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Identidade Visual do 59º Dia Mundial das Comunicações Sociais

 

 

 

 

 

A Pascom Brasil disponibiliza a identidade visual do 59º Dia Mundial das Comunicações Sociais. A arte oficial já pode ser acessada e utilizada pelas comunidades, paróquias e dioceses em suas ações de comunicação e divulgação da data.

Com uma linguagem visual que traduz a proposta da mensagem do Papa Francisco para este ano, o material está disponível para download gratuito e conta com versões adaptáveis para diferentes formatos.

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Fonte: Pascom Brasil

Nota de Pesar pelo falecimento do Papa Francisco

Dom Otacilio emite comunicado oficial em nome da Diocese de Guanhães

Na manhã desta segunda-feira, 21 de abril de 2025, a Igreja Católica se despede com tristeza e oração de Sua Santidade, o Papa Francisco, que retornou à Casa do Pai após um pontificado marcado pela fé, humildade e amor pelos pobres.

Em nome da Diocese de Guanhães, o bispo diocesano Dom Otacilio Ferreira de Lacerda manifestou seu pesar e solidariedade, unindo-se à Igreja do mundo inteiro em oração pelo repouso eterno do Santo Padre. Ele destacou o exemplo de Francisco como pastor zeloso, homem de fé e testemunha viva do Evangelho, exortando os fiéis a manterem-se firmes na oração e na esperança.

Confira, na íntegra, a Nota de Pesar publicada por Dom Otacilio:

NOTA DE PESAR DA DIOCESE DE GUANHÃES-MG PELO FALECIMENTO DO SANTO PADRE, O PAPA FRANCISCO

“Não se perturbe o vosso coração! Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vos teria dito, porque vou preparar-vos um lugar.” (cf. Jo 14,1-2)

Com profundo pesar e em espírito de oração e comunhão, a Diocese de Guanhães-MG, com toda a Igreja, recebe com tristeza a notícia do falecimento de Sua Santidade, o Papa Francisco, ocorrido na data de hoje.

Unimo-nos ao Colégio dos Cardeais, à Santa Sé e a todos os fiéis na oração pelo descanso eterno do Santo Padre, Pastor Universal da Igreja Católica Apostólica Romana, rezando a Deus, rico em misericórdia, para que o receba no céu, concedendo-lhe luz, vida plena e plenitude de paz eterna.

Somos testemunhas de quanto bem ele fez à Igreja, sobretudo como Papa, renovando o nosso ardor, alegria e zelo na Evangelização, por suas Encíclicas, homilias, palavras e, sobretudo, pelo evangélico testemunho.

Aos católicos de nossa Diocese, exortamos que intensifiquem suas orações neste tempo de luto e esperança, participando das celebrações em sufrágio do Papa Francisco.

Também exortamos que, com confiança no Espírito Santo, permaneçamos em oração para o início do processo para a eleição do novo Sucessor de Pedro (cf. Mt 16,19).

Que o Senhor o recompense por imenso bem realizado e o acolha em Seu Reino.

Guanhães, 21 de abril de 2025

✝️ Otacilio Ferreira de Lacerda
Dom Otacilio Ferreira de Lacerda
Bispo Diocesano de Guanhães – MG

✝️ Que o Senhor acolha o Papa Francisco em Sua infinita misericórdia e nos conceda a graça de seguir seus passos de fé, simplicidade e amor ao próximo.

Papa Francisco: Uma vida de simplicidade, amor e fé

O mundo amanheceu mais silencioso nesta segunda-feira, com a notícia do falecimento de Sua Santidade, o Papa Francisco. Líder da Igreja desde 13 de março de 2013, Jorge Mario Bergoglio — o primeiro Papa das Américas, o primeiro jesuíta e o primeiro a escolher o nome Francisco — deixa um legado marcado profundamente pela simplicidade, pelo amor ao próximo e por uma fé inabalável.

Nascido em Buenos Aires, Argentina, no dia 17 de dezembro de 1936, filho de imigrantes italianos, Francisco desde cedo demonstrou sensibilidade para as causas humanas. Formado técnico em química, escolheu o caminho do sacerdócio e ingressou na Companhia de Jesus. Sua trajetória o levou a ser professor, reitor, confessor e conselheiro espiritual, antes de ser nomeado bispo auxiliar de Buenos Aires por São João Paulo II, em 1992.

