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Celebração Eucarística em Ação de Graças pelo aniversário natalício de Dom Jeremias

No sábado, 27 de maio, na Igreja Matriz São Miguel e Almas, amigos, padres, funcionários, fiéis de algumas paróquias da Diocese  e a sobrinha de Dom Jeremias, Marilza, de Atibaia se fizeram presentes para juntos renderem graças a Deus  pelo aniversário natalício de nosso bispo diocesano.

Dom Jeremias nasceu em Atibaia, no dia 27 de maio de 1966 e foi empossado bispo da Diocese de Guanhães, no dia 19 de agosto de 2012.

Homenagens enviadas, via whatsapp, a Dom Jeremias:

Bom dia Dom Jeremias, fiquei sabendo do seu aniversário hoje, venho por meio deste parabenizar por esta data tão importante na vida de seus pais e na do senhor também: seu nascimento. Até seu  nome parece ter sido uma expiração divina . Deus em sua infinita misericórdia continue lhe dando muita paz ,alegria e saúde para continuar este trabalho lindo que ele mesmo lhe confiou. Parabéns!

Socorro do Morro do Pilar

Nosso carinho e nossas orações. Parabéns!!

                                                                                                                 Madalena  – Comunidade do Taquaral

Que Deus o abençoe e conceda a Ele muitos anos de vida

Agnaldo de Peçanha

Ao Dom JEREMIAS, desejo muita luz para conduzir o seu rebanho, com muita saúde, paz  e sabedoria. Um grande abraço !

Altina de Dom Joaquim

Que Deus continue iluminando D. Jeremias dando -lhe muita saúde e sabedoria para conduzir o  seu rebanho.                Parabéns! Felicidades!

Maria Amélia de Senhora do Porto

Parabéns Dom Jeremias! Que as bênçãos de Deus caiam sobre o senhor e Ele lhe conceda todas as graças para continuar sua missão. Muita saúde e paz!

Maria das Neves- Morro do Pilar

Parabéns, D.Jeremias! Deus continue sustentando sua caminhada. Conceda muita saúde, força e sabedoria para que seja sempre o pastor da esperança;homem de Deus no meio do povo!

Eni Menezes de Carmésia

A ele saúde, fé, discernimento e sabedoria!!!

Glaucia de Conceição do Mato Dentro

Parabéns, Dom Jeremias ! Que chuva de bênçãos caia sobre vida , e que NOSSA SENHORA o cubra com seu manto sagrado e continue iluminando-o e iluminando esse povo de Deus cada vez mais!

Jussara Sabinópolis

Dom Jeremias, tudo de bom e  que o bom Jesus te abençoe !
Adilamar –  Água Boa

Parabéns, Dom Jeremias ! Muitos anos de vida e saúde .
Lucelini- Joanésia

Feliz aniversário, Dom Jeremias !Que essa data se repita e traga a cada ano muita saúde e realizações. Seguramente você continuará sendo especial para Deus e Ele acrescentará tudo aquilo que você precisar nas páginas da sua vida!
Elisa -Sabinópolis

Deus continue abençoando a sua vida, Dom Jeremias. Parabéns! Felicidades!
Leone – Dom Joaquim

Feliz Aniversário, D. Jeremias! Que sua vida seja constantemente presenteada com bons e felizes momentos.                                                                                                                 Parabéns!

Neide – Santa Maria

 Feliz aniversári0! Parabéns, Dom Jeremias! Deus lhe conceda muitos anos de vida! 
Simone –  Mitra Diocesana

 

Formação de Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística em Guanhães

Na noite do dia 24 de maio, Pe  Wanderlei e  Pe Hermes  assessoraram o encontro   de formação permanente para os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística (M.E.S.C.E)  da Paróquia São Miguel.

Geraldo.

Reuniram-se ontem, 24 de maio, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística da paróquia São Miguel com o pároco, padre Hermes, e padre Wanderlei Rodrigues, dando continuidade à proposta de formação permanente de leigas e leigos envolvidos nas pastorais e movimentos da Diocese de Guanhães.
Momentos de espiritualidade, esclarecimento de dúvidas a respeito do exercício do ministério da Sagrada Comunhão Eucarística e da Palavra e início dos estudos do apêndice elaborado pela Diocese.
Ficou constituída a equipe para a coordenação dos estudos, assessorada pelos dois padres – Hermes e Wanderlei – que reunirá com os novos ministros quinzenalmente.
É motivador presenciar momentos como esse, com irmãs e irmãos de idades diversas ( uns já com seus 80; outros com menos de 30 anos) se reunindo, dispostos a se capacitarem para o exercício da missão a eles confiada.
Fotos: Geraldo Jr. e Mariza Pimenta
Texto: Mariza Pimenta.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO

PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: «“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5).

Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo»

[28 de maio de 2017]

 

Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de «moer» o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno).

Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, «moem» tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade.

Creio que há necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas «notícias más» (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de falimento nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação onde seja ignorado o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingénuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. Antes, pelo contrário, queria que todos procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero.

Gostaria, pois, de dar a minha contribuição para a busca dum estilo comunicador aberto e criativo, que não se prontifique a conceder papel de protagonista ao mal, mas procure evidenciar as possíveis soluções, inspirando uma abordagem propositiva e responsável nas pessoas a quem se comunica a notícia. A todos queria convidar a oferecer aos homens e mulheres do nosso tempo relatos permeados pela lógica da «boa notícia».

A boa notícia

A vida do homem não se reduz a uma crónica asséptica de eventos, mas é história, e uma história à espera de ser contada através da escolha duma chave interpretativa capaz de selecionar e reunir os dados mais importantes. Em si mesma, a realidade não tem um significado unívoco. Tudo depende do olhar com que a enxergamos, dos «óculos» que decidimos pôr para a ver: mudando as lentes, também a realidade aparece diversa. Então, qual poderia ser o ponto de partida bom para ler a realidade com os «óculos» certos?

Para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da boa notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o «Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus» (Mc 1, 1). É com estas palavras que o evangelista Marcos começa a sua narração: com o anúncio da «boa notícia», que tem a ver com Jesus; mas, mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus. Com efeito, ao ler as páginas do Evangelho, descobre-se que o título da obra corresponde ao seu conteúdo e, principalmente, que este conteúdo é a própria pessoa de Jesus.

Esta boa notícia, que é o próprio Jesus, não se diz boa porque nela não se encontra sofrimento, mas porque o próprio sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do seu amor ao Pai e à humanidade. Em Cristo, Deus fez-Se solidário com toda a situação humana, revelando-nos que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca pode esquecer os seus filhos. «Não tenhas medo, que Eu estou contigo» (Is 43, 5): é a palavra consoladora de um Deus desde sempre envolvido na história do seu povo. No seu Filho amado, esta promessa de Deus – «Eu estou contigo» – assume toda a nossa fraqueza, chegando ao ponto de sofrer a nossa morte. N’Ele, as próprias trevas e a morte tornam-se lugar de comunhão com a Luz e a Vida. Nasce, assim, uma esperança acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do falimento. Trata-se duma esperança que não dececiona, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações (cf. Rm 5, 5) e faz germinar a vida nova, como a planta cresce da semente caída na terra. Visto sob esta luz, qualquer novo drama que aconteça na história do mundo torna-se cenário possível também duma boa notícia, uma vez que o amor consegue sempre encontrar o caminho da proximidade e suscitar corações capazes de se comover, rostos capazes de não se abater, mãos prontas a construir.

A confiança na semente do Reino

Para introduzir os seus discípulos e as multidões nesta mentalidade evangélica e entregar-lhes os «óculos» adequados para se aproximar da lógica do amor que morre e ressuscita, Jesus recorria às parábolas, nas quais muitas vezes se compara o Reino de Deus com a semente, cuja força vital irrompe precisamente quando morre na terra (cf. Mc 4, 1-34). O recurso a imagens e metáforas para comunicar a força humilde do Reino não é um modo de reduzir a sua importância e urgência, mas a forma misericordiosa que deixa, ao ouvinte, o «espaço» de liberdade para a acolher e aplicar também a si mesmo. Além disso, é o caminho privilegiado para expressar a dignidade imensa do mistério pascal, deixando que sejam as imagens – mais do que os conceitos – a comunicar a beleza paradoxal da vida nova em Cristo, onde as hostilidades e a cruz não anulam, mas realizam a salvação de Deus, onde a fraqueza é mais forte do que qualquer poder humano, onde o falimento pode ser o prelúdio da maior realização de tudo no amor. Na verdade, é precisamente assim que amadurece e se entranha a esperança do Reino de Deus, ou seja, «como um homem que lançou a semente à terra. Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce» (Mc 4, 26-27).

O Reino de Deus já está no meio de nós, como uma semente escondida a um olhar superficial e cujo crescimento acontece no silêncio. Mas quem tem olhos, tornados limpos pelo Espírito Santo, consegue vê-lo germinar e não se deixa roubar a alegria do Reino por causa do joio sempre presente.

