Michel Hoguinelle

Aniversariantes do mês

Aniversariantes

Padres 

05 Pe. Josemar Inácio da Rocha Ordenação
06 Pe. Bruno Costa Ribeiro Ordenação
26 Pe. Itamar José Pereira Nascimento
26 Pe. João Evangelista dos Santos.

Julho Padres

02 Ramon Assis da Silva Nascimento
06 Pe. Itamar José Pereira Ordenação
10 Pe. Mário Gomes da Silva Ordenação
13 Pe. José Adriano Barbosa dos Santos Ordenação
15 Pe. Saint-Clair Ferreira Filho Ordenação
20 Pe. José Geraldo da Silva Ordenação
23 Pe. José Adriano Barbosa dos S Nascimento

Junho Seminaristas
10 Tiago Ferreira Jardim Gomes Nascimento
18 Filipe Ferreira Coelho Nascimento
22 Diácono Daniel Bueno Borges Nascimento
Julho
09 Anderson Alves Rocha Nascimento

Junho Religiosas/Consagradas
01 Maria do Carmo Crizante (Rio Vermelho – Coop. Família) Profissão Religiosa
17 Arminda Jesus Batista (Guanhães – Coop. Família Nascimento
29 Ir. Maria Aparecida Chaves (Frei Lagonegro – Filha de Maria) Profissão Religiosa
24 Irmã Neusa Alves dos Santos (Clarissa Franciscana – C.M.D.) Profissão Religiosa
Julho
06 Carmen Helena P. de Oliveira (Guanhães – Coop. Família) Nascimento

Maio Funcionários colaboradores
08 Aline Raydan Monteiro – sec. S. S. Maranhão/MG Nascimento
09 Afonso Matheus de Jesus – zelador. Paulistas/MG Nascimento
20 Clessineia Alves Braga de Oliveira – zeladora. São José do Jacuri/MG Nascimento
22 Rita de Cássia da S. Ferreira – cozinheira. Dores de Guanhãe/MG Nascimento
Junho
02 Geraldo Júnior dos Santos – zelador. São Miguel e Almas Ghães/MG Nascimento
02 Nair Eustáquio Ferreira – cozinheira. Paulistas/MG Nascimento
03 Sivanilda Lopes da Silva – zeladora. São Miguel e Almas Ghães/MG Nascimento
03 Conceição de Lourdes S. Barbosa – cozinheira. São Miguel e Almas Ghães/MG Nascimento
06 Juliana Cândida Leão – secretária Morro do Pilar/MG Nascimento
06 Nilmara Coelho Figueiredo – cozinheira. Divinolândia de Minas/MG Nascimento
07 Sidimar (Rádio) Nascimento
20 Nilma Aparecida C. Pinheiro – secretária São Miguel e Almas Ghães/MG Nascimento
21 Claudiane Ferreira da Silva – cozinheira. S. João Evangelista/MG Nascimento
Julho
05 Mariane Kely de Sena Silva – secretária Senhora do Porto/MG Nascimento
07 Rosa Maria da Silva Bretas – cozinheira Resid. Espiscopal Ghães/MG Nascimento
07 Gisele Alves Coelho – secretária Divinolândia de Minas/MG Nascimento
09 Aline Moreira de Freitas – secretária Santa Maria do Suaçui/MG Nascimento
10 Simone Pinto Mendanha – secretária Mitra Ghães/MG Nascimento
12 Joelma Cristina da Silva – secretária Dores de Guanhães/MG Nascimento
12 Nérica dos Santos Soares – cozinheira. Santa Mª do Suaçui/MG Nascimento
26 Rosana Oliveira Braga Alves – secretária Peçanha/MG Nascimento
30 Rosângela Oliveira Braga – cozinheira. Peçanha/MG Nascimento
31 Liziane Gonçalves de S. Carvalho – serviços gerais – Peçanha/MG Nascimento

Nota de Falecimento

Por Pascom da diocese

Com pesar comunicamos o falecimento  aos 88 anos da senhora Maria Catarina de Matos, em BH, dia 05/06. Mãe do Pe. Ismar Dias de Matos, atualmente residente em Belo Horizonte e administrador da Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens.