Ao longo dos anos, o então arcebispo Bergoglio se destacou por sua humildade: optava por morar em um pequeno apartamento, preparava sua própria comida e andava de metrô e ônibus pelas ruas da capital argentina. Como ele mesmo dizia: “O meu povo é pobre, e eu sou um deles.”

Um Papa próximo das pessoas

Quando foi eleito Papa, escolheu o nome Francisco em homenagem a São Francisco de Assis, símbolo de paz, pobreza e amor à criação. Essa escolha dizia tudo sobre o pontificado que se iniciava.

Papa Francisco abriu as janelas do Vaticano para o mundo e para os pobres. Fez da misericórdia o coração de sua missão, promovendo o Ano Santo da Misericórdia e chamando toda a Igreja a voltar o olhar para os mais vulneráveis.

Com gestos concretos e palavras firmes, Francisco foi um profeta do nosso tempo. Não hesitou em denunciar a desigualdade social, os abusos na Igreja, a crise ambiental e a indiferença diante do sofrimento humano. Sua primeira exortação apostólica, Evangelii Gaudium (A Alegria do Evangelho), foi um chamado vibrante à evangelização com alegria e proximidade.

Francisco no coração do Brasil

O Papa Francisco nutriu um carinho especial pelo povo brasileiro. Sua primeira viagem internacional como pontífice foi ao Brasil, em julho de 2013, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Milhões de fiéis reuniram-se para ouvir suas palavras de esperança e fé, especialmente na praia de Copacabana, onde disse: “Cristo bota fé em vocês!”

Em sua passagem pelo Santuário de Aparecida, deixou claro seu amor por Nossa Senhora e pelo povo humilde que acorre aos seus pés. Seu olhar afetuoso e sua proximidade com os jovens deixaram marcas profundas em todo o país.

Um pastor em tempos de tempestade

Outro momento que comoveu o mundo aconteceu em 27 de março de 2020. Em plena pandemia da COVID-19, Francisco apareceu sozinho na Praça São Pedro, sob chuva, para uma bênção extraordinária Urbi et Orbi. A imagem do Papa caminhando solitário naquele imenso espaço vazio tornou-se símbolo da dor global — e da esperança que não se apaga. Suas palavras naquela noite ressoam até hoje: “Não vos deixarei órfãos.”

Um pontificado de marcas profundas

Durante mais de uma década, Papa Francisco:

  • Promoveu reformas na Cúria Romana, buscando mais transparência, sinodalidade e descentralização;

  • Abriu espaço para escuta e diálogo com todos os povos e religiões, sendo referência no diálogo inter-religioso e na cultura do encontro;

  • Publicou documentos marcantes, como Laudato Si’ (sobre o cuidado com a Casa Comum) e Fratelli Tutti (sobre a fraternidade e a amizade social);

  • Esteve presente em muitos países em conflito ou em crise, levando mensagens de paz e esperança;

  • E sempre, com um sorriso sereno, nos lembrava de que “Deus não se cansa de perdoar”.

Um pastor que tocou corações

Papa Francisco foi um líder espiritual que nunca se esqueceu de ser pastor. Um homem que gostava de abraçar crianças, ouvir os idosos e valorizar a vida simples. Sua espiritualidade, profundamente enraizada no Evangelho, inspirou católicos e não católicos em todo o mundo.

Seu jeito simples, mas firme, seu amor pelos pobres, sua compaixão pelos excluídos e seu compromisso com uma Igreja mais parecida com Jesus tocaram profundamente os corações de milhões.

Hoje, a Diocese de Guanhães une-se em oração à Igreja no mundo inteiro, agradecendo a Deus pela vida e missão de Papa Francisco. Que sua memória continue a inspirar gerações de cristãos a viverem com mais fé, mais simplicidade e mais amor.

Papa Francisco, obrigado pelo testemunho.

Assessoria de Comunicação/ Diocese de Guanhães
Foto: Vatican News.