Os horizontes do Espírito

A esperança fundada na boa notícia que é Jesus faz-nos erguer os olhos e impele-nos a contemplá-Lo no quadro litúrgico da Festa da Ascensão. Aparentemente o Senhor afasta-Se de nós, quando na realidade são os horizontes da esperança que se alargam. Pois em Cristo, que eleva a nossa humanidade até ao Céu, cada homem e cada mulher consegue ter «plena liberdade para a entrada no santuário por meio do sangue de Jesus. Ele abriu para nós um caminho novo e vivo através do véu, isto é, da sua humanidade» (Heb 10, 19-20). Através «da força do Espírito Santo»,podemos ser «testemunhas»e comunicadores duma humanidade nova, redimida, «até aos confins da terra»(cf. At 1, 7-8).

A confiança na semente do Reino de Deus e na lógica da Páscoa não pode deixar de moldar também o nosso modo de comunicar. Tal confiança que nos torna capazes de atuar – nas mais variadas formas em que acontece hoje a comunicação – com a persuasão de que é possível enxergar e iluminar a boa notícia presente na realidade de cada história e no rosto de cada pessoa.

Quem, com fé, se deixa guiar pelo Espírito Santo, torna-se capaz de discernir em cada evento o que acontece entre Deus e a humanidade, reconhecendo como Ele mesmo, no cenário dramático deste mundo, esteja compondo a trama duma história de salvação. O fio, com que se tece esta história sagrada, é a esperança, e o seu tecedor só pode ser o Espírito Consolador. A esperança é a mais humilde das virtudes, porque permanece escondida nas pregas da vida, mas é semelhante ao fermento que faz levedar toda a massa. Alimentamo-la lendo sem cessar a Boa Notícia, aquele Evangelho que foi «reimpresso» em tantas edições nas vidas dos Santos, homens e mulheres que se tornaram ícones do amor de Deus. Também hoje é o Espírito que semeia em nós o desejo do Reino, através de muitos «canais» vivos, através das pessoas que se deixam conduzir pela Boa Notícia no meio do drama da história, tornando-se como que faróis na escuridão deste mundo, que iluminam a rota e abrem novas sendas de confiança e esperança.

Vaticano, 24 de janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano de 2017.

Franciscus

Não há nada mais belo na vida do que casar-se e formar uma família, disse o Papa

Durante a sua visita, na tarde do dia 22 de maio à paróquia São Pedro Damião, em Roma, o Papa Francisco respondeu perguntas que alguns catequisandos fizeram durante um encontro e afirmou que “não há nada mais belo na vida do que casar-se e formar uma família”.

“O que as crianças podem fazer para salvar o mundo? Como descobriu a sua vocação sacerdotal? O que podemos fazer para seguir melhor a Jesus? Qual esporte praticava aos 11 anos?”, foram as perguntas que lhe fizeram.

Francisco assegurou em uma das suas respostas que “na vida é muito belo casar-se, é lindo. É belo ter uma família, um pai e uma mãe, avós, tios… É lindo, é uma graça. E cada um de vocês tem pais, avós, tios, têm uma família. Aplaudamos todos eles. Seus pais se sacrificaram por vocês, para ajudá-los a crescer, e isso é algo bonito, é uma vocação: formar uma família”.

Mas “também há outra vocação: ser freira ou sacerdote”, acrescentou. “Eu tinha 16 anos e senti que o Senhor queria que eu fosse sacerdote. E aqui estou! Sou sacerdote. Esta é a resposta. Uma pessoa sente no seu coração: quando um menino sente no coração simpatia e depois essa simpatia continua, e sente amor por uma menina e logo ficam noivos e se casam, assim sente no coração quando o Senhor lhe diz: ‘Deve seguir em frente no caminho para ser sacerdote’. E foi assim que eu senti. Como se sentem as coisas belas da vida”.

O Papa também disse às crianças que “cada um de nós tem um lugar na vida”. “Jesus quer que alguns se casem, que formem uma família, e que outros sejam sacerdotes ou religiosas… Mas todas as pessoas tem um caminho na vida”.

“E para a maioria é que sejam como vocês, como seus pais: fiéis leigos que formam uma bela família, que cuidam dos seus filhos, que os ajudam a crescer na fé. Eu estava em uma família: com cinco irmãos felizes. Meu pai trabalhava, quando chegava do trabalho, nós brincávamos. Uma vez brincamos de se jogar com o guarda-chuva do balcão para brincar de paraquedas. Meu irmão está vivo por milagre”.

“Estas brincadeiras são perigosas. Mas éramos felizes. Mamãe e papai nos ajudavam a seguir em frente, na escola, e também se preocupavam conosco”, comentou.

Francisco continuou respondendo as perguntas das crianças e disse: “O mundo é grande”. “Um menino, uma menina, podem ajudar na salvação do mundo?”.

É possível ajudar o mundo “respeitando as pessoas, também aquelas que não gostam de nós, e se alguém me fez mal, o que devo fazer?”. “Também devemos respeitá-los. E brincar direito também ajuda a salvar o mundo, porque a alegria ajuda Jesus a salvar o mundo”, respondeu.

