Michel Hoguinelle

PASCOM – BRASIL com novo logotipo

 

 

A Pastoral da Comunicação – Pascom Brasil apresentou nesta terça-feira, 22 de janeiro, a nova identidade visual. Ela é fruto de um desejo conjunto dos coordenadores regionais e da necessidade de aplicação nas mais variadas instâncias de articulação pastoral.

A partir de agora, esta marca será usada nas redes sociais da Pascom Brasil, no portal e na assinatura de peças, bem como poderá ser utilizada pelos regionais, (arqui)dioceses, paróquias e comunidades, de acordo com as orientações do manual de identidade visual.

O processo de desenvolvimento da marca foi feito por uma comissão e a criação ficou a cargo de Adielson Agrelos, coordenador regional da Pascom Leste 1. A nova marca da Pascom Brasil tem como ponto de partida as palavras unidade, nacional, diálogo, humano, ondas, alegria,comunhão, sobriedade e cristianismo. Elas surgem como marcos no caminho que foram fincados pela Comissão Nacional da Pascom em sua primeira reunião ordinária, realizada de 2 a 4 de novembro de 2018, em São Paulo.

Dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina, e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, na apresentação do manual de identidade, afirma que ela é uma marca contemporânea,que comunica a identidade pastoral nestes novos tempos.

O manual estará disponível pelo link bit.ly/PascomNovaMarca e também poderá ser solicitado por email (coordenador@pascombrasil.com.br)

Simbologia

Partindo das palavras chaves utilizadas na construção, a marca revela a identidade nacional do ser pastoral por meio das cores verde, azul e amarelos, em tons sóbrios.Uma onda em constante movimento perpassa toda a marca, gerando movimento, pois comunicar é um constante ato de relação. As ondas expressam a comunicação do mar com o humano, bem como as ondas digitais são uma das formas atuais de diálogo entre pessoas do mundo inteiro.

No processo de criação foi feita a opção por uma variação de logotipo gráfico, inserido em um dos elementos o símbolo da assinatura visual da Pascom Brasil. Esse símbolo está repleto de significados. O Sol sem ocaso é o próprio Cristo que se dá por nós na cruz, símbolo do cristianismo.A cruz também é sinal da comunhão, um elo visível de união entre os cristãos.Ao fundo, uma rede comdezoito pontos que convergem para o grande ponto que é a cruz simbolizam os dezoitos regionais da CNBB, símbolo de unidade da Igreja no Brasil.

Fonte: Pascom- Brasil

RCC da Diocese de Guanhães participa do ENF 2019!

Do dia 9 a 13 de Janeiro de 2019, 50 servos da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães participaram do Encontro Nacional de Formação (ENF-2019) e da comemoração dos 50 anos da RCC do Brasil. O Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF) é um momento de profunda oração, formação geral e específica e escuta profética.

O ENF é o maior evento de formação da Renovação Carismática Católica do Brasil. O evento apresenta o tema a ser vivido pela RCC durante o ano e fortalece a unidade entre os membros do Movimento no país, pois é destinado a coordenadores estaduais, diocesanos, de Ministérios, de Grupos de Oração, de equipes e núcleos de serviço. Durante este encontro, os membros de todos os Ministérios se reúnem para receber formação sobre questões específicas de cada serviço, além de participarem de momentos de partilha, vivência fraterna e oração.

O ENF 2019 aconteceu de 09 a 13 de janeiro, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP) e, esse ano, além de um grande momento formativo, foi o evento em comemoração pelos 50 anos da Renovação Carismática Católica no Brasil. Um encontro marcante para o movimento no Brasil e de grande espiritualidade e formação para servos do Brasil e em específico para o crescimento dos servos da RCC da Diocese de Guanhães.

Sidney Pereira da Silva Junior
Coordenador do Ministério de Comunicação Social
RCC da Diocese de Guanhães.

 

3° Edição do JNP da RCC Minas Gerais

RCC Minas Gerais realiza a 3ª edição do Jesus nas Praças

A Renovação Carismática Católica de Minas Gerais, por meio do Ministério Jovem, realizou entre os dias 2 a 6 de janeiro na diocese de Guanhães, a 3ª edição da missão Jesus nas Praças (JNP). Jovens de 25 dioceses mineiras marcaram presença nessa edição, que reuniu quase 200 missionários.

O QG (Quartel General) e as principais atividades da missão aconteceram na paróquia São Sebastião, cidade de Sabinópolis. Outras cidades da diocese também receberam a visita dos missionários.