O velório será hoje, dia 06/06, das 06:00 às 16:30h, no Velório 4 do Cemitério da Saudade, em BH. Uma grande mulher que volta ao Pai após cumprir uma longa jornada! (Pe. Ismar).

Ao Pe, Ismar e aos familiares e amigos, nossas condolências e a certeza de nossa oração por esta nossa irmã na fé, incentivadora primeira da vocação deste sacerdote de nossa Diocese.

Mundo ético ferido

Os tempos de crise sempre estiveram presentes na história da humanidade, apresentando-se de formas diferentes, trazendo questionamentos e discussões para encontrar o “bem” da humanidade.
O “ethos” está infuso em cada ser humano, direciona na busca da felicidade, felicidade que podemos chamar de realização ou busca do “bom”. O ser humano tem este movimento dentro de si, onde o seu interior busca, de forma natural, sua realização. Isso pode ser melhor entendido, a partir de uma experiência ética consciente.
Vemos hoje no Brasil um problema ético que é fruto de uma mudança muito brusca no modo de viver.

O ethos rural e urbano

O “ethos” do homem rural, da sociedade agrária e de uma sociedade mais fraterna, foi bruscamente invadido pelo “ethos” do homem moderno e suas máquinas. Isto deveria ter acontecido através de um processo gradativo, o que não aconteceu surgindo o dualismo ético na sociedade que diminuiu a solidariedade. O “ethos” rural foi forçado a corresponder ao “ethos” moderno, onde os que detinham poder, financeiro detinham o poder do plano ético ou moral.

Eu sou o Brasil ético

Onde falta “o ethos”, há espaço para corrupção, e a forte presença do famoso “jeitinho brasileiro” leva a fraqueza do viver comunitário, a deformação e fragmentação da consciência. Tudo isto se espalha como uma doença, onde a sociedade é afetada durante a história e o sintoma mais forte aparece naquilo que o homem mais tem de precioso sua consciência.
Essa consciência tem de conviver com um pluralismo, fruto de uma crise ética, onde um dos agravantes é o enfraquecimento da dimensão comunitária que, contribui para a geração de consciências consumistas e incertas e que, sofrem por viverem uma busca incessante do “bom” em meio a pseudo-realidades do mesmo.

Educar e instruir para o Éthos

Um novo caminho é necessário, partindo da experiência ética ou moral do indivíduo onde ele se questiona sobre o verdadeiro “bem” e “mal”, buscar a verdade dentro desta experiência gera uma consciência moral que permite que o indivíduo se descobrisse como responsável por um viver ético e não apenas, mais um cumpridor de regras e assim podendo finalmente viver a realidade que está inserido e desse modo, encontrar o “Bem”.

Matheus Rodrigues
Seminarista redentorista
Seminário São Geraldo, Sorocaba (SP)

Fonte: CNBB. Ética: Pessoa e sociedade, 1. Ed., Brasília-DF, Documentos da CNBB, maio 1993.

Origem da Solenidade de Corpus Christi, adoração e roteiro para oração

Adoração Eucarística: origem da Solenidade de Corpus Christi e roteiro para oração

Celebrada amanhã, quinta-feira, 31 de maio, a Solenidade de Corpus Christi é também conhecida como a Festa da Eucaristia. Neste dia, é celebrada a presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho consagrados. Após a Páscoa e Pentecostes, a presença de Jesus na terra continua de forma “misteriosa e no confronto com as realidades do cotidiano”, como reflete o arcebispo de Uberaba, dom Paulo Mendes Peixoto.

“A Eucaristia dá corpo e sentido para a comunidade cristã. Faz acontecer a Igreja que, por sua vez, é gerada por ela. Eucaristia e Igreja formam uma unidade e uma solidez na evangelização da sociedade. Não existe Igreja sem Eucaristia e nem Eucaristia sem Igreja”, ensina o arcebispo.

