Michel Hoguinelle

Festa da Padroeira 2018 e o clamor pela restauração da vida


Novena e Festa da Padroeira 2018 será um clamor pela restauração da vida

O Santuário de Aparecida inicia a novena para a grande celebracao do dia da Padroeira do Brasil nesse ano de 2018.

Em virtude das comemorações dos 40 anos do restauro da imagem, a Festa da Mãe Aparecida terá o tema “EM JESUS, COM MARIA, RESTAURAMOS A VIDA”.

De 3 a 12 de outubro as reflexões da Novena e Festa da Padroeira serão para motivar a oração pelo povo brasileiro, pedindo a intercessão da Mãe Aparecida para o restauro das vidas em sofrimento e pela recuperação da dignidade de filhos e filhas de Deus.

“Será um momento de celebração, mas também um grande clamor pelo povo brasileiro, os textos da novena vão nos ajudar a buscar essa restauração”, como explicou o Reitor da Catedral-Basílica Menor e Santuário Nacional, o Redentorista Pe. João Batista, CSsR.

A novena e Festa da Padroeira também vai enfatizar o Leigo, em consonância como o Ano do Laicato, convocando os devotos para atitudes transformadoras e compromisso com a vida e os ensinamentos de Cristo.

Entre os dias 3 e 12 de outubro o tema geral será desdobrado em subtemas como:

1º dia – Com Maria e Jesus, obedecemos à vontade do Pai!

2º dia – Com Maria e Jesus, restauramos o Jardim do Éden!

3º dia – Com Maria e Jesus, buscamos a libertação!

4º dia – Com Maria e Jesus, somos servidores do Reino!

5º dia – Com Maria e Jesus, dialogamos com o mundo!

6º dia – Com Maria e Jesus, ser Igreja viva e participativa!

7º dia – Com Maria e Jesus, fazer-se Comunidade-Sacramento!

8º dia – Com Maria e Jesus, restaurar a dignidade da vida!

9º dia – Com Maria e Jesus, restaurar o rosto fiel e samaritano da Igreja!

12 de outubro – Solenidade de Nossa Senhora Aparecida
Aparecida: Mãe dos humildes e pequeninos!

Reze pela vida a fim de que seja restaurada!

Fonte: A12.com

Sínodo dos Bispos para a Juventude tem início no Vaticano

 

Cardeal Sérgio da Rocha é Relator Geral do Sínodo dos Bispos que tem início neste 3 de outubro.

O Presidente da CNBB, Cardeal Sérgio da Rocha é Relator Geral do Sínodo dos Bispos que tem início neste 3 de outubro.Cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e Presidente da CNBB, é o Relator Geral da XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos que tem início nesta quarta-feira, 3 de outubro, no Vaticano. Antes de partir para Roma, ele concedeu entrevista à Agência de notícias SIR (Servizio di Informazione Religiosa) e tratou da juventude, do Brasil e do seu trabalho no Sínodo.

Confira a entrevista, na íntegra.

Eminência: o senhor foi o caminho de preparação para o Sínodo? O que o deixou mais impressionado nesse processo?

Graças a Deus, o caminho de preparação para o Sínodo tem sido bastante participativo. O Papa Francisco tem ressaltado a necessidade de ouvir os jovens. Eles participaram generosamente desta etapa, respondendo o questionário online e divulgando o Sínodo nas redes sociais. Sem dúvida, a reunião pré-sinodal, contando com jovens do mundo todo, foi de especial importância na preparação sinodal. Jovens dos vários continentes estão mostrando que querem participar da Igreja, que querem conhecer e seguir a Cristo na Igreja, que estão dispostos a evangelizar outros jovens.

Este Sínodo é, talvez, menos esperado do que aquele sobre a família e, no entanto, é igualmente importante?