Bispo Diocesano publica mensagem de Páscoa ao povo de Deus da Diocese de Guanhães

Nesta quarta-feira, 16 de abril de 2025, Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, bispo da Diocese de Guanhães, publicou uma comovente mensagem de Páscoa direcionada a todo o povo de Deus, ao clero e às comunidades paroquiais.

Inspirado na passagem bíblica de 1 Pedro 1,3, Dom Otacilio reforça que celebrar a Páscoa é celebrar a “esperança viva” em Cristo ressuscitado, a vitória da vida sobre a morte e a renovação da fé em um mundo mais fraterno, solidário e pacífico.

A mensagem também faz referência ao Ano Jubilar vivido pela Igreja, convocando todos os fiéis a trilharem juntos o caminho sinodal como Peregrinos da Esperança, buscando “as coisas do alto” com alegria e compromisso cristão.

A seguir, leia a mensagem de Páscoa 2025 na íntegra:

Dom Otacilio Ferreira de Lacerda
Bispo da Diocese de Guanhães-MG

Amado Povo de Deus da Diocese de Guanhães-MG

“Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em Sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, Ele nos fez nascer de novo para uma esperança viva.” (1Pd 1,3)

Celebrar a Páscoa é celebrar o transbordamento da alegria da Ressurreição do Senhor, testemunhada pelas mulheres no primeiro dia da semana (cf. Jo 20,21-23).

Somos alegres testemunhas de uma “esperança viva” – Jesus Cristo Ressuscitado – e esta é a mais bela notícia que podemos anunciar e testemunhar ao mundo: a Vida venceu a Morte –
“Ressuscitou como disse: Aleluia! A vida venceu a morte. Aleluia!”

Renovemos a alegria da vitória da luz sobre as trevas, da paz sobre a violência, do amor sobre o ódio, da vida sobre a morte: Jesus Ressuscitou. Aleluia!

Vivendo o Ano Jubilar, como “Peregrinos da esperança”, Igreja sinodal que somos, conduzidos pela presença e a ação do Espírito Santo, caminhamos sempre juntos, na comunhão, proximidade, compaixão e solidariedade, construindo pontes, a fim de que passemos da cultura do isolamento e descarte para a cultura da fraternidade e da paz, fortalecendo os laços da Amizade Social, no cuidado, defesa e promoção da vida humana, desde sua concepção até seu declínio natural, e da nossa Casa Comum.

Rogo a Deus copiosas bênçãos sobre todo o Clero e todo o Povo de Deus de nossas paróquias e comunidades, com os votos de uma Feliz e Santa Páscoa do Senhor, e com renovados esforços na procura das coisas do alto, onde habita Deus (cf. Cl 3,1-4). Aleluia! Aleluia!

Guanhães, 16 de abril de 2025

Dom Otacilio Ferreira de Lacerda
Bispo Diocesano

Missa da Unidade reúne fiéis, padres e o Bispo na Catedral de Guanhães para bênção dos Santos Óleos

Nesta quinta-feira, 10 de abril, às 19h, a Catedral São Miguel, em Guanhães, receberá uma das celebrações mais significativas do calendário litúrgico católico: a Missa do Crisma, também conhecida como Missa da Unidade ou Missa dos Santos Óleos. Presidida pelo bispo diocesano, Dom Otacilio Ferreira de Lacerda, e concelebrada por todos os padres da Diocese de Guanhães, esta celebração destaca a comunhão do clero com seu pastor e com todo o povo de Deus.

A Missa do Crisma é celebrada tradicionalmente na Quinta-feira Santa, mas pode ser antecipada para facilitar a participação do clero e das comunidades paroquiais. Nesta celebração, são abençoados os óleos dos catecúmenos e dos enfermos, e é consagrado o Santo Crisma, óleo perfumado usado nos sacramentos do Batismo, Crisma, Ordem e na dedicação de altares.

Um sinal visível de comunhão e missão

O nome “Missa da Unidade” expressa bem o espírito que a envolve: nela, os padres renovam publicamente as promessas feitas no dia da ordenação, reafirmando o compromisso com o serviço ao povo e a fidelidade à missão recebida. Em resposta, o povo é convidado a rezar por seus presbíteros e pelo próprio bispo, fortalecendo os laços de amor, oração e confiança entre pastores e fiéis.