A recepção dos missionários aconteceu na quarta-feira (02/01) com a Santa Missa de abertura na Igreja Matriz de São Sebastião, no dia seguinte a equipe estadual do Ministério Jovem conduziu uma manhã de espiritualidade e formação. A partir da tarde de quinta-feira (03/01) e nos dias seguintes, os jovens missionários puderam visitar diversas comunidades nas cidades de Coluna, Materlândia e Paulistas, além da cidade sede Sabinópolis.

As visitas e ações tinham por objetivo anunciar o querigma, ou seja, evangelizar propagando o amor de Deus por meio da acolhida, da partilha da palavra e da alegria que sempre contagiava a todos. Dessa forma, ocorreram visitas à casas, hospitais e abrigos, sempre levando a essência da missão Jesus nas Praças. Para encerrar o dia de missão, à noite aconteceram atos centrais nas praças das cidades; promovendo um Grupo de Oração e com a comunidade local sempre marcando presença.

A moção que motivou a missão foi vivenciada em cada passo dado pelos missionários, através da simplicidade, humildade e sensibilidade demonstrado em cada anúncio. Cada missionário viveu uma grande experiência de missão; contribuindo para a evangelização local, mas também no crescimento pessoal e em maturidade espiritual.

Deisiele de Paula
Ministério de Comunicação Social
RCC Minas Gerais

Mais fotos do evento:

 

 

JMJ 2019 – Panamá

Jovens com o Papa no Panamá

De 22 a 27 de janeiro, realiza-se a 34ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2019) com o Papa. Desta vez, será no Panamá e, diversamente das anteriores, acontece em janeiro, em vez de julho ou agosto, por causa das condições climáticas do país centro-americano.

A Cidade do Panamá, todas as dioceses do País e também de Costa Rica preparam-se para receber centenas de milhares de jovens de todo o mundo, com sua alegria e jovialidade, suas expressões culturais próprias e sua fé comum. O Panamá preparou-se com esmero para acolher e hospedar a todos e para lhes oferecer a ocasião de uma experiência religiosa e cultural única. Também muitos sacerdotes, religiosos e bispos acompanharão os jovens.  A abertura do encontro, no dia 22, será feita com uma celebração presidida pelo arcebispo local. A partir de 23 de janeiro, por três dias, haverá catequeses para muitos grupos linguísticos diversos, sobre aspectos do tema da Jornada. Bispos farão as catequeses e, em seguida, celebrarão a Missa com o respectivo grupo. Ao longo desses dias, numerosas outras atividades serão oferecidas aos jovens. Não faltarão ocasiões para a confissão e o aconselhamento espiritual individual aos jovens.

O Papa Francisco tem seu primeiro encontro com os jovens na quinta-feira, dia 24 de janeiro. Será o momento das boas-vindas e de uma primeira mensagem aos participantes da Jornada. O Papa participará também da Via-Sacra, que se faz normalmente na sexta feira. No sábado, 26 de janeiro, haverá a grande vigília do Papa com os jovens e, no domingo, 27 de janeiro, a celebração do encerramento da Jornada.

O tema escolhido pelo Papa para esta Jornada é o seguinte: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça- -se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). São as palavras da resposta de Maria ao anjo Gabriel, que lhe anunciou que ela seria a Mãe de Jesus Cristo, Salvador. Após ter manifestado sua perplexidade e, talvez, também o seu medo diante daquilo que lhe tinha sido pedido, Maria aceitou e se colocou à disposição de Deus.

O tema está relacionado com a recente assembleia do Sínodo dos Bispos, em outubro passado, sobre “juventude, fé e discernimento vocacional”. As Jornadas têm sido, para os jovens, ocasiões para fazerem uma bela e profunda experiência da fé eclesial católica. Ao saírem de suas localidades e seus países, para conviverem por alguns dias com jovens provenientes de tantos outros países, raças e culturas, os jovens percebem muito concretamente que há algo que os une de maneira profunda e forte: a fé em Jesus Cristo e a fé da Igreja Católica. Essa fé é a mesma para todos, experimentada na mesma Igreja, como sua casa, sua família, sua mãe, seu campo de missão. Num mundo cultural que leva ao isolamento individualista e, talvez, também ao fechamento egoísta, que diminui os horizontes da experiência humana, é muito importante que os jovens possam fazer a experiência da catolicidade da sua fé e da pertença à Igreja.

As Jornadas também são fortes momentos de discernimento vocacional para os jovens. De fato, muitas vocações para o sacerdócio e a vida consagrada despertam durante as Jornadas da Juventude. E também muitos casamentos têm sua origem nos dias de convivência nas Jornadas. Nem poderia ser diferente, pois a questão vocacional está sempre presente nessa fase da vida. O tema escolhido para a Jornada do Panamá tem forte conotação vocacional e leva a se perguntar sobre o sentido da própria existência, as escolhas que precisam ser feitas e que, muitas vezes, assustam e angustiam, como aconteceu também com Maria.