A realidade vivida pelos jovens e a sua relação com a Igreja, com tantos desafios, está exigindo maior atenção, reflexão e respostas pastorais. As questões relativas à juventude não são fáceis. Quem considera importante a presença dos jovens na família, na Igreja e na sociedade, certamente considera este Sínodo também muito importante.  A atenção à família se completa com a atenção aos jovens, pois ambos estão ligados. A realidade da família e a realidade da juventude estão interligadas. O serviço pastoral à família e a pastoral juvenil devem estar em diálogo constante.

O que a Igreja é chamada a fazer para ir ao encontro dos jovens que frequentemente não têm confiança nela?

Espero que a Assembleia do Sínodo dos Bispos nos ajude justamente a refletir e a buscar respostas a esta questão. É preciso estar atentos aos diferentes contextos socioculturais, aos muitos rostos da juventude. Os passos que foram dados até aqui mostram o caminho a seguir: aproximar-se dos jovens, para escutar, compreender e valorizar a presença deles em nossas comunidades. É preciso abrir mais espaço para participação juvenil na Igreja e contar mais com eles, de modo especial, na evangelização de outros jovens.

No Sínodo, o senhor será o Relator Geral. Com que espírito o senhor acolheu esta nomeação e como o senhor imagina de desempenhar esse papel?

Acolhi a nomeação com surpresa e profunda gratidão ao Papa Francisco, pois embora eu seja membro do Conselho da Secretaria do Sínodo, não esperava ser convidado para esta função. Certamente, há outros bispos que poderiam prestar este serviço tão exigente, melhor do que eu, mas estou procurando fazer o melhor possível, contando especialmente com a colaboração dos Secretários Especiais nomeados por Francisco, além da própria Secretaria Geral do Sínodo. A elaboração do Documento Sinodal é uma tarefa coletiva, apesar da responsabilidade do relator. Espero colaborar para valorizar e acolher, o mais possível, as contribuições dos participantes da Assembleia Sinodal, de modo que o texto conclusivo seja da Assembleia unida ao Papa Francisco.

Como o presidente da CNBB, o senhor pode tem um ponto de observação privilegiado sobre o grande país que é o Brasil. Como a Igreja no Brasil se preparou para o Sínodo? Mudou o relacionamento entre os jovens e a Igreja depois da Jornada Mundial da Juventude do Rio, em 2013?

O Brasil é um país com uma imensa população jovem. Em vista do Sínodo, têm sido inúmeras as atividades pastorais nas paróquias e dioceses, contando com os próprios jovens. Além de publicações, palestras e encontros de reflexão, tem sido grande o uso das redes sociais para a divulgação do Sínodo. A Comissão Episcopal para a Juventude da Conferência Episcopal tem desenvolvido um trabalho intenso e muito bonito, procurando envolver os jovens das diferentes regiões do país nesta etapa preparatória. Com a JMJ Rio 2013, a Pastoral Juvenil recebeu novo impulso; a juventude sentiu-se amada pelo Papa e pela Igreja. Porém, temos um longo caminho a percorrer, pois há muitos jovens que não conhecem a Cristo, que não participam da vida da Igreja e que necessitam de uma vida nova.  O Sínodo está sendo outro momento importante de animação da evangelização da juventude, incentivando os jovens a participarem mais das comunidades. A Igreja “em saída”, enfatizada pelo Papa Francisco, necessita ir ao encontro dos jovens, com redobrado empenho, para compartilhar com eles a alegria do Evangelho.

Fonte: CNBB

DNJ – Dia Nacional da Juventude!

Vem aí o Dia Nacional da Juventude! Em Guanhães, dia 21 de outubro de 2018!

O Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2018 já tem cartaz oficial! Ele foi desenvolvido a partir do tema deste ano: “Juventude Construindo uma Cultura de Paz” e lema “Disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz, neste mundo vocês terão aflições, contudo tenham coragem, Eu venci o mundo” (Jo 16,33). O tema e lema estão em consonância com os da Campanha da Fraternidade 2018, “Fraternidade e superação da violência” e o lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8). O DNJ neste ano acontece no dia 21 de outubro.

A identidade do cartaz traz a cultura de paz e superação da violência, mostrando o rosto de jovens que são vítimas da violência, mas também protagonistas na busca pela paz. O objetivo é interpelar a partir da ideia da construção da paz como forma de combate à violência e a importante do papel do jovem neste processo.