A comunidade católica da Diocese de Guanhães é convidada a se unir neste momento especial, sinal de comunhão eclesial, onde todo o corpo diocesano — representado por presbíteros, diáconos, religiosas, lideranças e fiéis das diversas paróquias — manifesta a beleza da unidade da Igreja.

O simbolismo e uso dos Santos Óleos

Durante a celebração, os três óleos sagrados são levados em procissão até o altar e apresentados à assembleia:

Óleo dos Enfermos: usado no Sacramento da Unção dos Enfermos, expressa a ternura e o cuidado da Igreja pelos doentes. Por meio deste sinal, a graça de Deus conforta, fortalece e cura aqueles que sofrem no corpo e no espírito.

Óleo dos Catecúmenos: utilizado no Batismo, prepara a pessoa para receber a vida nova em Cristo, fortalecendo-a para vencer o mal e viver a fé com coragem.

Santo Crisma: o mais solene dos óleos, é perfumado e consagrado com uma oração especial. Ele é usado para ungir os batizados, os crismados, os sacerdotes ordenados, os bispos consagrados e também os altares e igrejas. É sinal da plenitude do Espírito Santo, da missão recebida e da consagração para Deus.

Durante a oração de consagração do Crisma, o bispo sopra suavemente sobre o vaso com o óleo, evocando o Espírito Santo, numa imagem que remonta aos antigos ritos bíblicos e à própria unção de Jesus como o Cristo — o Ungido.

Uma celebração de esperança e serviço

A Missa do Crisma também é uma renovação da missão da Igreja: ser sinal de esperança, de cuidado e de unidade, especialmente em tempos de desafios e transformações. A celebração é um grande momento para destacar o papel dos presbíteros como servidores do povo e instrumentos do amor de Deus.

Ao final da celebração, os óleos abençoados serão levados para todas as paróquias da Diocese, onde serão usados ao longo do ano litúrgico nos sacramentos e celebrações, unindo espiritualmente todas as comunidades ao coração da Igreja diocesana.

ENCONTRO DIOCESANO DAS CEBs E GRUPOS DE REFLEXÃO

Na manhã deste sábado, 05 de abril, aconteceu, no salão da Catedral de Guanhães, um encontro com representantes das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e dos Grupos de Reflexão Bíblica de nossa diocese, em preparação para o 15º Encontro da Micro Região Centro II das CEBs, que ocorrerá entre os dias 25 e 27 de julho, na Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, em Virginópolis-MG.

A assessoria do encontro ficou a cargo do cristão leigo Josué Pena Souto, da Paróquia Santa Rita, Diocese de Governador Valadares. Os participantes foram acolhidos com um café da manhã e, em seguida, realizaram um momento de oração em sintonia com a Carta Encíclica Laudato Si’ e com o tema da Campanha da Fraternidade 2025: Fraternidade e Ecologia Integral.

Dando continuidade, a cristã leiga Néria fez memória dos encontros das CEBs em nível nacional, estadual e de micro região, ressaltando a importância de nossa diocese sediar o próximo encontro e pedindo o engajamento de todas as paróquias. O evento acontecerá de sexta-feira a domingo e contará com várias oficinas temáticas.

Na sequência, o assessor Josué promoveu uma reflexão, com participação ativa dos presentes, sobre o significado do Jubileu da Esperança, proposto pela Igreja para o ano de 2025, bem como sobre o tema da Campanha da Fraternidade.

Logo após, os participantes foram divididos em grupos para aprofundar as reflexões sobre a CF 2025, culminando em um plenário para a socialização das experiências.

O encontro foi encerrado com informes e encaminhamentos sobre a dinâmica de organização do encontro que ocorrerá em Virginópolis. Foram enviadas duas fichas de inscrição para cada paróquia da diocese.

