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Carta da 5ª Romaria das águas e da Terra da Bacia do Rio Doce

Tema: Bacia do Rio Doce, nossa Casa Comum

Lema: Aos pés do bom Jesus, cuidar da Mãe Terra, das Águas e da Vida

Queridos irmãos e irmãs

Nossa 5ª Romaria das Águas e da Terra da Bacia do Rio Doce está sendo celebrada neste de 15 a 19 de julho de 2020, por meio das mídias sociais.

Refletimos sobre o tema “Bacia do Rio Doce, nossa Casa Comum” e o lema “Aos pés do Bom Jesus, cuidar da Mãe Terra, das Águas e da Vida”.

Esta Romaria foi programada para ser celebrada no Santuário do Bom Jesus, em Conceição do Mato Dentro, Diocese de Guanhães – MG, mas devido a este tempo de quarentena que nos foi imposto, não por nossa própria vontade, mas pela dolorosa imposição da pandemia do coronavírus, que vem disseminando a covid-19 e ceifando milhares de vida, tivemos que realiza-la de forma não presencial, mas aguardando o tempo oportuno para realizá-la presencialmente no ano de 2021.

Contamos com a participação da comissão do Meio Ambiente da Arquidiocese de Mariana, Comissão da Romaria da Diocese de Guanhães e Caritas Regional Minas Gerais.

Dom Otacílio Ferreira de Lacerda, bispo da Diocese de Guanhães e Bispo Referencial da  Comissão Episcopal para a Ação Social Transformadora do Regional Leste 2 da CNBB, acolheu nossa Romaria e a presidência da Celebração Eucarística na Catedral de São Miguel e Almas, no dia 19 de julho, às 10horas.

Nessa 5ª Romaria celebramos também os 5 anos da Carta Encíclica do Papa Francisco Laudato Si, que é um importante documento na defesa de uma ecologia integral, do meio ambiente e no cuidado com a criação divina, na nossa Casa Comum.

Urge recordar que o meio ambiente é um bem coletivo, patrimônio de toda a humanidade e responsabilidade de todos (LS 95) e que o princípio da maximização do lucro, que tende a isolar-se de todas as outras considerações, é uma distorção conceitual da economia (LS 195).

E ainda, adverte-nos o Papa Francisco de que não podemos ser testemunhas mudas das gravíssimas desigualdades, quando se pretende obter benefícios significativos, fazendo pagar ao resto da humanidade, presente e futura, os altíssimos custos da degradação ambiental (LS 36).

Somos todos desafiados a adotar um comportamento inspirado no princípio de que formamos uma única família humana, que tudo está interligado nesta Casa Comum, e que o genuíno cuidado de nossa própria vida e de nossa relação com a natureza é inseparável da fraternidade, da justiça e da fidelidade aos outros. Portanto, não podemos aceitar o custo dos danos provocados pela negligência egoísta das atividades minerárias, pois este é muitíssimo maior do que o benefício econômico que se possa obter.

Nossa Romaria quer ser o eco de tantos gritos e a expressão solidária e esperançosa de numerosas pessoas, família, comunidades e grupos étnicos que sofrem direta ou indiretamente por causa das consequências, muitas vezes negativas das atividades mineradoras.

É também um grito profético contra a extração de tantos bens minerários em nosso solo que, paradoxalmente, não tem produzido conforto e dignidade para as populações locais que permanecem pobres e o meio ambiente degradado.

Um grito de dor em reação às violências, ameaças e corrupção; um grito de tristeza e impotência pela poluição das águas, do ar e dos solos; um grito de incompreensão pela ausência de processos inclusivos e de apoio por parte das autoridades civis, locais e nacionais, que têm o dever de promover o bem comum.

Um grito de alerta contra esse modelo depredatório e desumano que parece não ter fim e que permitem a existência de mais de 700 barragens de rejeito somente em Minas Gerais, dentre as quais, 43 em alto risco de rompimento, algumas com potencial maior do que as de Mariana e Brumadinho, causadoras de danos humanos e ambientais irreversíveis como a contaminação das águas, da fauna e da flora nas Bacias do Rio Doce e São Francisco.

Queremos ser solidários aos sofrimentos e alegrias de cada pessoa e de toda criação divina (1Cor 12, 25 e Rom 8, 14), reerguendo as mãos enfraquecidas e os joelhos calejados (Hb 12,12), e também edificar uma Igreja samaritana que é capaz de ver, sentir compaixão e cuidar da vida em todas as suas dimensões.