“Quando eu tinha a tua idade, (11 anos), jogava futebol. Mas, eu não era muito bom jogando futebol, e entre nós, aqueles que não jogam bem eram chamados de ‘perna de pau’. Eu era um ‘perna de pau’ e, por isso, frequentemente era escalado para ficar no gol, para não precisar me mexer: era o meu papel”.

 

Fonte: http://www.acidigital.com/

Momento com Maria em Dom Joaquim

No domingo, dia 21 de maio foi realizada em Dom Joaquim a  Santa Missa em Ação de Graças pelo Grupo de Jovens Pentecostes, movimento jovem da paróquia que comemorou seu primeiro aniversário. Foi uma missa festiva, com um momento especial com Maria e um breve louvor antes da celebração. Houve também a participação e envolvimento de todos em cada etapa da missa. Finalizou-se com uma linda coroação dedicada a Nossa Senhora.

  José Cássio

Encontro com os colaboradores das paróquias da diocese de Guanhães

Todos os anos, acontece  o encontro formativo para os colaboradores das paróquias da diocese de Guanhães. Vários funcionários das paróquias (entre eles, zeladores, cozinheiras, secretárias) e também alguns presbíteros estiveram presentes nas dependências da PUC – Campus Guanhães, na manhã do dia 23 de maio, para esse momento de aprendizado, atualização e confraternização. O coordenador de pastoral da diocese, Pe. José Aparecido dos Santos, acolheu a todos e, em seguida, iniciaram-se as atividades com a oração.

Os advogados Maria Betânia Bicalho e Walter Machado Júnior deram suporte jurídico com algumas orientações e esclarecimentos sobre direitos e deveres trabalhistas. Em um segundo momento, os colaboradores se reuniram com os demais que atuam no mesmo campo de trabalho, todos aqueles que no dia a dia da comunidade paroquial se dedicam para que o projeto de Deus aconteça em plenitude, afinal, todos os funcionários de nossas paróquias são também corresponsáveis para que a boa nova de Jesus seja proclamada.

Embora a Igreja tenha seu caráter divino – esclarecem os advogados – cumpre sua missão dentro da realidade em que está inserida. Podemos falar da Igreja também naquilo que tange o ambiente civil. Sendo assim, ela também tem o seu caráter de empresa e deve se comportar como tal quanto aos direitos dos trabalhadores, patrimônio, assim como deve exigir qualidade dos serviços. “Igreja é quase como uma multinacional, pois está presente também no mundo inteiro”. Faz-se necessária uma organização patrimonial e estrutural para oferecer um serviço de qualidade a todos que a procuram.

Agradecemos a todos os funcionários de nossas paróquias que, com sua dedicação e boa vontade, ajudam a anunciar a boa nova de Jesus.

 

Seminarista Daniel Bueno Borges

4ª ETAPA DE FORMAÇÃO DOS MINISTROS NA PARÓQUIA SÃO PEDRO

 

Aconteceu na manhã desse sábado, dia 20 de maio, no salão paroquial de São Pedro do Suaçuí a quarta etapa de formação dos Ministros Extraordinários da Eucaristia. Os trabalhos foram coordenados pelo padre Luiz Mauricio. A manhã de formação teve como tema: instruções práticas do ministério, assim como sugere nosso Bispo Diocesano e introdução do estudo do Apêndice Litúrgico-Disciplinar para os ministros da Sagrada Comunhão Eucarística e da Palavra de nossa Diocese. Mesmo com abençoada chuva que caia na cidade a participação das comunidades rurais foi bem expressiva.

Alessandro

Novena e festa da padroeira em Morro do Pilar

Inciou-se na sexta, 18 a Novena e festa da padroeira Nossa Senhora do Pilar na paróquia de Morro do Pilar.

Informações e fotos de Socorro e Maria das Neves

Ano Mariano: “Caminhada com Maria” em Santa Maria e reza do terço nas casas dos crismandos em Rio Vermelho

Aconteceu na paróquia de Santa Maria Eterna “A caminhada com Maria” ,dentro das comemorações do Ano Santo Mariano, pelos 300 anos do encontro da milagrosa imagem de Nossa Senhora Aparecida rainha e padroeira do Brasil e pelo Jubileu centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima em Portugal. Esta caminhada foi uma iniciativa da paróquia, juntamente com o Movimento  terço dos homens que organizaram os mistérios do terço encenando-os a cada parada da caminhada, para a meditação dos mistérios gozosos. Os fiéis saíram de frente da igreja matriz,   percorreram o centro dá cidade de Santa Maria do Suaçuí e culminou no monte da Santa, local muito visitado onde existe uma pequena capela e uma grande estátua de Santa Maria Eterna. Deste mirante é possível vislumbrar a paisagem de toda a cidade de Santa Maria do Suaçu. Ao final desta caminhada já sobre o morro, cantou- se a ladainha de nossa Senhora e houve uma grande queima de fogos.

