|

Biografia Estendida: Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN

Primeiro Bispo Diocesano de Guanhães (1986–1995)

Um pastor missionário, próximo do povo e comprometido com a construção de uma Igreja viva, fraterna e participativa.

Origens, vocação e ministério sacerdotal

Dom Antônio Felippe da Cunha nasceu em 1º de maio de 1933, em Inhapim, Minas Gerais. Sua trajetória de fé e serviço à Igreja esteve profundamente ligada à Congregação dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora (SDN), fundada pelo Pe. Júlio Maria de Lombaerde.

Foi ordenado presbítero em 14 de julho de 1963, em São Domingos do Ubaporanga (MG), por Dom José Eugênio Correia, então bispo diocesano de Caratinga.

Como Missionário Sacramentino, desenvolveu seu ministério marcado pela espiritualidade eucarístico-mariana, pela proximidade com as comunidades e pela dedicação à formação religiosa e pastoral.

Desde os tempos de formação, era reconhecido por sua personalidade alegre, acolhedora e comunicativa. Mais tarde, como sacerdote, atuou como professor e auxiliar na formação de seminaristas, entre os quais era carinhosamente chamado de “Felipão”.

Sua presença transmitia ânimo e alegria aos jovens em formação. Nas paróquias e comunidades onde exerceu o ministério, procurava criar laços, incentivar a juventude, animar lideranças e fortalecer a participação dos fiéis na vida da Igreja.

A missão na Congregação dos Missionários Sacramentinos

Antes de assumir o episcopado, Pe. Antônio Felippe exerceu importantes responsabilidades na Vida Religiosa, incluindo o serviço de Superior Geral dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora, função que desempenhou por dois mandatos.

Seu trabalho esteve voltado ao fortalecimento da identidade missionária da Congregação, com especial atenção às casas de formação e à vida fraterna entre os religiosos.

Era reconhecido por sua humanidade, dedicação e capacidade de escuta. Procurava compreender as pessoas com calma, atenção e respeito, valorizando os dons de cada religioso e incentivando a participação de todos na missão congregacional.

Sua atuação ultrapassou os limites da própria Congregação. Foi convidado a integrar a Diretoria Nacional da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), contribuindo para a animação e o fortalecimento da Vida Religiosa no país.

As experiências vividas na formação religiosa, no acompanhamento das comunidades e na condução da Congregação contribuíram para formar o perfil de pastor que posteriormente marcaria sua atuação na Diocese de Guanhães.

O primeiro bispo da Diocese de Guanhães

Em 8 de dezembro de 1985, o Papa São João Paulo II nomeou Pe. Antônio Felippe da Cunha como primeiro bispo da Diocese de Guanhães.

Sua ordenação episcopal aconteceu em 6 de abril de 1986, em Manhumirim (MG), tendo como consagrante principal Dom José Eugênio Correia, bispo emérito de Caratinga, e como coconsagrantes Dom José Martins da Silva, SDN, e Dom Antônio Afonso de Miranda, SDN.

Em 1º de maio de 1986, data em que completava 53 anos de idade, Dom Felippe tomou posse como primeiro bispo diocesano, na celebração que marcou a instalação oficial da Diocese de Guanhães.

Escolheu como lema episcopal Festinans cum Maria — “Com a presteza de Maria”, inspirado na passagem do Evangelho de Lucas que apresenta Maria partindo apressadamente ao encontro de sua prima Isabel (Lc 1,39).

O lema expressava uma espiritualidade marcada pela disponibilidade, pelo serviço e pela prontidão em ir ao encontro do próximo.

À frente da nova Diocese, Dom Felippe assumiu a missão de organizar e fortalecer a vida pastoral da Igreja Particular, incentivando a evangelização, a formação de lideranças, a Catequese, os grupos de reflexão e a participação das comunidades.

Ordenações e formação do clero diocesano

Entre as contribuições de Dom Felippe para os primeiros anos da Diocese de Guanhães, destaca-se sua dedicação à formação e ao fortalecimento do clero.