Com recortes de fotografias de revistas ‘xerocadas’ em papel craft e manipuladas digitalmente, mostram os inúmeros tipos de violência contra jovens e desperta a reflexão acerca da superação da mesma. A arte em si proporciona ao expectador ver e resignificar de acordo com a sua visão. Dessa forma, o identidade visual do cartaz faz um convite à construção da paz e ao autoquestionamento sobre seu papel como construtor de uma sociedade pacífica, visto que vontade de mudança é pessoal e a construção da paz só tem êxito com a colaboração de todos.

O cartaz foi elaborado pelos membros da equipe de mídias sociais e design dos Jovens Conectados. “Fiquei muito feliz em participar do processo de elaboração, que iniciou com o contato com diversas notícias de violências e crimes da atualidade e o nosso desejo de superar tudo isso. Por isso, o cartaz traz estes recortes de revistas e jornais com o rosto sofrido da juventude que vive e experimenta a violência. A superação deste problema é o rasgo na altura dos olhos dos jovens, com um fundo branco, cor da paz, com a palavra PAZ em destaque e na cor azul. O principal objetivo desse processo criativo é que as pessoas se incomodem mesmo com o cartaz e que ele nos provoque e nos deixe angustiado mas com vontade de romper com esta cultura de guerra”, explica Pe. Cleber.

Em 2018, o DNJ conta com um sabor ainda mais especial para os jovens brasileiros porque no mesmo mês acontece em Roma a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Na reunião pré-sinodal, ocorrida no último mês de março, o documento escrito ressalta que os jovens pedem uma Igreja autêntica, corajosa na hora de reconhecer os erros e enraizada no Evangelho.

Identidade Visual 

Desde o ano passado, o Dia Nacional da Juventude e a Jornada Diocesana da Juventude têm uma identidade visual conjunta, pensada para dar unidade às atividades em todo o Brasil. Nessa nova identidade, as cores representam as regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Centro-este, Sudeste e Sul, e toda base da identidade trabalha com o rosto da juventude. No entanto, cada Setor Diocesano da Juventude e grupos jovens poderão criar o cartaz com a identidade dos seus jovens, com suas características regionais. Clique aqui para fazer o download e saber mais.

História do DNJ

O Dia Nacional da Juventude surgiu em 1985, durante o Ano Internacional da Juventude, promovido pela Organização das Nações Unidas. Estava evidente que a juventude precisava mobilizar-se e construir espaços de participação, para pensar e repensar uma nova sociedade. Todos os anos organiza-se um dia de festa da juventude, sempre com um tema importante a ser debatido e trabalhado com grupos. O DNJ acontece em todo o país todos os anos no último domingo do mês de outubro, exceto nos anos eleitorais, quando a data é alterada, como neste ano.

Confira os temas do DNJ desde sua criação:

1987 – DNJ: Juventude e Participação – Juventude, Presença e Participação.

1988 – DNJ: Juventude, Libertação na Luta do Povo – Mulher, Negro, Índio e Eleições.

1989 – DNJ: Juventude e Educação – Juventude, cadê a Educação?

1990 – DNJ: Juventude e Trabalho – Juventude: do nosso suor, a riqueza de quem?

1991 – DNJ: Juventude e América Latina – Latino-americanos, por que não?

1992 – DNJ: Juventude e Ecologia – Ouça o ECO(logia) da Vida.

1993 – DNJ: Juventude e AIDS – Um grito por solidariedade.

1994 – DNJ: Juventude e Cultura – Nossa cara, Nossa Cultura.

1995 – DNJ: Juventude e Cidadania – Construindo a Vida.

1996 – DNJ: Juventude e Cidadania – Quero ver o novo no poder.

1997 – DNJ: Juventude e Direitos Humanos – A vida floresce quando a Liberdade Acontece.

1998 – DNJ: Juventude e Direitos Humanos – Nas asas da Esperança gestamos a mudança.

