Encontro da Pastoral Carcerária

No  dia 20 de  fevereiro de  2016, aconteceu o primeiro encontro dos  agentes  da Pastoral  Carcerária (PCr) da  Diocese de  Guanhães, conforme  calendário  planejado  para  2016. O encontro aconteceu no salão de reuniões da catedral.

Conforme    circular/convite ,  tivemos  uma  explanação  sobre  a  Campanha da  Fraternidade Ecumênica /2016, pelo  nosso  assessor, Pe.  Salomão  Rafael, que  através  do  método  Ver, Julgar  e Agir, foi  refletindo e  mostrando  a realidade de  nosso  Saneamento  básico e suas  consequências.

No item  Agir, demos  ênfase a “Pastoral  Carcerária  e  a  vivência  da  CFE/2016”    (texto de  P.Valdir João  Silveira- coordenador nacional da  PC) :

* Como vivenciarmos a  CFE na  realidade  prisional e  o  saneamento básico;

*Como trabalhar a CFE com  outras  Igrejas que  fazem visitas aos presos/as;

*Como trabalhar a CFE 2016  diretamente  com os presos/as;

* Celebrar com as pessoas  presas;

* Responsabilidades dos  agentes  da   PC pelo cuidado  com  a  Casa Comum como cristãos/ãs  e  cidadãos/ãs.

Saímos  do  encontro  com propostas  concretas e  diferenciadas  – por cadeia/município-    de  buscar  resolver todas  as  questões  levantadas  e como  trabalhar  em  nossas visitas semanais aos  presos, durante  todo  o  ano, o  tema  da  “Misericórdia”, encerrando  no dia  6  de  novembro de  2016, “Dia  de   comemoração  do Jubileu da  Misericórdia  dos presos/as”, conforme  calendário  do Vaticano para  este  ano.

Ainda  fizemos  outros  encaminhamentos como: realização de  nosso  Retiro (local e  tema), calendário  de  todos  os  encontros, diocesanos e  estaduais, distribuição de  textos etc.

O encontro deste  dia, serviu  para troca  de    experiências,  união entre  os participantes  das  paróquias de   Guanhães, Sabinópolis,  José  Raydan, São  João Evangelista e Virginópolis  e  especialmente buscar coragem para  avançar e  ousar mais, para  que  a  misericórdia  seja  realmente  um diferencial em nossa  vida, ser  uma  atitude, uma virtude  ativa, que combata  as  causas das  desigualdades, do encarceramento.

Podemos  afirmar que  a  PCr deve  ser por  excelência a Pastoral da  Misericordia, mas uma  misericórdia  libertadora cuja  linguagem é  a  do amor até  o  extremo, e que tem no “mundo sem  prisões”  a via  mestra  pela  qual caminhar.

Agradecemos  a  todos  os  padres  que  enviaram os  representantes  das  paróquias e  também  a  presença  e  participação de  todos os  Agentes  da PCr.

Que  a  nossa  caminhada  nos  aproxime  cada vez mais do sonho  do profeta que  é  o  de  “ ver o direito  brotar como  fonte e correr  a  justiça qual  riacho que não seca”(Amós 5,24).

 

Maria  Ângela  Coelho

Coordenadora  da PCr  da  Diocese de Guanhães

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