Histórico

A festa de Corpus Christi foi instituída oficialmente pelo papa Urbano IV, com a publicação da bula Transiturus de hoc mundo, em 8 de setembro de 1264, com a celebração marcada para a quinta-feira após a solenidade da Santíssima Trindade.

A origem da festa remete à devoção eucarística iniciada na França e na Bélgica, antes do século XII. Ligada à piedade do povo cristão, a solenidade também é lembrada pela influência das visões da monja agostiniana belga Juliana de Cornillon, as quais mostravam o anseio de Cristo para que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Tais visões foram consideradas decisivas para a decisão do papa, em 1264.

Mas foi somente 50 anos depois da morte de Urbano IV que a Solenidade ganhou caráter universal definitivo. A partir do século XIV, no papado de Clemente V, foram instituídas as Constituições do Corpus Júris, e 1313, as quais tornara a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. No mesmo documento, ficou estabelecido o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas, o que foi fortalecido pelo Concílio de Trento (1545-1563), como ação de graças pelo dom Eucarístico e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.

O Concílio Vaticano II vinculou a celebração ao mistério pascal de Jesus Cristo, dando novo significado à festividade. E, em 1983, o novo Código de Direito Canônico manteve a obrigação de se manifestar “o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia” e “onde for possível, haja procissão pelas vias públicas”, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.

Procissão

A procissão com o Santíssimo Sacramento pelas ruas é marcada por rito solene e pelos cânticos. A orientação da Igreja é que aconteça após a celebração eucarística, na qual se consagra a hóstia que será levada em procissão, que também pode acontecer após uma adoração pública e prologada depois da missa.

Durante o percurso, de acordo com o costume, podem ser concedidas bênçãos eucarísticas em estações.

Roteiro para adoração

O doutor em Teologia pelo Pontifício Ateneu Santo Anselmo e professor titular do Instituto Teológico Franciscano, frei José Ariovaldo da Silva, que contribui nas reflexões sobre Liturgia no âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), certa vez preparou uma sugestão para momento de adoração eucarística.

Ele baseou-se na proposta do Guia Litúrgico-Pastoral da CNBB, em 2011. O frade franciscano explica que não existe um roteiro definido, mas destaca a expressão comunitária da fé. Assim, é proposto o roteiro “que pode bem ajudar no momento de adoração, pessoal ou comunitária, que supõe uma atitude de escuta e momentos de silêncio”.

Os seis passos:

1- Estando diante do Corpo do Senhor, primeiro tome consciência do seu próprio corpo: procure escutar a respiração, os sentimentos, suas emoções. Faça silêncio, prestando atenção na respiração. Faça isso por alguns minutos.

2 – Ao olhar o Pão consagrado, lembre-se das palavras do Senhor: “Isto é o meu Corpo que será entregue por vós…” e renove a própria entrega com Jesus, que se oferece na missa e prolonga sua presença sacrificante na forma do Pão que é para ser dado e consumido.

3 – Lembre-se das atitudes de Jesus que o levaram à morte… Acolha em sua vida a salvação e deixe que o desejo de amar, como Jesus, ganhe espaço no coração.
Sinta-se em comunhão com o Corpo eclesial. Recorde as pessoas amigas, ou alguém com quem tem dificuldade de conviver; lembre as coisas boas que está vivendo e também os motivos de preocupação e de sofrimento próprio ou de outros(as); traga presente a santidade e as fraquezas da Igreja. Também as pessoas que sofrem, as que estão nos presídios, nos hospitais, no abandono…

4 – Coloque tudo no coração do Pai, como fez Jesus até no último momento de sua vida, quando estava na cruz.
Tome um texto da liturgia do dia: pode ser o evangelho, ou a leitura, ou o salmo, ou ainda a oração eucarística (desde o prefácio), ou as orações iniciais e de pós-comunhão.