Participaram as paróquias: São Miguel e Almas e Nossa Senhora Aparecida (Pito), de Guanhães; Nossa Senhora das Dores (Dores de Guanhães); São Pedro (São Pedro do Suaçuí); São Sebastião (Joanésia); Nossa Senhora do Porto (Senhora do Porto); São João Evangelista; Nossa Senhora da Glória (Divinolândia); Nossa Senhora do Patrocínio (Virginópolis); e Santo Antônio (Coluna).

Alessandro
(Pela equipe)

VII Encontro de Formação do ECC reforça a missão das Famílias como Peregrinas da Esperança

No último fim de semana, entre os dias 21 e 23 de março, a cidade de Guanhães sediou o VII Encontro de Formação do ECC (Encontro de Casais com Cristo) da não Província de Diamantina. Com o tema “Famílias Missionárias da Esperança” e o lema “Um só Coração e uma só Alma” (At 4, 32), o evento reuniu casais e Diretores Espirituais das Dioceses de Guanhães, Teófilo Otoni e Almenara, além da Arquidiocese de Diamantina.

O encontro contou com a presença especial do Padre Jorge Alves Filho, Diretor Espiritual do Regional L2, e do casal Carlos e Lia, representantes do ECC no mesmo Regional. Durante as atividades, os participantes refletiram sobre os desafios e sucessos do ECC nas dioceses e em todo o Regional, sempre guiados pela temática do Ano Jubilar “Peregrinos da Esperança”, convocado pelo Papa Francisco.

Um dos momentos mais significativos foi a rica partilha do Bispo Diocesano, Dom Otacílio, que trouxe palavras de incentivo e reflexão para os casais participantes. O evento também contou com falas do Padre Valter Guedes de Oliveira, Diretor Espiritual Diocesano do ECC, e do Padre Jorge Alves Filho, reforçando a missão das famílias no contexto eclesial. O casal regional também compartilhou importantes reflexões sobre a caminhada do ECC.

A Diocese de Guanhães expressa sua gratidão a Deus pelo momento de espiritualidade e aprendizado vivido durante esses dias. Agradecemos, ainda, à Paróquia São Miguel e Almas, que acolheu o evento com carinho, e aos Padres Hermes e Anderson, pelo suporte e hospitalidade aos participantes.

Que as famílias sigam firmes em sua missão evangelizadora, caminhando juntas em “um só coração e uma só alma”!

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Juventude Diocesana se reúne para encontro de convivência e formação

A juventude diocesana viveu um momento especial de encontro e crescimento durante um evento de convivência e formação. Reunidos em um ambiente de fraternidade e aprendizado, jovens de diversas paróquias compartilharam experiências, aprofundaram a fé e renovaram o compromisso com suas comunidades.

Estiveram presentes o assessor do SDJ (Setor Diocesano das Juventudes), Pe. Filipe F. Coelho, a equipe de Articulação, Dom Otacilio F. de Lacerda – bispo diocesano, e membros de grupos de jovens de algumas paróquias.

O Jubileu da Esperança foi um tema central ao longo do encontro. Em sua fala, Dom Otacilio aprofundou o parágrafo n.12 da Bula, destacando os jovens como um dos sinais de esperança do Jubileu.

Que esse momento de aprendizado, partilha e fortalecimento da caminhada juvenil, espera-se que esse encontro  inspire os grupos no seguimento a Jesus Cristo, fundamento da missão, renovando
na fé o compromisso com suas comunidades.

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Encontro de líderes e assembleia eletiva da Pastoral da Criança

Com grande alegria, realizamos mais um importante encontro de lideranças, reunindo representantes da Igreja para fortalecer nossa missão evangelizadora e promover a comunhão entre as comunidades. Esse momento foi marcado pelo compromisso, pela partilha fraterna e pelo desejo de servir com dedicação ao povo de Deus.

Tivemos a honra de contar com a presença de Dom Otacilio, do Pe. Dercy (assessor da pastoral), da Sra. Regina (coordenadora estadual), da Sra. Letícia (coordenadora do núcleo) e dos líderes das cidades de São Geraldo do Baguari, São José dos Paulistas, São João Evangelista, Guanhães, Divinolândia, Sabinópolis, Materlândia e Pedra Menina.

Para o próximo triênio, foi eleito como coordenador diocesano o Sr. Tarcízio José Mourão.

