Maria, mãe intercessora, modelo de mulher apostólica, discípula e missionária

O primeiro milagre realizado por Jesus, a transformação da água em vinho em Caná da Galileia, aceito pela Igreja católica, marca o início da vida pública de Jesus e destaca a preocupação de Maria com o bem-estar das pessoas e a autoridade da mãe sobre seu filho já adulto.

Maria, sentindo-se tocada pelo constrangimento a que os noivos foram submetidos devido à falta de vinho na festa do casamento, pede a Jesus para interferir e ajudar a resolver a situação. Primeiramente, ele vacila: “Ainda não é chegada a minha hora…” Ela insiste  e Ele a atende.  Segundo Dom Filippo Santoro, “Maria educou Cristo a ter essa ternura, esse coração aberto diante da necessidade do outro, especialmente dos pobres”.  “Ao fazer o Senhor se comover com o infortúnio do casal nas bodas, ela acelerou um processo”.

Maria intercessora traz presente nesse fato o amparo, cuidado e proteção diante da necessidade do outro, tornando-a modelo e exemplo para todos nós, discípulos missionários do Reino. Assim como Maria, na Visitação à sua prima Santa Isabel, deveremos levar conforto, solidariedade, consolação e práticas promovedoras do bem-estar de todos. Como Maria “caminheira”, Mãe da solidariedade, devemos saber ler e celebrar no Magnificat o que Deus faz em favor dos pobres e oprimidos, conclamando uma sociedade mais justa e mais fraterna.

Na CF-2019, a Igreja busca estimular a participação em Políticas Públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade, e, como Maria, assumirmos o nosso protagonismo no serviço ao Reino, lutando por políticas públicas que resgatem a cidadania e façam valer os direitos sociais. Que nós, aprendizes na Escola de Maria, possamos ser de fato luz do mundo, sal da Terra, fermento transformador do mundo, sinais de esperança, justiça e solidariedade.

Eliana Maria de Alvarenga Guimarães

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