A escolha da vocação requer escuta atenta da voz de Deus, que se manifesta de muitos modos diferentes também aos jovens de hoje. Sem essa escuta interior, é difícil ouvir a voz de Deus que chama. Vivemos no meio de tantas distrações, que ocupam nosso tempo, nossa atenção e energias e somos tentados a reagir, simplesmente, diante das solicitações e impulsos do momento, sem termos um caminho claro e uma meta na vida. O resultado disso é a permanente imaturidade pessoal, a incapacidade de empenhar a própria vida num projeto mais firme e duradouro, a angústia e o medo da vida.

A jovem Maria já tinha uma profunda experiência de fé, que lhe possibilitou dar sua resposta serena ao anúncio do anjo Gabriel: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim, segundo a tua palavra”. Uma forte experiência de fé também ajudará a muitos jovens de hoje a darem essa mesma resposta.

JMJ 2019: saiba mais sobre o Panamá, país-sede do evento

A atual edição da JMJ acontecerá neste pequeno país localizado à América Central, repleto de fiéis católicos

De 22 a 27 de janeiro, será realizada no Panamá a Jornada Mundial da Juventude. 2019. O tema desta JMJ será “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1, 38)”, anunciado pelo Vaticano em novembro de 2018.

Esta, que será a 32ª edição do evento, terá como sede um dos mais importantes centros comerciais das Américas, cuja capital é a Cidade do Panamá. Mas por que o Papa Francisco o escolheu como sede deste evento destinado aos jovens católicos?

“A América Central não tem muita visibilidade, o Panamá é um país pequeno que tem certa dificuldade para atrair grandes atividades. A Jornada acaba por ajudar neste lado, que é um pouco esquecido das nossas Américas”, pondera o padre Antônio Ramos de Prado, assessor para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Muitas famílias, no Panamá, estão acolhendo os jovens peregrinos que participarão da JMJ, num ato em que o auxílio dos leigos se mostra fundamental para o sucesso do evento. “Todos acabam se envolvendo para contribuir, até porque os fiéis e leigos percebem que este é um grande evento, isto causa uma sensibilidade maior nas pessoas, trata-se de um gesto muito importante para o país”, explica o religioso.

O Panamá é um país de forte presença católica: são 2,7 milhões de fiéis espalhados pelo país ou 72% da população. “Lembremos ainda que São João Bosco é padroeiro do Panamá. Inclusive, uma das urnas de Dom Bosco está lá, o santuário dele é um centro de grande peregrinação. Isso só estreita os lados da Igreja com o Panamá”, afirma Padre Antônio.

Panamá mais de perto

A grade força motriz por trás do país é o Canal do Panamá, construído há quase um século. A construção foi fundamental para o desenvolvimento não apenas do Panamá, mas do mundo todo, uma vez que o canal liga o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico.

Os Estados Unidos encabeçaram a construção deste canal ― que levou uma década para ficar pronto (1904 a 1914). “Desde a conquista espanhola, a área tem sido de grande interesse estratégico para várias nações”, explica o geógrafo Gerson de Freitas Júnior. “Após o processo de transição da soberania do Canal, dos EUA para o Panamá, que durou pouco mais de vinte anos (1977-1999), os panamenhos passaram a administrar o Canal, o que é de grande importância econômica para o país”, reitera.

Do ponto de vista religioso, o Panamá é um país predominantemente católico. Em termo étnicos, é bem parecido com o Brasil, com uma população miscigenada, originalmente composta por grupos indígenas.

“Atualmente, a maior parte da população é composta por mestiços e descendentes de africanos, além de indígenas, pessoas de origem europeia e uma pequena porcentagem de pessoas de origem asiática. Assim como o Brasil, o Panamá apresenta núcleos de resistência de populações afrodescendentes, o que levou o país a participar do Projeto Quilombos das Américas – Articulação de Comunidades Afrorrurais (2011), em parceria com Brasil e Equador”, lembra o geógrafo.

Peculiaridades

O Panamá guarda diversas distinções e similaridades com seus vizinhos da América. Além da grande riqueza cultural, linguística e histórica, arregimenta a influência de muitos outros povos. Embora a língua oficial seja o espanhol, ainda são faladas muitas línguas indígenas, com destaque para os sete grupos indígenas que ocupam grande parte do território do país em áreas designadas como Comarcas, sendo que os Naso vivem na fronteira entre o Panamá e a Costa Rica e organizam-se sob um regime monárquico próprio. Atualmente, a população indígena chega a cerca de 10% do total do Panamá. Ainda sobre a economia, o dólar é a moeda predominante no país, mas atrelada a ela está o Balboa panamenho. Ambas são aceitas, embora o Balboa só circule na forma de moedas. Na prática, o dólar americano é a moeda corrente e amplamente utilizado.

