“Não insonorizemos o coração, não nos blindemos nas nossas certezas. Escutemo-nos.”

Discernir para mudar

Por fim, discernir. O encontro e a escuta recíproca, explicou Francisco, não são um fim em si mesmos, deixando as coisas como estão.

Pelo contrário, quando entramos em diálogo, no fim já não somos os mesmos de antes, mudamos, como indica o Evangelho de hoje. Jesus intui que o homem à sua frente é bom, mas quer conduzi-lo para além da simples observância dos preceitos – uma indicação preciosa também para nós:

“O Sínodo é um caminho de discernimento espiritual, que se faz na adoração, na oração, em contato com a Palavra de Deus.”

A Palavra guia o Sínodo, para que não seja uma “convenção” eclesial, um convênio de estudos ou um congresso político, mas um evento de graça, um processo de cura conduzido pelo Espírito Santo.

Assim como fez com o homem rico do Evangelho, Jesus chama a Igreja a libertar-nos daquilo que é mundano e também dos fechamentos e dos modelos pastorais repetitivos, para interrogar-se a direção para onde Ele quer conduzir.

“Queridos irmãos e irmãs, bom caminho em conjunto! Sejamos peregrinos enamorados do Evangelho, abertos às surpresas do Espírito Santo. Não percamos as ocasiões de graça do encontro, da escuta recíproca, do discernimento. Com a alegria de saber que, enquanto procuramos o Senhor, é Ele quem primeiro vem ao nosso encontro com o seu amor.”

Fonte:  https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2021-10/papa-francisco-missa-abertura-processo-sinodal.html


Missa de abertura dos trabalhos do Sínodo 2023, onde o Papa Francisco inaugura um processo inédito de consulta, com iniciativas a nível global

Segue na íntegra a homilia do Santo Padre.

Um homem rico foi ao encontro de Jesus, «quando [Este] Se punha a caminho» (Mc 10, 17). Os Evangelhos apresentam-nos muitas vezes Jesus «a caminho», fazendo-Se companheiro do homem no seu caminho e ouvindo os interrogativos que habitam e inquietam o seu coração. Assim se revela que Deus não habita em lugares asséticos, em lugares pacatos, distantes da realidade, mas caminha conosco e vem encontrar-nos onde estamos, nas estradas por vezes acidentadas da vida. E hoje, ao abrir este percurso sinodal, comecemos todos (Papa, bispos, sacerdotes, religiosas e religiosos, irmãs e irmãos leigos) por nos interrogar: nós, comunidade cristã, encarnamos o estilo de Deus, que caminha na história e partilha as vicissitudes da humanidade? Estamos prontos para a aventura do caminho ou, temerosos face ao desconhecido, preferimos refugiar-nos nas desculpas «não adianta» ou «sempre se fez assim»?

Fazer Sínodo significa caminhar pela mesma estrada, caminhar em conjunto. Fixemos Jesus, que na estrada primeiro encontra o homem rico, depois escuta as suas perguntas e, por fim, ajuda-o a discernir o que fazer para ter a vida eterna. Encontrar, escutar, discernir: três verbos do Sínodo, nos quais me quero deter.

  1. Encontrar. O Evangelho começa, narrando um encontro. Um homem vai ao encontro de Jesus e ajoelha-se diante d’Ele, colocando-Lhe uma pergunta decisiva: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17). Uma questão tão importante exige atenção, tempo, disponibilidade para encontrar o outro e deixar-se interpelar pela sua inquietação. De fato, o Senhor não fica indiferente, nem Se mostra aborrecido ou incomodado; pelo contrário, detém-Se com ele. Está disponível para o encontro. Nada O deixa indiferente, tudo O apaixona. Fixar os rostos, cruzar os olhares, partilhar a história de cada um: tal é a proximidade de Jesus. Ele sabe que um encontro pode mudar a vida. E o Evangelho está constelado de encontros com Cristo que reanimam e curam. Jesus não tinha pressa, não olhava o relógio para terminar depressa o encontro. Estava sempre ao serviço da pessoa que encontrava, para a escutar.