Sejamos fortalecidos nesta Romaria da Vida pelo testemunho de tantos profetas e profetizas, de ontem e de hoje, de perto e de longe, quais discípulos missionários que doaram suas vidas no anúncio do Evangelho da Vida, na defesa dos povos e do meio ambiente.

Que sob a proteção do Senhor Bom Jesus, sejam renovadas e revigoradas nossas esperanças e nossas lutas por uma ecologia integral.

Diocese de Guanhães – MG, 19 de julho de 2010

Dom Otacilio Ferreira Lacerda

Bispo da Diocese de Guanhães – MG

Bispo Referencial da Comissão para Ação Social Transformadora da CNBB Leste 2

Pe. Nelito Nonato Dornelas

Representante da Comissão do Meio Ambiente da Província Eclesiástica de Mariana

Assessoria de formação da Comissão para Ação Social Transformadora da CNBB Leste 2

Rodrigo Pires Vieira

Secretário Executivo da Comissão para Ação Social Transformadora da CNBB Leste 2

Postado por Dom Otacilio F. Lacerda em https://peotacilio.blogspot.com/2020/07/carta-da-5-romaria-das-aguas-e-da-terra.html

Romaria das Águas e da Terra da Bacia do Rio Doce

Com o tema “Bacia do Rio Doce, nossa Casa Comum” e lema “Aos pés do Bom Jesus, cuidar da Mãe Terra, das Águas e da Vida”, a preparação para a 5ª Romaria das Águas e da Terra da Bacia do Rio Doce acontecerá virtualmente com tríduo nos dias 15 a 17 de julho, das 19h às 20h30, e Santa Missa presidida por dom Otacílio Ferreira, no dia 19 de julho, às 10h.

Durante a preparação para a romaria, será celebrado os 5 anos da carta Laudato Si, do papa Francisco, um importante documento em prol de uma ecologia integral e do cuidado com os bens de Deus na nossa Casa Comum.

Acompanhe e participe pelos links:

🔹 Facebook da Cáritas Minas Gerais: https://www.facebook.com/caritasmg/

🔹 Youtube da Cáritas Minas Gerais: https://bit.ly/2NxHApB

🔹 Facebook da Diocese de Guanhães: https://www.facebook.com/DioceseDeGuanhaes/

🔹 Mais informações: https://bit.ly/30ak2Nl

Formação Catequética (on-line)  em tempos de distanciamento social

No final do ano de 2019, foi feito um projeto de formação e rapidamente teve que ser repensado, devido o caos em que se encontra o mundo em que habitamos.

Muitos não estavam preparados para uma mudança tão rápida. As redes sociais passaram a ser a nossa aliada para expandir o anúncio de Jesus Cristo. “Novos tempos, novas situações!”

A catequese diocesana seguiu firme com o seu propósito, não interrompendo as formações que passaram a ser virtuais desde o final de março, via facebook e whatsapp. Muitos catequistas se reinventaram para que pudessem acompanhar a cada uma.

Estava previsto trabalhar nas áreas o livreto de Dom Otacílio ”Fortaleçamos o pilar da Palavra”, e tomou-se a iniciava de se fazer on-line – via facebook – quando foi decretado o  distanciamento social. E deu certo! A partir daí, com orientação de nosso bispo – Dom Otacílio Ferreira de Lacerda – passou-se ao estudo – via whatsapp –  de Atos dos Apóstolos e as Cartas de Paulo.

Finalizando o livreto, iniciou-se o estudo do livro Catecismo da Igreja Católica, também sob orientação de Dom Otacílio .

O Catecismo é uma exposição da fé da Igreja e da Doutrina Católica, testemunhadas ou iluminadas pela Sagrada Escritura, pela tradição apostólica e pelo Magistério da Igreja. O Catecismo é, sobretudo, um instrumento válido e legítimo da comunhão eclesial e serve como uma norma segura para o ensino da fé do qual todos os batizados são convocados a transmitir às novas gerações.

Já foram realizadas três formações on-line – via facebook – com o estudo do CIC (Catecismo da Igreja Católica) que foram provocativas, estimulando a todos a aquisição e estudo do mesmo. Fez-se o estudo provocativo da carta Apostólica Fidei Depositum, prólogo e da primeira seção de A profissão de fé. O estudo das outras partes já estão agendadas.