1999 – DNJ: Juventude e Dívidas Sociais – Vida em Plenitude, Trabalho pra Juventude.

2000 – DNJ: Juventude e Dívidas Sociais – Jubileu da Terra, um Sopro de Vida.

2001 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Paz, Dom de Deus! Direito da Juventude.

2002 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – A vida se tece de sonhos.

2003 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Lancemos as redes em águas mais profundas.

2004 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – A gente quer fazer valer nosso suor… A gente quer do bom e do melhor.

2005 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Juventude vamos lutar! Chegou a hora do nosso sonho realizar.

2006 – DNJ: Políticas Públicas para a Juventude – Juventude que ousa sonhar constrói um Brasil popular.

2007 – DNJ: Juventude e Meio Ambiente – É Missão de todos nós. Deus chama: eu quero ouvir a tua voz.

O subsídio está disponível nas Edições CNBB desde a primeira semana de agosto.

Festa de São Miguel Arcanjo, padroeiro da Diocese de Guanhães

 

FESTA DE SÃO MIGUEL, PADROEIRO DA DIOCESE DE GUANHÃES

21 A 29 DE SETEMBRO DE 2018

PROGRAMAÇÃO

21/09 – 18h30: Procissão saindo da Igreja Matriz, acompanhada com marujada.

              19h00 – Missa presidida por Pe. Hermes, na Catedral São Miguel.

22/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. Hermes, na Catedral São Miguel.

           20h00: Show com Lucimar Pinto (Voz e Violão) – Pátio da catedral

23/09: 19h00: Missa presidida por Dom Marcello Romano,  na Catedral São Miguel.

20h00: Show com Leandro e seus Teclados – Pátio da Catedral

24/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. Amarildo, na Catedral São Miguel.

20h00: Noite Poética com a Pastoral Catequética – Pátio da Catedral

25/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. José Adriano,  na Catedral São Miguel.

20h00: Show com Catequizandos da Crisma e Eucaristia – Pátio da Catedral

26/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. Bruno,  na Catedral São Miguel.

20h00: Apresentação tema Familia (Pastoral Catequética) – Pátio da Catedral

27/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. Salomão,  na Catedral São Miguel.

20h00: Apresentação Teatral com a Perseverança – Pátio da Catedral

28/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. Marcone,  na Catedral São Miguel.

20h00: Show com Marcos e Guilherme – Pátio da Catedral

29/09 – 19h00: Missa presidida por Pe. Hermes,  na Catedral São Miguel. Procissão com São Miguel acompanhada com a Banda Santa Cecília.

           – Show com Karol Corrêa – Pátio da Catedral

 

Atrações:

  • Dia 23/09 – 14h00 – Leilão de Bezerros no Parque de Exposições.
  • Todos os dias: Recreações/Pula-pula (Coordenação Preojeto JB Guanhães).
  • Apresentação artísticas (pastoral da Catequese)
  • Banda de musica e Marujada
  • Leilões, shows ao vivo e seresta
  • Celebrações, procissão novena e barraquinhas.

 