 

“Competir ou Cooperar”.

A análise da realidade nunca é totalmente imparcial. Somos condicionados por muitos fatores. Herdeiros da tradição cartesiana e do racionalismo, evoluímos muito no domínio do conhecimento para o avanço da ciência, da técnica, da robótica e da informática. Hoje já se prospecta a geração 4.0. Muitas pesquisas têm revelado significativos dados que possibilitam maior qualidade de vida e domínio sobre constantes ameaças que abalam a vida e o planeta. É preciso, contudo, ser crítico sobre o modo de pensar que muitos têm quando abstraem os valores subjetivos, as relações interpessoais e menosprezam as dimensões do transcendente, priorizando somente o que é empírico e verificável por métodos que descartam outras dimensões humanas como a arte, a música, a religião, a sensibilidade e a espiritualidade.

A sociedade contemporânea, em acelerado processo de mudança, está dispersa e desprovida de referenciais. Há um vácuo racional e ontológico fundamental. O individualismo é um princípio que decorre da racionalidade moderna. Ele gera uma moral que individualiza o direito e dá caráter de tensão às relações sociais: “o seu direito termina onde começa o meu”. O limite do direito individual é a presença do outro indivíduo e não a convivência social. Cresce o clima de tensão, concretizado na criminalidade e na violência urbana. A insegurança social parece ser uma característica “natural” da sociedade moderna. Na verdade é a busca desordenada pela sobrevivência diante de uma ética individualizante e competitiva. O ser humano se animaliza: reage com o instinto de defesa diante do ataque violento.

Na tentativa de estabelecer os fundamentos da nova concepção sobre a vida, há de se buscar novos conceitos. A subsistência da vida humana na Terra não se deve à competição, mas sim à cooperação. O ser humano depende dessa atitude comunitária para superar a fragmentação da realidade da forma como é concebida atualmente.

Todos os seres criados são solidários entre si porque se originaram da mesma matéria primordial. Todos são criados por Deus para que cresçam na harmoniosa multiplicidade do universo. A pessoa, nesse contexto, tem uma cidadania universal, cósmica, que se realizará cada vez mais que se mover livremente em direção ao próprio projeto do Criador para todo o cosmos.  O humano é o único ser para o qual a vida é uma tarefa, porque ela não se reduz ao dado somático-psíquico. Ele tem uma existência inacabada, não só do ponto de vista biológico, mas também espiritual e, principalmente, enquanto unidade pessoal.

+ Dom Leomar Brustolim – Bispo auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre/RS.

Jornada Mundial para o dia dos Enfermos

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
27º Dia Mundial do Enfermo (11 de fevereiro de 2019)

«Recebestes de graça, dai de graça» (Mt 10, 8)

Queridos irmãos e irmãs!

«Recebestes de graça, dai de graça» (Mt 10, 8): estas são palavras pronunciadas por Jesus, quando enviou os apóstolos a espalhar o Evangelho, para que, através de gestos de amor gratuito, se propagasse o seu Reino.

Por ocasião do XXVII Dia Mundial do Doente, que será celebrado de modo solene em Calcutá, na Índia, a 11 de fevereiro de 2019, a Igreja – Mãe de todos os seus filhos, mas com uma solicitude especial pelos doentes – lembra que o caminho mais credível de evangelização são gestos de dom gratuito como os do Bom Samaritano. O cuidado dos doentes precisa de profissionalismo e ternura, de gestos gratuitos, imediatos e simples, como uma carícia, pelos quais fazemos sentir ao outro que nos é «querido».

A vida é dom de Deus, pois – como adverte São Paulo – «que tens tu que não tenhas recebido?» (1 Cor 4, 7). E, precisamente porque é dom, a existência não pode ser considerada como mera possessão ou propriedade privada, sobretudo à vista das conquistas da medicina e da biotecnologia, que poderiam induzir o homem a ceder à tentação de manipular a «árvore da vida» (cf. Gn 3, 24).

Contra a cultura do descarte e da indiferença, cumpre-me afirmar que se há de colocar o dom como paradigma capaz de desafiar o individualismo e a fragmentação social dos nossos dias, para promover novos vínculos e várias formas de cooperação humana entre povos e culturas. Como pressuposto do dom, temos o diálogo, que abre espaços relacionais de crescimento e progresso humano capazes de romper os esquemas consolidados de exercício do poder na sociedade. O dar não se identifica com o ato de oferecer um presente, porque só se pode dizer tal se for um dar-se a si mesmo: não se pode reduzir a mera transferência duma propriedade ou dalgum objeto. Distingue-se de presentear, precisamente porque inclui o dom de si mesmo e supõe o desejo de estabelecer um vínculo. Assim, antes de mais nada, o dom é um reconhecimento recíproco, que constitui o caráter indispensável do vínculo social. No dom, há o reflexo do amor de Deus, que culmina na encarnação do Filho Jesus e na efusão do Espírito Santo.