Seminarista Daniel Bueno Borges

 

Formação Permanente do Clero de Guanhães

O clero da diocese de Guanhães se reuniu na sala da catedral para mais uma etapa da formação permanente.  Para isso a Pastoral Presbiteral da diocese de Guanhães convidou o professor psicólogo Willian Cesar Castilho Pereira para ministra o estudo.

Entre os temas abordados ele destaca “A Fecundidade da Solidão”. O assessor lembra que “a maturidade é demonstrada a partir da experiência de solidão. Ou seja, os maduros sabem administrar a solidão sem cair no extremo do isolamento”.

Conforme o professor, a solidão pode ser algo positivo como “lugar onde se busca a sanidade mental”. É na solidão (deserto) que se encontra Deus. No entanto, assim como se deve ter momentos fortes de solidão também é indispensável momentos fortes de convivência fortalecendo os vínculos de amizade – aqui o professor lembra o que diz o filósofo francês Alain Badiou sobre o amor e a convivência, combatendo toda frieza, toda indiferença, todo isolamento. O psicólogo convidado também partilha um texto de Vinícius de Moraes:

“A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.

A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.

O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.”

O encontro teve início no dia 16 de maio e finaliza no dia 17 do mesmo mês.

 

Carta do representante dos presbíteros ao monsenhor Jacy Diniz Rocha, bispo eleito de Cáceres – MT

 

Carta do representante dos presbíteros ao monsenhor Jacy Diniz Rocha, bispo eleito de Cáceres – MT

É com alegria que saudamos o monsenhor Jacy Diniz Rocha, bispo eleito de São Luiz de Cáceres – MT. Queremos reafirmar nossa alegria de saber que do meio de nosso clero o Senhor Deus, através do Santo Padre, o papa Francisco, o escolheu para ser pai e pastor dessa porção do povo de Deus.

Nós do presbitério do Guanhães nos alegramos com o senhor.

Sabemos das exigências e dificuldades da nova missão, mas sabemos também de suas potencialidades e que o bom Deus continuará sendo o auxílio necessário para um bom pastoreio. Sentimos-nos meio que tristes por vê-lo partir para tão longe e saber que não estará mais em nosso convívio diário, mas ao mesmo tempo nos sentimos felizes porque o senhor está indo para cumprir a vontade de nosso Deus sanando as necessidades de nossa Igreja. Sentimos-nos contentes ainda por saber que fizemos parte de sua história.

Mons. Jacy, em nome do presbitério de Guanhães, desejamos ao senhor muita fecundidade no desenvolvimento de seu ministério episcopal! Que o senhor possa conduzir as ovelhas que lhes foram confiadas sempre a partir do olhar e do coração do Bom Pastor, o Nosso Senhor Jesus Cristo.

Que Deus continue lhe abençoando. Conte sempre com nossas orações.

 

Rio Vermelho, 13 de maio de 2017

 

Pe. Salomão Rafael Gomes Neto

Representante dos presbíteros da diocese de Guanhães

 

Homenagens às mães e a Mãe de Jesus, no final de semana em algumas paróquias da Diocese

“…Todos nós  amamos Maria como Mãe. Não somos órfãos: temos uma mãe no céu, que é a Santa Mãe de Deus. Porque nos ensina a virtude da esperança, até quando tudo parece sem sentido: ela permanece sempre confiante no mistério de Deus, até quando Ele parece desaparecer por culpa do mal do mundo. Que nos momentos de dificuldade, Maria, a Mãe que Jesus ofereceu a todos nós, possa sempre amparar os nossos passos e dizer ao nosso coração: «Levanta-te! Olha em frente, olha para o horizonte», porque Ela é Mãe de esperança.

 Catequese do Papa Francisco na audiência Geral de 10.05.2017

 

14º Intereclesial das CEBS

Do dia 21 ao dia 23 de Abril de 2017 reuniram-se na  Diocese  Barra do  Piraí Volta Redonda  Rio de Janeiro,os delegados do 14º Intereclesial  das CEBS para o estudo no chamado Lestão.

Foi um momento profético e  de grandes gritos sobre o que estamos vivendo hoje  na Igreja e  na  política do nosso país.

A Diocese de Guanhães foi representada por duas pessoas  Ivone Nascimento  da Paróquia  de Paulistas  e o missionário  Francisco  Salvador de Moura  da Paróquia Nossa Senhora  Mãe dos Homens Materlândia.