5 – Leia, prestando atenção (leitura orante). Cada palavra da leitura é importante, vale a pena reler, meditando. Se uma palavra ou frase chamou a atenção, repita-a para si mesmo(a), e faça dela a própria oração. Se ao ler o texto se lembrar de outro texto bíblico, ou litúrgico, dar atenção a isso; repita-o no coração…

6 – Agradeça a Deus por tudo que se tem recebido de sua bondade. Dê graças por toda a criação, por todo o bem realizado no universo. Dirija a Deus salmos, cânticos e refrãos bíblicos. Se for em grupo, pode-se cantar ou recitar juntos. Pode ser o próprio salmo do dia ou outro.
Termine rezando a oração que Jesus mesmo ensinou.

 

*Dom Paulo Mendes Peixoto é o Arecebispo Metropolitano de Uberaba e Presidente do Regional Leste II da CNBB.

Nota da CNBB sobre o momento nacional

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se solidariza com os caminhoneiros, trabalhadores e trabalhadoras, em manifestação em todo território nacional, em nota divulgada nesta quarta-feira, 30 de maio. Preocupada com as duras consequências que sempre recaem sobre os mais pobres, no texto a entidade conclama toda a sociedade para o diálogo e para a não violência. “Reconhecemos a importância da profissão e da atividade dos caminhoneiros”, pontua.

Confira, abaixo, a nota na íntegra:

NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO NACIONAL
“Jesus entrou e pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco”(Jo 20,19)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, solidária com os caminhoneiros, trabalhadores e trabalhadoras, em manifestações em todo território nacional, e preocupada com as duras consequências que sempre recaem sobre os mais pobres, conclama toda a sociedade para o diálogo e para a não violência. Reconhecemos a importância da profissão e da atividade dos caminhoneiros.

A crise é grave e pede soluções justas. Contudo, “qualquer solução que atenda à lógica do mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e se desvia do caminho da justiça” (CNBB, 10/03/2016). Nenhuma solução que se utilize da violência ou prejudique a democracia pode ser admitida como saída para a crise.

Não é justo submeter o Estado ao mercado. Quando é o mercado que governa, o Estado torna-se fraco e acaba submetido a uma perversa lógica financista. “O dinheiro é para servir e não para governar” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 58).

É necessário cultivar o diálogo que exige humilde escuta recíproca e decidido respeito ao Estado democrático de direito, para o atendimento, na justa medida, das reivindicações.

As eleições se aproximam. É preciso assegurar que sejam realizadas de acordo com os princípios democráticos e éticos, para restabelecer nossa confiança e nossa esperança. Propostas que desrespeitam a liberdade e o estado de direito não conduzem ao bem comum, mas à violência.

Celebramos a Solenidade do Corpus Christi, fonte de unidade e de paz. Quem participa da Eucaristia não pode deixar de ser artífice da unidade e da paz. O Pão da unidade nos cure da ambição de prevalecer sobre os outros, da ganância de entesourar para nós mesmos, de fomentar discórdias e disseminar críticas; que desperte a alegria de nos amarmos sem rivalidades, nem invejas, nem murmurações maldizentes (cf. Papa Francisco, Festa do Corpus Christi, 2017). O Pão da Vida nos motive a cultivar o perdão, a desenvolver a capacidade de diálogo e nos anime a imitar Jesus Cristo, que veio para servir, não para ser servido.

Conclamamos, por fim, todos à oração e ao compromisso na busca de um Brasil solidário, pacífico, justo e fraterno. A paz é um dom de Deus, mas é também fruto de nosso trabalho.

Nossa Senhora Aparecida interceda por todos!

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília (DF)
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador (BA)
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário-Geral da CNBB

Parabéns, Dom Jeremias!

Prezado Dom Jeremias, alegria e paz!

Hoje temos a alegria de celebrar o dom da sua vida. Pedimos ao Pai que o abençoe e conduza na alegria, saúde e paz!

Saiba que nós, membros da Pascom, da Diocese de Guanhães, muito nos alegramos pelo dom de sua vida; e renovamos nesse dia especial, nossos votos de feliz aniversário e saudações; e ao mesmo tempo, pedimos ao Senhor que o conduza com mansidão e fervor o rebanho a ti confiado.