Todo o homem é pobre, necessitado e indigente. Quando nascemos, para viver tivemos necessidade dos cuidados dos nossos pais; de forma semelhante, em cada fase e etapa da vida, cada um de nós nunca conseguirá, de todo, ver-se livre da necessidade e da ajuda alheia, nunca conseguirá arrancar de si mesmo o limite da impotência face a alguém ou a alguma coisa. Também esta é uma condição que carateriza o nosso ser de «criaturas». O reconhecimento leal desta verdade convida-nos a permanecer humildes e a praticar com coragem a solidariedade, como virtude indispensável à existência.

Esta consciência impele-nos a uma práxis responsável e responsabilizadora, tendo em vista um bem que é indivisivelmente pessoal e comum. Apenas quando o homem se concebe, não como um mundo fechado em si mesmo, mas como alguém que, por sua natureza, está ligado a todos os outros, originariamente sentidos como «irmãos», é possível uma práxis social solidária, orientada para o bem comum. Não devemos ter medo de nos reconhecermos necessitados e incapazes de nos darmos tudo aquilo de que teríamos necessidade, porque não conseguimos, sozinhos e apenas com as nossas forças, vencer todos os limites. Não temamos este reconhecimento, porque o próprio Deus, em Jesus, Se rebaixou (cf. Flp 2, 8), e rebaixa, até nós e até às nossas pobrezas para nos ajudar e dar aqueles bens que, sozinhos, nunca poderíamos ter.

Aproveitando a circunstância desta celebração solene na Índia, quero lembrar, com alegria e admiração, a figura da Santa Madre Teresa de Calcutá, um modelo de caridade que tornou visível o amor de Deus pelos pobres e os doentes. Como dizia na sua canonização, «Madre Teresa, ao longo de toda a sua existência, foi uma dispensadora generosa da misericórdia divina, fazendo-se disponível a todos, através do acolhimento e da defesa da vida humana, dos nascituros e daqueles abandonados e descartados. (…) Inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera; fez ouvir a sua voz aos poderosos da terra, para que reconhecessem a sua culpa diante dos crimes (…) da pobreza criada por eles mesmos. A misericórdia foi para ela o “sal”, que dava sabor a todas as suas obras, e a “luz” que iluminava a escuridão de todos aqueles que nem sequer tinham mais lágrimas para chorar pela sua pobreza e sofrimento. A sua missão nas periferias das cidades e nas periferias existenciais permanece nos nossos dias como um testemunho eloquente da proximidade de Deus junto dos mais pobres entre os pobres» (Homilia, 4/IX/2016).

A Santa Madre Teresa ajuda-nos a compreender que o único critério de ação deve ser o amor gratuito para com todos, sem distinção de língua, cultura, etnia ou religião. O seu exemplo continua a guiar-nos na abertura de horizontes de alegria e esperança para a humanidade necessitada de compreensão e ternura, especialmente para as pessoas que sofrem.

A gratuidade humana é o fermento da ação dos voluntários, que têm tanta importância no setor socio-sanitário e que vivem de modo eloquente a espiritualidade do Bom Samaritano. Agradeço e encorajo todas as associações de voluntariado que se ocupam do transporte e assistência dos doentes, aquelas que providenciam nas doações de sangue, tecidos e órgãos. Um campo especial onde a vossa presença expressa a solicitude da Igreja é o da tutela dos direitos dos doentes, sobretudo de quantos se veem afetados por patologias que exigem cuidados especiais, sem esquecer o campo da sensibilização e da prevenção. Revestem-se de importância fundamental os vossos serviços de voluntariado nas estruturas sanitárias e no domicílio, que vão da assistência sanitária ao apoio espiritual. Deles beneficiam tantas pessoas doentes, sós, idosas, com fragilidades psíquicas e motoras. Exorto-vos a continuar a ser sinal da presença da Igreja no mundo secularizado. O voluntário é um amigo desinteressado, a quem se pode confidenciar pensamentos e emoções; através da escuta, ele cria as condições para que o doente deixe de ser objeto passivo de cuidados para se tornar sujeito ativo e protagonista duma relação de reciprocidade, capaz de recuperar a esperança, mais disposto a aceitar as terapias. O voluntariado comunica valores, comportamentos e estilos de vida que, no centro, têm o fermento da doação. Deste modo realiza-se também a humanização dos tratamentos.