Também nós, que iniciamos este caminho, somos chamados a tornar-nos peritos na arte do encontro; peritos, não na organização de eventos ou na proposta duma reflexão teórica sobre os problemas, mas, antes de mais nada, na reserva dum tempo para encontrar o Senhor e favorecer o encontro entre nós: um tempo para dar espaço à oração, à adoração – uma oração que tanto transcuramos: adorar, dar espaço à adoração –, àquilo que o Espírito quer dizer à Igreja; para fixar-se no rosto e na palavra do outro, encontrar-nos face a face, deixar-se tocar pelas perguntas das irmãs e dos irmãos, ajudar-nos a fim de que a diversidade de carismas, vocações e ministérios nos enriqueça. Como sabemos, cada encontro exige abertura, coragem, disponibilidade para se deixar interpelar pelo rosto e a história do outro. Enquanto às vezes preferimos refugiar-nos em relações formais ou usar máscaras de ocasião – o espírito clerical e de corte: são mais Senhor Abade que padre –, o encontro muda-nos e muitas vezes sugere-nos novos caminhos que não pensávamos percorrer. Hoje, depois do Ângelus, receberei um bom grupo de pessoas sem eira nem beira; juntam-se simplesmente, porque há um grupo de pessoas que as vão escutar, unicamente ouvi-las. E, partindo da escuta, conseguiram começar a caminhar. A escuta. Com frequência é assim precisamente que Deus nos indica os caminhos a seguir, fazendo-nos sair dos nossos hábitos cansados. Muda tudo, quando somos capazes de encontros verdadeiros com Ele e entre nós… sem formalismos, nem fingimentos, nem maquilhagem.

  1. 2. Segundo verbo: escutar. Um verdadeiro encontro só pode nascer da escuta. De facto, Jesus coloca-Se à escuta da pergunta daquele homem e da sua inquietação religiosa e existencial. Não dá uma resposta de rotina, não oferece uma solução pré-fabricada, nem finge responder com amabilidade apenas para Se livrar dele e prosseguir o seu caminho. Simplesmente o escuta. Escuta-o todo o tempo que for preciso, sem pressa. E – a coisa mais importante – Jesus não tem medo de o escutar com o coração; não Se contenta de o fazer apenas com os ouvidos. Com efeito, a sua resposta não se limita a retorquir à pergunta, mas permite ao homem rico contar a sua história, falar livremente de si mesmo. Cristo lembra-lhe os mandamentos, e ele começa a falar da sua infância, a partilhar o seu percurso religioso, o modo como se esforçou por procurar a Deus. Quando ouvimos com o coração, o outro sente-se acolhido, não julgado, livre para contar a sua vivência e o próprio caminho espiritual.

Interroguemo-nos, com sinceridade, neste itinerário sinodal: Como estamos quanto à escuta? Como está «o ouvido» do nosso coração? Permitimos que as pessoas se expressem, caminhem na fé mesmo se têm percursos de vida difíceis, contribuam para a vida da comunidade sem ser estorvadas, rejeitadas ou julgadas? Fazer Sínodo é colocar-se no mesmo caminho do Verbo feito homem: é seguir as suas pisadas, escutando a sua Palavra juntamente com as palavras dos outros. É descobrir, maravilhados, que o Espírito Santo sopra de modo sempre surpreendente para sugerir percursos e linguagens novos. Aprender a ouvir-nos uns aos outros – bispos, padres, religiosos e leigos; todos, todos os batizados – é um exercício lento, talvez cansativo, evitando respostas artificiais e superficiais, respostas pronto-a-vestir… essas não! O Espírito pede para nos colocarmos à escuta das perguntas, preocupações, esperanças de cada Igreja, de cada povo e nação; e também à escuta do mundo, dos desafios e das mudanças que o mesmo nos coloca. Não insonorizemos o coração, não nos blindemos nas nossas certezas. Muitas vezes as certezas fecham-nos em nós mesmos. Escutemo-nos.

  1. 3. Por fim, discernir. O encontro e a escuta recíproca não são um fim em si mesmos, deixando as coisas como estão. Pelo contrário, quando entramos em diálogo, pomo-nos em questão, pomo-nos a caminho e, no fim, já não somos os mesmos de antes, mudamos. Assim no-lo mostra o Evangelho de hoje. Jesus intui que o homem à sua frente é bom, religioso e pratica os mandamentos, mas quer conduzi-lo para além da simples observância dos preceitos. No diálogo, ajuda-o a discernir. Propõe-lhe olhar dentro de si próprio, à luz do amor com que Ele mesmo – ao fixá-lo – o ama (cf. Mc 10, 21), e, nesta luz, discernir a que é que está verdadeiramente apegado o seu coração; para depois descobrir que o seu bem não passa por aumentar o número de atos religiosos, mas, ao invés, esvaziar-se de si mesmo: vender aquilo que preenche o seu coração, para dar espaço a Deus.

Trata-se duma indicação preciosa também para nós. O Sínodo é um caminho de discernimento espiritual, de discernimento eclesial, que se faz na adoração, na oração, em contacto com a Palavra de Deus. E a segunda Leitura de hoje diz-nos precisamente que a Palavra de Deus «é viva, eficaz e mais afiada que uma espada de dois gumes; penetra até à divisão da alma e do corpo, das articulações e das medulas, e discerne os sentimentos e intenções do coração» (Heb 4, 12). A Palavra abre-nos ao discernimento e ilumina-o. Guia o Sínodo, para que não seja uma «convenção» eclesial, um convénio de estudos ou um congresso político, para que não seja um parlamento, mas um evento de graça, um processo de cura conduzido pelo Espírito. Nestes dias, Jesus chama-nos – como fez com o homem rico do Evangelho – a esvaziar-nos, a libertar-nos daquilo que é mundano e também dos nossos fechamentos e dos nossos modelos pastorais repetitivos, a interrogar-nos sobre aquilo que Deus nos quer dizer neste tempo e sobre a direção para onde Ele nos quer conduzir.