Receba nosso abraço e nossas orações por seu aniversário!
Que Deus continue iluminando e abençoando a sua caminhada de evangelização e de pastoreio junto ao seu povo!
Saúde e Paz em Jesus Cristo!

Abraço fraterno no Espírito de Jesus, que é Deus com o Pai e o Espírito Santo.

Em nome da Pascom,

Michel Hoguinele.

 

Santíssima Trindade: mistério central da fé e da vida cristã

“Celebrar a Santíssima Trindade representa para a Igreja celebrar a fonte de onde ela emana”, diz o bispo de Santo André (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Pedro Carlos Cipollini.

Esse mistério central da fé cristã é ressaltado no concílio Vaticano II: a Igreja brota da Trindade. Outra definição bem didática foi escrita pelo bispo teólogo de Ilhéus (BA), já falecido, dom Valfredo Tepe, “o Pai projeta a Igreja, Jesus a funda e o Espírito Santo a administra”.

Neste domingo, 27 de maio, a Igreja celebra a solenidade litúrgica da Santíssima Trindade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, três pessoas e um só Deus verdadeiro. Esta celebração convida os cristãos a rezar e a agradecer o convite que Jesus faz para voltar com ele ressuscitado, para sua pátria: a Trindade.

“Esta celebração nos convida a celebrar a criação que é obra da Trindade, celebrar a humanidade vocacionada à fraternidade e solidariedade: um só é vosso Pai! E eu e o Pai somos um”, destaca dom Cipollini.

Ainda segundo o bispo, de junto do Pai Jesus ressuscitado envia o Espírito Santo que nos santifica e nos torna santificadores deste mundo. “Espírito de Verdade e amor derramado em nossos corações para compreendermos que Jesus é o enviado do Pai e crermos nele, ouvindo e vivendo o que ele nos ensinou”.

O mistério da Trindade que não pode ser entendido porque é um mistério está nas origens da fé viva da Igreja, principalmente através do Batismo. “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós” (2Cor 13,13; cf. 1Cor 12,4-6; Ef 4,4-6) já pronunciavam os Apóstolos.

Santo Agostinho dizia que: “O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão” (A Trindade, 15,26,47).

“Trazemos para nossa vida o mistério da Trindade quando conhecemos Jesus que nos revela este mistério e é o caminho para adentrarmos nele. Quando brota em nós a paixão para a unidade e o amor vividos na busca continua da Verdade que se revela em Jesus, aí então o Mistério da Trindade se torna realidade para nós”.

Dom Cipollini ressalta que é preciso aprender a viver a unidade na diversidade unidos pelo amor. “Viver a Trindade é a partir da fé abater tudo o que divide e construir pontes que integram”.

Fonte: CNBB

Pentecostes: O nascimento da Igreja Missionária

Cinquenta dias após celebrarmos a Ressurreição de Jesus, somos convidados a rezar a Solenidade de Pentecostes. Na liturgia, com a celebração de Pentecostes , se encerra o tempo pascal e retomamos o tempo comum, tempo de rezar a vida pública de Jesus e a nossa missão como seus discípulos.

Antes de receberem o Espírito Santo , a força do alto, os discípulos não passavam de um grupo paralisado pelo medo. Ser discípulo apenas para assistir o que Jesus fazia, era uma atitude muito cômoda. Após a Ascensão  os discípulos ficaram meio que perdidos, pois não sabiam o que fazer e nem como fazer e se perguntavam? Quem irá agora anunciar o Reino? Quem irá evangelizar os pobres? Quem irá acolher os pecadores? Quem irá consolar os tristes? Quem irá partilhar o pão? Quem irá cuidar dos doentes e abandonados? Enquanto Jesus estava com eles, era Jesus quem realizava estes gestos de amor.