Conforme os registros diocesanos apresentados, durante seu episcopado, Dom Felippe conferiu a ordenação presbiteral a nove homens e a ordenação diaconal a cinco, totalizando 14 ordenações relacionadas a dez pessoas diferentes.

Ordenações presbiterais

  • Alípio José de Souza — 4 de dezembro de 1988, em São João Evangelista (MG).
  • Ismar Dias de Matos — 6 de julho de 1989, em Santa Maria do Suaçuí (MG).
  • Saint-Clair Ferreira Filho — 15 de julho de 1989, em Coluna (MG).
  • Tarcísio José Mourão — 17 de julho de 1989, em Sabinópolis (MG).
  • Élio Saldanha de Moraes — 26 de janeiro de 1991, em Congonhas do Norte (MG).
  • Carlos Martins de Jesus — 13 de julho de 1991, em Bangu, na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ).
  • Marcello Romano — 17 de dezembro de 1994, em Conceição do Mato Dentro (MG).
  • Adão Soares de Souza — 14 de janeiro de 1995, em Santa Maria do Suaçuí (MG).
  • Hermes Firmiano Pedro — 28 de janeiro de 1995, em Guanhães (MG).

Ordenações diaconais

  • Alípio José de Souza — 14 de fevereiro de 1988, em Peçanha (MG).
  • Francisco de Assis de Oliveira — 17 de dezembro de 1988, em Guanhães (MG).
  • Élio Saldanha de Moraes — 3 de fevereiro de 1990, em Guanhães (MG).
  • Carlos Martins de Jesus — 16 de dezembro de 1990, em São Sebastião do Maranhão (MG).
  • Adão Soares de Souza — 24 de julho de 1994, em Guanhães (MG).

As últimas ordenações presbiterais realizadas por Dom Felippe aconteceram em um período especialmente significativo de seu episcopado.

Em 17 de dezembro de 1994, ordenou Marcello Romano, que posteriormente se tornaria bispo de Araçuaí.

No mês seguinte, conferiu o presbiterado a Adão Soares de Souza, em 14 de janeiro de 1995, e a Hermes Firmiano Pedro, em 28 de janeiro de 1995.

As ordenações representam uma contribuição importante do primeiro bispo à continuidade da missão evangelizadora e à consolidação da vida pastoral da jovem Diocese.

Um pastor próximo do povo e das comunidades

A memória de Dom Felippe permanece especialmente viva entre aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ele.

Os testemunhos pessoais publicados no site da Diocese de Guanhães revelam a imagem de um pastor simples, acolhedor, comprometido com os mais pobres e profundamente ligado à vida das comunidades.

Sua presença nas missões realizadas nos bairros de Guanhães e nas comunidades rurais deixou lembranças marcantes. No bairro Pito, por exemplo, participava de encontros com moradores e celebrava em espaços simples, inclusive debaixo de uma residência. No bairro Expansão, acompanhava visitas missionárias às famílias, promovendo momentos de oração, diálogo e convivência.

Em uma visita pastoral à localidade do Canga, em Morro do Pilar, celebrou a Eucaristia em uma pequena capela dedicada a Nossa Senhora de Lourdes, situada em meio à zona rural. A simplicidade daquele encontro permaneceu na memória da comunidade como sinal de sua presença próxima e fraterna.

Dom Felippe também acompanhava de perto a Catequese, a Pastoral da Criança e a formação das lideranças. Um dos gestos recordados por pessoas que conviveram com ele aconteceu durante uma viagem para um encontro regional de coordenadoras pastorais, quando fez questão de carregar pessoalmente as malas das participantes.

São pequenos acontecimentos que revelam um aspecto marcante de seu ministério: a proximidade com as pessoas e a compreensão de que o serviço pastoral se expressa também nos gestos mais simples da vida cotidiana.

Uma Igreja unida, organizada e missionária

A visão pastoral de Dom Felippe pode ser conhecida não apenas pelas recordações de quem conviveu com ele, mas também por suas próprias palavras.