Queridos irmãos e irmãs, bom caminho em conjunto! Sejamos peregrinos enamorados do Evangelho, abertos às surpresas do Espírito Santo. Não percamos as ocasiões de graça do encontro, da escuta recíproca, do discernimento. Com a alegria de saber que, enquanto procuramos o Senhor, é Ele quem primeiro vem ao nosso encontro com o seu amor.

—————————————————————————————-

Fonte: https://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2021/10/10/0652/01385.html#port

Minicurso de Contabilidade para não contadores

Nesta terça-feira, 28 de setembro de 2021, a contadora Marina de Carvalho Costa, juntamente com sua equipe, orientou as secretárias e secretários das paróquias da Diocese de Guanhães tratando do tema “Contabilidade para não contador (a)”. Todas as paróquias marcaram presença e também alguns padres. Este encontro foi o primeiro presencial desde o início da pandemia respeitando todos os protocolos sanitários.

Na igreja prevalece como identidade a dimensão espiritual. Conforme disse o Papa Francisco sem o Espírito Santo a Igreja seria uma mera ONG. No entanto, como “coisa jurídica” a igreja tem suas obrigações as quais decorrem também dos direitos (isenções) concedido pelas autoridades civis.

Por isso é necessária uma atualização contínua.

A seguir veja alguns registros fotográficos e no link:https://www.facebook.com/341747999257314/posts/4234484333316975/

 

 

 

A Palavra do Pastor
Pedro e Paulo, o Amor de Cristo os seduziu – Homilia

Pedro e Paulo, o Amor de Cristo os seduziu – Homilia

Pedro e Paulo, o Amor de Cristo os seduziu Celebramos a Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, que viveram total...
Read More
Livres para seguir o Senhor – XIII Domingo do Tempo Comum Ano C

Livres para seguir o Senhor – XIII Domingo do Tempo Comum Ano C

A Liturgia do 13º Domingo do Tempo Comum (Ano C) nos convida a refletir sobre o discipulado na fidelidade ao...
Read More
Assumir a Cruz quotidiana com a força da Oração – 12º Domingo do Tempo Comum

Assumir a Cruz quotidiana com a força da Oração – 12º Domingo do Tempo Comum

A Liturgia do 12º Domingo do Tempo Comum (Ano C) nos interroga a respeito de Jesus: Quem é Ele para...
Read More
Pentecostes: O Espírito Santo de Deus nos foi enviado 

Pentecostes: O Espírito Santo de Deus nos foi enviado 

“Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós. Recebei o Espírito Santo” Com a Solenidade de...
Read More
Ascensão: irradiar amor, vida e alegria – Homilia – Solenidade da Ascensão do Senhor

Ascensão: irradiar amor, vida e alegria – Homilia – Solenidade da Ascensão do Senhor

“Ali ergueu as mãos e abençoou-os” (Lc 24,50) A Solenidade da Ascensão aponta para o fim último de todos nós,...
Read More
A promessa do Paráclito- Homilia VI Domingo da Páscoa – Ano C

A promessa do Paráclito- Homilia VI Domingo da Páscoa – Ano C

A promessa do Paráclito A Liturgia do 6º Domingo da Páscoa (Ano C) tem como mensagem a promessa de Deus...
Read More
Amar como Jesus Ama: desafio e missão – Homilia – V Domingo da Páscoa – Ano C

Amar como Jesus Ama: desafio e missão – Homilia – V Domingo da Páscoa – Ano C

Amar como Jesus Ama: desafio e missão “Vede como eles se amam” (Tertuliano) A Liturgia do 5º domingo da Páscoa...
Read More
A voz do Bom Pastor – Homilia 4º Domingo da Páscoa – Ano C

A voz do Bom Pastor – Homilia 4º Domingo da Páscoa – Ano C

“Eu sou o Bom Pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,  assim como o Pai me conhece e Eu...
Read More

“Ele está no meio de nós!” Aleluia! – Homila III Domingo de Páscoa Ano C

“Ele está no meio de nós!” Aleluia! Com a Liturgia do terceiro Domingo da Páscoa (Ano B), refletimos sobre o modo de...
Read More
A Fé no Ressuscitado é missão de paz! Segundo Domingo Tempo pascal – Ano C

A Fé no Ressuscitado é missão de paz! Segundo Domingo Tempo pascal – Ano C

A Liturgia do 2º Domingo da Páscoa (ano C), também chamado de Domingo da Misericórdia, nos convida a refletir sobre...
Read More

Empresas que possibilitam este projeto:

Arquivo