Para a realização desde projeto, contamos com o auxílio de várias pessoas na transmissão das formações que atenderam prontamente o pedido da comissão diocesana, ajudando a aprofundar o conhecimento da fé.

O Catecismo da Igreja Católica foi dividido em quatro partes, as quais estão ligadas entre si. Na primeira parte, é tratado o mistério cristão, que é o objeto da fé, com a Profissão da Fé. Na segunda parte, é celebrado e comunicado, nos atos litúrgicos, o que professamos com a Celebração do Mistério Cristão. Na terceira parte, está presente para iluminar e amparar os filhos de Deus no seu agir cristão com a vida em Cristo. Por último, na quarta parte, fundada a nossa oração, cuja expressão privilegiada é o Pai Nosso e constitui o objeto da nossa súplica, do nosso louvor e da nossa intercessão, ou seja, o que de mais precisamos para o seguimento do Senhor: a oração cristã, que deve ser o alimento da nossa vida espiritual.

Devemos estar atentos para que dúvidas superficiais não enfraqueçam nossa fé. Por mais que os questionamentos em nosso coração possam soar ao longe de início, o desconhecido é um obstáculo incômodo no caminho da salvação. Não há mal em questionar. A busca pelo conhecimento, de coração aberto e humilde, aproxima-nos da verdade da fé e, esteja certo, que encontrará resposta. Cremos na Igreja de Jesus Cristo.

“E nosso dever… dedicar-nos, com vontade pronta e sem temor, àquele trabalho que o nosso tempo exige, prosseguindo assim o caminho que a Igreja percorre há vinte séculos.”

Pela Comissão Diocesana ( Eliana alvarenga e Vera Pimenta)

 

 

Clero de Guanhães reflete sobre Media Training

Na manhã do dia 09 de Julho de 2020 o bispo de Guanhães abriu a quarta Reunião do Clero neste ano; sendo a terceira realizada por videoconferência. Na primeira parte foi ocupada para a formação permanente do clero conforme previa o calendário diocesano. Na Exortação Apostólica pós-sinodal Pastores Dabo Vobis (1992), Sua Santidade João Paulo II orienta que “a formação permanente é uma exigência intrínseca ao dom e ao ministério sacramental recebido e revela-se necessária em todos os tempos. Hoje, porém, ela é particularmente urgente, não só pela rápida mudança das condições sociais e culturais dos homens e dos povos, no meio dos quais se exerce o ministério pastoral, mas também por aquela “nova evangelização” que constitui a tarefa essencial e inadiável da Igreja no final do segundo milênio” (n 71).

Esta formação propiciou a cada sacerdote a oportunidade de aprofundar sobre Media Training e se atualizar conforme a proposta da Igreja. O pesquisador e jornalista Moisés Sbardelotto orientou os clérigos a como se portar diante dos meios de comunicação em variados ambientes.

A temática desta formação permanente do clero atende a necessidade do contexto em que estamos e a proposta da carta “O sacerdote e a pastoral no mundo digital: as novas mídias a serviço da Palavra” do papa emérito Bento XVI no 44º Dia Mundial das Comunicações Sociais (2010) que abordou o tema: “Aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas ‘vozes’ que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho.”

Após o estudo Dom Otacilio prosseguiu com a pauta da reunião. Anunciou a V Romaria das Águas e da Terra realizada pelo facebook “Cáritas MG” e pelo canal no youtube “Diocese de Guanhães Pascom”. Esclareceu que houve transferências devido as urgências e em agosto Pe José Martins e Pe Derci encerraram esse ciclo. Por conta do processo de interiorização do Covid-19 não será possível a flexibilização em agosto; tal propagação da doença em nossa região causa alerta por não ter sistemas de saúde com infraestrutura adequada para suportar os reflexos de uma pandemia. Também em agosto os seminaristas retomam a formação em Diamantina.

A próxima reunião será realizada no dia 28 de julho de 2020, com assessoria Dom Vicente de Paula Ferreira C. SsR, bispo auxiliar de Belo Horizonte.

 

Pe Bruno Costa Ribeiro,
assessor da PASCOM Diocesana

233º Jubileu do Bom Jesus do Matosinhos em Conceição do Mato Dentro.