Um registro especialmente precioso foi preservado por Roberto Magno, que, aos oito anos de idade, gravou em fita cassete uma homilia proferida por Dom Felippe em 14 de agosto de 1988, durante uma celebração do Sacramento da Crisma na Comunidade Nazaré, pertencente à Paróquia São Sebastião, em Joanésia (MG).

Anos depois, Roberto ouviu a gravação e realizou sua transcrição, compartilhando um importante testemunho da pregação do primeiro bispo diocesano. O texto foi publicado no site da Diocese de Guanhães, em 2017.

Partindo do Evangelho de Mateus (5,13-16), sobre o chamado dos discípulos a serem sal da terra e luz do mundo, Dom Felippe apresentou uma reflexão sobre a ação do Espírito Santo, a fraternidade e a importância da vida comunitária.

Em sua pregação, afirmou:

“Um povo unido e organizado é forte. Mas a gente sozinho é uma fraqueza…”

Sua compreensão da Igreja valorizava a participação de todos e a responsabilidade compartilhada na construção da comunidade cristã.

Para Dom Felippe, evangelizar não significava simplesmente reunir mais pessoas, mas contribuir para que todos pudessem experimentar uma vida verdadeiramente fraterna, inspirada no Evangelho.

Ao recordar a experiência das primeiras comunidades cristãs, declarou:

“Não era só aumentar o número não, mas era para outros começarem a viver de verdade. Isso que se chama ser missionário. Isso que se chama iluminar, ser sal e luz.”

A homilia também revela sua maneira simples e dialogada de anunciar a Palavra de Deus. Ao explicar a experiência de Pentecostes, convidou a comunidade a refletir sobre uma linguagem que pudesse ser compreendida por todos:

“Somos de outras comunidades, mas há uma língua que todo mundo entende. Amor! Não é isso? Todo mundo entende.”

Na conclusão, destacou a importância de reconhecer e valorizar os dons de cada pessoa:

“Na comunidade, tem que se valorizar as forças de todo mundo, um não faz uma coisa, mas pode fazer outra. Tudo para o bem da comunidade. Isto é a força do Espírito Santo.”

Essas palavras ajudam a compreender sua espiritualidade e seu pensamento pastoral: uma Igreja fundamentada no amor, fortalecida pela comunhão e comprometida com a participação ativa de seus membros.

A simplicidade e a opção preferencial pelos pobres

Outra característica frequentemente recordada por aqueles que conheceram Dom Felippe é sua proximidade com as pessoas mais simples e seu compromisso com a justiça social.

Uma frase atribuída ao primeiro bispo diocesano permaneceu especialmente viva na memória de quem conviveu com ele:

“No dia em que deixarmos de ser pobres, deixaremos de ser evangelizadores.”

A expressão sintetiza uma preocupação presente nos testemunhos sobre seu ministério: a necessidade de uma Igreja próxima dos pobres, comprometida com a solidariedade e atenta às condições concretas de vida da população.

Dom Felippe é recordado por sua firmeza diante das injustiças e pela capacidade de anunciar o Evangelho respeitando a cultura e a realidade daqueles que encontrava.

Sua simplicidade também se manifestava no modo de vestir, nos hábitos cotidianos e na delicadeza com que tratava as pessoas. Ao mesmo tempo, demonstrava interesse pela natureza, pelas questões sociais, pela formação humana e pela vida comunitária.

A simplicidade, entretanto, não significava ausência de firmeza. Os relatos apresentam um bispo que procurava unir o acolhimento e a misericórdia à responsabilidade pastoral e ao compromisso com a justiça.

Essa dimensão de seu ministério encontra correspondência com sua própria pregação, especialmente quando destacava a fraternidade e a responsabilidade de cada cristão pelo bem dos irmãos.

O rumo, o prumo e a vida em comunidade

Algumas expressões atribuídas a Dom Felippe permaneceram na memória dos fiéis e ajudam a compreender sua maneira de orientar as comunidades.

Entre elas, destaca-se:

“Não podemos perder nem o rumo nem o prumo.”