A dimensão da gratuidade deveria animar sobretudo as estruturas sanitárias católicas, porque é a lógica evangélica que qualifica a sua ação, quer nas zonas mais desenvolvidas quer nas mais carentes do mundo. As estruturas católicas são chamadas a expressar o sentido do dom, da gratuidade e da solidariedade, como resposta à lógica do lucro a todo o custo, do dar para receber, da exploração que não respeita as pessoas.

Exorto-vos a todos, nos vários níveis, a promover a cultura da gratuidade e do dom, indispensável para superar a cultura do lucro e do descarte. As instituições sanitárias católicas não deveriam cair no estilo empresarial, mas salvaguardar mais o cuidado da pessoa que o lucro. Sabemos que a saúde é relacional, depende da interação com os outros e precisa de confiança, amizade e solidariedade; é um bem que só se pode gozar «plenamente», se for partilhado. A alegria do dom gratuito é o indicador de saúde do cristão.

A todos vos confio a Maria, Salus infirmorum. Que Ela nos ajude a partilhar os dons recebidos com o espírito do diálogo e mútuo acolhimento, a viver como irmãos e irmãs cada um atento às necessidades dos outros, a saber dar com coração generoso, a aprender a alegria do serviço desinteressado. Com afeto, asseguro a todos a minha proximidade na oração e envio-vos de coração a Bênção Apostólica.

Vaticano, 25 de novembro de 2018

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo

FRANCISCUS

Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF)

A Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães participará do Encontro Nacional de Formação (ENF-2019) e da comemoração dos 50 anos da RCC do Brasil.
O Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF) é um momento de profunda oração, formação geral e específica e escuta profética. O ENF é o maior evento de formação da Renovação Carismática Católica do Brasil. O evento apresenta o tema a ser vivido pela RCC durante o ano e fortalece a unidade entre os membros do Movimento no país, pois é destinado a coordenadores estaduais, diocesanos, de Ministérios, de Grupos de Oração, de equipes e núcleos de serviço. Durante este encontro, os membros de todos os Ministérios se reúnem para receber formação sobre questões específicas de cada serviço, além de participarem de momentos de partilha, vivência fraterna e oração.
O ENF 2019 vai acontecer de 09 a 13 de janeiro, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP) e, esse ano, além de um grande momento formativo, vai ser o evento em comemoração pelos 50 anos da Renovação Carismática Católica no Brasil.
Saíra da no dia 09 às 17 horas um ônibus com 50 servos da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães para participar deste grande momento de formação e comemoração dos 50 anos.

IGREJA PROCLAMA NESTE DOMINGO AS DATAS DAS SOLENIDADES MÓVEIS DE 2019

Na Solenidade da Epifania do Senhor, a Igreja faz o anúncio das Solenidades móveis durante o Ano. O centro de todo o ano litúrgico é o Tríduo Pascal, que tem seu ponto mais alto o Domingo da Páscoa, este ano a 21 de abril. É desta celebração que derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico. O ano de 2019 é o ano C, no qual são proclamados no tempo comum os textos do Evangelho de São Lucas.

Neste domingo, em todas as celebrações, haverá o anúncio das solenidades móveis:

ANÚNCIO DAS SOLENIDADES MÓVEIS DE 2019

Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se, e sempre há de manifestar-se no meio de nós até a sua vinda no fim dos tempos.
Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo recordamos e vivemos os mistérios da salvação.
O centro de todo o ano litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no Domingo da Páscoa, este ano a 21 de abril. Em cada Domingo, Páscoa semanal, a Santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.
Da celebração da Páscoa do Senhor derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico: as Cinzas, início da Quaresma, a 06 de março; a Ascensão do Senhor, a 02 de junho; Pentecostes, a 09 de junho; o primeiro Domingo do Advento, a 01 de dezembro.
Também nas festas da Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos e na Comemoração dos Fiéis Defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor.
A Cristo que era, que é e que há de vir, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos.
Amém.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil também oferece no Diretório de Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil o calendário com as datas das festas móveis:

2019 – ANO C (São Lucas)

Festas Móveis

* Epifania do Senhor (Domingo) – 6 de janeiro
* Batismo do Senhor (Domingo) – 13 de janeiro
* Quarta-feira de Cinzas – 6 de março
* Páscoa da Ressurreição – 21 de abril
* Ascensão do Senhor – 2 de junho
* Pentecostes – 9 de junho
* Santíssima Trindade – 16 de junho
* Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo – 20 de junho
* Sagrado Coração de Jesus – 28 de junho
* São Pedro e São Paulo (Domingo) – 30 de junho
* Assunção de N. Senhora – 18 de agosto
* Todos os Santos (Domingo) – 3 de novembro
* Solenidade de Cristo-Rei – 24 de novembro
* 1º Domingo do Advento – 1º de dezembro
* Sagrada Família (Domingo) – 29 de dezembro.