Celebração do jubileu do Bom Jesus de Matosinhos – 2020

Neste  ano de 2020, o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos de Conceição do Mato Dentro foi  diferente para todos, porém, não menos importante que todos os 232 anos anteriores. Em meio à situação sanitária da pandemia do Coronavírus  que o mundo vive, as Celebrações Eucarísticas, a Novena, os  Momentos Marianos foram celebrados de  forma não presencial: os milhares de fiéis e romeiros acompanharam e  rezaram em suas casas as Missas pelas Redes sociais. A Equipe da PASCOM – Pastoral da Comunicação – se desdobrou para transmissão de todos os momentos.  O  tema  foi: “Aos pés do Bom Jesus, defendemos a vida e imploramos a cura”. Pe Eduardo Ribeiro foi o pregador oficial.

No dia 24, dia da natividade de São João Batista e encerramento do 233° Jubileu do Senhor Bom Jesus, às 16h, o Bispo Diocesano Dom Otacilio Ferreira de Lacerda presidiu, emocionadíssimo, a santa Missa sem a presença dos muitos romeiros e fiéis.  Centenas de fiéis de todos os lugares do Brasil e até de outros países participaram da Santa Missa pelas Redes Sociais. Depois da Missa, houve uma Live musical com os Padres Dilton e José Adriano. E, enquanto isso, o pároco e reitor do Santuário, padre João Evangelista e padre Ivani saíram em carro aberto com a imagem de Jesus Crucificado, percorrendo bairros por onde jamais passaram procissões, circulando  a cidade,  implorando a cura para o mundo, para todas as comunidades e familiares que, santamente e devotamente, vivem a cada ano o Santo Jubileu. Um momento histórico na vida dos conceicionenses e romeiros do Bom Jesus. Como em um abraço, numa atitude de busca da cura para toda enfermidade, a cura para essa pandemia que afeta o município e o mundo inteiro.

Às 20 h, Dom Marcello Romano presidiu a  Bênção do Santíssimo, Bênção Papal e indulgência plenária.

Senhor Bom Jesus, tem misericórdia de nós, que o Senhor nos dê a cura e nos livre do flagelo da Covid.

Amém!

Eliana Maria de Alvarenga Guimarães
(Membro da Pascom São Miguel e Nossa Sra Aparecida/ Guanhães-MG)

Revisora Mariza Pimenta Dupim
Especialista em Revisão de Textos
(33) 9 9127-0579 wpp
(33) 9 8811-3633
(33) 3421-2420

                                                     A história do Jubileu

Diz a antiga lenda, que a primeira imagem esculpida de Cristo crucificado, teria sido feita por José de Arimatéia, aquele que pediu a Pilatos para tirar o corpo do senhor da Cruz.

Quando os mouros invadiram a Terra Santa, os cavaleiros cristãos que iam lutar nas cruzadas para evitar que a imagem de Cristo crucificado caísse nas mãos dos árabes, seguidores de Maomé teriam levado a imagem para a Europa. Entretanto nas costas de Portugal, o navio que transportava a imagem, espatifando-se contra um rochedo, naufragou.

A imagem desapareceu em meio às ondas. Tempos depois, foi encontrado numa praia de Portugal um braço que se disse da imagem de Cristo, pois trazia na palma da mão a perfuração dum cravo. Este braço foi devotamente recolhido e guardado na igreja da cidade de Matosinhos, região do Pôrto, em Portugal, começando ali a devoção ao Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

O encontro da imagem

Certo dia de 1734, o negro escravo Antonio Angola, pertencente ao senhor Manuel Santiago, embrenhou-se por um capão à dentro à procura de lenha para os serviços da senzala. Mas o que encontrou foi uma imagem de madeira do crucificado. A notícia correu rápida por toda a redondeza. Manuel Amorim Coelho, benzeu a imagem e a colocou na Matriz, provisoriamente.

Na região de Conceição existiam muitos portugueses oriundos do Pôrto e saudosos do seu Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, erguido há séculos às margens do no Douro. Um deles, José Corrêa Pôrto, vítima de uma doença conhecida com o nome de “zamparina”, prometeu construir no alto do morro, no meio do capão, uma capelinha para abrigar a imagem do Crucificado, encontrada pelo escravo. Sendo atendido em sua prece, começou a logo a construção da primitiva igreja, que não chegou a ver concluída, pois falecera tempos depois, vítima de outra enfermidade.