Ser Pai

Ser Pai
Hoje a paternidade física se faz até com bebê de proveta. Mas, ser pai é mais do que gerar filho na ordem natural, mesmo com a transmissão ideal da vida realizada com o casamento planejado e preparado. Este tem a perspectiva vocacional da união do amor humano com o divino. Assim, cria-se a condição de os filhos desenvolverem a afetividade na aceitação de si e dos outros mais harmonicamente.
Se o pai olhar o Pai de todos e se inspirar na paternidade divina, assumirá a responsabilidade de transmitir a vida e alimentá-la com a ternura, a afeição, a boa educação e a cooperação com a formação do bom caráter dos filhos. Isso se dá com seu exemplo de cidadão que vive os valores humanos da honestidade, verdade, ética, moral e perseverança na promoção do bem ao semelhante.
Como é bom os filhos terem pais que realmente os amam e sempre os orientam para serem pessoas que colocam as virtudes humanas acima de qualquer valor material! A formação da conduta para a vida em sociedade faz com que o pai inocule na consciência dos filhos a grandeza de tudo fazer para o serviço ao bem do semelhante, preparando-se, intelectual e moralmente para a prática da solidariedade, a exemplo do Filho de Deus Pai.
Ao mesmo tempo, os filhos aprendem a ter compaixão e misericórdia para quem vive na fragilidade dos próprios limites e na exclusão social. Assim, terão também compaixão pelos limites da pessoa humana do pai. Essa conduta é alimentada por Deus e repassada pelos filhos, que aprendem do bom pai a serem compassivos e colaboradores com quem vive em dificuldades.
A vocação para a paternidade responsável é ensinada e promovida aos filhos, que também saberão viver a vocação de resposta a Deus para o exercício da paternidade feliz.
O Pai Deus não deixa faltar aos filhos humanos o pão da vida, que é promovida na terra por todos os que aprenderam a ser verdadeiros pais que ensinam aos filhos a partilha e a solidariedade. Assim, não faltará, nem mesmo o pão material para todos. A natureza, criada por Deus oferece os meios de subsistência para toda a humanidade. Mas precisam ser usados e repartidos com justiça misericordiosa e verdadeira fraternidade. Precisamos formar mais o pai humano para treinar os filhos a serem verdadeiramente humanos e fraternos. A caminhada terrestre seria boa e justa para todos. Ninguém passaria necessidade material, psicológica, moral e espiritual. Quem segue o Filho Jesus, seria filha ou filho amoroso, que pensaria em tratar bem o semelhante, dando, cada um de si, para o bem do outro! Assim, todo pai humano seria feliz e deveria ser, porque todos os filhos também o seriam!
+ Dom José Alberto Moura
Arcebispo Metropolitano de Montes Claros
Fonte : www.cnbbleste2.org.br

Fonte: www.cnbbleste2.org.br

Setembro Amarelo

Setembro Amarelo: falar é a melhor solução. A ideia é promover o debate sobre suicídio.

Durante todo o mês de setembro, é comum ver espaços públicos e privados decorados e/ou iluminados com a cor amarela. Esta iniciativa é para chamar a atenção para o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, celebrado dia 10 de setembro.

Este ano, campanha do Setembro Amarelo tem como tema: “Falar é a melhor solução”. A ideia é promover eventos que abram espaço para debates sobre suicídio, além de divulgar o tema e alertar a população sobre a importância de sua discussão. O suicídio é um problema de saúde pública no Brasil e os casos tem crescido, principalmente, entre os jovens.

De acordo com números do CVV – Centro de Valorização da Vida , 32 brasileiros se matam por dia, média de 1 morte a cada 45 minutos. Essa taxa é maior do que a de vítimas de AIDS e da maioria dos tipos de câncer. No Brasil, o CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias.

O bispo de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Saúde da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Roberto Ferrería Paz, esse tipo de campanha é preventiva e educativa já que possibilita alertar pais, educadores e as pastorais que lidam com o jovem encaminharem e tomarem medidas de cunho terapêutico para situações de depressão, pânico e outras doenças que sem cuidado possam induzir ao suicídio.

De acordo com o site oficial da campanha, tem sido um mal silencioso, pois as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimento, não veem os sinais de que uma pessoa próxima está com ideias suicidas. A esperança é o fato de que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos. É necessário a pessoa buscar ajuda e atenção de quem está à sua volta.

“A muito tempo a Igreja superou o enfoque moralista da questão para refletir mais a necessidade de uma abordagem mais ligada a saúde mental e espiritual em resposta a uma sociedade profundamente carente de sentido e vazia existencialmente”, ressalta.Para dom Roberto Ferrería Paz, certamente que o suicídio é uma temática a ser tratada com responsabilidade e profissionalismo evitando-se qualquer abordagem superficial que possa provocar comportamentos imitativos ou atingir jovens sugestionáveis.