Por isso, Pentecostes marca o nascimento da Igreja missionária, quando os discípulos vão compreendendo que agora são eles que devem continuar os gestos de amor de Jesus neste mundo. Agora são os lábios dos discípulos que tem que anunciar o Reino. São as mãos dos discípulos que tem que partilhar o pão. E é o coração do discípulo, que se revestiu do amor de Cristo, que irá continuar oferecendo amor para manter a esperança de vida.

O Espirito Santo é o dom que o Pai nos concede para que sejamos capazes de guardar a Palavra do seu Filho em nossa vida. O Espírito fez os discípulos recordarem que Cristo havia colocado o Evangelho em seus corações e que, por amor a Cristo, os discípulos guardaram sua palavra: “Quem me ama guardará minha palavra”. Sabendo que a Palavra do Cristo permanece no coração de quem Nele acredita, os discípulos, na força do Espírito, amor que nos move porque nos reveste de esperança, foram levar o Evangelho até os confins da terra.

Sendo assim, em Pentecostes nasce a Igreja missionária, a Igreja que se descobre em constante saída, como tão bem tem falado o Papa  Francisco . Uma Igreja que vai às periferias do mundo porque o Espírito nos impulsiona para levar a Palavra de Jesus aonde não existe mais sinal de esperança. Onde a vida é desrespeitada e ferida, é lá que o Evangelho, que é palavra capaz de salvar, deve ser proclamado.

O Espírito Santo derramado sobre os nossos corações, como dom do Pai e do Filho, nos capacita para falar a linguagem do amor, caminho indispensável para a unidade tão desejada por Jesus para sua Igreja: “Que todos sejam um!”. A linguagem do amor nos fortalece para superarmos as divisões e crescemos no testemunho de Cristo por uma profunda vida de fraternidade. “Nisto reconhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”.

O Espírito Santo é o defensor que Jesus nos enviou para sermos suas testemunhas, mesmo quando situações adversas e perseguições querem destruir nossa fé. O Espírito é força que liberta a vida. É força que transforma todas as realidades, porque ele nos capacita para viver o amor que renova a face da terra.

Fonte: a12.com

Fake News: Veja quatro conselhos do Papa e se livre delas

No domingo, dia 13 de maio, a Igreja comemorou e refletiu sobre o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Neste ano de 2018, o Papa lançou uma mensagem bastante atual e repleta de aspectos relevantes para levar para o nosso dia a dia, principalmente por estarmos em meio a uma mudança de época em que a comunicação e a tecnologia transbordam por todos os lugares.  O Portal A12 listou pontos importantes para você ficar por dentro sobre a mensagem do Santo Padre.

1. Que há de falso nas notícias falsas?

* As famosas Fake News trazem informações infundadas, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, tendentes a enganar e até manipular o destinatário. A sua divulgação pode visar objetivos prefixados, influenciar opções políticas e favorecer lucros econômicos.

* Elas também capturam facilmente a atenção, estereótipos e preconceitos generalizados que geram emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração.

* As vezes ganham tanta visibilidade que causam danos irreversíveis.

* A lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação, revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio.

2. Como podemos reconhecê-las ?

* De fato, está em jogo a nossa avidez. Seja esperto, desconfie, pesquise, compare.

*As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável, não tanto pela lógica de partilha que carateriza os meios de comunicação social como sobretudo pelo fascínio que detêm sobre a avidez insaciável que facilmente se acende no ser humano. As próprias motivações econômicas e oportunistas da desinformação têm a sua raiz na sede de poder.

3. A verdade vos tornará livres

* O antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade.

* Na visão cristã, a verdade não é uma realidade apenas conceitual, que diz respeito ao juízo sobre as coisas, definindo-as verdadeiras ou falsas. A verdade não é apenas trazer à luz coisas obscuras, como faz pensar o termo que a designa em grego: aletheia, de a-lethès, «não escondido». A verdade tem a ver com a vida inteira. Na Bíblia, reúne os significados de apoio, solidez, confiança.