Certa vez, assolou a região terrível seca, verdadeiro flagelo quase transformando tudo num deserto de misérias. Foi quando, então se lembraram da imagem do Bom Jesus. Trouxeram-na morro abaixo, em procissão, em meio súplicas e orações. Quando estavam subindo a rua Direita, em direção à Matriz, o tempo começou a fechar, o céu escureceu e não tardaram relâmpagos e trovoadas. Durante 15 dias choveu forte, descendo água em grossos pingos, parecendo que o céu ia desabar. O povo se atirava na chuva, gritava, pulava e dançava, dando graças ao Senhor Bom Jesus, todos acorriam à igrejinha no alto da colina, buscando solução para os seus mais variados problemas, a ninguém deixando o Senhor Bom Jesus sem resposta.

 

(https://santuariodobomjesus.com.br/o-jubileu/)

 

Depoimentos :

“MOMENTO HISTÓRICO: Imagem do Senhor Bom Jesus do Matosinho em Conceição do Mato Dentro é retirada do Altar-Mor, após 101 anos para curar o mundo do mal. A última vez que a imagem saíra do altar fora em setembro de 1919, após 150 anos de sua entronização. Na época, os clamores da fé eram para livrar o mundo da gripe espanhola. 233 anos de história de Jubileu. Oremos nesse instante em que o Senhor Bom Jesus está nas ruas de CMD, em uma corrente de paz e oração, durante o bicentenário jubileu que se encerra hoje, 24/06/2020.

Adalberto Andrade Mateus _ Iepha/MG

“A passagem foi rápida, mas o momento sublime e humilde. Ele desceu e veio ao nosso encontro já que não pudemos ir até lá. Obrigada, meu doce amigo Bom Jesus, por ter deixado Sua Casa para estar conosco. Eu te amo, eu te adoro, és meu Pai, meu amigo, meu melhor confidente! Olha por este povo que tanto te ama, perdoe as nossas faltas e nos dê a honra de louvar-vos, de voltarmos para o Teu Santuário!” (24/06/2020)

Glaucia Utsch magalhães Ferreira

“A Palavra chama Gratidão.
As manifestações de carinho dedicada a cada Equipe não são para nós, mas para vocês fiéis e devotos do Bom Jesus. Vocês, com o seus clamores, fizeram com que o Bom Jesus saísse do nosso Santuário para chegar até as suas casas. A cada rua que passava, Ele estava passando em sua porta. Por isso pedimos, coloque a Cruz como gesto de amor e devoção ao Senhor Bom Jesus. Ele nos ama e sempre vai amar. Entregou a Sua vida para salvar a Humanidade. Por isso digo a vocês: “Aos pés do Bom Jesus, defendemos a vida e imploramos a cura.”
Obrigada amigos e companheiros de perto ou de longe. Abraços.”

Equipe do Santuário da Paróquia Nossa Senhora da Conceição.
Continuem ligados às nossas Redes Sociais. (25/06/2020)

 

GALERIA:

 

 

 

Fotos de Selma Aguiar, Thaís Mariano e Fábio Henrique.

Palavra do Presidente da CNBB, no lançamento do Novo Diretório para a Catequese

A iniciação cristã é um ouro no caminho evangelizador e missionário de nossa Igreja. É um ouro que tem a centralidade da Palavra santa de Deus e a doutrina da nossa Fé; ouro que precisa ser bem cuidado para um novo tempo no nosso caminho. Somos agradecidos e estamos comprometidos com o dom de receber o Diretório para a Catequese.

Queremos assim, abrir nossos corações, para um Documento Pontifício que nos aponta caminhos que fecunda nosso comprometimento para a catequese de Iniciação à Vida Cristã. É um Novo Diretório para toda a nossa Igreja que nos compromete de modo especial, aqui no Brasil, com o caminho fecundo e bonito da catequese, com tantos testemunhos, historicamente incalculáveis na sua força e na sua importância. É o Papa Francisco nos convidando a ser cada vez mais, com a força da catequese, uma Igreja em saída. É o que nós, nas nossas Diretrizes Gerais  da Ação Evangelizadora acentuamos a força e a importância da catequese na ação evangelizadora de nossa Igreja.  Tudo isso de maneira sinodal, participativa, envolvendo a todos, contando com muitos e com o empenho qualificado de cada um de nós.

Eu quero dizer ao seu coração: ensinar os caminhos da fé cristã católica, ajudar cada pessoa a seguir Jesus mudando hábitos, modos de pensar e agir, são dons preciosos dos catequistas a serviço da Igreja e do mundo.

