Toda vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho” Papa Francisco

 

viniciusAo término de um semestre, dentre vários outros que já decorreram durante nossa caminhada, temos ardente em nosso coração a alegria de perceber o crescimento intelectual e espiritual que nos é concedido a cada dia, por intermédio da instituição e por graça de Deus que caminha conosco neste discernimento vocacional. Finalizar um semestre é perceber a bondade de Deus, onde nas dificuldades e desafios propostos a nós seminaristas, nos dá condição para sermos a cada dia pessoas melhores, humanas, que na fragilidade de ser quem somos não nos tira a alegria de viver o Evangelho, mas penetra o mais profundo de nosso âmago e direciona-nos ao objetivo maior.

Neste período fomos introduzidos a um novo sistema educacional, onde o mesmo traz consigo desafios a serem superados para que haja um melhor aproveitamento, e que o intelectual floresça, para estar à serviço da Igreja. A intelectualidade já mencionada, caminha ao lado da Oração que dá ânimo à vocação e força para podermos caminhar; como disse o Santo Padre o Papa Francisco, “ As vocações nascem na oração e da oração. E só na oração podem perseverar e dar fruto”. Estar num seminário é perceber que, mesmo à distância de todos aqueles que fazem parte de nossa vida, não estão distantes, mas estão à espera de pessoas melhores, firmes na fé e como semelhante a um grão de mostarda, capazes de dar frutos que gerem alegria aos tristes, e que mesmo nas controvérsias da vida, possam todos unidos viver a alegria de anunciar Cristo.

É perceptível o crescimento que nos é dado, pois é assim que se constrói uma espiritualidade firme e conexa ao projeto divino, é em nossa unicidade que nos tornamos autônomos, para assim praticarmos uma saída ininterrupta que vai de encontro com todos os que unidos formam a Igreja de Cristo. Em sua sabedoria e perspicácia o Santo Padre diz que “ toda vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho”. Assim, não temos nada mais a dizer a não ser um louvável agradecimento a Deus por tudo que nos foi concedido, as contrariedades da vida e alegrias que fazem de nós não somente bons Cristãos, mas fortalecem a nossa humanidade, para assim vivermos a cada dia a nossa Páscoa que enche a vida de Vida.

Vinicius Lucas Pereira Brandão- 2° ano de filosofia.

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