SOMOS TODOS INTELIGENTES

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SOMOS TODOS INTELIGENTES

Menino inteligente! Como essa menina é inteligente! Eis alguns exemplos de frases muito ouvidas pelas crianças, não obstante serem também sentenças excludentes, à medida que apenas um grupo restrito costuma ouvi-las. Elogiar não é um erro, tampouco destacar a inteligência dos notáveis. Surge então uma pergunta: quem é inteligente? Apenas um público seleto? A resposta é um curto e simples não. E o fato para termos essa negativa está na ciência.

Vale citar o conceito de inteligência. Howard Gardner a define como a capacidade de resolver problemas ou de elaborar produtos que sejam valorizados em um ou mais ambientes culturais ou comunitários. Gardner estudou e encontrou sete tipos de inteligência: musical, corporal, matemática, linguística, visual e espacial, interpessoal e intrapessoal. Elas estão presentes em todas as pessoas, não com a mesma intensidade; isso explica porque alguns desenvolvem mais na música, outros em exatas, português, até mesmo nos relacionamentos pessoais.

Todas essas facilidades humanas, por assim dizer, são importantes no dia a dia e muito exploradas profissionalmente, contudo, dois tipos raros de inteligência recém-descobertos merecem nossa atenção e nossa busca por desenvolvê-las plenamente: emoções e espírito. Isso mesmo! Você não leu errado. Tanto quanto aprender matemática e português, pesquisadores descobriram a necessidade de desenvolver as inteligências emocional e espiritual. A primeira, basicamente, é a habilidade de perceber, entender, avaliar e administrar as próprias emoções e as dos outros de maneira positiva. Se o caso é a criatividade e o desejo de encontrar um sentido para a vida, trata-se então da inteligência espiritual.

Em estudos com diretores de empresas e personalidades conhecidas mundialmente, foi constatado um fato bastante interessante: indivíduos com alta inteligência emocional estavam se sobressaindo melhor do que os chamados “gênios”. Conclusão do estudo: em nada resolve ser um “crânio” se não se consegue dominar as próprias emoções.

Se homens e mulheres ricos nessa inteligência estão mais propensos ao sucesso, quando falamos em espírito damos um passo além. Seres humanos espiritualmente desenvolvidos têm como características praticar e estimular o autoconhecimento profundo, são guiados por valores, são idealistas, encaram e utilizam as adversidades a seu favor, gostam da diversidade, são independentes, questionam, são espontâneos e têm compaixão.

Calma! Não se assuste! Não precisa desprezar os números, fórmulas, gramática etc. Tudo isso é absolutamente importante para qualquer cidadão. Os conhecimentos úteis ao cotidiano nos constroem, facilitam trabalho e estudos, o convívio com nossos pares; saber cantar, por exemplo, nos proporciona prazer além de nos possibilitar atrair pessoas de excelência para nosso redor. O ideal, a partir de agora, é buscar o desenvolvimento da inteligência emocional e espiritual, aqui apresentadas. Com elas, o conjunto corpo-mente-espírito estará ainda melhor e Deus nos fez para isso: estar sempre melhor, principalmente em relação a nós mesmos.

Jornalista Juliano Nunes

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