Essa capacidade de orientar na fé crianças, jovens e adultos deve ser continuamente aprimorada, pois, o coração humano permanentemente se transforma e precisa de transformações. Recebe influências das mudanças de cada época, enfrenta desafios próprios nos diferentes momentos da história.

A catequese, pois, renovar-se continuamente, é o seu segredo.  Por isso estamos felizes, abertos a esta renovação. Renovada, a catequese consegue compartilhar lições que são sempre atuais, valores que não mudam e tem força para transformar o mundo, tornando-o mais justo, solidário e fraterno. Essas lições e valores têm como fonte os ensinamentos de Jesus Cristo, nosso Mestre e Senhor.

Ser catequista é, pois, oferecer ao próximo que é irmão e irmã, os fundamentos para a vivência plena e autêntica da fé. Trata-se de tarefa desafiadora, pois, abraçar o Evangelho exige a coragem de fazer da própria vida uma oferta à humanidade, indo ao encontro de todos, em todos os lugares, com coragem, com alegria missionária.

O catequista deve ajudar cada pessoa a compreender que esse caminho leva a genuína felicidade, pois permite descobrir o verdadeiro sentido da vida. Esse sentido não está em patrimônios, posses, privilégios, mas na adoção de um jeito de ser, inspirado em Jesus Cristo, na condição honrosa e alegre de sermos discípulos e discípulas d’Ele, nosso Mestre, filhos e filhas de Deus nosso Pai.

O Novo Diretório para a Catequese, o documento Pontifício, oferece importante contribuição aos que ensinam os primeiros passos da vida cristã. Ensina os primeiros passos e os fortalece na autenticidade do testemunho. As indicações do Documento são valiosas para formar crianças, adolescentes, jovens e adultos, fazendo-os também evangelizadores.

Atento aos desafios deste tempo novo, o Diretório para a Catequese aponta um itinerário, que, se acolhido, permitirá uma formação cristã que fortaleça ainda mais a Igreja na sua missão de estar sempre em saída ao encontro dos que estão nas periferias geográficas e existenciais.

Convido a você, a se dedicar ao Novo Diretório para a Catequese, preparando-se continuamente para uma adequada formação para este tempo de aceleradas mudanças. Com a força, a centralidade e a luz da Palavra de Deus, um novo caminho, um novo tempo.

Permaneçamos unidos na missão de ajudar cada pessoas a iniciar o caminho da vida cristã, a seguir com fidelidade esse itinerário que leva a uma vida plena, a uma sociedade mais justa, solidária e fraterna.

Permaneçamos firmes e missionariamente empenhados nesta tarefa tão importante e essencial, cuidando para que cada pessoa, criança, adolescente, jovem e adulto, cada pessoa, cresça neste caminho da iniciação à vida cristã. Que nós possamos ser vigorosos, discípulos e discípulas de Cristo Jesus.

Amada Mãe Maria nos inspire, sobretudo a guardar no coração tudo o que ouvirmos, para transformar em compromisso e em testemunho. Proteja-nos, amada Mãe Maria, que também acompanhou o crescimento d’Ele, o Filho amado, Cristo Jesus, em estatura, graça e sabedoria.

Fonte: Diocese de Erexim

 

 

Clero de Guanhães realiza reunião on-line (videoconferência)

Neste tempo de distanciamento social, algumas práticas ganham resignificado e ainda mais importância pois, preserva do isolamento. Sendo assim o clero da diocese de Guanhães realizou na manhã de terça-feira, dia 23 de Junho, a primeira reunião online (videoconferência) devido a pandemia de Covid -19. O bispo, Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, e mais 25 padres de diversas paróquias trataram de questões relacionadas a readequação de algumas datas na agenda para o segundo semestre.

Após a oração, no início da reunião, Dom Otacilio fez uma reflexão da “carta do Papa Francisco aos presbíteros por ocasião dos cento e sessenta anos da morte do Cura d’Ars”. Entre outros aspectos enfatizou sobre o que a carta diz a respeito de “reforçar os vínculos de fraternidade e amizade no presbitério e com o vosso bispo, apoiando-vos mutuamente”.

E exortou sobre a importância da amizade entre os padres “amigo de padre é outro padre” e usou as palavras do papa para encorajar os padres “a que não negligenciásseis o acompanhamento espiritual, tendo um irmão com quem falar, confrontar-se, debater e discernir, com plena confiança e transparência, a propósito do próprio caminho; um irmão sábio, com quem fazer a experiência de se saber discípulo.”