* A verdade é aquilo sobre o qual nos podemos apoiar para não cair. Neste sentido relacional, o único verdadeiramente fiável e digno de confiança sobre o qual se pode contar, ou seja, o único «verdadeiro» é o Deus vivo.

* Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem, ao invés de, isolar, dividir e contrapor. Por isso, a verdade não se alcança autenticamente quando é imposta como algo de extrínseco e impessoal; mas brota de relações livres entre as pessoas, na escuta recíproca.

4. A paz é a verdadeira notícia

* Para o Papa Francisco, o melhor antídoto contra as falsidades não são as estratégias, mas as pessoas: pessoas que, livres da ambição, estão prontas a ouvir e, através da fadiga dum diálogo sincero, deixam emergir a verdade; pessoas que, atraídas pelo bem, se mostram responsáveis no uso da linguagem. Se a via de saída da difusão da desinformação é a responsabilidade, particularmente envolvido está quem, por profissão, é obrigado a ser responsável ao informar, ou seja, o jornalista, guardião das notícias. No mundo atual, ele não desempenha apenas uma profissão, mas uma verdadeira e própria missão. Informar é formar, é lidar com a vida das pessoas. Por isso, a precisão das fontes e a custódia da comunicação são verdadeiros e próprios processos de desenvolvimento do bem, que geram confiança e abrem vias de comunhão e de paz.

* Promova um jornalismo de paz, sem entender, com esta expressão, um jornalismo bonzinho, que negue a existência de problemas graves. Pelo contrário, na mensagem o Papa pensa num jornalismo sem fingimentos, hostil às falsidades, a slogans sensacionais e a declarações bombásticas; um jornalismo feito por pessoas para as pessoas e considerado como serviço a todas as pessoas, especialmente àquelas – e no mundo, são a maioria – que não têm voz; um jornalismo que não se limite a queimar notícias, mas se comprometa na busca das causas reais dos conflitos, para favorecer a sua compreensão das raízes e a sua superação através do aviamento de processos virtuosos.

Fonte: a12.com

Presidente da CNBB saúda as mães

O arcebispo de Brasília (DF), cardeal Sergio da Rocha, e presidente a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dirige mensagem especial às mães, por ocasião do Dia das Mães, a ser celebrado no próximo domingo, dia 13 de maio.

 

HOMENAGEM AS MÃES

Nossa gratidão e afeto filial a todas as mães.
Mães de todos os rostos, idades e condições sociais.
Mães que sofrem com os filhos,
Mães que sofrem pelos filhos,
Mães que perdoam seus filhos e por eles rezam.
Mães que se alegram com os filhos,
Mães que dão a vida pelos filhos!
A todas elas, dedicamos este dia para serem lembradas e amadas todos os dias.
Abraçamos, neste dia, pelos dias que não abraçamos e para poder abraça-las a cada dia.
Obrigado por serem sinais do amor de Deus. Obrigado por serem mães!
Aceitem os presentes mais preciosos que não vêm das lojas, mas do coração de filhos: amor, carinho, respeito, gratidão e orações!
Nossas orações pelas mães que continuam a amar seus filhos no céu, tendo cumprido a sua missão na terra.
Nossas orações pelas mães que continuam a amar seus filhos na terra para ajudá-los a chegar ao céu.
Nossas orações pelas mães que mais sofrem, sem jamais desistirem de serem mães.
Confiamos cada mãe à proteção amorosa da Mãe de todas as mães, Maria.
Sintam-se amadas por Deus e pela Igreja, pelos filhos que amam, pelos filhos que amam sem conseguir expressar, pelos filhos que não tiveram tempo de amar, pelos filhos que têm um jeito estranho de amar.
Obrigado, Senhor, pelas mães.
Obrigado, pela nossa Mãe Igreja.
Obrigado, pela Mãe de Jesus e nossa Mãe.
Parabéns, queridas mães! Sejam felizes! Tenham um feliz Dia das Mães!

+ Dom Sérgio Cardeal Rocha – Arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Cardeal Dom Sérgio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

 

 

 

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