Segundo os testemunhos, Dom Felippe explicava que o rumo é Jesus Cristo e o prumo é a comunidade.

Outras expressões, como “Um olho na Bíblia, outro na vida” e “Unidos e organizados o caminho se faz”, também são lembradas por pessoas que participaram de encontros pastorais conduzidos por ele.

Essas palavras encontram correspondência com o conteúdo de sua homilia de 1988, especialmente na insistência sobre a necessidade de uma comunidade unida, organizada e comprometida com a vivência concreta do Evangelho.

Em sua pregação, os fiéis não aparecem como simples espectadores da vida da Igreja, mas como participantes ativos da missão evangelizadora.

Os últimos anos, a renúncia e a administração diocesana

Os últimos anos de seu ministério foram marcados por dificuldades de saúde.

Reconhecendo suas limitações, Dom Felippe apresentou ao Papa São João Paulo II seu pedido de renúncia ao governo da Diocese de Guanhães.

Conforme registro oficial da Cúria Diocesana, em 8 de fevereiro de 1995, às 9h da manhã, Dom Felippe presidiu uma reunião extraordinária com o clero e religiosas, realizada na sede da Cúria Diocesana de Guanhães.

Após a discussão de diversos assuntos, comunicou aos presentes que sua renúncia ao governo diocesano havia sido aceita pela Santa Sé naquela data.

O acontecimento encontra-se documentado no Livro de Atas nº 01, Ata nº 26, folha 16, em registro elaborado pelo então secretário da Cúria, Pe. Ismar Dias de Matos.

Na mesma data, o Colégio dos Consultores procedeu à eleição do administrador diocesano, escolhendo, por maioria absoluta de quatro votos, Pe. Saint-Clair Ferreira Filho para assumir a administração da Diocese durante o período de vacância da sede episcopal.

Há um aspecto histórico significativo nesse acontecimento: tanto Pe. Saint-Clair, eleito administrador diocesano, quanto Pe. Ismar, responsável pelo registro da reunião, haviam recebido a ordenação presbiteral das mãos de Dom Felippe, em julho de 1989.

A eleição do administrador diocesano assegurou a continuidade da condução institucional e pastoral da Diocese de Guanhães após a renúncia de seu primeiro bispo.

Já fragilizado pela doença, Dom Felippe manifestou o desejo de retornar à Casa-Mãe dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora, em Manhumirim, onde poderia permanecer junto aos seus irmãos de Congregação.

Mesmo diante das dificuldades de saúde, mantinha o desejo de conviver com os religiosos e participar de suas atividades. Uma das últimas lembranças preservadas por seus confrades refere-se a uma viagem a Belo Horizonte, onde pretendia encontrar-se com um sacerdote de sua família, que também era psicólogo. Durante aquela viagem, ocorreu seu falecimento.

Dom Antônio Felippe da Cunha faleceu em 5 de março de 1995, em Belo Horizonte, aos 61 anos, vítima de parada cardíaca, menos de um mês após sua renúncia.

Seu falecimento provocou profunda comoção entre religiosos, sacerdotes, familiares, amigos e fiéis que haviam acompanhado sua trajetória.

O corpo foi velado no Santuário do Bom Jesus, em Manhumirim, onde milhares de pessoas prestaram suas últimas homenagens.

Em 6 de março de 1995, a Missa de corpo presente foi presidida por Dom Hélio Gonçalves Heleno, então bispo diocesano de Caratinga, com a participação de outros bispos do Regional Leste II da CNBB e de dezenas de sacerdotes.

Dom Felippe foi sepultado no interior do Santuário do Bom Jesus, onde também se encontra o túmulo do Pe. Júlio Maria de Lombaerde, fundador dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora.

Um legado de fé, comunhão e serviço

O episcopado de Dom Antônio Felippe da Cunha esteve diretamente ligado aos primeiros passos da Diocese de Guanhães. Como seu primeiro bispo, participou da organização e do fortalecimento de uma Igreja Particular que iniciava sua caminhada, lançando bases pastorais e incentivando a formação de comunidades vivas e participativas.

