NOVEMBRO, MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DO DÍZIMO DIOCESANO

NOVEMBRO, MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DO DÍZIMO DIOCESANO

EU DEVOLVO O DÍZIMO DE  CORAÇÃO

O dízimo, na perspectiva católica, não deve ser entendido como uma obrigação imposta pela Igreja ao fiel. Mas,ao contrário, deve ser compreendido como expressão de generosidade da parte de quem o oferece. Para ser um dizimista autêntico, portanto, é preciso ter dado alguns passos no caminho que conduz a maturidade de fé, pois somente quem compreende a beleza e a profundidade de significado deste gesto é capaz de fazê-lo a partir de uma decisão livre e amadurecida.

A parir de uma decisão livre e amadurecida, significa não devolver o dízimo por medo de nos acontecer algo caso não devolvemos, ou devolvê-lo com interesses em obter benefícios, como numa relação de troca, mas ofertá-lo de maneira generosa e gratuita. É, portanto, reconhecer que tudo o que conquistamos, vem auxiliados pela Graça de Deus, que nos deu a possibilidade de trabalhar para prover a nós e aqueles que dependem de nós. Por isso, quando devolvemos o dízimo de maneira convicta entendemos que não estamos pagando algo, mas partilhando a nossa própria vida e, consequentemente evangelizando.

Sim, quando devolvemos o dízimo conscientemente estamos também evangelizando! Isto porque parte do que ofertamos é utilizado para suprir os gastos próprios do exercício do apostolado. Além disso, com este dinheiro também ajudamos os necessitados de nossa comunidade, uma vez que o compromisso de fidelidade com Deus exige de nós o cuidado para com o próximo: dimensão fraterna e social do ser cristão. Naturalmente, este gesto de desprendimento de nossa parte, traz também benefícios para nós, ainda que por consequência: dentre eles, o desenvolvimento de uma sensibilidade maior para perceber a dor do outro; o desapego do dinheiro e das realidades que nos escravizam.

Celebrando, pois, o mês de Novembro dedicado em nossa Diocese de Guanhães como Mês do Dízimo, rezemos por todos aqueles que contribuem generosamente para que a obra de Deus possa acontecer. E renovemos também o nosso compromisso com o Dízimo Paroquial, conscientes de que o nosso gesto, por si só, evangeliza e testemunha a todas as pessoas o quão realizador é poder participar da vida de nossa comunidade.

Edmilson Henrique Cândido, seminarista

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