A discussão foi realizada em torno do texto base do  14º, que interpela  a cada um de  nós a aprofundar  na discussão sobre os  desafios do mundo urbano.

Visita da imagem de Nossa Senhora Aparecida no bairro Nossa Senhora Aparecida em Sabinópolis

Programação Paroquial do Ano Mariano_ Visita da imagem de Nossa Senhora Aparecida no bairro Nossa Senhora Aparecida em Sabinópolis.
Fotos e informações do Seminarista Edmilson

 

Fátima há 100 anos o céu pisou na terra

No dia 13 de maio de 1917, três pequenos pastores com idades entre 7 e 10 anos disseram ter visto a Virgem Maria em cima de uma azinheira na Cova da Iria. Na época, um terreno pedregoso próximo à localidade de Fátima. Esta “mulher mais brilhante que o sol” apareceu em outras cinco ocasiões nos meses seguintes.

A emoção provocada pelo anúncio levou entre 50.000 e 70.000 pessoas a se reunir em Cova da Iria durante a última aparição, em 13 de outubro, quando ocorreu um fenômeno meteorológico raro descrito como “o milagre do sol”.

A devoção à Nossa Senhora de Fátima, que a Igreja não autorizou oficialmente até 1930, foi marcada por intensas manifestações de fé. Para expiar os pecados ou agradecer à Virgem pela ajuda prestada aos fiéis que pedem a proteção e a intercessão a virgem Maria de Deus, muitos peregrinos caminham até Fátima durante vários dias e percorrem de joelhos o caminho que leva até a Capela no local exato das aparições.

Dos três pastorinhos, dois Jacinta Marto e Francisco Marto serão proclamados santos no próximo sábado 13 de maio data que celebramos a primeira aparição O papa Francisco presidirá a cerimônia de canonização de dois, dos três pastores que disseram ver a virgem: Francisco Marto e sua irmã mais nova, Jacinta, que morreram na gripe espanhola de 1919 e 1920, aos dez e nove anos, respectivamente.

As duas crianças foram beatificadas por João Paulo II em Fátima em 13 de maio de 2000.

Sua prima, Lúcia dos Santos, a mais velha dos três pequenos pastores, que se tornou freira, viveu até aos 97 anos. No Vaticano já se encontra aberto um processo para beatificá-la desde 2008, três anos após sua morte.

Os restos dos três videntes descansam dentro da basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, que domina sobre a esplanada do santuário erguido na Cova da Iria.

Segundo a versão da irmã Lúcia, a Virgem lhes passou uma mensagem que deviam manter em segredo, mas da qual o papa Pio XII revelou publicamente duas partes em 1942.

O primeiro segredo se referia a uma “visão do inferno” para denunciar o ateísmo e as perseguições contra a Igreja.

O segundo evocava “uma guerra ainda pior” à que estava ocorrendo em 1917, e pedia a penitência dos cristãos e a “conversão da Rússia”, na época atingida pela revolução bolchevique.

O terceiro segredo, revelado pelo Vaticano em 2000, continha uma visão, julgada profética, a do atentado lançado contra João Paulo II na praça de São Pedro de Roma, em 13 de maio de 1981.

Em uma visita a Portugal em 2010, seu sucessor, Bento XVI, deu uma interpretação atualizada.

O papa Francisco será o quarto pontífice a peregrinar em Fátima. Paulo VI foi o primeiro que rezou no lugar das aparições, em 1967, por ocasião de seu 50º aniversário.

 

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Seminarista Daniel Bueno

 

 

 

POR QUE A CAVALGADA DO JUBILEU SERÁ NO SÁBADO NESTE ANO?

 

Está aproximando o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e muitos já se organizam para participar deste grande evento regional, através do qual os romeiros manifestam a sua fé e a sua piedade. Nesse período, há muitos anos, diversas pessoas saem de longe e vêm montados em seus cavalos para participar da tradicional cavalgada do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Não é um evento organizado pela Igreja, mas que, inevitavelmente, envolve a Igreja.

Neste ano foi feita uma mudança, a título de EXPERIÊNCIA, na tentativa de atender muitos romeiros que solicitaram mais celebrações no domingo. Tendo em vista que muita gente vem e volta no mesmo dia, e muitos aproveitam final de semana e feriado para fazer isso, e que os devotos do Bom Jesus vêm ao Jubileu em busca de confissões e da participação em pelo menos uma missa; Levando em conta que muitos não conseguem chegar a tempo de participar da missa das 10 horas e que não podem esperar a missa das 19 horas, e que, devido à cavalgada, não é possível colocar outra celebração no santuário nesse intervalo; Considerando que o número de padres para atendimento de confissões no domingo ainda é pequeno para a quantidade de penitentes, foi grande a solicitação de que fosse feita essa mudança a título de experiência.