Sua memória permanece especialmente associada à simplicidade, à proximidade com o povo, à dedicação missionária, à formação de lideranças, à opção preferencial pelos pobres e à valorização da vida comunitária.

Mais do que as responsabilidades e funções que exerceu, os testemunhos revelam a lembrança de um pastor cuja presença marcou profundamente aqueles que o conheceram.

Sua própria pregação ajuda a compreender o sentido de sua missão:

“Jesus veio a esta terra nada mais, nada menos do que trazer para nós a vida.”

E, ao explicar o ensinamento de Jesus, acrescentava:

“Como viver uns pelos outros, ninguém odiar ninguém, tratar todos como irmãos, na luta uns pelos outros. Foi isso que Jesus ensinou.”

Durante as comemorações dos 40 anos da Diocese de Guanhães, em 2026, a memória de seu primeiro pastor ganha um significado especial.

Após 31 anos de seu falecimento, seus restos mortais serão trasladados de Manhumirim para Guanhães, com acolhida prevista para 30 de outubro. No dia seguinte, após a Missa Solene das 10h, serão sepultados na cripta da Catedral São Miguel.

O acontecimento representa um momento de memória, oração e gratidão pela vida daquele que assumiu a missão de conduzir os primeiros passos da Diocese.

Ao recordar Dom Felippe, a Igreja Particular de Guanhães é também convidada a renovar o compromisso com os valores que marcaram sua pregação: a fraternidade, a comunhão, o serviço aos mais necessitados e a participação de todos na missão evangelizadora.

Seu legado permanece como um convite a viver o Evangelho com a presteza de Maria, reconhecendo no amor e na vida em comunidade a força transformadora do Espírito Santo.


Fontes e referências

Registros históricos e biográficos

CATHOLIC-HIERARCHY. Bishop Antônio Felippe da Cunha, S.D.N. Disponível em: https://www.catholic-hierarchy.org/bishop/bdacunha.html.

WIKIPÉDIA. Antônio Felippe da Cunha. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Antônio_Felippe_da_Cunha.

DIOCESE DE GUANHÃES. Registros de ordenações diaconais e presbiterais conferidas por Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN, entre 1988 e 1995. Informações do acervo diocesano fornecidas para a elaboração desta biografia.

Documentação oficial da Cúria Diocesana

DIOCESE DE GUANHÃES. Cúria Diocesana. Livro de Atas nº 01, Ata nº 26, fl. 16. Guanhães, 8 fev. 1995. Registro da comunicação da renúncia de Dom Antônio Felippe da Cunha e da eleição do Pe. Saint-Clair Ferreira Filho como administrador diocesano. Ata lavrada pelo Pe. Ismar Dias de Matos, secretário da Cúria.

Testemunho da Congregação dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora

PAIVA, José Estevam de, SDN. Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN. Coisa Nossa, ano LII, n. 267, set./out. 2026, p. 6-7. Órgão Informativo dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora.

Testemunhos pessoais publicados pela Diocese de Guanhães

DIOCESE DE GUANHÃES. 25 anos sem Dom Felippe. Testemunho de Edelveis Cássia de Alvarenga Pereira.

DIOCESE DE GUANHÃES. Dom Felippe: “No dia em que deixarmos de ser pobres, deixaremos de ser evangelizadores”. Publicação com relatos e lembranças pessoais de fiéis e sacerdotes que conviveram com Dom Felippe.

Homilia e registro histórico

DIOCESE DE GUANHÃES. 22 anos da morte de Dom Felippe. Muita saudade e gratidão! Texto digitado de uma homilia dele e comentários emocionantes de algumas pessoas da Diocese.

Homilia de Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN, proferida em 14 de agosto de 1988, durante a celebração da Crisma na Comunidade Nazaré, Paróquia São Sebastião, Joanésia (MG). Gravação original em fita cassete realizada por Roberto Magno, posteriormente transcrita por ele.

Posts Similares