O CVV alerta que a sociedade em geral precisa reconhecer sinais, diferenciar mitos e verdades, ouvir profissionais e ter acesso a formas de apoio. Falar também é a melhor solução já que a pessoa que pensa em suicídio sofre uma grande dor e não vê saída para ela. Em geral, quem pensa em suicídio não quer necessariamente morrer, mas fazer aquela dor sair, mas não sabe como.

Dom Roberto Ferrería Paz acredita que o suicídio é um indicador de desespero e falta de razões para viver. O bispo cita: ‘Vitor Frankl sempre afirmava que todas as pessoas precisam de um sentido para viver de um sonho, de esperança’.

“Não desconhecendo que podem haver também motivos químicos e orgânicos, devemos com o papa Francisco dizer aos jovens e adultos que não deixem que lhes roubem a esperança”, completa.

A mobilização de combate ao suicídio pode ser feita de diversas formas. Seja com ações informativas em empresas, os órgãos públicos se iluminando de amarelo ou cada pessoa pode se mobilizar compartilhando informações sobre o movimento Setembro Amarelo nas redes sociais, levantando o tema em seus grupos e buscando informações confiáveis sobre o assunto.

Mais informações podem ser acessadas no site: www.setembroamarelo.org.br.

Fonte: CNBB

Nota de Dom Emanuel sobre o falecimento do Pe. Saint-Clair

Caratinga, 08 de setembrode 2018.

Saudações fraternas,

Em nome da Diocese de Caratinga e de meu Clero, agradeço a Deus pela vida e apostolado do Pe SaintClair. Foi meu Vigário Geral e uma presença incontestável na Reforma da Catedral. Amou a Diocese de Guanhāes profundamente. Agradeço de coraçāo todo o bem que ele fez em prol do nosso povo aí em Guanhāes. Que o nosso Deus, rico em misericordia, o acolha no Santuário Celeste e de lá interceda por todos nós. Meus profundos sentimentos aos seu familiares e seus colegas de presbitério.

Dom Emanuel Messias de Oliveira
Bispo Diocesano de Caratinga

Nota de Dom Jeremias sobre o falecimento de Pe. Saint-Clair

Irmãos e irmãs em Cristo!
Saudações!
No dia que Igreja celebra a Festa da Natividade da Bem Aventurada Virgem Maria o Bom Deus chamou para junto de Si o Pe Saint-Clair, filho dileto desta Diocese. Agradecemos pela sua vida e pelo seu ministério, pela dedicação e pela força com que amou a Igreja e a Diocese de Guanhães.
Entre tantos que conviveram com ele também sou testemunha deste amor e dedicação.
Quis a Providência que a sua Páscoa fosse no dia do nascimento da Mãe de Jesus e nossa Mãe também!
Todo sacerdote é filho predileto de Nossa Senhora.
Que a Mãe de Deus com os anjos e santos o conduzam à morada eterna!
Obrigado, Pe Saint-Clair!
Posso dizer que juntos partilhamos alegrias e tristezas, decepções e esperanças, desafios e preocupações frente às demandas da Diocese. Que o Bom Deus lhe recompense por todo bem que praticou. Receba a coroa da vitória por ter combatido o bom combate da fé e pela sinceridade e autenticidade de suas palavras.
Meus sentimentos sempre sinceros e paterno aos padres e diáconos, seminaristas e vocacionados, religiosas e consagradas, leigos e leigas, familiares, parentes e amigos, e ao povo da Diocese de Guanhães.
Meu carinho, apreço e orações!
Deus abençoe a todos!
Em Cristo Jesus,

Dom Jeremias Antonio de Jesus
Bispo emérito de Guanhães

Nota de Falecimento

Caríssimos padres, familiares do Pe. Saint-Clair Ferreira Filho,  amado Povo de Deus da Diocese de Guanhaes, minha saudação em Cristo ressuscitado.

Nosso irmão na Fé e no sacerdócio, Pe. Saint-Clair, repousou em Deus. Após longa enfermidade, dando-nos grande exemplo de resignação, retornou à Casa do Pai nas primeiras horas deste dia.