É compreensível que haja reclamações da parte de muitos, pois toda mudança causa descontentamento. Porém, é necessário a compreensão de que a administração do santuário fica no meio de um fogo cruzado e, para tomar decisões, sempre com o parecer de seu conselho, precisa colocar na balança o que mais pesa a cerca do que deveria ser prioridade dentro do quesito RELIGIOSO, tendo em vista que o Jubileu é essencialmente religioso.

Em se tratando de cavalgada, tem gente que liga pedindo a cavalgada no sábado e tem gente que a quer no domingo; tem gente que liga pedindo para ser mais cedo e tem gente que a quer mais tarde… A verdade é que sempre haverá grupos descontentes com qualquer iniciativa, o que piora quando equipes organizadoras e outros grupos acabam incentivando o descontentamento coletivo.

A Igreja precisa organizar a sua vida e é possível atender a todos dentro das possibilidades, desde que o essencial não seja prejudicado e que as perdas não sejam sempre unilaterais. Em se tratando de eventos deste naipe o religioso é sempre reprimido em nome do cultural, ao passo que poderia caminhar juntos. Jamais chegou aqui neste santuário uma única comitiva que voltasse sem a bênção de um padre ou diácono, independente do dia que chegasse. Mas, é necessário organizar a bênção do movimento maior.

Neste ano o Jubileu tem apenas um domingo, seguido de um feriado prolongado, o que nos leva a entender que existe grande possibilidade de um número muito maior de pessoas no final de semana. Cada ano que passa o número de cavaleiros e amazonas aumenta. O espaço do santuário é particular, não público, o que implica que, se acontece algum acidente a Igreja acaba sofrendo as consequências por algo pelo qual ela não tem responsabilidade. Portanto, é preciso tomar todo cuidado possível, tendo em vista que esta paróquia tem problemas demais oriundos de decisões tomadas no passado sem pensar nas possíveis consequências.

Concluindo, após seis reuniões realizadas no ano passado, levando em conta que a experiência seria feita no ano passado, após ouvir diversos romeiros no último jubileu sobre o que eles esperam desse evento, levando em conta que neste ano o Jubileu tem apenas um domingo e que neste é preciso colocar mais celebraçõesNESTE ANO A CAVALGADA SERÁ NO SÁBADO DIA 17 DE JUNHO. Isso não quer dizer que seja algo definitivo. Será uma EXPERIÊNCIA a ser avaliada a posteriori, a partir da experiência. Se será algo bom ou ruim só se saberá depois que for feita a experiência. Para o próximo ano a própria Igreja, como responsável pela programação de qualquer evento religioso católico, pode chegar à conclusão de que foi uma experiência negativa. Ou, pelo contrário, os próprios cavaleiros e amazonas, que estiverem com a mente desprovida de preconceitos, podem chegar à conclusão de que foi uma coisa positiva. Em todos os casos, só se saberá se será bom ou ruim após a EXPERIÊNCIA.

O VERDADEIRO DEVOTO DO SENHOR BOM JESUS SABERÁ COMPREENDER QUE A IGREJA ESTÁ EM BUSCA DE ACERTAR.

 

Pe João Evangelista dos Santos

reitor do Santuário Bom Jesus

 

 

 

Idosos e doentes recebem a imagem de Nossa Senhora Aparecida

Dentro das programações do Ano Mariano Paroquial, hoje  visitamos algumas  pessoas doentes e idosas da comunidade Matriz, levando até elas a imagem  de Nossa Senhora Aparecida.

Seminarista Edmilson Cândido

 

Formação de Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística em Divinolândia

Na quinta,dia 11 de maio, na paróquia Nossa Senhora da Glória em Divinolândia de Minas, aconteceu preparação e formação para os Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, presidida pelo nosso Pároco José Martins.

Ilídia Figueiredo.

Atividades pastorais em Santa Maria desenvolvidas pelo seminarista Daniel Bueno Borges

Homenagem das crianças de José Raydan a Nossa Senhora, Formação paroquial de catequistas e formação de Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e também houve um momento de agradecimento a Deus pela nomeação de pe Jacy que foi pároco de Santa Maria.

Carta do Pe Jacy ao Povo de Deus na Diocese de Guanhães

Pezado Sr. Bispo Dom Jeremias Antônio de Jesus

Senhores Padres, Religiosos (as), Seminaristas,

Coordenadores de Pastorais, Lideranças eclesiais e

Povo de Deus da Diocese São Miguel de Guanhães.