Após abertura feita pelo bispo sucedeu um momento de partilha sobre o dia de oração pelo clero vivido de modo solene com o tríduo preparatório rezado na catedral e transmitido por variados meios, com a live no youtube da diocese e encerrado no programa de rádio Hora da Família. Continuemos nossa prece pelo clero.

Padre Eduardo (Coluna) manifestou estar muito preocupado com o descaso da população, sem levar a sério as orientações de combate a pandemia. O bispo lembrou que não é momento pra flexibilizar pois o interior de Minas Gerais está sendo afetado agora pelo vírus. E afirmou “quero pedir perdão por ter exagerado mas não por que fui omisso”.

Dom Otacilio lembrou que os padres são muito cobrados neste contexto de pandemia. No entanto esse momento exige muita serenidade de cada um de nós. É por isso que são feitos “orientações diocesana” ao invés de “decretos” pois leva em conta o clamor pastoral de cada paróquia. Padre Dilton (Santa Maria do Suaçuí), coordenador de pastoral, pediu que haja unidade no seguimento das orientações e pediu que evitássemos o isolamento, justificado pelo distanciamento social, assunto abordado pelo papa na mensagem usada pelo bispo para abrir os assuntos desta reunião.

Padre Salomão (Rio Vermelho), representante dos presbíteros, fala sobre a formação permanente do clero lembrando os temas. Dom Otacilio propõe que a próxima formação aborde sobre “mídias sociais e a pessoa do padre” e que seja por vídeo conferência, desse modo não ficamos esperando a pandemia passar e seguimos com nossa formação permanente marcada para 9 de julho, das 9h às 10:30h. Padre Bruno (São Sebastião do Maranhão) ficou responsável por convidar o assessor. O “planejamento pastoral” também foi um assunto apontado para tal formação.

O padre José Martins (Divinolândia de Minas) registra a ação efetiva da igreja presente no comitê municipal de enfrentamento e prevenção à Covid-19. “Somos formadores de opinião e devemos conscientizar o povo sob a responsabilidade em proteger a vida uns dos outros.

Dom Otacilio propõe que quinzenalmente seja feito o encontro do clero por videoconferência. E se despediu dizendo que “embora não possamos nos encontrar presencialmente, hoje nos encontramos e nos fizemos próximos. Acredito que as próximas serão melhores ainda. Nada dispensará o presencial! Estamos todos no caminho do aprendizado: não há mestres, há discípulos e aprendizes. O caminho é longo e vamos caminhar e venceremos. Deus vos abençoe leve alegria e esperança para este POVO TÃO SOFRIDO”.

Padre Bruno Costa Ribeiro,
pela PASCOM Diocesana

“Agosto – possível flexibilização”, diz Dom Otacilio

No dia em que se registra no Brasil a 1ª semana com queda de mortes por Coronavírus (16/06) – fenômeno que foi possível uma vez que 13 estados conseguiram diminuir a quantidade de óbitos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) – o bispo de Guanhães anuncia que em agosto poderá dar início a flexibilização. Sendo assim a participação dos fiéis permanecem “não-presencial” até o final de julho.

Quanto a comunhão aos fiéis: continua “não sendo recomendado” no entanto, fica “sob responsabilidade” do padre sobre o que fazer visto que não foi proibida a distribuição da comunhão eucarística aos fiéis nas paróquias. Sobre a Eucaristia recolhida das capelas nas comunidades: a orientação é que “podem ser consumidas aos poucos (com toda reverência e disposição)”. Cada padre saberá a melhor forma para consumir. Apesar de parecer pejorativa a expressão “consumir” significa que a hóstia deve ser “comida” ou “dissolvida” em água para depois ser enterrada.

Depois de aproximadamente 80 dias em que os fiéis católicos vem realizando a comunhão espiritual ao participar da celebração em suas casas, a paróquia de São Sebastião do Maranhão iniciou a distribuição da Eucaristia aos fiéis no dia de Corpus Christi (11/06). Esta é uma forma de se “consumir” a Eucaristia guardada na igreja matriz e oferecer conforto espiritual ao povo de Deus naquela paróquia.

A partir de então, em todos os domingos, às 9h da manhã, haverá missa com transmissão (pela rede social da paróquia e rádio) e comunhão eucarística ao final na porta da igreja – com a condição de ter participado da missa em qualquer lugar antes de ir comungar usando a máscara – até o meio dia (12h).