Combateu o bom combate e perseverou! Agora, ele repousa nos braços do Senhor que o amou e escolheu para si como seu ministro!

Estejamos todos juntou nesta hora, como família Presbiteral, para fazer do Pe. Saint-Clair  uma oferenda agradável a Deus e manifestar nossa Fé na ressurreição: o Senhor no-lo deu, o Senhor no-lo tirou… Bendito seja o nome do Senhor!

Estando eu distante e impossibilitado de participar das exéquias, uno-me a todos em oração. Meu abraço e minha benção a todos, especialmente aos familiares!

Descanse em paz Pe. Saint-Clair, seja intercessor por nós e pela nossa querida Igreja de Guanhães junto ao Pai do céu!

Que assim seja, amém!

+ Dom Darci José Nicioli, CSsR – Administrador Apostólico

Pe. Saint-Clair Ferreira Filho

A força transformadora de um povo

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por ocasião do Dia da Pátria, a ser celebrado em 7 de Setembro, faz chegar a todos os brasileiros e brasileiras sua mensagem de ânimo e esperança por um Brasil justo, solidário, ético e fraterno.

No documento, assinado pelos três membros que integram a presidência da entidade, os prelados afirmam que apesar do cenário de desencanto, justificável pela má conduta de grande parte dos atores políticos, as eleições trazem a possibilidade e a força de mudar os rumos da nação brasileira. “Longe de nos desanimar, essa realidade nos desafia e nos põe em estado de vigilância”, diz o texto.

Confira a íntegra da mensagem:

A Força Transformadora de um Povo

“O que nós esperamos são novos céus e nova terra,  onde habitará a justiça” (2P 3,13)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por ocasião do Dia da Pátria,  faz chegar a todos os brasileiros e brasileiras sua mensagem de ânimo e esperança por um Brasil  justo, solidário, ético e fraterno. A Igreja une sua voz à dos que, em defesa da vida e da dignidade de cada pessoa, denunciam a desigualdade que gera violência e sustenta privilégios,  contrariando o Evangelho e a justiça social.  Nossas esperanças se renovam com as eleições que se aproximam.  Apesar do cenário de desencanto e desalento, justificável pela má conduta de grande parte dos atores políticos, as  eleições trazem a possibilidade e a força de mudar os rumos da nação brasileira. A escolha, através do voto consciente e livre, dos que hão de governar o País é um dos caminhos eficazes para a construção do Brasil que seja para todos. Mais que direito, o voto é um dever. É expressão de cidadania, tradução de nossa corresponsabilidade na busca do bem comum e compromisso de quem crê numa nação igualitária, livre da pobreza, da miséria, da exclusão, da corrupção e capaz de superar a violência. A fé que caracteriza o povo brasileiro alimenta sua alegria e seu otimismo, sem aliená-lo da dura realidade nacional, assinalada por uma crise política, econômica e social que, ancorada na falta de ética e na corrupção, se alastra e se prolonga indefinidamente. Suas consequências são sentidas, particularmente, pelos mais pobres, crianças e jovens, idosos,  estudantes, pessoas em situação de rua, enfermos, encarcerados, desempregados, trabalhadores e trabalhadoras, aposentados, populações indígenas, afrodescendentes, ribeirinhos e tantos     outros que carregam o peso do descompromisso com o bem comum de grande parte das  lideranças políticas, muitas delas, inclusive, pleiteando reeleição.
Longe de nos desanimar, essa realidade nos desafia e nos põe em estado de vigilância.  “Todos sentimos necessidade de reabilitar a dignidade da política” (Papa Francisco – Bogotá, dezembro 2017). Está em nossas mãos colaborar para que isso aconteça, participando das  eleições, que desempenham papel fundamental na sociedade democrática. O Estado  Democrático de Direito, a ser fortalecido e defendido sempre mais, não condiz com atitudes como o autoritarismo, o fundamentalismo e a intolerância. Ao contrário, requer a convivência respeitosa entre as pessoas e a efetivação dos direitos fundamentais da população,  especialmente dos empobrecidos e fragilizados, com os investimentos necessários na saúde,  educação na segurança pública e na cultura.  “A perda de direitos e de conquistas sociais, resultado de uma economia que submete a política aos interesses do mercado, tem aumentado o número dos pobres e dos que vivem em situação de vulnerabilidade” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança).  Nas eleições de outubro, o eleitor avalie com seriedade cada candidato, cada candidata, suas promessas, sua campanha, as alianças de seu partido e sua atuação política passada. “O bem maior do País, para além das ideologias e interesses particulares, deve conduzir a consciência e o coração tanto de candidatos, quanto de eleitores” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança). Especial atenção merece a escolha dos senadores e deputados, que constituem o Poder Legislativo. No Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas é que se votam as leis que podem ajudar ou prejudicar o povo. Anular o voto ou votar em branco
favorece o pior político, enfraquece a democracia e põe em risco a oportunidade de purificar a política. A cidadania, no entanto, não se esgota no voto. É preciso continuar acompanhando os  eleitos, cobrando-lhes o cumprimento de seu dever de servir o povo.  A CNBB exorta a população brasileira “a fazer desse momento difícil uma oportunidade de crescimento, abandonando os caminhos da intolerância, do desânimo e do desencanto” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança). Nesse dia também, em que se realiza o Grito dos Excluídos, lembra às comunidades católicas a necessidade dos “leigos católicos não  permaneçam indiferentes à vida pública, nem fechados nos seus templos” (Papa Francisco -Bogotá, dezembro 2017), mas sejam “sal da terra” e “luz do mundo” (cf. Mt 5,13-14), conforme o lema deste Ano Nacional do Laicato.Suplicamos as bênçãos de Deus, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Padroeira do Brasil, para que a nossa Pátria seja soberana, justa e fraterna.