Fonte: CNBB

Epifania é abrir caminhos

“…voltaram para sua terra por outro caminho” (Mt 2,12)

“Por que é que os homens se deslocam em vez de ficarem quietos”? Esta pergunta do escritor Bruce Chatwin nos reconduz ao centro do mistério do próprio ser humano. Somos seres de travessia. As viagens nunca são apenas exteriores. Não é simplesmente no espaço geográfico que o ser humano viaja. Isso significaria não perceber toda sua a profundidade; deslocar-se implica uma mudança de posição, uma ampliação do olhar, uma abertura ao novo, uma adaptação a realidades e linguagens diferentes, uma expansão da sensibilidade, um confronto, um diálogo tenso ou deslumbrado…, que deixam necessariamente impressões muito profundas.

A experiência da viagem é a experiência de fronteira e do horizonte aberto, de que o ser humano precisa para ser ele mesmo. Nesse sentido, a viagem é uma etapa fundamental da descoberta e da construção de sua própria identidade e do conhecimento do mundo que o cerca. É a sua consciência que perambula, descobre cada detalhe do mundo e olha tudo de novo como da primeira vez. A viagem é uma espécie de propulsor desse olhar novo. Por isso, é capaz de introduzir na sua vida elementos sempre inéditos que o incitam a uma mudança contínua. Nada mais anti-humano que uma vida estabilizada em posições fechadas, ideias atrofiadas, visões limitadas pelo medo do diferente…

Mais do que viajantes, aos poucos vamos nos descobrindo peregrinos. Quando fazemos uma peregrinação, muitas vezes nos interrogamos onde é que ela termina, porque uma das coisas que experimentamos é que, à medida que caminhamos, a realidade torna-se sempre mais aberta e nós nos enriquecemos muito mais. A peregrinação não tem propriamente um fim: tem uma extraordinária finalidade. No caso dos Magos é o encontro com o “Rei de Israel”.

Na noite de Natal, Jesus se manifestou aos pastores, homens pobres e humildes, que foram os primeiros a se deslocarem para levar um pouco de calor à fria gruta de Belém. Agora são os Magos que chegam de terras longínquas, também eles atraídos misteriosamente por essa Criança. Os pastores e os Magos são muito distintos entre si; mas uma coisa tem em comum: o céu.

Os pastores de Belém foram correndo para ver o menino Jesus não porque fossem particularmente devotos, mas porque velavam de noite e, levantando os olhos ao céu, viram um sinal e escutaram uma mensagem. Assim também os Magos: investigavam os céus, viram uma nova estrela, interpretaram o sinal e se puseram a caminho. Os pastores e os Magos nos ensinam que para encontrar Jesus é necessário saber levantar o olhar para o céu, não fixar-nos em nós mesmos, ter o coração e a mente abertos ao horizonte de Deus, que sempre nos surpreende, saber acolher suas mensagens e responder com prontidão e generosidade.

O termo “magos” tem uma considerável gama de significados; mas, certamente, em Mateus são sábios cuja sabedoria religiosa e filosófica os põe em caminho; é a sabedoria que leva a Cristo. Somente homens de uma certa inquietude interior, homens de esperança, em busca da verdadeira estrela da salvação, seriam capazes de colocar-se em caminho e percorrer a longa distância entre Oriente e Belém.

Chama a atenção a prontidão da resposta dos Magos. Com simplicidade expressam como no preciso mo-mento em que perceberam a indicação do céu, imediatamente reagiram e a seguiram. A estrela que os guiava era uma estrela nova, superior, peregrina, que despertava assombro e atraía àqueles que a contemplavam. Os caminhos deste novo astro, orientam à salvação divina para toda a humanidade.

A experiência dos Magos nos exorta a não nos contentar com a mediocridade, a não permanecer adormecidos e estáticos, mas a buscar o sentido das coisas, a perscrutar com paixão o grande mistério da vida. Eles nos ensinam a não nos escandalizar frente à pequenez e à pobreza, mas a reconhecer a majestade na humildade e sabermos ajoelhar diante dela. O deslocamento dos Magos ajuda a nos deixar guiar pela estrela do Evangelho para encontrar Aquele que é Luz, e despertar a luz que nos habita. Assim, poderemos levar aos outros um raio de sua luz e compartilhar com eles a alegria do caminho.

Os Magos vêm do Oriente e caminham para a luz. Estão orientados. Oriente significa onde nasce o sol, a luz. A desorientação é a perda do sentido, do caminho, é viver na escuridão. A verdadeira luz está mais presente na gruta despojada que nos palácios e templos de Jerusalém.