 

Acolho o convite do Santo Padre o Papa Francisco para o espiscopado com temor por causa de minhas limitações e fraquezas, mas com  confiança e alegria pois sei que posso acreditar na misericórdia e na graça do Senhor que sempre esteve ao meu lado.

Espero poder servir à Diocese de São Luiz de Cáceres MT trabalhando com todas as minhas forças pelo bem da Igreja, do presbitério, dos religiosos e pela porção do povo de Deus que me está sendo confiada.

Sou grato a Deus que sempre me confiou grandes coisas. Tenho que agradecer a muitas pessoas e instituições que me ajudaram ao longo de minha caminhada: A minha família, a Diocese de Barreiras/BA com seu presbitério, o seu primeiro Bispo Dom Ricardo Weberberger (falecido)  que me ordenou sacerdote. A Diocese de Guanhães, o seu presbitério e Dom Emanuel que me acolheu na volta para a Diocese de origem. Dom  Jeremias e os colegas padres meus companheiros de missão. Um agradecimento especial a todo o povo de Deus nas diversas Paróquias por onde passei na Bahia e nestes últimos 15 anos no Estado de Minas Gerais: As Paróquias de Ferros, Virginópolis, Santa Maria do Suaçuí, Sabinópolis, Guanhães e atualmente Coluna. Em todos os lugares o povo sempre foi muito caridoso com minhas limitações, me apoiando e perdoando-me sempre.

Muito pouco conheço da Diocese de São Luiz de Cáceres mas vou com disposição de servir somando-me ao irmão Bispo Emérito e aos presbíteros, aos religiosos e lideranças eclesiais da Diocese e região com os quais vou caminhar. Generosa foi a acolhida do Senhor Bispo Dom José Vieira de Lima, atual Administrador da Diocese de Cáceres, que me trouxe alento nestes dias de silêncio e apreensão.

Peço as orações de todos para que eu seja fiel ao chamado e que possa levar o abraço amoroso do Pai por onde eu for e em especial àqueles que me foram confiados.

Coluna, 10 de Maio de 2017

 

BREVE HISTÓRICO

 

Pe. Jacy Diniz Rocha é Filho de José Neto Rocha (falecido) e Eunice Silva Diniz Rocha, nascido no distrito de Nelson de Sena, município de São João Evangelista, Minas Gerais, aos 29 de Agosto de 1958. Foi batizado no mesmo ano na Cidade de  Dom  Joaquim,MG. Estudou o primário na Escola Estadual Major Lermino Pimenta no distrito de Nelson de Sena, município de São João Evangelista.  Estudou no Seminário de Diamantina por três anos. Em 1975 transferiu-se para Brasília e dois anos depois entrou para o Seminário Nossa Senhora de Fátima onde concluiu o segundo grau e o curso de Filosofia.

Numa missão de férias, conheceu a Diocese de Barreiras e, como seminarista, nela pediu ingresso em 1981. Estudou dois anos no Seminário da Barra, BA e por fim, concluiu seus estudos teológicos na Pontifícia Universidade Católica de Belo Horizonte. Foi ordenado Diácono no dia 10/12/1983 na Catedral São João Batista pelo Bispo Diocesano  de Barreiras, Dom Ricardo Weberberger. Em março de 1984 concluiu a convalidação de sua licenciatura em Filosofia e no dia 26/05/1984 foi ordenado Presbítero no distrito de Nelson de Sena, São João Evangelista, pelo Bispo Diocesano de Barreiras.

Na Bahia trabalhou na cidade de Tabocas do Brejo Velho, no Bairro de Barreirinhas em Barreiras, no Bairro Sandra Regina em Barreiras, na cidade de Formosa do Rio Preto e na cidade de São Desidério. Assumiu várias atividades Diocesanas como a Pastoral Vocacional, a Cáritas, a Pastoral do Menor, a Coordenação  de Pastoral e a Representação do Clero.

Com o objetivo de fazer um tratamento continuado em Belo Horizonte, pediu incardinação na Diocese de Guanhães, MG e  em julho de 2003 foi acolhido pelo Bispo Diocesano Dom Emanuel Messias de Oliveira e seu presbitério. Na sua Diocese de origem, trabalhou nas cidades de Ferros, Virginópolis, Santa Maria do Suaçuí, Sabinópolis, Guanhães e Coluna, onde é Pároco atualmente. Entre os serviços desenvolvidos na Diocese de Guanhães, destacam-se a Coordenação Diocesana de Pastoral, o Colégio dos Consultores, a Pastoral Presbiteral e a Coordenação da Escola Diocesana de Teologia Pastoral.

 

Pe. Jacy Diniz Rocha

Praça Herculano Torres, 47 – Centro

39.770.000 Coluna – MG

Fone: (33) 3435.1790

rochapintos@gmail.com

 

 

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