Que Deus abençoe a vida e a missão de cada um, fortalecendo-os em seu compromisso evangelizador!

E que todos se recordem:
“Comece onde você está, use o que você tem, faça o que você pode.
Quando for a hora certa, Eu, o Senhor, farei acontecer. Tenha fé!”

 

Maria das Graças

Coordenadora da Pastoral da Criança (Triênio que está sendo concluído)

O itinerário quaresmal do peregrino de Esperança: jejum, penitência e caridade

Pe. Filipe Ferreira Coelho

Iniciado o Tempo Comum da vida litúrgica da Igreja, há poucos domingos, e celebrados os momentos solenes conforme o calendário litúrgico, chegamos ao tempo quaresmal – oportunidade para o peregrino de esperança saborear na fé, o jejum, a penitência e a caridade.

Para que se tenha êxito no itinerário quaresmal, é importante questionar, qual o exercício espiritual agrada a Deus (cf. Is 58, 1-12)? Nesta passagem, o autor sagrado apresenta o apelo do Senhor aos corações, que se encontram na contradição, pois esperam, que Ele os acolha e liberte, mas não fazem tudo que prometem. Jejuam ao Senhor, oferecem-no sacrifícios – contudo, oprimem e humilham os irmãos. Qual jejum agrada o Senhor? A resposta vem no versículo 6: romper com a injustiça, dar pão ao faminto, acolher os desvalidos, vestir os nus e não lhes ignorar as feridas. Aprendemos então que, não é só abster-se de carnes – embora preceituado pela Igreja, mas sim; estender o coração e gestos concretos àqueles que nos cercam.

Misericórdia quero (cf. Os 6,6) e não sacrifícios! Lendo este versículo, lembremo-nos da penitência, processo de conversão do pensamento, das palavras e das atitudes. O Homem pensa muito, e nesse mundo imediatista, inúmeros são os prisioneiros do falar e os sem tempo ao devido silêncio. Sim! É preciso falar, mas também, silenciar e ouvir o Verbo que se fez Carne e habitou entre nós (cf. Jo 1,14). Suas palavras geram inquietações a ponto de gerar vida, mas as nossas palavras? “Quando digo a alguém: ‘_você é um peso para mim, um nada. Não tenho nada a ver com você’. Essas palavras matam algo nele: a esperança de uma vida com sentido, a esperança de ser percebido e aceito. Apenas uma fala clara, que vem do coração, consegue purificar as manchas no ser humano.”[1]

Nesse sentido, é preciso voltar-se ao senhor; converter-se aprendendo dele que é manso e humilde de coração. Ele amou, sonhou, pensou e viveu segundo o coração do Pai, porque Ele e o pai são um (cf. Jo 10, 30) e deseja que assim, seja também com o ser humano – sua imagem e semelhança. O homem novo é renovado em espírito e em verdade. Nesta quaresma seria interessante caminhar em procissão até o irmão, que humilhei, renovar as veias da solidariedade, que ficam por vezes entupidas por distrações, trocar as quatro paredes da solidão virtual pela espontânea presença em momentos de família, amando-os sem nada dizer como peregrino da Esperança (Rm 5,5). Eis um bom itinerário para penitenciar-se.

Por fim, não menos importante, estender-se por inteiro à caridade, que pulsa do coração do verdadeiro discípulo de Cristo – não com atitudes gravadas pelas câmeras da vaidade, e sim pela discreta solidariedade da mão direita (cf. Mt 6,3). Isso é possível segundo a ação do Espírito Santo, que ora e age em nós. Ouçamos o Senhor que olha para o manso e humilde, que treme ao ouvir suas palavras (cf. Is 66, 2). Ele, o Senhor nosso Deus, não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva (Ez 33, 11). Assumamos, então, nosso itinerário quaresmal com jejuns e preces, buscando a conversão do coração e a tão precisa festinans Mariae, presteza de Maria – caridade sem medida.

 

[1] GRÜN, Anselm. Falar e silenciar: por uma nova cultura do diálogo atencioso. Trad. Markus A. Hediger. Petrópolis, RJ: vozes, 2017.

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