Epifania, portanto, é abrir caminhos; Epifania é buscar e caminhar para a luz.

Mateus termina seu relato notando que, uma vez que os magos se encontraram com o Menino Jesus, “regressaram por outro caminho”. E não mudam de caminho para evitar Herodes, mas porque encontraram o Caminho: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Deus, a Luz, não está presente nos caminhos e pretensões de Herodes (e existem muitos Herodes e faraós soltos pela história), mas naquele que é frágil e está deitado em um presépio.

Como os Magos, levantemos e voltemos à casa por outro caminho!

Quem se encontra com Jesus voltará à sua casa, ao seu trabalho, às suas ocupações, mas já não será o mesmo. Voltará de outra maneira, por outro caminho, com um coração dilatado e um espírito renovado. Quem se encontra com a Criança de Belém, dá-se conta de que os caminhos de Herodes, do poder, do prestígio, da riqueza, são caminhos que levam à morte. E Epifania é o caminho da vida, da acolhida e do encontro. O itinerário espiritual, portanto, pode ser descrito como uma viagem da cabeça ao coração; é uma viagem longa, difícil, mas apaixonante.

Por diferentes motivos, também hoje vivemos uma grande mobilidade; precisamos ser espertos em mover-nos entre o diferente, o que nos confunde, o mistério, o que nos questiona… Sempre caminhando. Esta é a atitude daquele que segue um Deus sempre maior, sempre surpreendente, que está sempre mais além de onde estamos. Então, que sigamos, sempre adiante… mas façamos isso juntos, sem deixar ninguém fora!

Este e o dinamismo que deve perpassar nossa vida: da instalação ao crescimento, da acomodação ao deslocamento contínuo. Partimos da realidade de que a tendência natural é amparar-nos nas “zonas de conforto”; elas nos dão mais segurança; é mais cômodo; requer menos energias.

A inércia leva a viver o ordinário, o repetitivo; custa-nos admitir e saborear o excepcional, o extraordinário; muitas vezes nos movemos em meio a um certo ceticismo vital, sem paixão pela vida e pela missão. Mas o caminho da fé nos leva de assombro em assombro, de graça em graça, de alegria em alegria.

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos” (Fernando Pessoa).

Texto bíblico: Mt 2,1-12

Na oração: Esse “outro caminho” é o caminho que deve direcionar para Deus nossa vida.

O que importa é pôr-se a caminho nas pegadas dos Magos, fazer escolhas e recusar desvios.

– Há alguma “estrela” abrindo horizontes para você?

– O que há de “herodiano” em sua realidade e em seu mundo interior? quais são as causas, as manifestações e os efeitos das suas inseguranças, do fixismo em torno do próprio eu, dos seus medos?

– conserve-se em movimento interior, sempre; nada de roteiros rígidos que sufocam o Espírito, matam a criatividade, prendem à rotina e empobrecem o dinamismo de uma vida em transformação.

Pe. Adroaldo Palaoro sj

Eleita nova coordenação da RCC diocesana

No dia 18 de novembro de 2018 no salão paroquial da Catedral de Guanhães houve a Eleição Eletiva para escolha da coordenação da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães. Estavam presentes, Padre José Geraldo da Silva (Padre Assessor da RCC na Diocese de Guanhães), Mário Lúcio Ferreira (Coordenador Estadual da RCC-MG), Enéias Gonçalves de Miranda (atual Coordenador Diocesano RCC de Guanhães), alguns coordenadores de ministérios do núcleo diocesano e 15 coordenadores dos 28 Grupos de Oração da RCC da Diocese de Guanhães.
Na ocasião foram votados os seguintes nomes:
• Denise Aparecida da Silva, coordenadora do Grupo de Oração: LIBERTAÇÃO E VIDA de Dom Joaquim-MG,
• Marília Gomes de Sousa, coordenadora do Grupo de Oração: ALIANÇA COM CRISTO de Santa Maria do Suaçuí-MG
• Laurita Aparecida de Miranda, serva do Grupo de Oração ÁGUA VIVA de São João Evangelista-MG.
Neste tempo hábil foi discernido que MARÍLIA GOMES DE SOUSA, COORDENADORA DO GRUPO DE ORAÇÃO: ALIANÇA COM CRISTO DE SANTA MARIA DO SUAÇUÍ-MG, assumira a coordenação da Renovação Carismática Católica (RCC) da Diocese de Guanhães para o biênio 2019-2020.
Que Deus abençoe Marília nesta nova missão e que o Espirito Santo possa conduzi-la neste novo pastoreio.
Sidney Pereira da Silva Junior,
Coordenador do Ministério de Comunicação da RCC Diocese de Guanhães

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