Aliás, Um estudo recente da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirma que o uso de máscaras é eficaz para reduzir taxa de transmissão. Sendo assim, os lockdowns sozinhos não serão suficientes para impedir futuras ondas de contágio, a não ser que isso seja combinado com o uso massivo de máscaras para retardar a propagação da doença.

Desde o dia 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial da Saúde decretou a Pandemia do novo Coronavírus, a humanidade iniciava uma caminhada que até o presente momento não tem clareza sobre o seu fim e o seu significado. Neste contexto de “reivindicação” da Eucaristia em tempos de pandemia no Brasil, o Papa afirmou durante a Missa da Solenidade de Corpus Christi, que “o Senhor sabe que o mal e os pecados não são a nossa identidade; são doenças, infecções. E Ele vem curá-las com a Eucaristia, que contém os anticorpos para a nossa memória doente de negativismo”. O conteúdo desta homilia pode ser lido no site da diocese de Guanhães.

Padre Bruno Costa Ribeiro,
assessor da PASCOM da Diocese de Guanhães

“Não podemos viver sem a Eucaristia”, afirma o papa.

Neste domingo, 14 de junho, Solenidade de Corpus Christi na Itália e em outros países, o Papa afirmou durante a Missa que “não podemos passar sem a Eucaristia, é o memorial de Deus”.

O Papa, em sua homilia pronunciada durante a Missa celebrada na Basílica de São Pedro do Vaticano, ressaltou que “o Senhor sabe que o mal e os pecados não são a nossa identidade; são doenças, infecções. E Ele vem curá-las com a Eucaristia, que contém os anticorpos para a nossa memória doente de negativismo”.

Ele alertou sobre o perigo de esquecer a ação salvadora de Deus na humanidade. Explicou que “a memória não é uma coisa privada, mas o caminho que nos une a Deus e aos outros. Por isso, na Bíblia, a lembrança do Senhor deve ser transmitida de geração em geração, contada de pai para filho”.

De fato, “foi-nos dada a Sagrada Escritura para vencermos o esquecimento de Deus”. Mas há um problema, assinalou o Pontífice: “E se a corrente de transmissão das recordações se interromper? Depois, como se pode lembrar aquilo que só ouvimos, mas sem o ter experimentado? Deus sabe como isso é difícil, sabe como é frágil a nossa memória e realizou, em nosso favor, uma coisa inaudita: deixou-nos um memorial”.

Por isso, “não nos deixou apenas palavras, porque é fácil esquecer o que se ouve. Não nos deixou só a Escritura, porque é fácil esquecer o que se lê. Não nos deixou apenas sinais, porque se pode esquecer também o que se vê”.

“Em vez disso, deu-nos um Alimento, e é difícil esquecer um sabor. Deixou-nos um Pão em que está Ele, vivo e verdadeiro, com todo o sabor do seu amor. Ao recebê-Lo, podemos dizer: ‘É o Senhor! Ele lembra-Se de mim’”.

Esse é o sentido das palavras de Jesus na Última Ceia: “Fazei isto em memória de Mim”. “Fazei. A Eucaristia não é simples lembrança; é um fato: é a Páscoa do Senhor, que ressuscita para nós”.

“A Eucaristia traz-nos o amor fiel do Pai, que cura a nossa orfandade. Dá-nos o amor de Jesus, que transformou um sepulcro, de ponto de chegada, em ponto de partida e da mesma maneira pode inverter as nossas vidas. Infunde-nos o amor do Espírito Santo, que consola, porque nunca nos deixa sozinhos e cura as feridas”.

Com a Eucaristia “o Senhor cura esta memória negativa, que sempre faz vir ao de cima as coisas mal feitas e deixa-nos na cabeça a triste ideia de que não servimos para nada, que só cometemos erros, que nos fizeram errados”.

“Jesus vem dizer-nos que não é assim. Ele é feliz quando está na nossa intimidade e, sempre que O recebemos, lembra-nos que somos preciosos: somos os convidados esperados para o seu banquete, os comensais que Ele deseja”.

O Papa Francisco encerrou sua homilia convidando-nos a continuar celebrando “o Memorial que cura a nossa memória, a Missa. É o tesouro que deve ocupar o primeiro lugar na Igreja e na vida”.

Fonte: ocnoticias.com.br

 

A Palavra do Pastor
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