Brasília-DF, 07 de setembro de 2018

+ Sergio Cardeal da Rocha
Arcebispo Metropolitano de Brasília
Presidente da CNBB

 

+ Murilo SebastiãoRamo Krieger, SCJ
Arcebispo Metropolitano de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

 

+ Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

SE/Sul Quadra 801 Conj. B / CEP 70200-014 – Brasília – DF – Brasil
Fone:(61) 2103 8300 / 2103 8200 / 98173 5967 / 98173 5958
e-mail: secpresidente@cnbb.org.br Site: cnbb.org.br

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Festa da Apresentação do Senhor: Jesus Cristo é a nossa Luz e Salvação ( Homilia- Domingo 02 de fevereiro)

Festa da Apresentação do Senhor: Jesus Cristo é a nossa Luz e Salvação ( Homilia- Domingo 02 de fevereiro)

“Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma” ( Lc 2,35) No dia 2 de fevereiro, celebramos a Festa...
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Ser Padre: missão de resplandecer a luz de Cristo no rosto da Igreja

Ser Padre: missão de resplandecer a luz de Cristo no rosto da Igreja

“O Concílio deseja ardentemente iluminar todos os homens com a claridade de Cristo, luz dos povos, que brilha na Igreja,...
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Sejamos instrumentos nas mãos de Deus (Homilia do 3º Domingo do Ano A)

Sejamos instrumentos nas mãos de Deus (Homilia do 3º Domingo do Ano A)

No 3º Domingo do Tempo Comum (Ano A), refletimos sobre o Projeto de Salvação e de Vida plena que Deus...
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FORTALEÇAMOS O PILAR DA PALAVRA DE DEUS

FORTALEÇAMOS O PILAR DA PALAVRA DE DEUS

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil (2019-2023), Documento nº. 107 da Conferência Nacional do Brasil  (CNBB), nos apresentam...
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Apresentar e testemunhar Jesus, a luz das Nações ( Homilia para o 2º Domingo do Tempo Comum-ano A)

Apresentar e testemunhar Jesus, a luz das Nações ( Homilia para o 2º Domingo do Tempo Comum-ano A)

Apresentar e testemunhar Jesus, a Luz das Nações “Melhor é calar-se e ser do que falar e não ser. Coisa...
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